A pergunta de Jaojay permaneceu sem resposta. Mas isso não a fez se sentir mal,
porque a resposta depois disso foi que a senhora esfregou gentilmente a cabeça de
Jaojay, como ela normalmente gostava que ela fizesse. Se eu tivesse que
adivinhar, poderia jurar que Sitang sabia que ela gostava disso.
De repente, ela teve um sentimento de frustração e Jay teve que voltar para o quarto sem ser
teimoso.
Depois disso, o tempo foi passando até o dia em que começou o novo semestre na
Universidade de Jaojay, o que não lhe custou nenhum tipo de dificuldade. Uma das
coisas que ela mais gostou ao voltar para a faculdade foi o reencontro com sua
amiga Tawan, mas, embora parecesse estar ouvindo o que a outra garota estava
dizendo, seu coração estava em outro lugar.
— Jay! No que está pensando?
-Perguntou Tawan
Ela não sabia quantas vezes Tawan a estava chamando, mas tinha certeza de que
eram muitas vezes, e franziu a testa.
— De nada. -Disse Jaojay.
— O que é nada? Posso ver que você está olhando para o lado distraidamente. -
Disse Tawan.
Jaojay olhou para o rosto de sua amiga antes de repetir.
— Nada significa nada. E quanto a você Winnie? Será que finalmente há algo que
indique que vocês estão em um relacionamento? -Disse Jaojay.
Quando a amiga se distraiu com sua própria história, Tawan esqueceu suas
suspeitas, logo, ela virou o rosto para longe de Jaojay. No entanto, seu
comportamento duvidoso não escapou aos olhos de sua amiga íntima, que a
conhecia muito bem.
— Você é muito lento. Cuidado, alguém chegará até ela antes de você. -Disse
Jaojay.
— O quê? Não há nada. -Diz Tawan.
Tawan murmurou, desviando os olhos de sua amiga.
— Então faça alguma coisa. Você gosta dela há muito tempo, não fique apenas
olhando para ela e tome alguma atitude. -Disse Jaojay.
Jaojay sugeriu enquanto pensava na pessoa por quem ela estava apaixonada, já
que sua paixão estava sempre em seus pensamentos.
Se ela fosse Tawan, não ficaria apenas olhando para ela, mas como ela não era
sua amiga, as coisas eram diferentes. A história do casal continuou complicada.
— O que está acontecendo para você dizer de repente que gosta de alguém? -Diz
Tawan.
— Sim", respondeu Jay. Depois pegou suas coisas e saiu da sala imediatamente
após o término da aula, pois não havia motivo para ficar. Mas sua amiga a
alcançou.
— Eu ouvi errado? -Pergunta Tawan.
— Não. -Responde Jaojay.
— Aonde você está indo agora? -Pergunta Tawan.
— Para o trabalho. -Responde Jaojay.
Jaojay respondeu, segurando as palavras até que a amiga se cansasse de
perguntar, sabendo muito bem que, se Jaojay não quisesse falar, nada a forçaria a
fazê-lo. Assim, caminharam em silêncio, lado a lado, até a frente do corpo docente.
— Você vai voltar para o seu condomínio? -Perguntou Jaojay
— Ainda não. -Diz Tawan.
Um rosto afiado olhou para a amiga antes de abrir um sorriso no canto da boca.
— Aonde você está indo? -Pergunta Jaojay.
— O quê? Há algum problema com o lugar para onde estou indo? -Disse Tawan.
— Bem, você não volta para o condomínio, então, para onde você está indo? -
Pergunta Jaojay.
— Eu vou procurar a Winnie. -Tawan se contorceu.
— Isso é tudo! -Diz Jaojay.
— Não fique muito animado. E se meu coração estiver partido? -Diz Tawan
— Então não há nada que você possa fazer a respeito. -Responde Jaojay.
Jaojay deu de ombros, bastante seguro de que se Tawan fosse em frente e fizesse
algo, o resultado não seria uma decepção.
Não demorou muito para que Jaojay chegasse à frente do escritório. Peemai fez
uma cara de espanto porque pensou que a jovem que havia retornado à
universidade não iria mais, ou, seria apenas em determinados dias da semana.
Mas ela estava indo todos os dias depois da universidade, como se tivesse
muito tempo livre.
— Eu posso fazer isso sozinho, Jaojay", disse Peemai, porque ela era atenciosa.
— Está tudo bem. -Diz Jaojay.
A jovem respondeu e, em seguida, leu os detalhes enviados pelo departamento de
marketing para que o chefe aprovasse e enviasse de volta ao departamento de
marketing do hotel para promoção, conforme combinado.
Alguém tentou se encontrar com a Srta. Sitang ultimamente?! Jaojay não confiava
em Weeraphon nem no tio e na tia. O silêncio deles não significava que iriam
parar, mas esse tipo de pessoa não pararia facilmente e isso era assustador.
A garota costumava perguntar ao pai sobre seu passado, no entanto, a resposta
não ajudou a esclarecer nada porque ele se recusou a falar. Ela disse à sua filha
mais velha que perguntasse à Sra. Sitang, pois a história não deveria ser contada
pelas costas dela.
—Nop. Somente flores chegam todos os dias. -Você não as comprou para ela? -
Perguntou ela, impaciente. Durante sua ausência, a garota não queria ninguém
mais próximo de Sitang do que ela.
—Não. As flores nunca chegam às mãos da chefe. Apenas uma recepcionista a
informou, mas ela não as recebeu. Ela não recebe flores de ninguém, mas não sei
por quê.
Peemai disse o que pensava, mas as palavras fizeram Jaojay sorrir com
incredulidade. Se fosse em outra época, ela teria encarado como uma cortesia ou
como algo sem importância, mas agora não as recebia mais.
Essa era a vantagem de ser a pessoa que a estava conquistando. Essas
claridades aqueceram o coração da garota. Ela parecia ser um pouco narcisista,
mas pensei que talvez Sitang não tenha recebido as flores porque ela realmente lhe
deu uma chance.
Embora ela não tenha falado, a ação foi tão óbvia e inacreditável que parecia que o
medo que Sitang tinha do amor estava prestes a mudar.
— Por que seu sorriso, Jaojay? -Diz Peemai.
— Por nada. Vou levar isso para a Srta. Si para que ela assine. -Responde Jay.
A intimidade crescente levou Jaojay a chamá-la pelo apelido.
Ela se levantou para caminhar, mas antes de chegar à frente da sala, parou e fez
uma pergunta a Peemai antes de franzir a testa. Em seguida, ela bateu na porta do
escritório e a abriu assim que ouviu uma resposta.
Sitang levantou uma sobrancelha para a pessoa que entrou porque pensou que
fosse Peemai. A chefe olhou para as horas antes de suspirar, perguntando-se por
que ela ainda estava indo trabalhar, mesmo sendo dia de aula.
— Por que você não vai para casa e termina de estudar hoje? -Diz Sitang
— Quero levá-lo para casa. -Diz Jaojay.
— Hum? -Suspeitamente diz Sitang.
— “Quero levá-la para casa”, repetiu Jaojay.
A chefe ainda estava carrancuda.
— Você vai aceitar o cargo de motorista de novo? -Pergunta Sitang.
Jaojay percebeu que seus olhos ferozes estavam se abrandando, logo, ela desviou
o olhar e olhou para o arquivo em sua mão antes de falar.
— Vou tomá-lo todos os dias", disse Jaojay.
— Quando estou no trabalho, não falo sobre assuntos pessoais. -Diz Sitang.
Adorável
Mesmo que o chefe tenha dito isso, suas ações eram difíceis de entender. Jaojay
lhe entregou o arquivo.
— Por que você não almoça? -Perguntou Jaojay.
— Quem lhe contou? -Sitang estava curioso.
— Não importa quem me contou, mas é importante para mim que você não se
cuide. -Diz Jaojay.
— Se você quiser que eu coma, traga para mim. -Responde intencionalmente.
— O quê? -Perguntou a mulher mais jovem. Suas orelhas estavam abanando
novamente até que o chefe repetiu.
— Estou ocupado para pedir minha comida. Se você quiser almoçar, peça ou traga
para mim. -Diz a Sra. Si.
"...."
— Você ouviu isso ou há algo que não entendeu? -Diz Sitang.
Jaojay pensou que estava prendendo a respiração por muito tempo e que seu
cérebro estava processando lentamente, como um computador com pouca
memória RAM.
Sitang não percebeu que estava explicando mais para a garota e expressando mais
seus sentimentos, tanto que às vezes parecia que ela estava discutindo, mas
discutindo de forma autoritária. Ele não demonstrava com gestos doces e
extravagantes como qualquer outra pessoa.
— Eu entendo. -Finalmente, Jaojay respondeu.
— Você entende o quê? -Perguntou a chefe, ainda olhando para as letras no papel.
O cabelo de cor clara estava preso em uma orelha, enquanto o outro escorria para
baixo, obscurecendo seu rosto com a força da gravidade.
A luz alaranjada da tarde batia em seu rosto; A bela vista fez com que Jaojay,
precipitadamente, pegasse seu celular para tirar uma foto da moça e se
esquecendo de responder à sua pergunta.
Ela era tão bonita quanto uma estátua. Além disso, ela parecia frágil, como uma
boneca de vidro.
-Tirar fotos de outras pessoas em segredo é ilegal. Só estou lhe dizendo, caso você
não saiba". -Falou a bela mulher, ainda com a cabeça baixa.
-É errado tirar fotos de alguém de quem você gosta?
Jaojay disse calmamente, mas não houve resposta. Em vez disso, ela deslizou a
ponta da caneta sobre o documento antes de jogá-lo sobre a mesa, logo, olhou
para cima e levantou as mãos para segurar o queixo, mostrando o belo rosto. — —
— Tome-o. Não seja dissimulado. -Diz Sitang.
Meu Deus! Jaojay achava que logo teria um ataque cardíaco se continuasse
fazendo isso com mais frequência. Ele levantou a mão trêmula e apertou o botão
como lhe foi pedido. Em algumas fotos, a câmera ainda não havia definido o foco,
mas ela o pressionou. Às vezes, Jaojay ficava frustrado porque estava fazendo
tudo o que seu chefe dizia.
—Suficiente. -Pergunta Sitang.
— S... sim. -Responde Jaojay inquietamente.
— O que está acontecendo? Você está nervoso só porque eu disse algo assim? -
Pergunta Sitang.
— Você sabe que é linda, então por que me seduziria? -Retruca Jaojay.
— Quem fez isso? Não me culpe". -Disse Sitang com firmeza.
"..."
— Então, você disse antes que entendia. O que você entendeu? -Retorna Sitang.
Jaojay refletiu por um momento sobre o que havia sido discutido
anteriormente. Quando teve certeza de que havia entendido corretamente. Então a
garota respondeu.
— Serei eu quem pedirá o almoço para você. Se eu estiver livre, eu mesmo o
enviarei, mas, se não estiver, usarei um serviço de entrega para levá-lo até você.
Ela assentiu com a cabeça, como se estivesse satisfeita com a resposta.
— Isso é tudo. -Disse Sitang
— Mas para o café da manhã, vou prepará-lo para você em seu condomínio. -Diz
Jaojay.
<<No Outro Dia>>
A jovem não sabia cozinhar, mas fez o possível para torná-lo comestível. Até
mesmo a bela mulher suspirou e ficou parada para não a pressionar. Ela ainda
estava de pijama quando Jaojay tocou a campainha da porta em frente ao seu
condomínio.
— Devo comer isso? -Pergunta Sitang curiosamente.
— Tenha calma. -Disse Jaojay.
— Você preparou uma omelete queimada. Basta pedir à empregada que faça isso
por nós. -Disse Sitang.
— Mas quero cozinhá-lo para você. -Disse Jaojay.
A verdade é que eu não era bom em cozinhar, mas algo simples como uma
omelete eu conseguia fazer. Ela havia queimado a comida intencionalmente, pois
tudo o que ela queria era ter um momento íntimo com Sitang.
Ela descobriu que sua chefe era realmente muito boa na cozinha e não havia como
deixá-la arruinar a cozinha por muito mais tempo.
— Para trás, eu faço isso. -Disse Sitang.
Isso foi tudo.... Esse era o verdadeiro objetivo de Jaojay, que a viu se mover com
agilidade. A mulher agarrou isso e aquilo com uma expressão séria, como se fosse
um feitiço que o impossibilitasse de desviar o olhar dela.
A omelete não comestível havia mudado para uma nova. O cheiro de queimado foi
substituído pelo cheiro de manteiga derretendo com o calor, ouvindo-a murmurar
para si mesma, mas Jaojay ainda tinha um sorriso no rosto.
— A que horas você tem que ir estudar? -Sitang perguntou.
Um delicioso café da manhã foi colocado bem na frente dela. Sitang estava vestida
como se ainda estivesse de pijama. Se Jay estivesse assistindo, o café da manhã
teria durado mais do que deveria.
— Às nove horas", respondeu Jaojay.
— Não precisa vir na próxima vez. Se você tem aula pela manhã, vá estudar. Não
perca seu tempo aqui! -Disse Sitang.
— Mas eu quero vir e fazer o café da manhã para você". -Disse Jaojay. Um olhar
perplexo a encarou como se ela soubesse.
— Você fez isso ou eu fiz isso, diga novamente. - Disse Sitang.
— Você me descobriu? -Pergunta Jaojay.
— Se eu não soubesse, isso seria estranho. -Responde Sitang.
— Bem, eu quero vê-lo antes de ir para a aula. Disse Jaojay.
— Por que você não fica aqui comigo? -Perguntou Sitang em voz baixa.
— Posso? - Pergunta esperançosamente Jaojay.
—Não. Sitang respondeu sem sequer parar para pensar. A garota estava muito
animada, apesar de seu rosto imóvel.
Alguém que se apaixone por ela saberia que o rosto não era real, era apenas uma
máscara, mas a garota era tão ousada que foi atrás dela.
— Não está ficando entediado de mim? Nós nos vemos todos os dias". -Perguntou
Sitang.
— Por que eu deveria estar entediado? -Responde Jaojay.
— Como posso saber? -Retruca Sitang.
— Não me lembro de ter dito que estava entediada de você. - Disse Jaojay
— Então está tudo bem. -Responde a senhora.
— Tudo bem, o quê? -Pergunta a jovem.
— Vou tomar café da manhã com você antes de ir para a aula. -Diz Sitang.
— Se você quiser vir, terá que aprender a cozinhar e se você queimar algo em meu
apartamento novamente, comeremos separados. -Diz ela novamente num tom
provocador.
— Bem, você tem que me ensinar porque eu não quero que outras pessoas me
ensinem. -Retruca provocantemente a jovem.
A jovem chefe olhou nos olhos da garota antes de responder.
— Por que eu deveria lhe ensinar? -Retruca a chefe.
— Por que não fazer isso? -Jaojay torceu o nariz.
— Pare de ser infantil, apresse-se e vá para a aula. -Disse Sitang com seu tom
tímido e provocador.
Jaojay não estava mentindo quando falou sobre o trabalho de ser o motorista de
Sitang, mas a manhã, que deveria ser o início de um bom dia, começou a se tornar
sombria com a presença do Weeraphon.
O jovem sentou-se com as pernas cruzadas, esperando. Quando viu Sitang, ele se
levantou imediatamente e foi até ela.
— Vim para falar sobre trabalho. -Diz Weeraphon.
— Você tem um compromisso? -Jaojay perguntou em voz baixa.
— Não é um lugar onde qualquer um pode vir e fazer o que quiser. Tudo tem seu
processo. Especialmente quando você vem buscar a esposa de outra pessoa. -
Disse Jaojay.
As sobrancelhas do jovem se torceram. Ele observou a figura de Jaojay em seu
uniforme universitário antes de olhar para cima. Ele olhou para Sitang e riu.
— Não me diga que está saindo com uma garota? -Diz Weeraphon.
— Não por enquanto, mas há uma possibilidade no futuro. -Sitang respondeu com
uma voz suave e firme, e ele não gostou nem um pouco disso. Jay tinha grande
dificuldade em controlar suas emoções.
— Tudo bem, tudo bem então". - Diz Weeraphon.
Dessa vez, Weeraphon estava estranhando o fato de não ter tentado implorar a
Sitang.
— Eu fiz um acordo hoje. Vale oito dígitos, mas se você estiver com medo, não tem
problema. Só quero lhe dizer que estou noivo de uma mulher". -Diz Weeraphon. Os
olhos de Sitang brilharam ao ouvir isso.
— É a Pipim, você a conhece, não é? -Diz Weeraphon.
"...."
— A família veio pedir ajuda e trouxe sua filha mais velha. Além disso, ainda sou
solteiro. Os adultos me ofereceram, então eu aceitei. -Diz Weeraphon.
— Não se meta com minha amiga. -Sitang disse com uma voz irritada. Ela não
sabia se isso era verdadeiro ou falso, mas o fato de isso ter sido mencionado
significava que ele a conhecia bem. A única melhor amiga que ela tinha precisava
de ajuda, e era alguém com quem ela se importava demais para fingir que não
estava sentindo nada.
— Você está com ciúmes de mim? -Diz Weeraphon.
O jovem se sacudiu, sorrindo, sabendo que isso já havia feito com que Sitang
demonstrasse alguma emoção.
"....."
— Vou lhe dizer uma coisa, vou cancelar tudo agora. Só precisamos nos reunir
novamente. -Diz Weeraphon.
Ao ouvir isso, Jaojay não se importou mais em ser paciente com essa pessoa. Ela
puxou os braços da senhora e moveu os pés para ficar na frente dela, e disse:
— Se você vai dizer algo assim, vá embora.
— Antes que você diga isso. Você olha primeiro para o rosto de sua esposa, Jay?
— Sou a filha mais velha, não tenho irmãos mais velhos, e a outra coisa é que a
senhora não gosta de você, você não deveria ser tão irritante. -Diz Jaojay.
Weeraphon deu de ombros, como se quisesse minimizar o fato.
— Não há problema se você não conseguir decidir. Vou brincar com a Pipim e me
divertir com ela primeiro. -Diz Weeraphon.
Ele se afastou, deixando a pressão e a atmosfera avassaladora no coração de
Sitang. Quantas vezes ela foi pressionada usando pessoas que havia perdido como
desculpa?!
— Senhorita Si"! exclamou Jaojay, para quem ela ficou parada como se estivesse
caindo em seu próprio mundo.
—Jay— -Diz Sitang.
— Sim? -Responde Jay.
— Você pode ir para a aula. -Ela disse e imediatamente se virou e foi embora.
Jaojay não sabia o que estava pensando. O que havia em seu coração? Um
palpite lhe disse que não era bom.
— Não sei quem era Pipim. Qual é a importância disso para ela? -A jovem
perguntou a Peemai e a seu pai. Os adultos em quem ela confiava e que melhor
poderiam ajudá-la eram os membros da família. Posso parecer uma garota jovem,
mas se eu pudesse ajudar, não hesitaria.
— A Srta. Pipim é uma amiga íntima da chefe, mas ela não tem vindo ao escritório
desde que você está trabalhando aqui. Eu sabia apenas que eles estavam
preocupados com o fato de serem corrompidos por seus colegas e tiveram que ir
ao tribunal. Até o momento, a ação judicial ainda não foi concluída e a família da
Sra. Pipim pode entrar com pedido de falência a qualquer momento. Se ela não
tiver dinheiro suficiente.
Jaojay estava inquieto. Depois de terminar seu trabalho escolar, ele se sentou com
Peemai. Com todas essas coisas sendo ouvidas, qualquer coisa para obter mais
informações seria bem-vinda.
A menina queria ter certeza de que a senhora não seria enganada novamente por
um homem como Weeraphon, mas a menina estava subestimando a senhora
porque, além disso, Sitang não seria enganada, ela foi em frente e encontrou a
resposta sozinha. As palavras de Weeraphon, sopradas pelo vento, podem ter
sacudido os galhos de uma árvore, mas não tiveram tanto efeito quanto a resposta
real de Pipim.
Fazia dois dias que a atmosfera havia se tornado estranha entre elas. Jaojay olhou
para a senhora que parecia estar pensando em coisas o tempo todo e só conseguiu
suspirar. Era como se ela estivesse sendo empurrada para mais longe.
Quando o carro estacionava embaixo do condomínio, ela apenas agradecia
gentilmente e ia embora. Eles pareciam estar tão distantes como se uma parede
invisível tivesse sido construída entre eles.
Era tão pesado que se tornou um pouco doloroso ficar em silêncio consigo mesma.
A garota se sentiu mal por ter sido afastada de sua órbita por causa de problemas
pessoais. Ela entendeu tudo e disse a si mesma que estava tudo bem, que ficaria
tudo bem, que não importava. Porque ela não havia assumido tantos direitos para
fingir ser o lugar seguro para Sitang. Como ela tinha apenas 20 anos e não tinha
experiência de vida, poderia facilmente ser deixada de lado quando a senhora
estivesse com problemas.
Jaojay entendeu que ela estava sendo classificada como alguém que a senhora
poderia deixar de lado. Era compreensível, mas isso não significava que ela não
estivesse triste. A chefe tinha todo o direito de viver sua vida, mas Jaojay também
tinha o direito de se sentir magoada.
Sem nunca ter pensado em participar das atividades de acolhimento da faculdade,
Jaojay decidiu fazê-lo porque queria encontrar uma maneira de se manter ocupada
e parar de pensar demais. Ela deixou que ela e sua chefe fossem embora, como
deveriam.
Jaojay arrastou Tawan para o evento, mas foi alguém em particular que a manteve
ocupada.
Pokpong
— Como você está indo para casa? Quer que eu vá com você? - Disse o jovem.
Era evidente que ele estava flertando, mas Jaojay tinha ficado tão quieta todas as
vezes que teve de parar de sorrir e se despedir quando não obteve resposta.
Tawan não disse nada porque podia sentir a atmosfera no coração de sua amiga. E
não foi a primeira vez que alguém flertou com Jaojay e acabou se afastando.
— Você está com fome? Vamos procurar algo para comer". -Pediu Tawan, mas
Jaojay balançou a cabeça.
— Vamos procurar a Winnie. Caso contrário, haverá alguém que a cercará
novamente. -Disse Tawan.
-Eu disse que não há nada! -Diz Joajay alteradamente.
Jaojay suspirou:
— "Está tudo bem, não há nada. Vou para casa agora.
Tawan levantou os braços para abraçar o pescoço da amiga e se sentou.
— O que o deixou triste? Sou seu amigo mais próximo no mundo. -Diz Tawan.
—Nada. -Responde Jaojay.
— Tem certeza? -Pergunta de novo e firmemente Tawan.
— Tenho certeza. -Responde Jaojay com firmeza.
Ao ouvir isso, Tawan abriu um sorriso, puxou os braços de sua melhor amiga e a
arrastou para a casa de Winnie, ignorando o clamor de Jaojay para que ela fosse
para casa. Sua amiga não conseguia imaginar as emoções que elas estavam
sentindo naquele momento.
Jay sentou-se na lateral do estádio de beisebol. Se essas fossem circunstâncias
normais, ela não teria se deixado arrastar e teria arranhado seu dono como um
gato, mas naquele momento ela se sentia fora de sua órbita. Ela só podia ficar
longe de Sitang.
Eu não sabia se o mundo era redondo ou se a universidade era tão estreita, porque
Pokpong estava jogando futebol com amigos não muito longe dali. Quem pediu à
trupe de Winnie para ensaiar no estádio de beisebol?
O jovem estava tão desatento que não percebeu que a bola estava vindo em sua
direção e acabou caindo com o nariz sangrando.
— Você tem um lenço? -Alguém correu e perguntou a Jaojay, mas havia muitas
pessoas ao redor para perguntar.
—Não. -Responde Jaojay.
Quando recebeu uma resposta relutante, ele não sabia o que fazer. Ele estava
apenas tentando ser um cupido para seu amigo, mas quem diria que a garota faria
uma careta e diria para ele não levar as coisas dessa forma? Ele só podia trazer
depressão para seu belo amigo.
Mas depois de um tempo, a causa chegou, Tawan ficou chateada, pois ela
havia levado Jaojay até lá porque não queria que sua amiga ficasse triste e
solitária. Entre as duas, apenas se sentar em silêncio era suficiente, mas
outras pessoas continuavam estragando a atmosfera.
Ela então levantou a mão para o pescoço da amiga, aproximando seu rosto do dela
antes de fazer uma careta de repreensão não tão assustadora e olhar para
Pokpong.
— E quanto ao seu amigo? -Pergunta Jaojay.
—Uh... Estou aqui para me desculpar pelo desastre de meu amigo. -Diz Tawan.
— Está tudo bem. Jaojay respondeu em voz baixa.
Ela conseguiu tirar seu próprio rosto de Tawan e sinalizou que Winnie estava
observando. A pessoa feroz e irreal ficou em silêncio.
— Preste atenção em sua partida de futebol, por que você se importa comigo? -Diz
Jaojay.
— Bem, eu gosto disso. -Diz o Tawan.
Era como se Jaojay visse a si mesma, mas a pessoa que não consegue alcançar o
coração de outra nunca o alcançará. Quanto mais ela se aproximava, mais furiosa
ela ficava, até mesmo a visão do rosto dela poderia fazer com que Jaojay se
sentisse frustrada.
— Mas eu não gosto disso. -Responde Jaojay.
"...."
— Não faça isso novamente. É melhor não se meter comigo. -Diz Jaojay.
— Por quê? Você tem um namorado? -Pergunta Tawan.
Jaojay não respondeu. Ela simplesmente se levantou, pegou sua bolsa e foi
embora, mas o silêncio parecia ser uma resposta forte o suficiente. O réu então se
rendeu temporariamente, mas estava confiante de que ela não desistiria. Tawan
suspirou e se afastou para se sentar do outro lado.
Pipim era uma professora universitária que recentemente teve um tempo livre para
conversar com sua amiga íntima. E, é claro, ela ficou surpreso ao saber da história.
— Não contei a ninguém que fiquei noivo. -Diz Pipim.
Ela olhou seriamente para a expressão preocupada de Sitang. Quando ela
respondeu dessa forma, as preocupações que existiam há dias se dissiparam.
— Se você tiver algum problema, diga-me. Então, por que você teria um amigo? -
Diz Sitang.
Eu sei. Mas ainda não decidi nada. Minha irmã não me deixaria fazer isso. Eu
estava lá apenas para acompanhar meu pai. Não sei por que ele lhe disse isso.
Sitang acenou com a cabeça em sinal de compreensão. O principal motivo era que
Weeraphon queria irritá-la, o que ela supôs ser verdade. Então, agora a senhora
rapidamente o tira da conversa.
— Isso é tudo, esqueci como sua irmã é ciumenta. -Diz Sitang.
Pipim deu uma risadinha.
— Hey, meu pai acabou de ligar e disse que você estava ajudando com o dinheiro.
Por que você não me contou? - Pergunta Pipim.
— Eu sabia que você precisava usar muito dinheiro. Se você for à falência, será
ruim, mas até que isso aconteça, você precisará de muito dinheiro. -Responde
Sitang.
— Eu não tenho medo. Meu pai insistiu que não, mas ele foi falsamente caluniado. -
Diz Pipim.
Enquanto isso, o presidente investigará por si mesmo. Acho que ainda haverá
alguma justiça.
— Bem, é isso, deixe-me ajudá-lo. -Diz Sitang.
É melhor do que o cara ir e se contorcer para uma pessoa como Weeraphon.
Pipim sorriu novamente, não importa quando, Sitang sempre foi um amigo bom e
encantador. Essa mulher amava, não importava o que acontecesse, Pipim
acreditava que a pessoa que ela amava seria a pessoa mais sortuda do mundo.
— Eu sei. Obrigado por dedicar seu tempo para ajudar. -Diz Pipim
agradecidamente.
— Estou tão estressada por você que estou ficando louca. Se eu não fizesse nada,
seria uma loucura. -Diz Sitang.
— Eu o aviso, ele só quer manipulá-lo". -Disse Pipim.
— Ele só fala o que quer. Eu sabia que levar alguém próximo a você faria com que
você se sentisse forçada. E, se não me engano, agora você só tem a mim. Se algo
acontecer, eu lhe direi primeiro. -Diz Pipim.
Sitang assentiu com a cabeça e franziu os lábios antes de falar:
— "Na verdade, neste momento, não é só você que se tornou próximo de mim". -
Diz Sitang.
— Por que está sorrindo? - Pergunta a mesma.
— Fico feliz. -Diz Pipim.
— Você está feliz com o quê? -Pergunta Sitang.
— Bem, você não tem mais medo de amar. -Responde Pipim.
— Ainda não é amor. -Responde Sitang.
— É bom manter a mente aberta. Diz Pipim.
— Não sei por que tem que ser essa pessoa, eu disse que não estava gostando,
mas ela não parou. -Diz Sitang.
— Se você puder escolher quem amar ou não amar, tudo bem. Mas o coração não
pode escolher. Quando chegar a hora, o sentimento lhe dirá quem é. -Pipim
murmurou.
Ela avistou os olhos brilhantes por um momento ao olhar para o rosto de sua
melhor amiga, mas o olhar desapareceu rapidamente como se nada tivesse
acontecido.
<<No Dia Seguinte>>
A tristeza de Jaojay pareceu sumir quando ela viu a mensagem de Sitang, que
estava esperando para buscá-la em frente à universidade. Quando o professor saiu
da sala, ela se apressou em pegar suas coisas para ir embora sem nem mesmo se
despedir de Tawan.
Quando ela entrou no carro, a atmosfera tornou-se estranhamente deprimente,
fazendo Jaojay engolir saliva.
— Por que você veio me buscar? -Perguntou Jaojay.
— Bem, a pessoa que disse que me pegaria e me levaria desapareceu de repente.
-Respondeu Sitang.
— Ela disse exatamente isso antes de sair com o carro.
O destino não era a empresa e não era a casa de Jay, era seu condomínio
particular.
Jaojay não entendia o que estava acontecendo, mas o estado emocional da
senhora parecia estar melhor, o que significava que a história de Pipim havia
melhorado. Quando chegaram ao condomínio, Jay perguntou.
— Você conseguiu resolver o problema com seu amigo?
— Sim. -Respondeu a chefe.
Não parecia ser tão ruim quanto Jay pensava. De repente, Sitang continuou a
explicar:
— Pipim é professor na mesma universidade em que você está estudando.
— Hum? -Responde pensativamente.
— Então eu vi que a pessoa que deveria me buscar, como eu costumava dizer,
estava passando tempo com outras pessoas. -Diz Sitang.
— Huh? -Questiona Jaojay.
— Agora me responda, Jay, você está me traindo? -Pergunta Sitang.
Jaojay arregalou os olhos. Será que a senhora usou as palavras erradas? O
engano deveria ser usado para obter o status de amante?
— Você está fora há dias, você gosta de outra pessoa? -Retorna Sitang.
Quanto mais suave o tom dos lábios vermelhos, mais confusa ela se sentia. Sitang
olhou para Jay como se ele fosse cortar seu corpo novamente. Jaojay engoliu as
emoções que pareciam desaparecer sem deixar rastros, mas ela se endireitou
suando. O que ele havia feito para que a senhora pensasse que eu a estava
traindo? -Pergunta Jay.
—Jay. -Responde Sitang.
"...."
— Não quer sua resposta? -Pergunta Sitang.
Jaojay podia jurar que era o JAY mais assustador que ele já tinha ouvido.
— Qual delas? -Pergunta Jay.
— São muitos? -Sitang responde retoricamente.
— Não... não. -Responde Jay.
"....."
— Eu não tenho ninguém, mas me senti mal porque estava com problemas e você
não pensou em mim. -Responde Jaojay.
Surpreendentemente, tudo se apagou. O que mostrou um olhar de repreensão se
soltou. A expressão da senhora ficou um pouco mais suave quando ela respondeu.
— Não é que eu não tenha pensado em você, mas o problema era do meu amigo,
então não seria correto incomodá-lo. - Diz Sitang.
"....."
— Isso era algo que eu tinha que resolver, eu não queria que você se metesse em
problemas. Foi por isso que você desapareceu? -Diz Sitang.
Jaojay não queria admitir que era infantil, mas não via sentido e se recusou.
-Sim. -Responde Jay.
Sitang suspirou, desviando o olhar de repreensão do corpo de Jaojay e foi para o
quarto.
Se lhe perguntassem se estava com raiva, ela não estava. Em vez disso, era
frustrante lidar com as emoções de Jay. Ela não conseguia se manter tão firme
quanto queria diante das perguntas da garota.
Depois de se acalmar com um banho, ela saiu e encontrou a garota com um vestido
leve de uma alça só, como ela gostava de usar.
Ela se sentou de pernas cruzadas no sofá e olhou para Jaojay que parecia não
saber o que fazer no meio da sala.
—Explica-me. -Diz Sitang.
— Hum? -Retruca Jay.
— Mulheres e homens. Quem eram eles e como elas são importantes para você? -Diz Sitang.