Artista Visual Contemporâneo • Diretor de Arte • Designer Gráfico
Com uma trajetória iniciada no final da década de 1960, Eduardo Vale construiu uma carreira singular que conecta arte, design, comunicação e produção cultural. Sua atuação interdisciplinar atravessa mais de cinco décadas de transformações estéticas e tecnológicas, consolidando uma experiência rara que une rigor técnico, sensibilidade artística e capacidade de inovação.
Atualmente dedica-se integralmente à produção de arte contemporânea abstrata, desenvolvendo pesquisas sobre matéria, textura, memória, tempo e percepção sensorial, com destaque para projetos de arte tátil e acessibilidade cultural.
1969 - SENAC | Belo Horizonte
Formação em Desenho Artístico e Ilustração, desenvolvendo fundamentos em composição visual, perspectiva, anatomia, teoria das cores e técnicas gráficas.
1973 - Itália
Vivência profissional em importantes centros criativos europeus, colaborando com estúdios de design, editoras e empresas ligadas aos setores editorial, gráfico e de moda, incluindo experiências relacionadas à Mondadori Editore, Rizzoli Editore e Fiorucci.
Essa imersão ampliou sua visão estética e consolidou referências que influenciam sua produção até os dias atuais.
Ao longo de sua carreira, atuou como:
Diretor de Arte
Designer Gráfico
Ilustrador
Publicitário
Produtor Cultural
Consultor de Comunicação
Foi fundador e sócio de importantes empresas do mercado mineiro, entre elas:
Quilombo Produtora
LIVRE Propaganda Brasileira
EP Propaganda
Desenvolveu projetos de identidade visual, branding, comunicação institucional, design editorial, campanhas publicitárias e materiais culturais para empresas, instituições e profissionais de destaque.
Como sócio e Diretor de Arte da Quilombo Produtora, participou do desenvolvimento de projetos gráficos, editoriais e fonográficos ligados à cena cultural mineira e brasileira.
Sua atuação incluiu trabalhos relacionados ao universo artístico de Milton Nascimento e outros importantes representantes da música popular brasileira, contribuindo para a construção visual de produtos culturais de grande relevância histórica.
Prêmio no 2º Salão Global de Inverno
Obra: Depois da Última Foto
Prêmio no 4º Salão Global de Inverno
Obra: A Fusão
Além da premiação, realizou a exposição homônima na Casa dos Contos, em Ouro Preto.
Prêmio Território da Arte – Araraquara (SP)
Obra premiada: Cada Instante é Sempre
Cotidiano – Galeria Corpo
Sem Título – Cervejaria Brasil
Magia do Circo – Galeria Corpo
Balé Barroco – Galeria Telemig
Anatomia do Irreal – Real Palace Hotel
Transcender – Galeria Corpo
2023
Texturas do Cotidiano – Teatro da Cidade (Belo Horizonte)
2024
Mostra Individual – Espaço Cultural Otto Cirne / Associação Médica de Minas Gerais
2025
Origens – Amplio Móveis (Lagoa Santa)
2026
Memórias, Afeto e Cotidiano – Condomínio Estância das Amendoeiras (Lagoa Santa)
Cama Supra – em parceria com Murilo Antunes
Exposição Coletiva do Grupo Libertas – Galeria CEMIG
Casa LYZ
Libertas Coletivo de Arte
Copo Lagoinha – Galpão Flor do Campo
Raízes de Minas – Encontro ABRASEL | BeFly Minascentro
Underground Art – Galeria Badalo
Águas de Nova Lima – CEA AngloGold
A produção contemporânea de Eduardo Vale investiga as relações entre matéria, memória e percepção sensorial. Suas obras transformam texturas observadas no cotidiano em composições abstratas de forte presença física, explorando relevos, pigmentos, materiais orgânicos e estruturas tridimensionais.
Nos últimos anos, o artista incorporou a linguagem Braille e recursos táteis como elementos constitutivos da obra, desenvolvendo projetos que ampliam o acesso de pessoas com deficiência visual aos espaços culturais e fortalecem o diálogo entre arte, inclusão e experiência sensorial.
Mais do que uma trajetória profissional, a carreira de Eduardo Vale representa um percurso contínuo de investigação visual iniciado há mais de cinquenta anos. Sua obra contemporânea reúne a precisão adquirida no design, a experiência da comunicação visual e a liberdade poética da arte abstrata, resultando em uma produção reconhecida pela riqueza material, pela profundidade conceitual e pelo compromisso com a acessibilidade cultural.