“O espírito do homem, em estado de liberdade, não age anarquicamente, mas perquire, estuda, procura orientar-se e escolhe o que associadamente, socialmente, deve fazer. Estrangulado é que salta para a rebeldia, o conformismo passivo, infecundo, ou a simulação. E o caso brasileiro, é muito mais este último caso” (cf. Sessão de 7 de julho de 1952 da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, in Anísio S. Teixeira, A Educação e a Crise Brasileira, CEN, 1956, pp. 188-189).