A fisioterapia, como parte da equipe multidisciplinar de atenção à maternidade, demonstrou ser benéfica tanto na gravidez quanto no pós-parto. Estudos indicam que intervenções fisioterapêuticas, como exercícios aeróbicos, treinamento de resistência, manipulação osteopática, exercícios de estabilidade central e fortalecimento do assoalho pélvico, podem melhorar a dor lombar, o status funcional, os sintomas depressivos, a aptidão cardiorrespiratória, a diástase abdominal e a qualidade de vida. Além disso, a fisioterapia pode prevenir a incontinência urinária em mulheres grávidas e puérperas (Lin et al., 2023).
Durante o período gestacional, a mulher passa por diversas mudanças. No sistema endócrino, há a liberação de hormônios devido à presença do feto. O ganho de peso na região abdominal gera uma sobrecarga ao assoalho pélvico, podendo desenvolver patologias, como a incontinência urinária. O aumento do volume abdominal durante a gestação pode levar ao surgimento de estrias, diástase dos músculos abdominais, alterações no padrão respiratório, alterações no recrutamento muscular, devido as mudanças hormonais, posturais e mecânicas da musculatura, desconforto ao caminhar, sentar-se ou deitar-se, além do aparecimento de dores lombares e disfunções sexuais. Caso não sejam adequadamente tratadas, essas alterações podem comprometer significativamente a qualidade de vida da gestante (Peruzzi; Batista, 2018).
Com tantas alterações no corpo da mulher, a fisioterapia se torna muito importante durante o período gestacional, proporcionando o alívio dos desconfortos decorrentes do avanço gestacional, a melhoria da qualidade de vida, do bem-estar e da saúde, além de um trabalho de parto mais ativo e tranquilo. Pode, também, resultar em um pós-parto com melhor recuperação, diminuindo as chances de disfunções.
Segundo Amorim et al. (2017), entre as iniciativas adotadas no cuidado à gestante, destacam-se as medidas preventivas, como correção postural, técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e alongamentos, e atividades voltadas à preparação para o parto. Essas atividades incluem orientações sobre a musculatura do assoalho pélvico, mobilidade pélvica e posições para o alívio da dor.
Na fase final, são enfatizadas ações de reabilitação do assoalho pélvico, fortalecimento muscular, controle da dor, promoção da mobilidade, prevenção de trombose e apoio à recuperação emocional, contribuindo para um retorno saudável às atividades diárias. Além disso, incluem-se ações de prevenção e tratamento das alterações de todos os sistemas, com orientações gerais e atividades voltadas à manutenção da saúde física e emocional, englobando aspectos biomecânicos, articulares e musculares (Alves; Bezerra,2020).
Atuar com a fisioterapia na obstetrícia é integrar simultaneamente diversas áreas da prática fisioterapêutica. Uma única gestante pode demandar cuidados relacionados à fisioterapia ortopédica, uroginecológica, terapia manual, cinesioterapia, bem como intervenções voltadas à saúde cardiovascular e respiratória. Isso evidencia a complexidade e a abrangência dessa atuação profissional.
A avaliação e o tratamento de gestantes apresentam particularidades importantes, uma vez que, a cada semana gestacional, ocorrem mudanças significativas no corpo da mulher e no desenvolvimento do bebê. Portanto, mesmo após uma avaliação inicial criteriosa, é fundamental reavaliar a paciente a cada sessão, investigando possíveis alterações, acompanhando o andamento do pré-natal e verificando como ela está se sentindo física e emocionalmente.
Geralmente, a gestante é encaminhada para a fisioterapia a partir da 13ª semana de gestação, momento em que os obstetras costumam iniciar as recomendações para o acompanhamento fisioterapêutico. No entanto, é comum que as gestantes busquem atendimento apenas na fase final da gestação, período em que os desconfortos e as dores se tornam mais intensos.
A fisioterapia é indicada para todas as gestantes, independentemente da fase gestacional, uma vez que dispõe de diversos recursos terapêuticos que promovem benefícios significativos à saúde materna, contribuindo para o bem-estar físico e emocional ao longo da gestação.
Figura 1 – Avaliação
Assim como em todas as áreas da fisioterapia, a avaliação inicial na saúde da gestante exige o preenchimento da ficha de anamnese, realizada no primeiro contato com a paciente. Porém, essa avaliação é contínua e deve ser atualizada no início de cada atendimento, considerando as constantes mudanças que ocorrem ao longo da gestação.
A gestação é contada em semanas, pois, a cada nova semana, ocorrem mudanças significativas tanto no desenvolvimento do bebê quanto nas sensações físicas e emocionais da gestante. Por esse motivo, em toda sessão, é essencial questionar a presença de dores ou desconfortos, como ela se sentiu desde a última sessão e se realizou alguma consulta com o obstetra ou exames recentes. Com base nas respostas, pode ser necessário ajustar a conduta do atendimento do dia, considerando que a fisioterapia na gestação tem caráter tanto preventivo quanto terapêutico, visando o alívio dos desconfortos gestacionais.
É importante, ainda, que, antes de iniciar a sessão, sejam avaliados os dados vitais da paciente, a fim de saber se há condições de seguir com os exercícios planejados ou se é necessário realizar alguma alteração no protocolo de atendimento do dia.
Figura 2 – Atendimento fisioterapêutico na gravidez
O fisioterapeuta pode atuar das seguintes formas na gestação:
Cinesiologia / Hidroterapia / Pilates: com exercícios terapêuticos que atuarão no controle da pressão arterial, controle glicêmico, melhoria da circulação sanguínea, prevenção e tratamento de dores musculares e articulares, melhoria da capacidade respiratória, redução de dor pélvica, prevenção de diástase abdominal, prevenção de incontinência urinária, facilitação do parto normal, ajuste da postura de acordo com as alterações fisiológicas gestacionais, redução da chance de prematuridade, minimização das chances de torcicolo congênito no bebê e auxílio no controle de peso da gestante.
Tapping: tem o objetivo de promover o alívio das dores muscular e articular, redução da sobrecarga abdominal e alívio de edema em membros inferiores;
Drenagem Linfática Manual: promove o alívio do edema e tensões, promove relaxamento, auxilia no controle dos níveis pressóricos e glicêmicos, promove a eliminação de toxinas presentes no organismo, proporciona uma melhor nutrição e oxigenação celular tecidual e desenvolve o sistema imune.
Liberação miofascial: alívio de dores e tensões musculares.
Massagem relaxante: objetiva promover relaxamento, alívio de tensões, descanso e bem-estar.
Fisioterapia respiratória: indicada para aliviar desconfortos respiratórios decorrentes das alterações fisiológicas provocadas pelo avanço gestacional.
Orientações: incluem esclarecimentos sobre posturas adequadas no dia a dia, formas seguras de se levantar, sentar e deitar, cuidados com a ergonomia nas atividades domésticas e laborais, técnicas de respiração, hidratação, sono e alimentação, além da importância da prática regular de exercícios físicos orientados.
Espaldar.
Bola suíça.
Cadeira.
Maca.
Álcool 70%.
Luvas.
Espelho.
Tablado.
Travesseiro clínico.
Cunha triangular.
Óleo ou creme para massagem.
Tapping / bandagem elástica.
Tesoura.
Pelve didática.
Procedimento Operacional Padrão da Técnica e Equipamentos.
Descrição detalhada da prática, o que possibilita a reprodução por meio da leitura.
Roteiro de Aula Prática – Fisioterapia na Gestação por Trimestre
Objetivo da Aula
Capacitar o estudante a aplicar sessões práticas de fisioterapia seguras, eficazes e adaptadas para cada trimestre da gestação, reconhecendo limitações, prioridades e benefícios de cada fase.
Introdução para o estudante
A fisioterapia na gestação ajuda a aliviar dores, melhorar a postura, preparar o corpo para o parto e promover bem-estar. Cada trimestre tem suas particularidades. Como fisioterapeutas, nosso papel é cuidar da gestante com respeito às mudanças do corpo, priorizando a segurança e o conforto.
O que deve ser evitado na gestação:
Exercícios com impacto ou saltos.
Sobrecarga abdominal (abdominais tradicionais).
Excesso de calor corporal (ambientes muito quentes).
O que incluir na sessão:
Alongamentos suaves para coluna e quadril.
Fortalecimento de core profundo, glúteos e coluna.
Exercícios respiratórios e de consciência corporal.
Sessão prática sugerida (30 min):
1. Movimentos articulares
Iniciar soltando as articulações com movimentos circulares por 2 a 3 min.
2. Borboleta sentada
Pés unidos, joelhos abertos. Manter por 30 segundos com respiração leve.
3. Sentar e levantar
Sentar e levantar de uma cadeira sem utilizar apoios. 3x de 10 repetições.
4. Ponte (elevação de quadril)
Deitada, pés no chão. Eleva o quadril ativando os glúteos. Repetir 3 séries de 10 repetições.
5. Bird Dog (posição de quatro apoios, sem prender a respiração)
Elevar braço direito e perna esquerda, alternar. Repetir 3 séries de 6 repetições para cada lado.
6. Respiração diafragmática com mãos no abdômen
Inspirar pelo nariz, sentir o abdômen expandir. Realizar 10 respirações lentas.
O que deve ser evitado na gestação:
Exercícios em decúbito dorsal prolongado.
Sobrecarga lombar.
Pranchas ou posições que comprimam o abdômen.
O que incluir na sessão:
Fortalecimento de pernas e glúteos.
Exercícios para circulação e postura.
Mobilidade pélvica e treino de equilíbrio.
Sessão prática sugerida (30 min):
1. Alongamento lateral com braço elevado
Sentada, eleva o braço e inclina o tronco. Três repetições para cada lado.
2. Agachamento com apoio na cadeira
Pés afastados, joelhos em 90 graus. Repetir 3 séries de 10 repetições.
3. Abdução de quadril em pé com apoio
Apoio em cadeira, eleva lateralmente a perna. Repetir 3 séries de 10 repetições para cada perna.
4. Elevação de braços associando com respiração diafragmática
Subir os braços até a altura dos ombros enquanto inspira, e descer lentamente enquanto expira. Repetir 3 séries de 12 repetições.
5. Mobilidade de quadril na bola (círculos)
Sentada, faz círculos com o quadril. Realizar por 2 minutos.
6. Fortalecimento abdominal (preventivo de diástase e proprioceptivo)
Sentada, eleva os braços e segura nas mãos do fisioterapeuta, inspira profundamente crescendo o corpo e expira gerando contração abdominal e empurrando a mão do fisio. Realizar 2x de 8 repetições.
O que deve ser evitado na gestação:
Posição deitada de barriga para cima por muito tempo.
Atividades que exigem muito equilíbrio sem apoio.
Alongamentos forçados ou movimentos bruscos.
O que incluir na sessão:
Exercícios para mobilidade da pelve.
Treino respiratório e perineal.
Fortalecimento leve e exercícios circulatórios.
Sessão prática sugerida (30 min):
1. Respiração diafragmática com mobilização pélvica
Em pé, associar a respiração com movimento de antero e retroversão de pelve e de lateralização de quadril. 3x de 10 cada movimento.
2. Alongamento de cadeia posterior
Sentada, com braços elevados, inclinar o tronco a frente, manter 20 segundos e voltar lentamente. Repetir 2x.
3. Cócoras
Com apoio, realizar a posição de cócoras e manter por 20 segundos. Repetir 3x. Ir evoluindo progressivamente o exercício.
4. Agachamento com apoio (preparatório para o parto)
Agacha com uma cadeira à frente como apoio. Repetir 3 séries de 8 repetições, associando os movimentos com a respiração.
5. Respiração “cheiro de flor, sopro de vela” (preparatório para o parto)
Inspirar curto pelo nariz (3 segundos) e expirar longo pela boca (6 segundos). Realizar 10 vezes. Respiração ideal a ser feita durante as contrações no Trabalho de Parto (TP).
6. Visualização do períneo (controle dos movimentos perineais)
Sentada, com olhos fechados, inspirar realizando a contração perineal e expirar relaxando o períneo. Repetir 15 respirações conscientes e pedir que ela faça isso todos os dias.
Dica final para o estudante
Antes de iniciar qualquer exercício, ouça a gestante. Observe sinais de desconforto, respeite pausas e adapte os exercícios com travesseiros, bola, cadeira ou elástico, sempre que necessário. A fisioterapia na gestação deve ser leve, agradável e funcional.
Objetivo:
Oferecer suporte suave à barriga, reduzir a tração lombar e abdominal inferior, e aliviar a sensação de peso e desconforto.
Materiais:
2 tiras em “I” de aproximadamente 25–30 cm.
2 tiras em “I” mais curtas (10–15 cm).
Como fazer:
1. Posicionar a gestante em pé ou sentada com leve inclinação do tronco para trás (ou deitada em decúbito lateral, se desconfortável em pé).
2. Aplicar a primeira tira em “I” do lado direito da barriga, partindo da região inguinal (lateral da virilha) em direção à linha da costela inferior, fazendo curva suave lateral, com tensão leve (10–15%).
3. Repetir o mesmo processo do lado esquerdo.
4. Aplicar as duas tiras horizontais menores abaixo da barriga, cruzando levemente como uma faixa inferior de suporte. Sem tensão no início e final da fita.
Objetivo:
Aliviar a dor lombar, dar sensação de estabilidade na pelve e reduzir tensão nos paravertebrais e sacroilíacas.
Materiais:
2 tiras em “I” de 20–25 cm.
1 tira em “I” de 30 cm.
Como fazer:
1. Gestante em pé, com leve flexão anterior do tronco, ou sentada inclinando-se à frente (apoio nos cotovelos).
2. Aplicar a primeira fita em “I” verticalmente do lado direito da coluna lombar, desde o sacro até a região toracolombar (com leve tensão no centro, âncoras sem tensão).
3. Repetir o processo do lado esquerdo.
4. Aplicar a terceira fita transversal sobre a lombar, formando um cruzamento (como H) entre as duas tiras verticais, com tensão moderada (15–25%) no centro.
Objetivo:
Estimular o sistema linfático, aliviar o peso nas pernas e melhorar o retorno venoso. Ideal para gestantes com queixas de inchaço nos pés e tornozelos.
Materiais:
1 tira em leque (fita em “I” cortada em quatro faixas, mantendo uma âncora intacta de 4–5 cm).
Tesoura.
Como fazer:
1. Posicionar a gestante sentada ou deitada com a perna elevada (15 a 30 graus).
2. Medir a fita desde o tornozelo até o meio da perna (panturrilha).
3. Aplicar a âncora da fita na região posterior do tornozelo, sem tensão.
4. Aplicar cada uma das quatro faixas da fita em direções diferentes sobre o tornozelo e a panturrilha, como se fosse uma “aranha”, com tensão leve (5–10%).
5. A fita deve acompanhar os trajetos linfáticos, em formato de “ventoinha”.
Dica:
Evite aplicar se houver sinais de trombose venosa profunda (dor intensa unilateral, calor e vermelhidão).
Alívio de dores lombares, sacroilíacas, cervicais e pélvicas.
Melhoria da circulação e mobilidade articular.
Promoção do bem-estar físico e emocional.
Preparo para o parto (especialmente com liberação pélvica e massagem perineal).
1. Avaliação individualizada:
Cada gestante deve ser avaliada antes da técnica. Condições, como hipertensão, sangramentos, placenta prévia, dor aguda ou histórico de parto prematuro, exigem precaução ou contraindicação.
2. Evitar:
Manipulações articulares com estalos (manobras de thrust).
Pressão direta sobre abdômen, costelas flutuantes ou útero.
Massagem profunda em panturrilhas (risco de trombose).
Posições desconfortáveis (decúbito dorsal prolongado ou prona).
Óleos ou cremes com componentes tóxicos ou alergênicos (utilizar apenas produtos seguros para gestantes).
3. Priorizar:
Conforto e segurança.
Posições laterais, sentadas ou em quatro apoios adaptados.
Técnicas suaves, de toque leve a moderado.
Comunicação contínua com a gestante durante a aplicação.
Objetivo: aliviar tensões musculares e melhorar a mobilidade de tecidos.
Regiões indicadas: paravertebrais lombares, quadrado lombar, glúteo médio e piriforme.
Como aplicar:
Toque firme e lento, respeitando o ritmo da respiração da gestante.
Pode ser aplicada em decúbito lateral ou sentada.
Objetivo: melhorar a mobilidade pélvica, aliviar a dor sacroilíaca e preparar o corpo para o parto.
Técnicas possíveis:
Mobilização sacroilíaca passiva: com a gestante deitada lateralmente, realizar movimentos de inclinação suave da pelve.
Pressão leve sobre trocânter maior com tração contralateral da pelve (mobilização funcional).
Liberação manual do piriforme: em decúbito lateral com o quadril flexionado, aplicar pressão leve sobre o glúteo médio e piriforme, respeitando a dor.
Posição ideal: lateral com joelhos flexionados e apoio entre as pernas.
Objetivo: reduzir edemas, melhorar o retorno venoso e aliviar a sensação de peso nas pernas.
Cuidados:
Técnicas suaves e lentas, sem pressão excessiva.
Evitar área abdominal e inguinal intensa.
Trabalhar principalmente: pés, tornozelos, panturrilhas e região lombar (se necessário).
Objetivo: promover bem-estar geral e relaxamento muscular e emocional.
Técnicas:
Toque leve ou moderado, em ritmo lento.
Regiões: costas, ombros, pescoço, glúteos e membros inferiores.
Utilizar óleos vegetais neutros (como óleo de semente de uva, girassol ou coco fracionado).
Evitar: manobras bruscas ou amassamento profundo.
Objetivo: aumentar a elasticidade perineal, reduzir o risco de lacerações no parto e promover a consciência corporal.
Como fazer (autossuficiente ou com orientação profissional):
Com as mãos limpas e as unhas cortadas, aplicar óleo vegetal seguro (como óleo de coco).
Inserir os polegares (ou indicador e médio) cerca de 3 cm no canal vaginal e fazer uma pressão suave para baixo e para os lados (formato de “U”).
Manter por 1 minuto e, depois, massagear lateralmente por mais 2 ou 3 minutos.
Orientações:
Iniciar entre 34 e 36 semanas, 3x por semana.
Nunca deve ser dolorosa.
Contraindicada em caso de infecção vaginal ativa, sangramento, bolsa rota ou risco de parto prematuro.
Objetivo: melhorar a mobilidade da pelve e facilitar o encaixe fetal.
Como fazer:
Com a gestante sentada ou em bola suíça, o fisioterapeuta induz movimentos pélvicos (anteversão/retroversão e círculos).
Pode ser guiada pela respiração para gerar relaxamento e sincronia corporal.
BENEFÍCIOS DA DRENAGEM LINFÁTICA NO PERÍODO GESTACIONAL: CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DA GESTANTE
https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/16297/8904
ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA APLICADA À OBSTETRÍCIA
A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NAS FASES GESTACIONAIS
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/31890/27165
O USO DA TERAPIA MANUAL COMO MÉTODO DE TRATAMENTO NAS ALGIAS PÉLVICAS EM GESTANTES
https://www.unidombosco.edu.br/revistas/index.php/vitrine/article/download/119/129
ALVES, T. V.; BEZERRA, M. M. M. Principais alterações fisiológicas e psicológicas durante o período gestacional. Id on Line Revista Multidisciplinar Psicologia, v. 14, n. 49, 2020. Disponível em: https://idonline.emnuvens.com.br/id/article/view/2324. Acesso em: 1 set. 2025.
AMORIM, F. C. M. et al. Perfil de gestantes com pré-eclâmpsia. Revista de Enfermagem UFPE, v. 11, n. 4, p. 1574-1583, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/15225. Acesso em: 1 set. 2025.
LIN, K. Y. et al. Factors associated with utilization of physical therapy services during pregnancy and after childbirth. Heliyon, v. 9, n. 2, fev. 2023. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-773762. Acesso em: 1 set. 2025.
PERUZZI, J.; BATISTA, P. A. Fisioterapia nas disfunções do assoalho pélvico e na sexualidade durante o período gestacional. Revista Fisioterapia Brasil, v. 19, n. 2, p. 177-182, 2018.