O Jogo "Cartas do Poder" é uma poderosa ferramenta pedagógica de reflexão para grupos de crianças, jovens e adultos. Pretende promover a resolução de problemas, a democracia participativa, a liderança criativa e o autoconhecimento através de reflexões introspetivas, bem humoradas e orientadas para a realidade da vida concreta de cada participante. Testada em vários países pretende ser um instrumento que usa o jogo simbólico, a reflexão, o trabalho cooperativo e a Simbologia Grupal como formas de capacitação e empoderamento.
Abraão Costa | Especialista em Animação Sociocultural pela Escola Superior de Educação de Coimbra, Mestre em Animação Sociocultural e Associativismo pela Universidade do Minho e Licenciado em Animação Socioeducativa com especialização em Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Tem uma vasta experiência humanitária e cultural internacional em mais de 100 países como a Síria, Camboja, Laos, Myanmar, Tailândia, Palestina, Uzbequistão, Montenegro, Bósnia Herzegovina, Emirados Árabes Unidos, Israel, Nepal, Quénia, Tanzânia, Vietname, Cabo Verde, Indonésia, Perú, Turquia, Grécia, Itália, Costa Rica, Panamá, China, Sri Lanka, Mongólia, entre outros. É Professor, Formador, Animador, Educador Social, Investigador Social e Autor de mais de uma dezena e meia de obras pedagógicas e de ficção. É Coordenador de vários projetos internacionais de intervenção sociocultural, humanitária, comunitária e educativa. Tem experiência sobretudo nas áreas da Animação Sociocultural, Educação Não Formal, no trabalho com cidadãos com deficiência, no Teatro Inclusivo, Expressão Corporal e Simbologia Grupal, metodologia que ajudou a formar e divulga um pouco por todo o mundo. É o Coordenador Pedagógico da Federação Nacional de Associações Juvenis. Foi coordenador dos Planos Municipais de Tábua, Vila Franca de Xira, Lousada, Figueira da Foz e Felgueiras. Foi Embaixador do Programa Erasmus + da União Europeia no âmbito dos 35 anos do Programa Erasmus. Desempenha as funções de CEO (Secretário-Geral Executivo) da PASEC - Plataforma de Ação Socioeducativa e Cultural. Desempenha ou desempenhou o papel de Coordenador Pedagógico em várias organizações não governamentais e públicas de caráter nacional e europeu, coordenando projetos internacionais de desenvolvimento local e intervenção comunitária. Destaque para o MAAC – Movimento de Apostolado de Adolescentes e Crianças, CNASTI – Confederação Nacional de Ação Sobre o Trabalho Infantil, Município de Famalicão, AFPAD - Associação Famalicense de Proteção e Apoio à Deficiência, APDASC (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural), LIPAC (Liga para a Profilaxia e Ajuda Comunitária), entre outras. Lecionou na Cooperativa de Ensino Didáxis, Escola Profissional Bento Jesus Caraça e Escola Profissional Don Afonso Henriques onde foi docente e Diretor de Curso nas áreas da Animação Sociocultural, Apoio Psicossocial, Técnico de Turismo e Técnico de Juventude. É Presidente da AFPAD – Associação Famalicense de Proteção e Apoio à Deficiência. É Artista Residente do Agrupamento de Escolas Dona Maria 2 em Famalicão no âmbito do Plano Nacional das Artes. No Município de Famalicão é o responsável pelos programas de educação não formal Acompanhar e Ser Europa e pelos projetos europeus na área do Desporto. Conferencista em inúmeros congressos mundiais e europeus, as suas exposições são sobretudo dedicadas aos temas da Animação Sociocultural, Metodologias Participativas, Educação para a Cidadania e Participação Juvenil. Animador Socioeducativo de vários grupos juvenis, tem uma grande experiência na gestão de Dinâmicas e Trabalho em Rede de promoção do Protagonismo juvenil e Democracia Participativa. É formador do Programa Erasmus + e Corpo Europeu de Solidariedade da União Europeia, da Federação Nacional de Associações Juvenis, entre outras estruturas de relevo nacional e internacional.
Este Workshop pretende trabalhar técnicas de Simbologia Grupal, também denominada Pedagogia Participativa Simbólica, assenta nas sinergias entre a Educação Formal e Educação Não Formal, com a Pedagogia Participativa e Educação de Pares como pano de fundo, complementada por atividades de mobilidade, projetos de associativismo juvenil e voluntariado e em constante interação com o meio e com a comunidade. Chama-se Pedagogia Participativa Simbólica porque o ponto de partida do modelo assenta num processo de aprendizagem partilhada (em que os jovens aprendizes são ao mesmo tempo tutores/atores de processos de aprendizagem) que interliga a educação formal e a não formal em processos pedagógicos significativos assentes nas vivências mais simbólicas e representativas do quotidiano dos jovens alvo do projeto. A Simbologia Grupal tem como objetivos formar cidadãos protagonistas, envolvidos nas suas comunidades e organizações, ao nível das competências de tomadas de decisão, comunicação, organização, empreendedorismo, gestão das emoções e inteligência emocional e ainda ao nível do envolvimento social consciente voltado para a transformação/mudança social.
Verónica Coelho dos Santos | Licenciada em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Desenvolve trabalho na área da intervenção socioeducativa com jovens em contexto comunitário de risco, no Programa Escolhas. Possui experiência em educação não formal, animação sociocultural e dinamização de atividades educativas. Participa regularmente em projetos e formações internacionais no âmbito do programa Erasmus+, relacionados com juventude e participação. Mantém também um percurso ativo no associativismo juvenil, sendo atualmente vogal da direção da Federação das Associações Juvenis do Distrito de Braga (FAJUB).
Sara Gomes | Licenciada em Educação pela Universidade do Minho e exerce funções de liderança no terceiro setor, sendo Presidente da PASEC desde 2017 e Tesoureira da AFPAD desde 2018. Entre 2017 e 2021 lecionou no ensino profissional, acumulando experiência prática em contextos educativos e de formação. Trabalha há vários anos com pessoas com deficiência, desenvolvendo projetos inclusivos, ações de capacitação e materiais pedagógicos adaptados.Coordenou intercâmbios e programas de mobilidade juvenil (através do Corpo Europeu de Solidariedade e Programa Erasmus + da União Europeia) que envolveram jovens com e sem deficiência, promovendo inclusão, troca intercultural e aprendizagem partilhada. É co autora de conteúdos para livros pedagógicos, com foco na articulação entre teoria e prática educativa e ainda as práticas de educação não formal. As suas competências-chave incluem liderança, comunicação e trabalho em equipa, aplicadas em projetos de intervenção comunitária e desenvolvimento curricular.
O Teatro Lambe-Lambe é uma forma de teatro em miniatura que surgiu no Brasil no final da década de 1980, criada pelas artistas Denise e Ismine Lima, em Salvador (Bahia). Inspirado nas antigas caixas dos fotógrafos de rua, o espetáculo acontece dentro de uma pequena caixa cénica, onde o público observa individualmente, através de um visor, uma breve cena teatral que combina marionetas, objetos, cenografia, luz e som. Cada apresentação dura geralmente poucos minutos e proporciona uma experiência íntima e sensorial, aproximando o espetador de uma narrativa poética e visual.
Carlos Costa | Técnico Superior de Animação Sociocultural na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro (Oliveira de Azeméis), onde desenvolve trabalho nas áreas da mediação cultural, promoção da leitura e itinerância sociocultural. Ao longo do seu percurso tem investido na formação artística, destacando-se as formações em Teatro Lambe-Lambe com Jô Fornari, da Cia Andante Produções Artísticas (Brasil), e com a companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora (Portugal). No âmbito das suas funções na Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, tem participado e dinamizado diversos programas municipais de promoção cultural e educativa, utilizando o formato Teatro à la Minute — adaptação do Teatro Lambe-Lambe — na apresentação e dinamização de contos como “O Zapatero e os Três Asnos” e “Os Três Desejos”.
Diogo Marinho | Tenho 20 anos e 14 anos de experiência em palco. Realizei o Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação, na Escola Secundária Alberto Sampaio em Braga, completei o curso com a minha Formação em Contexto de Trabalho na Associação Tin.Bra - Academia de Teatro em Braga e encontro-me a completar a Licenciatura em Teatro e Artes Performativas na UTAD. Em 2022 criei a Diogo Marinho Produções, onde desempenho as funções de Ator, Encenador, Produtor e Dramaturgo. Este é um projeto onde procuro expandir a arte com últimas formas de se fazer teatro. A Diogo Marinho Produções conta com 7 produções originais onde acredito que o teatro é uma ótima ferramenta de mudança nos comportamentos e pensamentos da sociedade, onde utilizamos um palco como um espelho do mundo.
É um jogo de reflexão, aprendizagem cooperativa e de educação para dos Direitos Humanos. Pretende trabalhar, a partir de um tradicional jogo de tabuleiro, através de várias fases de evolução, a posição e postura do participante perante situações que poem em causa os Direitos Humanos e os Valores Fundamentais.
Rosa Correia | Licenciada em Ciências da Educação, exerce funções como Educadora Social e integra a Direção da PASEC. Diretora da Casa das Ideias da PASEC em Vila Nova de Famalicão, tem uma vasta experiência na gestão e dinamização de projetos de intervenção socioeducativa e cultural em Portugal e no estrangeiro. Voluntária do Corpo Europeu de Solidariedade, é formadora da Federação Nacional de Associações Juvenis, foi Escuteira e co-autora de várias obras de Educação Não Formal e Educação para a Cidadania Global.
O Teatro Simbólico pretende trabalhar o sentido que cada indivíduo dá às experiências mais significativas (simbólicas) do seu quotidiano através de exercícios de Expressão Dramática e Corporal. Pretende trabalhar as competências do autoconhecimento, assertividade, resolução de problemas, assertividade, comunicação e liderança grupal. É uma importante ferramenta para os Animadores Socioculturais no trabalho com grupos de pares em qualquer faixa etária.
Telmo Lopes Pinheiro | Licenciado em Educação pela Universidade do Minho e atua como Técnico Superior de Educação e Educador Social na PASEC. O seu percurso destaca-se pela coordenação de grupos de jovens, tutoria de pares em contextos de risco e dinamização de atividades de expressão artística. Adicionalmente, possui uma sólida bagagem internacional através de diversas mobilidades ERASMUS+ e exerce funções de liderança em órgãos sociais associativos.
Este workshop propõe uma experiência dinâmica, participativa e reflexiva centrada nos temas da Animação Sociocultural, inclusão, empatia e transformação social. Através de atividades interativas e metodologias de educação não formal, os participantes serão convidados a explorar diferentes barreiras à inclusão (comunicacionais, físicas e sociais), desenvolvendo competências de cooperação, escuta ativa, pensamento crítico e trabalho em equipa. A sessão inicia-se com uma pequena introdução à temática, seguindo-se uma atividade quebra-gelo de aproximação e empatia. Passa depois para um Escape Room educativo composto por quatro desafios colaborativos que simulam situações reais de exclusão e desigualdade. Ao longo da experiência, os participantes serão desafiados a refletir sobre o papel da comunidade, da acessibilidade e da participação ativa na construção de contextos mais inclusivos. Para terminar as dinâmicas, irá ser feito um mural para que todas as pessoas possam ter um momento de partilha e reflexão coletiva, reforçando a ideia de que a inclusão é um processo contínuo de transformação social, humana e comunitária.
Beatriz Nogueira | Frequentando atualmente o 2° ano da Licenciatura em Animação Sociocultural na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, define-se pelo seu perfil dinâmico e pela profunda convicção no papel social da sua área de estudo. O seu percurso ganha especial relevo na intervenção em contexto prisional, onde após desenvolver um estágio curricular, foi convidada a manter a sua colaboração como voluntária. Movida por um genuíno interesse pelas questões da inclusão e da dignidade humana, dedica-se à dinamização de atividades que utilizam a animação como ferramenta de transformação, demonstrando uma capacidade de levar luz e criatividade a ambientes de grande exigência e vulnerabilidade.
Fátima Ramos | Estudante do 2º ano da Licenciatura em Animação Sociocultural, com formação complementar em Turismo pelo Curso Profissional da área. Integra ativamente o Núcleo de Estudantes de Animação Sociocultural, onde desempenha funções no Departamento Cultural, participando na conceção e dinamização de atividades diversificadas dirigidas a diferentes públicos e contextos comunitários. No âmbito do Núcleo de Estudantes, tem desenvolvido intervenções em contextos variados, nomeadamente workshops em jardins de infância, atividades de animação em lares de idosos e iniciativas de caráter comunitário, consolidando competências práticas em planeamento, dinamização e avaliação de atividades socioeducativas e culturais.
Inês Rodrigues | Sou dos Açores, licenciada em Animação Sociocultural pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, área onde desenvolvi competências relacionadas com a dinamização sociocultural, intervenção comunitária e promoção do bem-estar de diferentes públicos. Atualmente, frequento o Mestrado em Ciências da Educação na mesma instituição, procurando aprofundar conhecimentos nas áreas da educação, inclusão e desenvolvimento humano. Ao longo do meu percurso académico e profissional, realizei vários estágios em contextos educativos, sociais e culturais, trabalhei com crianças, jovens, idosos e pessoas com necessidades específicas. Estas experiências permitiram-me desenvolver capacidades de comunicação, empatia, organização e trabalho em equipa, bem como competências na dinamização de atividades lúdico-pedagógicas e projetos socioculturais. Destaco ainda experiências em instituições como a Escola Madre Teresa Anunciada, a Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande, a Fundação Patronato de Santo António e o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde participei ativamente em atividades de apoio, inclusão social e promoção da participação comunitária. Considero-me uma pessoa responsável, dedicada e com grande facilidade em adaptar-me a diferentes contextos e públicos, valorizo o contacto humano, o espírito de equipa e a aprendizagem contínua, procuro sempre contribuir de forma positiva para os ambientes onde estou inserida.
João Rodrigues | Sou uma pessoa dinâmica, responsável e comunicativa, com formação em Multimédia e atualmente a frequentar a Licenciatura em Animação Sociocultural na UTAD. Tenho experiência em diferentes áreas profissionais através de estágios realizados em pediatria e numa gráfica, onde desenvolvi competências de comunicação, trabalho em equipa, criatividade e organização. Também concluí um curso de barbeiro, onde adquiri experiência no atendimento ao público e na área da estética e imagem pessoal. Sou atleta, o que me proporcionou disciplina, dedicação, espírito competitivo e capacidade de superação. Tenho facilidade de aprendizagem, adaptação a novos ambientes e motivação para crescer profissionalmente.
Mariana Ferreira Santos | Estudante do 2º ano da licenciatura em Animação Sociocultural na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Demonstra interesse na área da intervenção comunitária, educação e inclusão social. Apresenta experiência de estágio em contextos diversos, nomeadamente com população idosa em lares, crianças em meio escolar, bibliotecas, recreios e ensino especial. Possui igualmente experiência na dinamização de jogos e atividades lúdicas em eventos. Participou em ações de voluntariado no âmbito da AFS Intercultura Portugal, envolvendo o acompanhamento e integração de alunos estrangeiros, bem como na dinamização de atividades lúdicas com crianças no projeto Bonfim em Ação. Destaca-se ainda a organização de um workshop de escrita criativa no contexto da unidade curricular de Animação e Organização de Eventos. Prevê dar continuidade aos estudos através da frequência do mestrado em Ciências da Educação – especialização em Educação e Desenvolvimento Comunitário, no Instituto Politécnico de Leiria, com o objetivo de exercer atividade profissional em Organizações Não Governamentais.
Mariana Sousa | Licenciada em Animação Sociocultural pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e está a frequentar o 1º ano de Mestrado de Ciências da Educação na área de especialização de Educação de Adultos e Animação Sociocultural. Desenvolveu três estágios no âmbito da licenciatura em que desenvolveu atividades na área da Animação Sociocultural, intervenção sociocomunitária e formação em cuidadora formal e informal. Dinamizadora de algumas atividades para algumas instituições de voluntariado como a Associação Protetora de Animais da Marinha Grande, Clube Automóvel da Marinha Grande e Centro de Saúde dos Parceiros e Azoia.
Tomás Azevedo | Atualmente a frequentar o 3º ano do curso de Animação Sociocultural na UTAD, descobriu na área uma verdadeira vocação. Através da experiência prática com diferentes faixas etárias e contextos de vulnerabilidade psicológica, confirmou a premissa que guia a sua vida: 'O riso é o melhor remédio'. Especializa-se na criação de dinâmicas que utilizam a alegria e o afeto como motores de mudança e desenvolvimento humano.