- Exceto por algumas cidades e oásis significativos, o clima árido tem sido um obstáculo histórico ao estabelecimento de comunidades na Península Árabe. Povos de várias culturas têm vivido na península ao longo de mais de 5000 anos.
- A fundação do Islã por Maomé na década de 620 da era atual e a subsequente importância religiosa das cidades árabes de Meca e Medina concederam aos governantes desse território considerável influência além da península.
- O Estado Saudita surge na Arábia Central em 1744. Um chefe local, Muhammad bin Saud, uniu forças a um reformador do Islã, Muhammad Abd Al-Wahhab, para criar uma entidade política. Por quase 150 anos, as riquezas da família Saud cresceram ou se perderam diversas vezes enquanto os chefes Saudis lutavam com o Egito, com o Império Otomano, e outras famílias da Arábia pelo controle da península. O moderno Estado Saudita foi fundado pelo último rei Abdelazize Al Saud.
- Após várias dinastias, guerras e tratados, as fronteiras com a Jordânia, o Iraque, e o Kuwait foram estabelecidas nos anos de 1920, que criaram duas "zonas neutras" — uma com o Iraque e outra com o Kuwait. A zona neutra saudita-kuwaitiana foi administrada conjuntamente em 1971, com cada Estado partilhando igualitariamente os recursos petrolíferos da zona.
- A metade dos anos de 1960 trouxe pressões externas geradas por divergências entre a Arábia Saudita e o Egito com relação ao Iémen. Quando a guerra civil eclodiu em 1962 entre iemenitas realistas e republicanos, forças egípcias entraram no Iémen para apoiar o novo governo republicano, enquanto a Arábia Saudita auxiliava os realistas. As tensões diminuíram apenas após 1967, quando o Egito retirou suas tropas do Iémen.
- Uma população crescente, a exaustão dos recursos hídricos, e uma economia muito dependente da exportação e do preço do petróleo são as principais preocupações do governo. Tribos árabes como a tribo Otaiba tentaram ocupar Medina com apoio moral de Sheiks em protesto contra a venda de petróleo aos Estados Unidos e a favor de uma abertura política do regime para depois serem massacrados. O governo saudita é um grande apoiador dos chechenos atualmente.