A origem desse movimento está no conceito do DIY (do inglês, “do it yourself”), que significa “faça você mesmo”. Ele pode ser considerado uma espécie de vertente das metodologias ativas que têm como característica o protagonismo do aprendiz na sua aprendizagem.
A era tecnológica trouxe consigo a necessidade da inovação, e com isso as pessoas se viram capazes de construir o conhecimento e não, simplesmente, querer consumi-lo pronto. O mercado, em geral, começou a ser impulsionado por novas ideias e projetos, que refletiam essa vontade de reconstrução.
Então, muitos também começaram a apostar na cultura maker — ou seja, do desafio de fazer, testar, experimentar, descobrir, construir e inovar.
Sua base tem fundamentos como:
colaboração;
troca de conhecimentos;
busca por soluções para problemas reais;
proatividade;
experimentação e prototipagem.
Além disso, também:
•reforça e melhora as habilidades psicomotoras, a mobilidade articular e manual e a coordenação;
•desenvolve a aprendizagem, a criatividade e é uma boa ferramenta para promover a estimulação cognitiva;
•reforça a autoestima e aumenta a motivação. Quando a criança se reconhece capaz de fazer um trabalho manual, produz uma agradável sensação de bem-estar.