Em levantamento, a Emater e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais mostraram uma redução de mais de 10 milhões de sacas na safra 2021/2022 de café tipo arábica quando comparado à safra passada.
Também a Conab estima que a safra de arábica em todo o estado de Minas Gerais ficaria em intervalo de 19,5 milhões a 21,8 milhões de sacas, o que corresponde a uma queda de até 43,2% ante a produção de 2020
Importante observar que a safra de 2021 já seria menor devido aos efeitos da bienalidade negativa do arábica em grande parte dos cafezais, mas a seca aprofundou mais ainda as perdas na produção.
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Conforme estimativa da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, o estado deve alcançar neste ano uma safra de abacate de aproximadamente 33 mil toneladas. Pomares de abacate estão espalhados praticamente por todo o território mineiro, numa área de 2,4 mil hectares.
O plantio de café com abacate tem dado bom resultado desde 1990, o sistema vem ganhando força atualmente, pois representa uma alternativa de receita e atende as recomendações para conservação ambiental, algo muito positivo neste consórcio é que o abacate protege o café das geadas que ocorrem na região.
O cafeeiro é atacado por diversas pragas, que existem inimigos naturais capazes de fazer seu controle biológico, estudos mostram que a diversificação das lavouras é uma importante ferramenta para sua manutenção. A utilização de árvores para sombreamento também traz significativas melhorias!
Mais uma das vantagens do consórcio é de atenuar as temperaturas dentro do cafezal reduzindo perdas devido a estresses térmicos.
Estudos comprovam que o melhor nível de sombreamento para a produção e qualidade dos grãos de café gira em torno de 30 a 35%, podendo variar de acordo com cada cultivar.
O posicionamento das arbóreas deve ser projetado para se aproximar ao máximo da incidência solar desejada. No primeiro método elas podem ser instaladas nas bordaduras, visando formar uma barreira contra a incidência solar, pragas e doenças, ou arranjadas no centro, de acordo com a necessidade, em função do tamanho da área.
O consórcio de arbóreas com café não se diferencia em produtividade do café em pleno sol, de forma direta. Entretanto, de forma indireta agregam ao sistema produtivo, devido aos benefícios trazidos pela redução de pragas e doenças ocorridas no café durante a safra vigente.
No entanto, alguns trabalhos relatam que algumas variedades de café demonstram mais adaptação ao ambiente sombreado, podendo expressar melhor suas características, atingindo, assim, níveis mais elevados de produtividade quando comparadas ao cultivo em pleno sol.
Os enfezamentos são doenças vasculares e sistêmicas, são transmitidos pelas cigarrinhas que ao realizar a picada na planta de milho injeta os patógenos pertencentes a classe molicutes. Depois de instalados a planta fica mais susceptível a patógenos oportunistas como Pythium spp, Fusarium spp, Gibberella zeae, dentre outros.
Alguns dos sintomas característicos são: Enfezamento pálido: Listras largas amareladas nas folhas, encurtamento de entrenós e espigas mal formadas. Já no enfezamento vermelho, pode ocorrer o avermelhamento de folhas mais velhas, perfilhamento anormal e desenvolvimento de várias espiguetas
O monitoramento constante, um TS bem feito e o manejo cultural bem executado é o que trará controle. Por isso planeja a próxima safra e algo indispensável e nossos consultores podem te auxiliar, entre em contato conosco!
O correto manejo da cultura, bem como o ponto de corte, e o correto manejo na colheita e processamento são cruciais para melhorar a qualidade da silagem ofertada para os animais. Em geral, deve-se picar o material de forma a obter tamanhos de partícula de em média 1,5 a 2,0 centímetros, para uma boa compactação e, consequentemente, melhor fermentação e qualidade de silagem. Fibras longas interferem diretamente na qualidade, consumo e digestibilidade do material, reduzindo significativamente a produção de leite e o ganho de peso. Precisa de orientação na preparação da sua silagem? Entre em contato, queremos lhe ajudar!
Composto por dois isolados da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), é o mais novo bioproduto recomendado para controlar a lagarta-falsa-medideira, (Chrysodeixis includens) e a lagarta-do-cartucho, (Spodoptera frugiperda). O Acera, nome comercial dado ao produto, foi registrado para o controle dessas duas espécies de lagarta e poderá ser usado em culturas como soja, milho, algodão e outras diversas. As vantagens desse produto biológico à base de Bt é que não afeta o meio ambiente, além de não intoxicar os aplicadores, não matar os inimigos naturais das pragas e não polui rios e nascentes, contribuindo para uma maior sustentabilidade na agricultura brasileira. O Produto foi desenvolvido com tecnologia Embrapa e concebido em parceria com a Ballagro Agro Tecnologia, empresa esta que comercializará o mesmo.
A Companhia Nacional de Abastecimento lançou neste mês de março o 6º Levantamento - Safra 2020/21 e se manteve otimista mesmo frente a todos os desafios enfrentados pelos produtores brasileiros até o momento, com uma expectativa de produção de milho segunda safra esperada de 82.802,3 mil toneladas, representando um incremento de 10,3% em comparação ao último ciclo, valor este maior que a projeção divulgada no mês passado de 80.076,6 mil toneladas. Toda essa produção em uma área plantada com esse cereal estimada em atingir os patamares de 14.678,4 mil hectares, o que representa também um acréscimo de 6,7% em relação ao exercício anterior.
Fonte: Conab
Em ritmo mais lento por contas do atraso no plantio e chuvas em período de colheita, a safra de soja 2020/2021 atingiu em janeiro cerca de 2,5 milhões de toneladas, contra 11,7 milhões de toneladas se comparado a mesma época do ano passado segundo a consultoria de agronegócio AgRural. Importante observar que como já era previsto, esse atraso impacta diretamente a semeadura da segunda safra do milho. No entanto, as estimativas de colheita de soja nesta safra é de a 133,7 milhões de toneladas, um aumento de 7,9 milhões de toneladas se comparado a safra 2019/2020. Temos também o 4° levantamento da safra de grãos no Brasil quem revela uma produção recorde de grãos sendo 1,6% maior que o da safra 2019/2020.
Insetos pragas sugadores na cultura da soja, marcam presença desde o período vegetativo até o fim do período reprodutivo. Percevejo-marrom (Euschistus heros); Percevejo-verde (Nezara viridula) e o Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii), são alguns dos percevejos com maiores expressividade quando se trata de danos à soja.
Entre os inúmeros danos diretos que esses sugadores podem causar, temos a redução do potencial germinativo e vigor, abortamento dos grãos, redução da massa e teor de óleos e tamanho dos grãos. Como dano indireto pode ocorrer distúrbios fisiológicos além de transmissão de doenças. O monitoramento constante da lavoura e um programa de aplicações bem estruturado são peças chave no controle dessas pragas
Altura das pastagens na entrada é saída do lote em pastejo tem relação direta com duas variáveis importantissimas: Velocidade de rebrota e qualidade nutricional do capim no próximo ciclo de pastejo.
Como assim? Não entendi o que quer dizer... Vamos trabalhar com um exemplo hipotético de uma pastagem de braquiaria, onde a altura de entrada estava adequada, porém a altura de saída foi baixa demais, devido ao pastejo excessivo. Qual o primeiro efeito observado? Problemas na rebrota e, consequentemente, menor produção de matéria seca para o próximo ciclo de pastejo. Em outras palavras, o manejo inadequado do pastejo gera, ao longo do tempo, uma redução gradativa no vigor e produção da forrageira, fazendo com que a quantidade de animais nesta área reduza ano após ano... Problemático não é? Mas não para por aí.
A segunda consequência deste rebaixamento excessivo é o desempenho animal, que tende a diminuir, visto que as porções mais baixas da torradeira, estruturalmente, são mais fibrosas, e de menor qualidade nutricional. Em outras palavras, não gerenciar corretamente o pastejo faz com que a produtividade individual por animal e por área diminua gradativamente, até que a pastagem entre em declínio natural e degradação.
Como posso evitar está tragédia? O controle de lotação animal, assim como de utilização e descanso das pastagens é a chave para poder proporcionar aos animais uma pastagem de qualidade, e em quantidade adequada, garantindo sua rebrota e vigor por mais tempo.
Lembre-se: A pastagem é uma cultura perene, e extrai nutrientes do solo em intensidade muito maior do que o milho e a soja, por exemplo, e deve ser manejada de acordo com a intensidade de sua utilização!
Altura das pastagens na entrada é saída do lote em pastejo tem relação direta com duas variáveis importantissimas: Velocidade de rebrota e qualidade nutricional do capim no próximo ciclo de pastejo.
Como assim? Não entendi o que quer dizer... Vamos trabalhar com um exemplo hipotético de uma pastagem de braquiaria, onde a altura de entrada estava adequada, porém a altura de saída foi baixa demais, devido ao pastejo excessivo. Qual o primeiro efeito observado? Problemas na rebrota e, consequentemente, menor produção de matéria seca para o próximo ciclo de pastejo. Em outras palavras, o manejo inadequado do pastejo gera, ao longo do tempo, uma redução gradativa no vigor e produção da forrageira, fazendo com que a quantidade de animais nesta área reduza ano após ano... Problemático não é? Mas não para por aí.
A segunda consequência deste rebaixamento excessivo é o desempenho animal, que tende a diminuir, visto que as porções mais baixas da torradeira, estruturalmente, são mais fibrosas, e de menor qualidade nutricional. Em outras palavras, não gerenciar corretamente o pastejo faz com que a produtividade individual por animal e por área diminua gradativamente, até que a pastagem entre em declínio natural e degradação.
Como posso evitar está tragédia? O controle de lotação animal, assim como de utilização e descanso das pastagens é a chave para poder proporcionar aos animais uma pastagem de qualidade, e em quantidade adequada, garantindo sua rebrota e vigor por mais tempo.
Lembre-se: A pastagem é uma cultura perene, e extrai nutrientes do solo em intensidade muito maior do que o milho e a soja, por exemplo, e deve ser manejada de acordo com a intensidade de sua utilização!
O pastejo rotacionado consiste na divisão da área de pastejo em piquetes (áreas menores) onde por meio da gestão conseguimos dimensionar a taxa de lotação e o tempo que esses animas poderão ficar ocupando a área, vale ressaltar que o período de descanso é tão importante quanto os demais períodos. Importante observar que todos esses períodos podem sofrer variação ao decorrer do ano seja pela chegada de novos lotes de animais ou pelo período do ano chuvoso/início de seca. Esse sistema possui pontos positivos por possibilitar um aumento da carga animal sem prejudicar a forrageira nem degradar o solo se gerido de maneira correta
A correção e adubação de pastagens, na formação e manutenção, é essencial para que a mesma apresente vigor e produtividade ao longo dos anos, permitindo ao pecuarista o aumento dos ganho por animal, e principalmente da produção por área, dentro da propriedade. As pastagens brasileiras hoje, apresentam em média 0,7 Unidades Animais por hectare/ano, principalmente devido à falta de manejo das pastagens. Devido a tal fator, a pecuária de leite e corte tem se tornado uma opção cada vez menos competitiva, frente as lavouras de soja, milho e cana. Como mencionado, recomenda-se, ao menos a cada dois anos, a realização da colagem e gessagem das pastagens, para correção do pH e condicionamento do solo para as adubacões com NPK, melhorando a absorção dos mesmos pela planta e assim, melhorando a produtividade. Recomenda-se que a colagem e gessagem, assim como a aplicação de fósforo, seja baseada na análise de solo, segundo a recomendação técnica e orientação de um profissional qualificado, tal como técnicos agrícolas, zootecnistas ou engenheiros agrônomos. Já para as adubacões com nitrogenio e potássio, pode-se adotar doses de 30 a 45kg de nitrogenio e potássio, para cada Unidade Animal (UA) a ser introduzida na área, permitindo grande aumento na lotação animal e nos ganhos da propriedade. Entretanto, é importante ressaltar que a forrageira a ser adubada deve ser considerada, pois existem diferentes pontos de saturação para cada espécie de capim, o que pode limitar o aumento de lotação a determinados níveis. Consulte sempre um técnico responsável, para que sua propriedade possa atingir níveis de intensificação biologicamente é financeiramente sustentáveis, e competitividade frente as demais atividades!
No Brasil existe cerca de 100 milhões de hectares cultivados com pastagens, estima-se de que 80% destas áreas encontra-se em algum estágio de degradação; Por anos a pecuária vem sendo explorada de forma extrativista, e esta é uma das principais causas pela qual as áreas de pastagens no Brasil estão em sua maioria degradadas ou em estágio de degradação. As pastagens atuais sofrem com a baixa disponibilidade de nutrientes, em decorrência de vários fatores, entre eles temos: Não adoção de calagem, negligência a adubação de manutenção, excesso de animais na área. A consequência desses pastos degradados é o empobrecimento dos solos principalmente em C, N e P gerando assim forragens de baixa qualidade que influenciam negativamente o desempenho do gado quer seja de corte quer seja de leite. Inúmeros são os nutrientes limitantes na produção de pastagens, destacando-se entre eles o nitrogênio pois é essencial na síntese de proteínas e pigmentos dos tecidos vegetais. Quando há um suprimento adequado deste nutriente, as plantas crescem mais rapidamente; ao contrário, quando há deficiência, o crescimento é lento.