Ciclo Rota da Mata Atlântica (CRMA)
Doze municípios, 550 km de adrenalina, emoção e aventura!
(protótipo)
Ciclo Rota da Mata Atlântica (CRMA)
Doze municípios, 550 km de adrenalina, emoção e aventura!
(protótipo)
Explorando a Ciclo-Rota da Mata Atlântica: Uma aventura épica em São Paulo
Você é apaixonado por ciclismo e natureza? Então prepare-se para conhecer um dos roteiros mais espetaculares do Brasil: a Ciclo-Rota da Mata Atlântica (CRMA). Este percurso é uma verdadeira imersão na beleza da Serra do Mar, unindo a emoção de pedalar com a tranquilidade de estar cercado por paisagens deslumbrantes.
Conceito: O que é a CRMA?
Integrando as Redes Brasileira e Paulista de Trilhas de Longo Curso, a CRMA (Ciclo-Rota da Mata Atlântica) estabelece um percurso estratégico de mais de 500 km que atravessa 12 municípios de São Paulo. O projeto, que conta com o suporte de órgãos governamentais como a Secretaria Estadual de Turismo e Viagens, Fundação Florestal e Ministério do Meio Ambiente, além de grupos de ciclistas locais, visa fortalecer o ecoturismo e a conservação ambiental através de uma rota que interliga estradas vicinais, fazendas e importantes Unidades de Conservação.
Mapeada para percorrer o cenário exuberante da Serra do Mar, na região metropolitana de São Paulo à Serra da Bocaina no município de Bananal, já na divisa do estado do Rio de Janeiro, a rota conecta pontos icônicos como o Caminho do Sal e o Parque Nacional da Serra da Bocaina privilegia o ciclo turismo, mas também acolhe caminhantes em busca de trilhas históricas e paisagens preservadas, promovendo o desenvolvimento regional sustentável.
Percurso
O percurso principal inicia-se no Caminhos do Mar, São Bernardo do Campo, ligando caminhos antigos como o Caminho do Sal (Zanzalá, Carvoeiros e Beto Ponteiro), Caminho do Imperador, Caminho dos Tropeiros, Caminho do Padre Dória, e também podendo conectar-se com outras rotas já existentes como a Rota Márcia Prado (São Paulo – Santos), Rota da Luz, Volta da Represa em Paraibuna e passando por Cunha-SP onde se conecta também com a Estrada Real, Caminho da Fé, Caminho Senhor Bom Jesus do Livramento, e no trecho final, no Parque Nacional Serra Bocaina, cruzando sempre nas bordas da Serra do Mar, terminando no município de Bananal, já na divisa do estado do Rio de Janeiro.
São mais de 500 Km ao todo, por vezes margeando e outras adentrando diversas Unidades de Conservação, como Parque das Neblinas, Parque Estadual Serra do Mar (Núcleos Itutinga Pilões, Bertioga, São Sebastião, Padre Dória, Caraguatatuba, Picinguaba e Cunha) e Parque Nacional Serra da Bocaina, se configurando em um misto de caminho de natureza com antigos caminhos históricos.
As belezas do percurso
A maior parte do trajeto se desenvolve dentro de áreas de Mata Atlântica preservada, oferecendo uma experiência única para os ciclistas, que terá a chance de observar a rica fauna e flora local, ouvir o canto dos pássaros e se maravilhar com a diversidade de árvores e plantas.
O objetivo principal da CRMA é incentivar o ciclo turismo, promovendo a conexão com a natureza e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais. Diferente de uma ciclovia comum, a CRMA percorre principalmente estradas de terra e trilhas, com raros trechos de asfalto, o que garante uma experiência mais aventureira e desafiadora.
A CRMA também contará com ramais alternativos de descida para o Litoral. Inicialmente, um ramal se conectará com a Estrada-Parque do Rio Claro, a conhecida estrada da Petrobrás, que liga o planalto, em Salesópolis, aos municípios de Caraguatatuba e São Sebastião. Em uma etapa posterior, será avaliada a viabilidade de outra descida, a Travessia do Rio Pequeno, entre os municípios de Cunha e Paraty.
Alguns trechos já são bastante conhecidos e frequentados por ciclistas, como o Caminho do Sal, que se inicia na estrada velha de Santos, em São Bernardo do Campo, passando por Paranapiacaba, Taquaruçú, até Taiaçupeba, distrito de Mogi das Cruzes.
Apoio e Desenvolvimento do Projeto
O fomento para o desenvolvimento da CRMA está sendo articulado não apenas pelos órgãos estaduais citados, mas também pelos municípios por onde a rota passará e por grupos locais de ciclistas. A iniciativa conta com o apoio do Instituto Semeia e será realizada pelo Instituto Ilhabela Sustentável.
Carlos Nunes, coordenador técnico do projeto e entusiasta do mountain bike, reforça a importância do envolvimento de grupos locais de ciclistas e empresas interessadas em desenvolver produtos de apoio logístico. Ele ressalta: "Fui apenas o organizador da proposta e dos mapas, que contou com a colaboração de diversos ciclistas, grupos e organizadores de eventos esportivos para colocar a proposta de pé."
Em breve, será disponibilizado no portal online, informações detalhadas dos trechos e da cadeia produtiva ao longo do percurso. Prepare sua bike e venha pedalar por um dos lugares mais bonitos do nosso país.
Realização
Apoio
Municípios Integrantes