O Coletivo A(tua) Meriti e a iniciativa Nossa Meriti desenvolveram juntos a “Agenda Meriti 2030” com o apoio da Casa Fluminense, a fim de propor políticas públicas para a cidade de São João de Meriti, incentivando o debate e o desenvolvimento da cidade.
O Documento é composto por 80 propostas divididos em 8 eixos
A cidade enfrenta atrasos no pagamento de servidores e falta de transparência. É necessário melhorar a fiscalização e promover maior transparência para garantir uma administração eficiente.
São João de Meriti enfrenta uma baixa qualidade na educação, refletida na nota 4,1 no IDEB de 2021, devido ao descaso com professores e à falta de investimento nas escolas.
A cidade possui apenas uma UPA superlotada para quase 500 mil habitantes e enfrenta problemas na saúde mental e na saúde animal, com uma carência geral de profissionais e infraestrutura.
Apesar da rica herança cultural, a cidade enfrenta problemas como escassez de infraestrutura cultural, pouca divulgação e oportunidades para artistas locais, impactando negativamente a valorização da identidade cultural e a criação artística.
São João de Meriti enfrenta uma baixa qualidade na educação, refletida na nota 4,1 no IDEB de 2021, devido ao descaso com professores e à falta de investimento nas escolas.
As calçadas são inadequadas, há uma única ciclovia e a urbanização é baixa, com apenas 46,9% de zona urbana consolidada. O transporte coletivo é deficiente, obrigando os moradores a usar múltiplos ônibus e limitando a integração com a Baixada Fluminense.
São João de Meriti tem a maior taxa de roubos do Rio de Janeiro e um alto índice de homicídios de pessoas negras em operações policiais. Para enfrentar esses desafios, é crucial adotar o conceito de segurança cidadã.
A cidade, que possui apenas três Centros de Referência à Assistência Social e um Centro Especializado de Atendimento à Mulher, lida com o aumento da população em situação de rua e a falta de dados públicos sobre essas pessoas.