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Brasil apresentou 15 praias avaliadas por especialistas nacionais em gestão costeira, consolidando-se como referência regional em qualidade e sustentabilidade litorânea. Desde Salvador até o Rio de Janeiro, o estudo revela exemplos de excelência — como Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe e Praia do Forte —, ao mesmo tempo em que aponta desafios em áreas de alta afluência turística. Conheça os detalhes:
Ângulos Noticiosos Sugeridos
Brasil, referência no Atlântico Sul
Com índice de 0,97, Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe se posiciona como a melhor praia do Atlântico Sul — um reconhecimento ao valor paisagístico e gestão sustentável baseada em 67 indicadores científicos.
Praia do Forte: vitrine de conservação rural
Com 0,93, é a praia rural mais bem avaliada da Ibero‑América, destacando‑se por limpeza da areia e qualidade do habitat marinho.
Jurerê Internacional impulsiona turismo urbano sustentável
Líder entre praias urbanas, graças a infraestrutura acessível e serviços turísticos de alta qualidade.
Desafios na gestão em Balneário Camboriú
Embora Praia do Estaleiro tenha 0,90 e seja destaque na categoria “povoado”, o relatório aponta deficiências em saneamento e gestão de resíduos em áreas urbanas de alta visitação.
Oportunidades em saneamento costeiro
Apenas as duas praias melhores pontuadas superam 0,90; as demais apresentam variações que evidenciam a necessidade de reforço na gestão de resíduos e controle da qualidade da água.
Brasil vs. Ibero‑América: solidez em proteção costeira
Com praias como Fazenda Roberto Marinho (0,88) e Prainha (0,89), o país se destaca em resiliência e planejamento costeiro comparado a Cuba e Equador.
Conservação e proteção:
Praia do Forte lidera com 0,95 em conservação, refletindo ecossistema quase intacto.
Prainha atinge 0,92 em conservação e 0,90 em proteção costeira, como exemplo de baixa intervenção humana.
Fazenda Roberto Marinho alcança 0,94 em proteção, demonstrando gestão efetiva sem infraestrutura artificial excessiva.
2. Desafios em saneamento:
Jurerê Internacional, apesar de urbana, registrou apenas 0,65 em saneamento.
Balneário Camboriú exibe média de 0,60 em saneamento, evidenciando deficiências em banheiros públicos e limpeza.
Melhoras na recreação urbana
Copacabana e Ipanema (RJ) ficaram abaixo de 0,50 em recreação — sugerindo necessidade de sinalização, mobilário e ampliação de áreas de descanso.
Saúde pública e turismo
Apesar da popularidade, Copacabana atingiu apenas 0,55 em saneamento; Barra da Tijuca (RJ), 0,60 — indicando fragmentação na gestão de resíduos e frequência irregular de limpeza.
Jurerê Internacional, exemplo de infraestrutura recreativa
Com 0,92 em recreação, oferece calçadões acessíveis, áreas esportivas e serviços de hospedagem de alta qualidade — modelo para turismo familiar e de lazer.
Contrastes regionais: além do sul do Brasil
Na Bahia, Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe alcançou 0,90 em recreação, enquanto outras praias da região ainda não passam de 0,60 — revelando oportunidade de replicar modelos bem‑sucedidos.
Essa abordagem é possível graças à análise individual ou ponderada dos indicadores técnicos nos quatro domínios: recreação, conservação, proteção e saneamento. Para acessar dados completos, solicitar entrevistas ou colaborar no desenvolvimento de temas, entre em contato com a Cifplayas.
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