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¹² Temporada
Poética
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Deparar
Por enquanto coloco minha botina,
No asfalto e nisso, me dedico,
A caminhar mesmo que seja um daqueles,
Desafios, com firmeza e peso acessível,
Vou vencendo meus temores,
Acredito que no (imprensar),
Que queria um pouco ainda,
Daquilo sabe vontade, mesmo que ainda,
Tenho a (impressão), que me dizem (imprecar),
Por alguns lados, e nisso meu (implicar),
De me manter nisso, desafios é quase (impossibilitar),
Das boas e novas palavras,
E que cada qual com sua (homofobia),
Gera crimes, que ainda não achei que queria descobrir.
Novo
O (sorriso) dela é tão,
(Envolvente) será que ela, entenderá que eu conheço,
O outro lado dela ou da (moeda),
Hoje me observa como (impuro),
E mesmo assim minha vida sendo (inabalável),
E assim com a noite de (estrelas),
E toda aquilo de amor,
Que precisamos, é (inacreditável),
Estava entre isso de, me esquecer no seu (olhar),
É quase (inadiável) me faça sorrir,
E me fale aonde tenho que conquistar isso,
Que dizemos de amor (puro),
É quase um (imprevisto),
Quando nós nos tocamos,
Se algum dia me levar,
Leve para aonde tem que me mostrar,
Nisso mesmo que seja (imprescindível),
A cada (hora) sinto esse seu amor,
Perto e você longe,
Essa distância (além) do (horizonte) poderíamos,
Estar se (beijando) preferir ficar na vontade,
Pois essa nossa (honestidade),
E toda história que viveríamos,
Hoje creio que se lembrará,
Do que conversamos, e de tudo que você.
Imaginou, pode ser que se torne realidade,
São (numerosos) termos,
E nada é (nulo) e vivemos de (criatividade),
Para ser o (número um),
Temos que deixar o que dizemos liberdade,
E notar que não vivemos de vidas passadas.
Continua...