A Lagoa de Ibiraquera está localizada em sua maior parte no município de Imbituba, no estado brasileiro de Santa Catarina, próximo à Praia do Rosa e à Praia do Luz. Fica em uma região que faz divisa com o município de Garopaba e é frequentemente associada a ambas as cidades. Forma uma barra ao longo da costa onde se localizam a Barra de Ibiraquera e a Praia de Ibiraquera.
Alguns anos após a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, no final de abril de 1516, um grupo de europeus aporta na região, fixando-se nas imediações da Lagoa de Ibiraquera após o naufrágio de uma embarcação com aproximadamente quinze homens abordo. Uma tripulação de espanhóis com alguns portugueses a serviço da Espanha, acolhida amigavelmente por indígenas Carijós – de idioma Guarani, com quem passou a conviver e constituir famílias.
O que causa espanto, é que os habitantes originários desapareceram dos arredores da Lagoa de Ibiraquera. Na prática, foram mortos ou expulsos pelos europeus. Um dano irreparável cometido por uma civilização violenta que não soube dar a devida importância ao que realmente importa: o convívio pacífico e o cultivo da gratidão.
Os Carijós influenciaram muito a cultura local, deixando marcas na gastronomia, no vocabulário e nos nomes de vários lugares (montanhas, encostas, lagoas – a própria Lagoa de Ibiraquera, etc.), sendo o nome da cidade uma ótima evidência de sua forte presença da região. Chamavam o lugar onde moravam de Embitiba devido à abundância de uma uma planta conhecida como Imbé, hoje cidade de Imbituba.
Referência bibliográfica:
Mello Filho, Dorivalino Pedro de. Porto de Dom Rodrigo: uma história do Brasil meridional. São Paulo: Scortecci, 2009.
A Lagoa de Ibiraquera (Imbituba/SC) está localizada dentro da Área de Proteção Ambiental/APA da Baleia Franca, uma unidade de conservação criada para proteger a vida marinha e o ecossistema lagunar, exigindo cuidados especiais na ocupação do solo e na utilização dos bens naturais. Entretanto, não é o que está ocorrendo.
Recentemente a comunidade se mobilizou e foi às ruas protestar contra a drenagem da BR-101, que está sendo executada pela CCR ViaCosteira – concessionária responsável pela gestão da rodovia no trecho sul. Contra o direcionamento das águas residuais da BR-101 para a Lagoa de Ibiraquera.
Isto porque as águas da chuva carregam resíduos da estrada para a lagoa, como os de combustíveis, óleos lubrificantes, microplásticos, metais pesados, sedimentos, etc., causando danos irreparáveis ao delicado e complexo ecossistema lagunar.
“Junte-se a nós neste grito de socorro!”. Esta é a mensagem que chegava pelas redes sociais, convocando para a manifestação e lembrando que a Lagoa de Ibiraquera é patrimônio natural e cultural. Que o despejo das águas residuais pode causar a morte de espécies e comprometer fatalmente a biodiversidade. O ato chamou a atenção do poder público para que, através dos órgãos competentes, busque alternativas que evitem riscos à sociedade e ao meio ambiente.
A passeata (16/11/25) iniciou na Saída 273 da BR-101, percorrendo uma de suas vias paralelas – interrompida parcialmente pelos manifestantes, reunindo moradores e entidades locais preocupadas com os impactos ambientais que podem ser causados pela drenagem.
As crianças marcaram presença junto com os pais, carregando cartazes e protestando. Foi bonito de ver! A forma como tratamos o meio ambiente hoje dará a elas as condições necessárias para que vivam suas vidas amanhã.
Bandeira branca indica que a praia está disponível para a pesca, um acordo feito entre Colônia Z-13, Comunidade de Pescadores e a Associação dos Surfistas de Imbituba/SC. Isto porque, de 1º de maio até 31 de julho acontece a safra da Tainha. Bandeira azul significa que a praia está liberada para os surfistas. É só pegar a prancha e curtir as ondas incríveis que rolam por aqui. Mas antes verifique se as condições do mar estão apropriadas, como marés e ventos, coloque os equipamentos adequados e respeite as regras de segurança do local onde irá surfar. Fotos tiradas próximo à barra da Lagoa de Ibiraquera, que pode ser vista ao fundo, entre a Praia do Luz e a Praia de Ibiraquera. Ano: 2025.
Oficina de bioconstrução na sede do Conselho Comunitário de Ibiraquera
Coordenada por José Fernando S. Silvano, morador da Praia do Porto, em Imbituba/SC, professor de surf e de Yoga, massoterapeuta e presidente da Associação de Surfistas, Amigos e Ecologistas da Praia do Porto.
A bioconstrução, também conhecida como construção biológica ou sustentável, é um método de construção que prioriza a integração harmônica com os ecossistemas e o ambiente natural. Procura utilizar os materiais naturais renováveis encontrados no entorno da edificação, tais como bambus, areia, palha, madeiras, argila, pedras, etc.
Visa minimizar impactos ambientais e ampliar a integração social, promovendo um estilo de vida mais sustentável, a preservação ambiental, a cooperação e a troca de conhecimentos, o cuidado com a natureza e o meio ambiente, a autonomia comunitária, o fortalecimento do senso de pertencimento das pessoas e a otimização do uso de energia – aproveitando o sol e a ventilação natural, por exemplo.
Isso é feito ao serem construídos espaços com custos mais reduzidos que se adaptam ao relevo e ao clima local, protegendo a biodiversidade e as paisagens naturais e criando alternativas sustentáveis para a construção civil. Como, por exemplo, fossas sépticas ecológicas, sistemas de captação e aproveitamento de água da chuva, telhados verdes, captação da energia solar, etc. Ao serem utilizadas técnicas simples e acessíveis que não dependem de mão de obra especializada e possibilitam a redução do consumo de energia e água durante a execução da obra.
A bioconstrução minimiza a geração de resíduos e a contaminação do solo e busca garantir a durabilidade da construção, possibilitando a reutilização dos materiais ao longo da vida útil da edificação.
Referência bibliográfica:
LEGEN, Johan van. Manual do arquiteto descalço. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2004.
Os estilos arquitetônicos das residências no entorno da Lagoa de Ibiraquera são diversificados, com edificações que se harmonizam com a paisagem natural por meio de linhas simples e espaços abertos integrados ao exterior. Os bons exemplos arquitetônicos preservam o meio ambiente, aproveitam a luz e a ventilação naturais e evitam intervenções que prejudicam o ecossistema lagunar.
Pousadas, restaurantes, hotéis, mercados, resorts e casas noturnas construídas a cada ano no entorno da laguna são convidadas a se harmonizarem com a natureza e a prestarem serviços de qualidade que atendam a demanda, especialmente do segmento turístico, que se desenvolveu muito nas últimas décadas.
Entretanto, isso precisa acontecer de forma ordenada, planejada, priorizando a proteção do meio ambiente e a preservação dos aquíferos. Ou seja, é preciso cuidar das águas da laguna, mas também do mar e das fontes de água doce como rios, nascentes, lagos, águas subterrâneas, pois trata-se de um bem natural precioso. Essencial à sobrevivência humana e dos demais seres vivos.
Como cuidar do aquífero? Por exemplo, investindo em fossas sépticas que transformem os resíduos sólidos em biofertilizante e os líquidos em água tratada sem impurezas e contaminantes, não fazendo edificações em matas ciliares e mangues, captando a água da chuva para o uso doméstico, fazendo composteiras a fim de transformar os restos de alimentos em adubo para jardins e hortas domésticas. Pequenas atitudes contagiam, multiplicam-se!
Precisamos fazer nossa parte e exigir que o poder público faça a sua, garantindo qualidade de vida à população com água potável, coleta e tratamento de esgoto, limpeza urbana eficiente, manejo de resíduos recicláveis, além da drenagem das águas pluviais. Saneamento básico é uma questão de Saúde Pública e de Preservação Ambiental.
Referências:
Cidades Azuis: Soluções Baseadas na Natureza para a Resiliência Climática Costeira. (2024). Guia técnico-científico. Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica (UNIFESP-UNESCO-MCTI) /FGB. Santos-SP, 110 pp. ISBN: 978-65-85919-46-3
GONÇALVES, Arthur Ferreira. Problemática Socioambiental de Ibiraquera (Imbituba/SC). Trabalho de Conclusão de Curso. Graduação em Geografia. Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC. Florianópolis/SC, 2018.
Os primeiros imigrantes portugueses vindos das ilhas dos Açores e Madeira chegaram em 1720 ao atual município de Imbituba/SC. Ao desembarcarem encontram paisagens muito parecidas com as da terra natal e trouxeram o seu modo de plantar e pescar, religiosidade, poesia, musicalidade, lendas, artesanato, contos, gastronomia, folclore, etc.
Uma cultura que entra em contato com os valores, costumes e tradições da população indígena, pois diversas tribos da etnia Guarani habitavam a região. O sambaqui localizado em Roça Grande, por exemplo, um verdadeiro tesouro arqueológico, evidencia a forte presença indígena em Imbituba.
A paisagem da laguna e seu entorno foi o cenário onde açoriano-madeirenses e indígenas se encontraram, conviveram, confrontaram-se, aprenderam lições. Muito provavelmente se os indígenas continuassem vivendo no litoral o ambiente costeiro estaria mais preservado, já que os povos originários mantém uma relação de respeito, equilíbrio e reciprocidade com a natureza, percebendo-se como parte do ambiente e desenvolvendo práticas que priorizam a conservação da natureza.
De qualquer modo, a Lagoa de Ibiraquera é patrimônio natural como também patrimônio cultural em função do conjunto de bens materiais e imateriais que expressam a identidade, a memória e a forma como açoriano-madeirenses e indígenas viveram e moldaram a história da região. Um patrimônio que precisa ser cuidado e preservado.
Referências:
ARRUDA, Jorge. Verdeazul - Sete Cidades: lendas, contos e factos. Nova Gráfica, Lda. - Ponta Delgada, Arquipélago dos Açores, Portugal, 2012. ISBN: 978-989-20-2964-1
https://imbituba.sc.gov.br/pagina-8155/...
https://www.focolivre.com.br/os-homens-dos-sambaquis-a-historia-milenar-de-imbituba-e-regiao/
https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ores_(regi%C3%A3o_aut%C3%B3noma)
O nascer do sol é muito especial na Lagoa de Ibiraquera. Contemplá-lo demanda certa sensibilidade e uma boa dose de quietude interior, sinais inequívocos do desenvolvimento espiritual. Quando somos tocados por sua beleza sutil e, ao mesmo tempo, exuberante, abre-se uma pequena fresta na realidade e através dela enxergamos a vida de outra maneira, bem mais atenta e cuidadosa. É assim que muitas pessoas começam a defender causas ambientais e a praticar ações de proteção à natureza. Quando a luz do sol brilha a escuridão não desaparece, não vai embora, ela se funde com a luz, se torna luz. E a consciência humana é como o sol. Quando ela brilha sobre as coisas, elas se iluminam, transformam-se, elevam-se. Gradualmente vai desaparecendo a sensação de estarmos separados da natureza e dos demais seres vivos e despertamos para a profunda conexão com todas as coisas. Faça uma experiência, levante mais cedo e curta o nascer do sol. De coração aberto. Permita-se ser tocado pela luz e cores intensas do amanhecer. Conecte-se!
A Lagoa de Ibiraquera e as praias localizadas em seu entorno promovem qualidade de vida e o bem-estar da comunidade costeira e são um importante atrativo turístico, oferecendo áreas de recreação ao ar livre, gerando renda por meio de atividades esportivas e de lazer e criando oportunidades para outras atividades econômicas, como a pesca e o comércio local.
Mas precisamos ir além do ponto de vista humano e nos conscientizarmos sobre a importância dos ecossistemas costeiros, que além de praias e lagoas, são formados por dunas, restingas e manguezais, constituindo um importante habitat para várias espécies como caranguejos, pequenos moluscos e aves marinhas, que dependem desses ambientes para se alimentar, se reproduzir e se abrigar.
Cuide! Preserve! Trate com respeito e dê a devida importância ao meio ambiente e a biodiversidade costeira. Leve uma sacola para juntar o lixo e descarte-a em local adequado.
Respeite as zonas demarcadas e siga as trilhas, evitando danos à vegetação e ao solo. Tenha um cuidado especial com as sacolas plásticas, pois podem voar e ser ingeridas pela fauna marinha e poluir o ambiente.
Leia sobre as práticas de Educação Ambiental e Ecoturismo voltadas para os ecossistemas costeiros, informe-se. Na referência abaixo constam importantes informações sobre adaptação urbana em cidades costeiras e soluções baseadas na natureza.
Referência:
Guia técnico-científico: "Cidades Azuis: Soluções Baseadas na Natureza para a Resiliência Climática Costeira". (2024). Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica (UNIFESP-UNESCO-MCTI)/FGB. Santos-SP, 110 pp. ISBN: 978-65-85919-46-3
De uma hora para outra a imagem da Lagoa ganha incontáveis tons de cinza. O barulho do vento mistura-se com trovões, chuva intensa, o estalido de árvores que se retorcem, galhos arrastados. Talvez seja para revelar a face mais sombria de um lugar tão encantador: o descuido com a Mata Atlântica, os loteamentos clandestinos que aos poucos tomam conta de suas margens, mangues aterrados, áreas de restinga e dunas modificadas artificialmente sem o devido cuidado.
Talvez seja para mostrar o lado obscuro dos humanos. Porém, não há dúvida que durante a tempestade a Natureza age com tremenda força e sua impressionante presença não pode deixar de ser notada. Atônitos, entramos em contato com nossa própria fragilidade, medo, insegurança. Nossa pequenez. Mas assim como veio, de súbito, a tempestade passa rápida e subitamente.
Apaziguada a fúria, segue uma estranha calma. Um silêncio perturbador nos invade e faz pausar, por algum tempo, e perceber o que só pode ser percebido em circunstâncias assim: a grandiosidade da Vida! De algum modo sentimos, intuímos, nessas breves pausas, que o mesmo poder e a mesma grandiosidade das tempestades habita em nós – no íntimo – e nos faz iluminar.
A Lagoa de Ibiraquera, localizada a 90 km de Florianópolis, no litoral sul de Santa Catarina, tem conexão com o mar através da Barra onde encontram-se duas praias tradicionalmente frequentadas por quem curte surf, windsurf e kitesurf. A Praia de Ibiraquera e a Praia do Luz. A combinação de belezas naturais, ondas espetaculares, temperatura agradável no mar, clima ameno na maior parte do ano e ventos fortes atrai velejadores do mundo inteiro. O vento junto com o mar torna tudo muito instável por aqui, mas nos coloca em contato com a verdade da impermanência da vida. Quando vier para cá aproveite para curtir o vento e se sentir confortável mesmo na instabilidade. Deite-se ou sente-se e inspire com calma o ar puro. Depois exale o gás carbônico e solte também os medos, a raiva, as preocupações, a ansiedade e outras emoções indesejáveis. Quando o oxigênio estiver entrando em seus pulmões sinta que você está vivo, presente (aqui e agora), e aproveite para agradecer por estar respirando, sentindo, vibrando com toda a vida que pulsa ao seu redor. Dona Merência, benzedeira reconhecida pela comunidade por seu poder de cura, descendente de açorianos que um dia viveu no entorno da Lagoa, dizia que Ibiraquera tem um ar limpinho que vem de Deus. Sem dúvida essa era a fonte de sua energia e poder pessoal.
Observe com atenção a sutil beleza das flores, algas, arbustos e folhagens. Toda a vegetação que cresce junto às praias, rios e lagoas tem um encanto peculiar. Se quiser arrancar uma flor peça permissão dizendo a ela o que você vai fazer, pode ser apenas mentalmente, mas que seja de coração. Explique que é por uma boa causa e agradeça pela extraordinária capacidade de doação e regeneração das plantas. Se desejar levar para casa uma pedrinha, faça isso com cautela. Lembre-se que as formações rochosas são muito antigas. Durante milhares de anos as rochas vão se partindo em pedaços e vão ficando cada vez menores, até serem encontradas em forma de pequenas pedras em lugares especiais como os que aparecem nas fotos. Lugares sagrados! Na verdade, toda a natureza é sagrada, pois é a fonte de ar, água, comida e energia que permite nossa sobrevivência no Planeta. Se quiser subir uma montanha ou fazer uma trilha pise no chão com cuidado, silencie interiormente, permita-se sentir abraçado pela natureza, comunique-se com ela. Aproveite a oportunidade para ampliar seu nível de consciência, percebendo e interagindo com a delicada biodiversidade costeira.
A palavra Ibiraquera vem do tupi-guarani, língua das comunidades indígenas que habitaram o litoral sul catarinense desde há quatro mil anos atrás. “Ibirá” significa “pau” e o sufixo “Ku’er” significa “velho”, dando origem ao nome Ibiraquera: recanto de vegetação antiga. Encontra-se nos morros da Barra de Ibiraquera o sambaqui que guarda as memórias dos ancestrais que aqui viveram, um lugar sagrado dos povos originários que serve de referência para a comunidade tradicional que vive atualmente às margens da Lagoa de Ibiraquera, em sua maioria, descendentes de açorianos. Uma comunidade que expressa ativamente sua fé no cortejo de Nossa Senhora dos Navegantes, na tradição das benzedeiras e conta com a festa popular do Boi de Mamão em seu riquíssimo folclore. O pôr do sol na Lagoa de Ibiraquera é um momento especial que envolve silêncio, quietude, beleza, reflexão, contemplação e traz consigo toda essa atmosfera de mistério e magia que encanta o lugar.
Fonte: JERÔNIMO, Rosa Nadir Teixeira. Cultura e Natureza em Ibiraquera: poesia e conflitos numa comunidade tradicional. Criciúma/SC: Ed. da UNESC, 2012.
Fotos tiradas na Lagoa de Cima, Lagoa do Meio, Lagoa de Baixo e Saco da Lagoa - complexo lagunar que compõe a Lagoa de Ibiraquera. Uma zona de transição entre sistemas costeiros distintos (lagoa/mar) com grande diversidade de espécies, possuindo uma lâmina de água de aproximadamente 869 hectares e profundidade média inferior a 2 metros. A Lagoa de Ibiraquera tem um canal de ligação entre as águas interiores e as águas marinhas, a Barra de Ibiraquera, localizada na Lagoa de Baixo, onde se mantém predominantemente fechada, sendo esporadicamente aberta para escoar as águas em época de cheias ou para facilitar a entrada de espécies marinhas de interesse à pesca artesanal. A Barra de Ibiraquera faz parte da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. Mais informações:
https://baleiafranca.org.br/.../area-de-protecao-ambiental/
Fonte: BONETTI et. al. Mudanças nas Características Composicionais das Águas da Lagoa de Ibiraquera (SC) em Resposta a Dinâmica de Abertura e Fechamento de sua Desembocadura. 2005.
Primeira pedalada para fotografar a Lagoa de Ibiraquera. Entre a Ponta da Piteira e a Praia do Luz, próximo a Barra de Ibiraquera. Um percurso de ida e volta com mais ou menos 12Km. Uma espécie de névoa que aparece nesta foto, tirada exatamente entre a Praia do Luz e a praia da Barra de Ibiraquera, é areia voando. Ventos fortes fazem parte da geografia do lugar, um dos destinos mais procurados em Santa Catarina pelos praticantes do Kitesurf e Windsurf. Em outubro de 2024 aconteceu aqui uma competição internacional com a participação de esportistas do Kitesurf e Wingfoil dos Estados Unidos, da França, Espanha, Itália, Holanda e da Austrália.
Mais informações: https://imbituba.sc.gov.br/competicao-internacional.../