POR UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA
No dia 09 de maio, aconteceu na Academia Paulista de Letras a homenagem aos 60 anos de luta e trajetória política do deputado federal Ivan Valente.
Com o tema “Ivan Valente: uma história de lutas”, o encontro reuniu militantes, representantes dos movimentos sociais, da cultura e da política para celebrar uma trajetória marcada pela defesa da democracia, dos direitos sociais e pela resistência ao fascismo no Brasil.
A celebração contou com a presença da Equipe Africanidades. Estiveram presentes a coordenadora geral Profª Drª Ana Maria Dietrich, a coordenadora administrativa Nathália Vaccani e as bolsistas Nicol Camila, Izadora Cardozo e Maíze Fraga. Da parte de nossa coletiva, vieram ainda de Ãgohó Ákirê Pataxó (Tânia Magali) e Mestre Valdenor, ambos membros da Coletiva Africanidades.
O evento teve presença de inúmeros líderes políticos que fizeram a história do Brasil nas últimas décadas, como Juliano Medeiros, Deputado Estadual Eduardo Suplicy, Deputada Federal Luiza Erundina, que contribuíram para uma tarde de memória, reflexão e resistência. A parte musical foi brindada com a presença do músico Eduardo Gudin.
Na imagem estão a Coordenadora geral Profª Drª Ana Maria Dietrich, a coordenadora administrativa Nathália Vaccani, as bolsistas Izadora de jesus, Maíze Fraga e Nicol Camila, e do NEA Roberta Peres, Silvia Castiglioni, Ricardo Alvarez e Silvio Aliproti.
Coordenadora geral Profª Drª Ana Maria Dietrich, a coordenadora administrativa Nathália Vaccani
Mestre Valdenor; Deputado Federal Ivan Valente; Liderança Indígena de Santo André Tânia Pataxó; Coordenadora administrativa Nathália Vaccani e Coordenadora geral Ana Maria Dietrich.
Equipe do projto Africanidades, Bolsistas Maíze Fraga, Nicol Camila e Izadora de Jesus, juntas da Coordenadora administrativa Nathália Vaccani e Coordenadora geral Profª Drª Ana Maria Dietrich.
A Equipe Africanidades entregou a Ivan Valente um certificado de honra ao mérito, além de presentes simbólicos como uma boneca realizada pela Coletiva Negras Mundi, um mini berimbau e uma carta de agradecimento, simbolizando o carinho, o respeito e a admiração pela sua caminhada política e humana.
Mestre Valdenor dos Santos realizou a entrega do berimbau feita pela Casa do Berimbau, do Mestre Fubá, e emocionou o público com uma apresentação musical com o referido berimbau e voz, com a música Marinheiro só (música de domínio público), marcando a tarde com ancestralidade e resistência da cultura afro-brasileira. É presidente da Federação Paulista de Capoeira e fundador do grupo Nova Luanda, criado em 1974, e desenvolve trabalhos voltados à valorização da cultura afro-brasileira, da ancestralidade e das relações étnico-raciais por meio da capoeira.
Já Tânia Pataxó prestou uma homenagem destacando a importância da união entre os movimentos negros, indígenas e populares na construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Ao longo de seis décadas de atuação política, Ivan Valente construiu uma trajetória comprometida com as lutas populares, com a educação pública, com os direitos humanos e com a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Mais do que uma homenagem, o encontro foi também um momento de reafirmação da importância da organização popular e da resistência coletiva diante dos desafios do presente.
Viva a democracia.
Viva a luta do povo brasileiro.
Salve os 60 anos de trajetória política de Ivan Valente.
Bolsista do projeto de Extensão Circularidades Indígenas Nicol Camila.
Coordenadora Administrativa dos projetos, Africanidades, Circularidades Indígenas e Capoeira Ancestral, Nathália Vaccani.
Bolsista Laiany Louzado.
No dia 25 de abril de 2026, na Concha Acústica de Santo André aconteceu um encontro potente, simbólico e profundamente significativo: o primeiro encontro do Projeto Circularidades Indígenas da Universidade Federal do ABC.
A atividade reuniu as lideranças indígenas de Santo André, Ãgohó Ákirê Pataxó (Tânia Magali) e Elaine Pankará, o vereador Ricardo Alvarez, Rodrigo Pinto e Marcelo Aguirre, e, do Projeto Circularidades, estavam presentes a coordenadora administrativa Nathália Vaccani e as bolsistas Nicol Camila e Laiany Louzado. Todos em prol de uma construção coletiva. O momento marcou não apenas o início de uma agenda de ações, mas também a abertura de um espaço de diálogo, escuta e fortalecimento das culturas indígenas no território.
Durante o encontro, foi realizada uma roda de conversa sobre Identidade, História e Justiça, seguida de uma oficina de grafismo, no qual, mostrou-se a importância dos grafismos indígenas, proporcionando à comunidade presente uma vivência prática e sensível com essa importante forma de expressão cultural. Mais do que aprender técnicas, os participantes puderam compreender os significados, as histórias e as identidades que atravessam os grafismos, em um exercício de valorização dos saberes tradicionais.
O encontro reafirma a importância de iniciativas que promovem o intercâmbio de conhecimentos, o reconhecimento das lideranças indígenas e a construção de espaços educativos plurais, comprometidos com a diversidade e com a justiça social.
Seguimos fortalecendo caminhos coletivos, onde a universidade, os territórios e as comunidades caminham juntos.
Professora Elaine Pankará, Professora Tânia Ãgohó Ákirê Pataxó e o Vereador Ricardo Alvarez.
No dia 20/05, o Consórcio de Igualdade Racial realizou mais uma importante reunião de articulação e planejamento de ações voltadas à valorização das culturas negras e indígenas no ABC Paulista.
Durante o encontro, foram discutidos diversos eventos, homenagens e atividades culturais que acontecerão nos próximos meses, fortalecendo a luta antirracista, a memória, a cultura e a diversidade na região. Estiveram presentes na reunião, representando a UFABC e o projeto Africanidades, a coordenadora administrativa Nathália Vaccani e a bolsista Nicol Camila.
Um dos principais pontos debatidos foi o planejamento do III Seminário Regional de Monitoramento e Avaliação da Implementação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que aconteceu na UFABC; O seminário foi sendo organizado pelo Consórcio de Igualdade Racial em parceria com o projeto Africanidades.
Na construção e articulação do seminário que aconteceram nos dias 22 e 23 de Maio, a coordenadora do projeto Africanidades, Ana Maria Dietrich, representou a UFABC, fortalecendo o compromisso da universidade com uma educação antirracista e com a valorização das histórias e culturas afro-brasileiras e indígenas.
Na foto temos José Gomes, Amanda Pankararu, Graça Marques, Célia, Taynara Nunes, ìia Adriana Oluiaye, Mestre Pelé (João Moreira), Claudinei Alves, Iara Bento, Valdenito Carioca, Meire Silva, Leandro Rodriguez, Jacira Capela, Norma, Márcia Damaceno, Brend Heloise, Nathália Vaccani- Coordenadora Administrativa Africanidades, Nicol Camila- Bolsista Africanidades.
Na foto temos José Gomes, Amanda Pankararu, Graça Marques, Célia, Taynara Nunes, ìia Adriana Oluiaye, Mestre Pelé (João Moreira), Claudinei Alves, Iara Bento, Valdenito Carioca, Meire Silva, Leandro Rodriguez, Jacira Capela, Norma, Márcia Damaceno, Brend Heloise, Nathália Vaccani- Coordenadora Administrativa Africanidades, Nicol Camila- Bolsista Africanidades.
REUNIÃO DO PLANO REGIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL NO GRANDE ABC
No dia 06/05, o Africanidades esteve com as bolsistas Angra Nascimento, Izadora de Jesus, Maíze Fraga e Nicol Camila nas reuniões da Coordenadoria de Coordenadoria de Igualdade Racial do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para a construção do Plano Regional de Promoção da Igualdade Racial (2026-2036). Unimos forças para discutir diretrizes essenciais na Saúde, na Cultura e no Esporte, com foco no combate ao racismo institucional e na valorização das nossas raízes.
No âmbito da saúde, o encontro foi um passo estratégico para enfrentar as desigualdades raciais no acesso e no cuidado em nossa região. Discutimos diretrizes fundamentais para garantir que o SUS seja, cada vez mais, um espaço de acolhimento e combate ao racismo institucional. Paralelamente, na cultura e no esporte, surgiram propostas poderosas: desde o combate ao racismo institucional no esporte até a criação de um Ciclo de Cultura Intermunicipal e o fortalecimento do samba e do carnaval regional.
O objetivo é claro: garantir que a próxima década seja marcada por políticas públicas que acolham as especificidades da população negra e de grupos vulnerabilizados em nossa região.
Juntos, os sete municípios do ABC reafirmam o compromisso com políticas públicas que enxergam e respeitam nossa diversidade.
A Professora Doutora Ana Maria Dietrich, criadora do projeto Africanidades, foi reconhecida com o título de Doutora Honoris Causa pela PUBRACAMITO (Primeira Universidade Brasileira de Capoeira). A honraria não se limita a uma conquista individual: ela expressa uma trajetória construída com dedicação, compromisso social e profunda valorização da cultura afro-brasileira.
Ao longo de sua caminhada, Ana Maria Dietrich tem contribuído de forma significativa para afirmar a capoeira e outras expressões culturais negras como práticas de resistência, educação e transformação social. Seu trabalho evidencia a potência do diálogo entre saberes acadêmicos e tradicionais, fortalecendo iniciativas que colocam a ancestralidade no centro dos processos formativos.
A cerimônia também foi marcada pela homenagem a Ivamar Santos e Suane Brazão, mestres griôs do Africanidades, que igualmente receberam o título de Doutores Honoris Causa, esse reconhecimento amplia o sentido coletivo da conquista, destacando o papel fundamental da oralidade, da memória e dos saberes tradicionais na construção de práticas educativas comprometidas com a justiça social e a valorização das culturas afro-brasileiras.
Para o projeto, este momento se consolida como um marco importante, o reconhecimento fortalece sua presença nos territórios, amplia a visibilidade das pautas defendidas e reafirma a importância de uma atuação comprometida com a promoção da igualdade racial e a transformação social.
Mais do que celebrar, o Africanidades segue transformando esse reconhecimento em ação, aprofundando seu impacto junto às comunidades e renovando seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, plural e enraizada em seus saberes ancestrais. Trata-se, portanto, de uma conquista coletiva que pertence a todas e todos que constroem, diariamente, esse caminho.
INTEGRANTES DA COLETIVA AFRICANIDADES RECEBEM TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA PELA PUBRACAMITO
Mestre Griot Valdenor dos Santos
3ª Aula Show de Capoeira e Saberes Ancestrais no Céu São Rafael
No último sábado, dia 25 de abril, aconteceu no Céu São Rafael a 3ª aula show de Capoeira e Saberes Ancestrais organizada pelo Africanidades e PROEC UFABC com apoio da Secretaria de Cultura de São Paulo e a Confederação de Capoeira Desporto do Brasil, e com a presença do Mestre Valdenor e Ivonete Aparecida dos Santos (Mestra Preta).
A abertura ficou por conta da Prof. Dra. Silmar Leila dos Santos (UFABC/PUC-SP), que destacou a capoeira ancestral como um sistema completo que une corpo, música, espiritualidade e resistência cultural.
Na sequência, Mestra Preta (Ivonete Aparecida Santos) apresentou seu projeto Mulher na Roda Show, criado em 1995 para promover a união entre mulheres na capoeira, com duas danças afro e uma roda de capoeira.
O Mestre Valdenor dos Santos, Doutor em Humanidades pela USP, conduziu a aula principal, abordando a capoeira ancestral como memória viva da África no Brasil e filosofia de vida.
Participaram também Mestre Gladson (Federação Paulista de Capoeira), Mestre Punk (Camaradas Capoeira), Mestre Biba, Contramestre Anjo e professora Daiane, entre outros mestres da região de São Mateus.
Mestra Preta (Ivonete Aparecida dos Santos) junto de seus alunos
Celebramos a aprovação da banca de qualificação do mestrado de Cláudia Rezende, com o potente tema: “Não retorno: currículo, racismo ambiental e a urgência de outras pedagogias”.
A pesquisa mobiliza reflexões profundas sobre as intersecções entre educação, território e justiça socioambiental, evidenciando como o racismo ambiental atravessa práticas curriculares e impacta diretamente comunidades historicamente marginalizadas. Ao mesmo tempo, aponta para a urgência da construção de outras pedagogias, mais plurais, críticas e comprometidas com a transformação social.
A aprovação da banca representa um marco significativo na trajetória acadêmica da pesquisadora, reafirmando a relevância de investigações que tensionam estruturas hegemônicas e propõem novos horizontes para a educação.
Seguimos fortalecendo pesquisas engajadas com a equidade, a justiça e a construção de futuros possíveis.
Estivemos presentes em mais uma importante reunião do COMPIR- Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Santo André-SP, reafirmando nosso compromisso com a construção coletiva de políticas públicas e com o fortalecimento das pautas anti racistas em nosso território.
A participação nesses espaços é fundamental para garantir que nossas vozes, vivências e demandas sejam ouvidas e consideradas nos processos de decisão. É a partir desse diálogo contínuo que avançamos na promoção da equidade racial e no enfrentamento às desigualdades históricas que ainda marcam a nossa sociedade.
Seguimos firmes na ocupação desses espaços, entendendo que cada reunião, cada fala e cada articulação são passos importantes na construção de uma sociedade mais justa e comprometida com a igualdade racial.
O eco do berimbau anunciou as gravações do documentário Capoeira e Saberes Ancestrais.
Este projeto representa muito mais do que um simples registro em vídeo, ele é um mergulho profundo nas raízes que dão sustento à nossa identidade.
O foco central deste trabalho é preservar a memória dos capoeiristas da nossa região, documentando suas histórias de vida e a importância da capoeira como uma ferramenta essencial de enfrentamento ao racismo. Buscamos capturar a essência da nossa resistência, o brilho no olhar de cada mestre e a beleza de uma herança cultural que se renova a cada jogo, canto e palma.
Capoeira Ancestral em movimento!
Na foto temos as conselheiras do Africanidades- Claúdia Rezende à esquerda e Renata Ribeiro à direita.
Vivemos um momento de profundo significado para a trajetória da coletiva Africanidades: Nossa posse no COMPIR (Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial) de Santo André no dia 20 de Março de 2026. Mais do que um marco institucional, esse momento representa o reconhecimento de uma caminhada construída com compromisso, resistência e atuação contínua no fortalecimento das pautas antirracistas em nosso território. A presença do Africanidades no COMPIR carrega a força de educadores, produtores culturais, artistas e agentes sociais que atuam diariamente na valorização das culturas negras, na preservação da memória e na luta por direitos. Seguimos conscientes da responsabilidade que esse lugar exige. Nosso compromisso é contribuir de forma ética, coletiva e propositiva, fortalecendo o diálogo, ampliando perspectivas e construindo caminhos concretos de enfrentamento ao racismo estrutural, com foco na promoção da equidade.
Fomos representadas pelas integrantes e conselheiras do Africanidades Renata Ribeiro Francisco, Cláudia Aparecida Rezende e Nathália Vaccani, que estiveram presentes nesse importante momento, reafirmando o compromisso da coletiva com a luta por equidade racial e a participação ativa nos espaços de decisão.
Vice Coordenadora do Africanidades Nathália Vaccani, João Moreira (Mestre Pelé) Capoeirista e coordenador da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, e Izadora de Jesus bolsista de extensão Africanidades.
No dia 07/04/2026, no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, estivemos presentes em um acontecimento histórico, não apenas para a coletiva Africanidades, mas para todo o movimento negro que se constrói e resiste no ABC paulista, foi um dia marcado pela emoção, pela memória das lutas e pela esperança de transformação social.
A assinatura do Pacto Antirracista das sete cidades representa um marco político e social relevante, esse momento é fruto de anos de organização, resistência e articulação coletiva, conduzidos por movimentos sociais, lideranças negras e pela Coordenadoria de Igualdade Racial. Cada mobilização foi essencial para que hoje presenciamos esse avanço na luta por equidade racial.
Mais do que um documento, o pacto simboliza um compromisso público com o enfrentamento ao racismo estrutural e institucional que atravessa nossas cidades. Ele aponta para a urgência de políticas públicas efetivas, responsabilidade dos gestores e participação ativa da sociedade civil na construção de um território mais justo e digno para a população negra.
Estar presente foi reafirmar nosso lugar enquanto coletivo e sujeitos políticos, reconhecendo que nossos passos vêm de longe, guiados pela ancestralidade e pela responsabilidade com as próximas gerações, seguimos fortalecendo redes, ocupando espaços e construindo caminhos que rompam com as desigualdades. Que esse pacto seja um instrumento real de transformação no cotidiano das nossas cidades.
Hoje celebramos, mas também reafirmamos: a luta continua, e ela é coletiva.
Representando a coletiva Africanidades, estiveram presentes Izadora de Jesus e Nathália Vaccani.
No dia 23 de março, o projeto Africanidades esteve presente na segunda aula-show do projeto Capoeira e Saberes, realizada na EMEF Saturnino Pereira, configurando mais um momento de troca, aprendizado e fortalecimento das ações desenvolvidas junto à comunidade escolar.
A atividade, ministrada pelo Mestre Valdenor, proporcionou um espaço significativo de vivência, escuta e participação, reafirmando a capoeira como uma importante expressão da cultura afro-brasileira e como prática educativa comprometida com a construção coletiva de saberes.
Mais do que uma prática corporal, a capoeira evidenciou-se, mais uma vez, como instrumento de formação, pertencimento e valorização da ancestralidade, além de potencializar reflexões sobre identidade, cultura e resistência no contexto escolar.
No dia 19 de março, a bolsista Vitória Ribeiro representou o projeto Africanidades em um momento de grande relevância simbólica: a sessão solene do Conselho Universitário da Universidade Federal do ABC, realizada no CENFORPE, que concedeu, in memoriam, o título de Doutor Honoris Causa a José Mujica.
A cerimônia contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e de Lucía Topolansky, ex-guerrilheira tupamara e companheira de vida de Mujica, reforçando a relevância política e histórica do evento.
Mais do que uma homenagem, o encontro destacou valores fundamentais como a defesa da educação pública, o diálogo democrático e o compromisso com uma universidade popular e socialmente referenciada. Trata-se de um momento marcado pela memória e pelo reconhecimento de trajetórias que seguem inspirando lutas coletivas e projetos de transformação social.
No dia 19 de março, foi realizada, das 19h às 21h no CEU São Mateus, a 1ª aula-show do Projeto Capoeira e Saberes Ancestrais. A aula foi conduzida pelo Mestre Valdenor e contou com a participação do Projeto Africanidades.
A aula foi um encontro formativo e cultural voltado aos estudantes da Educavest e CEU São Mateus e, durante a atividade o Africanidades, em parceria com o Capoeira e Saberes Ancestrais, realizou o sorteio do livro “Narrativas negras” e de uma camiseta do projeto, incentivando ainda mais o contato dos estudantes com produções culturais e identitárias.
A aula abordou a capoeira como expressão de resistência, identidade e ancestralidade, destacando suas raízes históricas, seus significados culturais e sua importância na formação social brasileira. Além da parte teórica, os estudantes participaram de momentos práticos, vivenciando movimentos básicos, musicalidade, ritmo e interação em roda, proporcionando uma experiência completa de aprendizado e conexão com os saberes ancestrais.
Foi um momento de troca, vivência e valorização da cultura, aproximando os participantes da riqueza na capoeira e seus saberes.
O projeto Capoeira e Saberes Ancestrais foi contemplado pela 2ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Linguagem de Cultura Capoeira, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, fortalecendo iniciativas que valorizam a capoeira como patrimônio cultural e educativo.
No dia 18 de março de 2026 (quarta-feira) , foi realizada a reunião presencial da Coordenadoria Regional de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial, reunindo representantes e parceiros comprometidos com o fortalecimento de ações antirracistas no Grande ABC.
O encontro aconteceu na sede do Consórcio Intermunicipal (Santo André), e teve como pauta temas fundamentais para o avanço das políticas públicas na região, como: informes gerais, o fortalecimento do Conselho Regional, a construção do Plano Regional de Promoção da Igualdade Racial e a organização de ações na área da educação étnico-racial.
Também será um momento importante para a assinatura do Pacto das Cidades Antirracistas, reafirmando o compromisso coletivo com a promoção da equidade.
No dia 12 de março, o grupo de extensão Africanidades (UFABC) participou do Fórum “Qual mobilidade queremos ter?”, um espaço de encontro e escuta coletiva sobre mobilidade acadêmica e cultural entre o Brasil e a diáspora africana (Sexta Região), que ocorreu no Departamento de Geografia - USP Campus Butantã
O fórum foi organizado por Amanda Silva (que faz parte da coletiva Africanidades/Instituto Itéramãxe), Teresa Teles e Adriana Zabayomi, reunindo coletivos e instituições. E Representado pela pesquisadora Renata Ribeiro Francisco, o Africanidades apresentou sua trajetória, projetos e linhas de pesquisa, reafirmando o compromisso com a valorização de saberes negros, ancestrais, comunitários e acadêmicos.
O fórum reuniu coletivos, instituições e movimentos para refletir sobre os desafios e possibilidades de uma mobilidade mais justa, acessível, decolonial e horizontal.
Òye se afirma como um chamado à construção coletiva de caminhos que fortaleçam vínculos, reconheçam saberes e promovam justiça epistêmica e social.
Seguimos em espiral!
A Coletiva Africanidades conquista cadeira no Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial!
No atual processo de renovação do conselho, a coletiva Africanidades foi eleita para ocupar uma cadeira no COMPIR (Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial), representando a sociedade civil. Essa conquista reforça o compromisso da coletiva com a luta antirracista, com a valorização das matrizes africanas e com a construção de políticas públicas que promovam dignidade, justiça e equidade racial no município, a presença do Africanidades no conselho amplia a voz dos territórios, das culturas negras e das iniciativas comunitárias que atuam diariamente na promoção da igualdade racial.
No processo eleitoral para composição do conselho, que foi realizado no dia 07 de março de 2026, organizações da sociedade civil concorreram às cadeiras destinadas à representação social. A votação contou com a participação das entidades habilitadas e apresentou o seguinte resultado:
Unegro – 37 votos
Africanidades – 13 votos
ISAB – 7 votos
Nulos – 3 votos
A coletiva Africanidades foi representada pelas integrantes Nathália Vaccani dos Santos, e Izadora Cardozo de Jesus.
O Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) de Santo André é um importante espaço de participação social e construção de políticas públicas voltadas ao enfrentamento do racismo e à promoção da igualdade racial no município. Instituído pela Lei nº 10.216, de 14 de outubro de 2019, o conselho tem caráter consultivo e deliberativo, atuando na formulação, acompanhamento e avaliação de ações que garantam direitos e ampliem a cidadania da população negra, e de outros grupos étnico-raciais.
Seu funcionamento se dá de forma participativa, reunindo representantes da sociedade civil e do poder público, essa composição garante que as decisões e propostas debatidas no conselho reflitam tanto as demandas da comunidade quanto o diálogo com a gestão municipal, entre suas atribuições estão propor políticas públicas, acompanhar sua implementação, promover debates e organizar iniciativas que fortaleçam a luta contra o racismo estrutural e a intolerância racial.
Entre as atividades recentes do COMPIR estão a organização de conferências municipais, como a VI Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, e a articulação de ações e agendas importantes, esses espaços são fundamentais para ouvir a população, construir propostas e fortalecer as questões das políticas de igualdade racial.
No dia 27 de fevereiro, realizamos uma importante reunião com o Prof. Dr. Mestre Valdenor S. dos Santos, a Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos (UFABC – Campus Santo André) e Lucélia Amorim para dar continuidade ao projeto Capoeira, Discriminação e Preconceito.
O encontro teve como foco a seleção do acervo de fontes orais do documentário e o planejamento das próximas etapas para a produção do e-book sobre Mestres Capoeiristas.
O acervo reúne 60 entrevistas que trazem reflexões e experiências sobre capoeira, preconceito e discriminação. Como encaminhamento inicial, foi sugerida a seleção de 12 vozes do documentário para compor o e-book, que também contará com artigos científicos e registros fotográficos a serem produzidos nas próximas fases do projeto.
Na reunião também foi elaborado o cronograma das Aulas Show de Capoeira, fiquem de olho nas nossas redes sociais para futuras informações, mas já salvem o dia 26/03 na agenda!
A Capoeira é símbolo de resistência histórica e cultural.
Este projeto fortalece sua preservação, difusão e ancestralidade.
O nosso treinamento de transmissão de lives e edição de vídeo aconteceu no dia 26 de fevereiro, com muita troca, aprendizado e prática!
Durante o encontro, trabalhamos: Configuração de equipamentos e plataformas de streaming; Organização de cenário, iluminação e captação de áudio; Técnicas básicas de edição; Cortes, inserção de legendas, efeitos e finalização de vídeos.
Foi um momento potente de construção coletiva de conhecimento, fortalecendo a autonomia digital dos integrantes do africanidades. Seguimos ampliando ferramentas para que mais vozes ocupem os espaços virtuais com qualidade e identidade!
É com imensa alegria e o coração vibrando gratidão que compartilhamos um momento inesquecível para o nosso projeto, recentemente, tivemos a honra de receber em nosso treinamento, o Mestre Griô Tio Fio, uma referência viva de sabedoria, oralidade e preservação das nossas raízes. Mais do que uma visita, recebemos um verdadeiro presente para o nosso acervo e para a formação dos nossos, o Mestre nos doou o livro “ Versos à Flor da Pele", e duas bonecas Abayomi.
As Abayomis, carregam o simbolismo da resistência e do carinho que atravessou oceanos, receber esses símbolos das mãos de um Griô como o Tio Fio fortalece nossa missão de educar com identidade e orgulho, e com seu livro que carrega tanta sensibilidade e história, fortalece nossas ações de leitura e identidade, reforçando a importância de nos vermos representados em cada página. Agradecemos profundamente ao Tio Fio pela generosidade e por confiar ao Africanidades a missão de multiplicar esses saberes.
Como diz a tradição griô: "Quando um ancião morre, uma biblioteca se queima". Aqui, com essa doação, garantimos que a chama do conhecimento continue acesa e acessível a todos!
Assembleia de Constituição do Comitê Gestor de Mapeamento POTMA | Raízes Vivas 26/02/2026 (quinta-feira) Auditório Heleny Guariba – Prefeitura de Santo André 19h Foi realizada a Assembleia de Constituição do Comitê Gestor de Mapeamento do POTMA – Povos Tradicionais de Matrizes Africanas, com o objetivo de formar o comitê responsável por discutir, organizar e desenvolver as estratégias de mapeamento desse povo.
O comitê terá a função de elaborar ações, documentos, publicações e divulgar o mapeamento, que é fundamental para a comprovação documental da existência dos POTMA e para garantir acesso às políticas públicas. Durante a assembleia, Pai Eduardo destacou que os POTMA lutam para serem reconhecidos não apenas como religiosos, mas como detentores de culturas de matrizes africanas, abrangendo dança, vestimentas, alimentação, saberes e ancestralidade.
São provedores de cultura e precisam ser reconhecidos nos espaços culturais institucionais. O mapeamento funcionará como um censo, legitimando a presença e a atuação dos POTMA, fortalecendo a luta por políticas públicas, criação de espaços culturais específicos (em bibliotecas, museus e teatros) e enfrentando a invisibilidade, perseguição e hostilização histórica sofrida por esse povo.
Foi ressaltado que outras religiões já passaram por processos semelhantes com recursos públicos, enquanto os POTMA enfrentam entraves para esse reconhecimento, o que torna essa mobilização ainda mais necessária e urgente.
A UFABC, por meio do Africanidades, integrará o comitê junto aos representantes do POTMA, somando forças na construção. O Africanidades foi representado pela Professora Clarice Almeida.
No dia 19 de fevereiro, aconteceu a reunião da Coordenadoria Regional de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial, espaço fundamental de diálogo, articulação e encaminhamentos das pautas étnico-raciais em nosso território.
Na reunião, fizeram o chamamento para a mobilização na Prefeitura de Santo André pela condenação do assassino de Felipe Moraes, jovem artista negro, que acontece no dia 04/03 às 12h.
A presença do Africanidades na reunião foi fundamental para fortalecer o diálogo e reafirmar o compromisso com as pautas étnico-raciais em nosso território. Seguimos em movimento para construir reflexões, fortalecer encaminhamentos e reforçar a importância da articulação coletiva.
O Africanidades representa um espaço de valorização da cultura afro-brasileira, da ancestralidade e da construção de políticas voltadas à equidade racial.
Momentos como esse demonstram a importância da união entre coletivos, comissões e representações da sociedade civil para avançarmos de forma organizada, estratégica e comprometida com a transformação social.
O sexto e último encontro do curso Africanidades e Americanidades, realizado presencialmente no dia 6 de dezembro de 2025, marcou o encerramento da formação com o tema “Brincantes e cirandas”, celebrando os aprendizados construídos ao longo do percurso.
A aula foi conduzida pelo Prof. Paulo Inácio Coelho (Rede do Cuidado) e pela Profª. Esp. Maria Gildacy Araújo Lôbo Gomes (GPEDH), que proporcionaram aos participantes uma vivência pautada na ludicidade, na coletividade e na valorização das culturas populares. As atividades destacaram o brincar como prática cultural e educativa, reforçando seu papel na construção de vínculos, no desenvolvimento humano e na promoção de uma educação mais sensível e inclusiva.
Por meio das cirandas e das práticas brincantes, os participantes puderam experienciar o corpo em movimento, a musicalidade e a interação coletiva como formas de aprendizagem, retomando elementos fundamentais discutidos ao longo do curso, como ancestralidade, cultura e pertencimento.
A Aula 6 encerrou o percurso formativo de maneira significativa, reafirmando a importância de integrar saberes tradicionais, práticas culturais e experiências coletivas no contexto educacional. O encontro final celebrou não apenas o fim do curso, mas também os caminhos abertos para a construção de práticas pedagógicas mais humanas, diversas e comprometidas com a valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas.
O quinto encontro do curso Africanidades e Americanidades, realizado presencialmente no dia 8 de novembro de 2025, teve como tema “Currículos que pulsam: saberes vivos, corpos ativos e educação para autonomia”, propondo reflexões sobre práticas pedagógicas que valorizam o corpo, a cultura e a experiência como dimensões centrais do processo educativo.
Na etapa teórica, a Profª. Msa. Cláudia Rezende (Maracatu Bloco de Pedra) e a Profª. Esp. Maura Aparecida de Andrade Calheiros de Morais (GPEDH) discutiram a construção de currículos mais sensíveis e conectados com a realidade dos estudantes, destacando a importância de integrar saberes tradicionais, práticas culturais e vivências corporais ao cotidiano escolar. As falas evidenciaram a necessidade de superar modelos rígidos de ensino, promovendo uma educação que reconheça os sujeitos em sua integralidade e favoreça a autonomia.
Na parte prática, os participantes vivenciaram atividades com o Maracatu Bloco de Pedra, experimentando o corpo, o ritmo e a coletividade como formas de aprendizagem. A experiência possibilitou compreender, na prática, como manifestações culturais podem ser incorporadas ao currículo de maneira significativa, fortalecendo vínculos, identidade e pertencimento.
Como parte da programação, foi realizada uma homenagem ao Coletivo Mulher na Roda Show e ao Maracatu Bloco de Pedra, reconhecendo suas contribuições para a valorização da cultura popular e para a construção de práticas educativas comprometidas com a diversidade e a expressão cultural.
A Aula 5 destacou a potência de um currículo vivo, que pulsa a partir das experiências, dos corpos e dos saberes, reafirmando o papel da educação na formação de sujeitos críticos, autônomos e culturalmente conectados.
O quarto encontro do curso Africanidades e Americanidades, realizado presencialmente no dia 1 de novembro, teve como tema “Culturas e saberes dos povos tradicionais de matriz africana: desafiando o racismo religioso”, promovendo reflexões fundamentais sobre respeito, diversidade religiosa e valorização das tradições afro-brasileiras.
Na etapa teórica, a Iyáloriṣà Adriana t'Ọmọlú (Ilê Aṣẹ Omolu Ati Osun) e o Pai José Eduardo Ferreira da Silva (Ilê Asé Onã Idajó) compartilharam conhecimentos sobre as religiões de matriz africana, abordando seus fundamentos, práticas, valores e a importância de sua preservação. As discussões também trouxeram à tona o enfrentamento ao racismo religioso, destacando a necessidade de combater preconceitos historicamente enraizados e de promover uma educação baseada no respeito às diferentes manifestações de fé.
Na parte prática, a atividade foi conduzida pela Mãe Iya Andreza Tanimoto Gonçalo (Casa de Iemanjá), proporcionando aos participantes uma vivência significativa, aproximando-os dos saberes e das expressões culturais dessas tradições, de forma respeitosa e formativa.
Como parte da programação, foi realizada uma homenagem a importantes lideranças religiosas, reconhecendo suas trajetórias e contribuições para a preservação e fortalecimento das culturas de matriz africana. Foram homenageados Mãe Rosi de Ologunede, Mãe Esdra e Pai Osvaldo.
A Aula 4 foi marcada por momentos de aprendizado, respeito e valorização das tradições afro-brasileiras, reforçando a importância de uma educação comprometida com o combate ao racismo religioso e com a promoção da diversidade cultural e espiritual.
O terceiro encontro do curso Africanidades e Americanidades, realizado presencialmente no dia 18 de outubro de 2025, teve como tema “Na escuta dos povos originários”, promovendo um espaço de diálogo, escuta sensível e valorização dos saberes indígenas.
A aula contou com a participação das professoras Silvia Monice Muiramomi, Maura Pereira dos Santos dos Anjos e Maria Neide de Jesus, representantes do coletivo Nhandé Vae'eté ABC, que compartilharam conhecimentos, experiências e reflexões a partir de suas vivências e pertencimentos. O encontro possibilitou aos participantes compreender a importância de escutar os povos originários a partir de suas próprias vozes, reconhecendo seus saberes, suas culturas e suas formas de resistência ao longo da história.
As falas destacaram a necessidade de romper com visões estereotipadas e promover uma educação que respeite e valorize as identidades indígenas, contribuindo para a construção de práticas pedagógicas mais inclusivas e comprometidas com a diversidade cultural.
Como parte da programação, foi realizada uma homenagem ao Pajé Elias Samuel Auad, em reconhecimento à sua trajetória e à importância de sua atuação na preservação dos saberes ancestrais e da cultura indígena.
A Aula 3 foi marcada por momentos de escuta, aprendizado e reflexão, reforçando a importância de incluir as perspectivas dos povos originários nos processos educativos e de valorizar suas contribuições para a formação da sociedade brasileira.
Após a homenagem, realizamos uma doação de leite e alimentos à comunidade, como gesto de gratidão, fortalecendo os laços de respeito e reciprocidade construídos ao longo do encontro.
O momento foi um marco no percurso formativo do curso, reafirmando o compromisso com o diálogo entre saberes e com a valorização das culturas indígenas.
O segundo encontro do curso Africanidades e Americanidades, realizado de forma presencial no dia 11 de outubro de 2025, foi dedicado ao tema Contação de Histórias Afrocentradas, articulando momentos teóricos e práticos.
Na parte teórica, a Mestra Griô Benedita Lopes e a artista e escritora Alcidéa Miguel trouxeram importantes reflexões sobre a valorização da oralidade, da memória e das narrativas afrocentradas como instrumentos de preservação cultural e construção de identidade. As falas destacaram a relevância de reconhecer e fortalecer histórias que evidenciem protagonismos negros, contribuindo para uma educação mais representativa e alinhada às perspectivas das africanidades.
Na sequência, a etapa prática foi conduzida pela Profª. Esp. Julia Aparecida Souza de Oliveira (GPEDH) e pela Profª. Ms. Alexandra Alves Sobral (GPEDH), que apresentaram estratégias pedagógicas para o trabalho com a contação de histórias em contextos educativos. As atividades proporcionaram aos participantes vivências que demonstraram como a narrativa pode ser utilizada de forma sensível, criativa e intencional, favorecendo o engajamento dos estudantes e a valorização das culturas afro-brasileiras no cotidiano escolar.
A Aula 2 reforçou a importância da contação de histórias como prática educativa potente, capaz de articular conhecimento, cultura e identidade, contribuindo para a construção de uma educação comprometida com a diversidade e com o reconhecimento das heranças africanas.
O curso Africanidades e Americanidades teve início no sábado dia 04 de outubro de 2025, com uma programação especial que marcou o primeiro encontro da formação, reunindo educadores, pesquisadores e representantes da cultura popular em um momento de reflexão, celebração e valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas.
A abertura contou com a Mesa Inaugural, que reuniu importantes convidados para discutir temas relacionados à educação, cultura e direitos humanos. Participaram da mesa a Profª. Drª. Ana Maria Dietrich (UFABC), a Profª. Especialista Nathalia Vaccani, integrante do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos (GPEDH), a Profª. Msa. Cláudia Rezende, representante do Maracatu Bloco de Pedra e o Prof. Ms. Ricardo Alvarez (USP).
Durante o encontro, os convidados compartilharam reflexões sobre a importância de valorizar as culturas afro-brasileiras e ameríndias no contexto educacional, destacando o papel da escola na construção de uma sociedade mais justa e plural.
Ainda como parte da abertura, o público acompanhou a apresentação cultural “A Mudança do Rei”, conduzida por Alexandra Alves (GPEDH). A atividade trouxe elementos da cultura popular e da tradição oral, evidenciando a arte como importante ferramenta de aprendizagem, expressão cultural e fortalecimento da identidade.
Na sequência, foi realizada a Aula Magna “Mulheres das Africanidades e das Americanidades”, ministrada pela Profª. Drª. Vanice Alves (GPEDH), com mediação da Profª. Msa. Cláudia Rezende (GPEDH). A aula destacou o protagonismo das mulheres negras e ameríndias na preservação de saberes, na construção de memórias coletivas e nas diversas formas de resistência presentes na história. As reflexões apresentadas ressaltaram a relevância dessas mulheres para a cultura, a educação e os movimentos sociais, contribuindo para ampliar o olhar dos educadores sobre práticas pedagógicas comprometidas com a valorização da diversidade.
Foi realizada uma emocionante homenagem aos Mestres e Mestras Griô e ao Coletivo Ancestralidade Griô, reconhecendo a importância da tradição oral e da transmissão de saberes ancestrais. Foram homenageados Tio Fio, Rute Reis (Movimento Negro Unificado), Maestro João de Campos, João Carlos Araújo (Papai Noel Negro), Servílio de Oliveira e Valdenito (Carioca), personalidades que representam importantes referências na preservação e difusão da cultura afro-brasileira.
Este primeiro encontro do curso foi marcado por momentos de aprendizagem, partilha de saberes e valorização das ancestralidades. A programação inicial já demonstrou a riqueza das discussões e experiências propostas pela formação, e os próximos encontros prometem aprofundar ainda mais os debates e as práticas voltadas à educação étnico-racial e à valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas.
No dia 26 de julho de 2025 estive no Memorial da América Latina com as professoras Cláudia Rezende e Renata Ribeiro e a bolsista Irys Nascimento para a Conferência Estadual de Promoção de Igualdade Racial, das 9h30 às 19h, junto de 37 delegados do Consórcio Municipal do ABC. Pela manhã acompanhamos a apresentação das lideranças e representantes de diferentes etnias e religiões, assim como os das pessoas com deficiências e pessoas LGBTQ. As apresentações se estenderam conforme alguns dos presentes grupos notaram ausência de seus representantes, como por exemplo para os povos ciganos e pessoas com deficiências. Assim que foram apontadas lideranças para todas as comunidades presentes, começamos a palestra magna. Promovido pela Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), por meio da Coordenadoria de Políticas para a População Negra (CPPN), foram aprovadas 15 propostas que serão apresentadas na 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Social (CONAPIR) em setembro e 98 delegados paulistas foram eleitos para a participação no evento.
Reunião Extraordinária do COMPIR
No dia 26/08/2025, comparecemos a reunião extraordinária do COMPIR (Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial) que ocorreu de forma presencial, das 14h às 16h, no Prédio do executivo, da prefeitura de Santo André. A reunião teve como pauta: Informes e a Organização do Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra. Foram ajustados eventos que vão ocorrer durante todo o mês de novembro na cidade de Santo André, eventos como palestra sobre letramento racial, apresentação do calendário com as ações do COMPIR em novembro, atividade cultural, feira, intervenção cultural, dentre muitas outras ações.
Volta das Atividades do Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos
No dia 14/08, voltaram as atividades do Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, o encontro aconteceu online, das 19h30 às 21h30. Onde tivemos o Workshop Levantamento Bibliográfico, que foi ministrado pela Profª Rosemeire Vaz.
Foi um momento importante para a continuidade de projetos, compartilhamento de ideias e discussões.
#grupodepesquisa #UFABC #direitoshumanos #educação #workshop
Jubileu de Ouro da Federação Paulista de Capoeira
No último sábado, 26 de julho, o Africanidades esteve presente na comemoração do jubileu de ouro da Federação Paulista de Capoeira, realizado na Câmara Municipal de Santo André em parceria com o Mandato do Vereador Ricardo Alvarez.
No evento o Mestre Valdenor, presidente da Federação, homenageou pessoas e entidades envolvidas com a Federação ao longo desse anos e o Africanidades foi um dos homenageados pela parceria que estamos construindo nos últimos anos.
Agradecemos a FPC pela homenagem e pelas palavras ditas sobre o projeto e desejamos mais sucesso ainda pra Federação!
Africanidades na 5ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres do Grande ABC
No último sábado, 26 de julho de 2025, o projeto Africanidades esteve presente na 5ª Conferência Regional de Políticas Públicas para as Mulheres do Grande ABC, um espaço fundamental para a escuta, construção coletiva, fortalecimento e melhoria das políticas públicas voltadas a todas às mulheres em suas diferentes realidades e necessidades da região.
Participaram da conferência Pamella Galvani, doutoranda em Políticas Públicas, Alice Pessoa, bolsista do projeto, e Maria Gildacy Gomes, que conduziu uma roda de ciranda durante a programação, trazendo ao espaço o espírito coletivo, circular, sensível e inclusivo que o Africanidades promove em suas ações pedagógicas e culturais.
Além da participação cultural, o grupo contribuiu com os debates e formulações de propostas, que incluíram a criação de um sistema único integrado de combate à violência contra a mulher, com garantia de direitos, apoio psicológico, assistência jurídica e articulação entre secretarias. Outras pautas abordadas foram a legalização do aborto, a criação de creches noturnas, a ampliação dos centros de acolhimento e a necessidade de maior transparência e eficiência na gestão de políticas públicas na região, foi destacado também, a importância de um Observatório no Grande ABC, no que diz respeito ao acompanhamento e maior ação de prevenção às ameaças que recaem sobre os direitos e segurança das mulheres, e com destaque para as críticas ao funcionamento da Casa da Mulher e à atuação do Consórcio Intermunicipal.
Agradecemos ao companheiro Vereador Ricardo Alvarez pelo convite e por apoiar a presença do projeto nesse espaço tão potente. Seguimos firmes, em roda, construindo caminhos coletivos por justiça social, equidade de gênero e fortalecimento das vozes femininas nos territórios.
#Africanidades #ConferênciaDasMulheres #GrandeABC #PolíticasParaMulheres #PamellaGalvani #MariaGildacyGomes #AlicePessoa #CirandaFeminista #ParticipaçãoSocial #FeminismoNegro #UFABC #DireitosDasMulheres #MulheresEmMovimento #MulheresPlurais
Última Reunião da 5ª Conferência Regional de Políticas para Mulheres (23/07)
Participamos da última reunião presencial de coordenadoria regional de políticas para as mulheres, para pautar sobre os acertos finais da 5ª Conferência Regional de Políticas Públicas para Mulheres, que ocorrerá no sábado, dia 26/07, das 8h às 17h, no Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Conferência Regional de mulheres pelas mulheres. Por mais saúde e cuidado para as mulheres, pelo enfrentamento das diversas violências que as mulheres são submetidas, por mais participação e representação de mulheres na política, por igualdade salarial e para que todas as mulheres sejam ouvidas.
No dia 22 de julho comparecemos à palestra de Letramento Racial ministrada na OAB de Santo André por Rafaela Chain, Pricila Machado, Daiane Rosa e Pepe Silva. A mesa discutiu temas como adoção e racismo na família, maternidade solo negra e a autoestima da mulher negra.
Reunião da 5ª Conferência Regional de Políticas para Mulheres
No dia 16/07, participamos da reunião para definição e alinhamento da 5ª Conferência Regional de políticas públicas para mulheres e pelas mulheres. Conferência que acontecerá no sábado, dia 26/07, no Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Por mais igualdade salarial, participação e representatividade na política, por mais saúde, cuidado e pelo enfrentamento das diversas formas de violências contra as mulheres.
Participação em Reunião Aberta do NEA-UFABC – 14 de julho de 2025
No dia 14 de julho de 2025, das 18h30 às 22h30, a doutoranda Pamella Galvani participou, representando o projeto Africanidades, da Reunião Aberta do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica (NEA-UFABC), realizada no Auditório A-112-0, localizado no 1º andar do Bloco A, no Campus Santo André da Universidade Federal do ABC (UFABC).
O encontro foi promovido pelo NEA-UFABC, em parceria com a UFABC e a Articulação de Agroecologia do ABCDMRR, com o objetivo de fomentar a troca de saberes, fortalecer redes e apresentar as ações em desenvolvimento no território.
Durante a atividade, foi apresentada a proposta do projeto “Construção do Conhecimento Agroecológico no Grande ABC Paulista: Saberes, Movimentos e Práticas para a Transição Agroecológica no Cinturão Verde do Estado de SP”, bem como suas principais linhas de atuação, que envolvem o levantamento de ações, políticas e publicações em agroecologia na região; o mapeamento de hortas produtivas, escolares e terapêuticas; a realização de eventos de mobilização e formação; a difusão de temas agroecológicos; e a criação de espaços democráticos de diálogo entre sociedade civil, movimentos sociais e poder público.
Esta terça-feira (08/07), o Africanidades esteve presente no Consórcio Municipal do ABC em uma comissão preparatória para a Conferência Regional de Políticas para Mulheres, que será realizada no dia 26/07. Hoje foram eleitas as coordenadoras e relatoras para cada eixo temático, além das mediadoras, palestrantes e responsáveis pela leitura do Regimento.
No dia 8 de julho foi realizada uma última reunião da Conferência Regional de Promoção de Igualdade Racial (CREPIR) discutindo a repercussão do evento realizado em 31/05, com a presença das docentes Claudia Rezende e Renata Ribeiro assim como a bolsista Irys
No dia 3 de julho de 2025, o projeto Africanidades marcou presença na Mesa: Boas Práticas de Extensão em disciplinas extensionistas, parte da programação do X CONEXÃO – Congresso de Extensão e Cultura da UFABC. Durante o evento, foram apresentados dois importantes braços do projeto:
🌟 Africanidades por Elas – Apresentado pela pesquisadora e doutoranda Pamella Galvani Bulbov e pela bolsista Irys Nascimento, essa edição destacou ações voltadas à valorização das trajetórias de mulheres negras e indígenas na educação e na cultura.
✨ Capoeira no chão das universidades – Projeto apresentado pelo bolsista José Roberto Lima e pelo convidado mestre capoeirista César, reafirmando a capoeira como saber ancestral e prática pedagógica que conecta corpo, território e resistência
O encontro aconteceu no Campus São Bernardo do Campo, no Bloco Beta, Auditório 002, das 19h às 21h, e foi um espaço potente de troca e valorização das ações extensionistas e culturais da UFABC e de outras instituições.
Seguimos firmes, fazendo da extensão um instrumento de transformação e reconhecimento das múltiplas vozes e saberes que atravessam a universidade! ✊🏾📚
6ª Reunião do Grupo de Pesquisa em Educação e Direitos Humanos
Na última quinta-feira (26/06) a reunião do Grupo de Pesquisa contou com o workshop de Currículo Lattes, realizado pela Profª Drª Vanice Alves, tópico fundamental para os interessados em ingressar ou que já estão desenvolvendo seus projetos de Mestrado/Doutorado.
#EducaçãoAntirracista #PesquisaColetiva #Africanidades #DireitosHumanos #GrupoDePesquisa #MemóriasNegras #EducaçãoDecolonial
Aula presencial de capoeira
Na última quinta feira 26/06 rolou aula de capoeira ao ar livre com o Mestre Valdenor, realizando a primeira roda da turma e luta entre os alunos, estamos evoluindo ✊🏿💪🏿
Manifesto da Coletiva Africanidades solicitando a retirada da estátua parte da obra “Homenagem aos Bandeirantes” na entrada da cidade de Santana de Parnaíba (SP)
Nós, cidadãos e cidadãs brasileiros conscientes do papel da memória e da justiça social, nos manifestamos publicamente a favor da retirada da estátua citada, localizada na entrada da cidade de Santana de Parnaíba (SP), por entender que sua presença, forma e localização reforçam estereótipos racistas e desumanizantes contra o povo negro.
Tal monumento perpetra um lugar de exclusão da população negra na sociedade e naturaliza o comportamento escravocrata até hoje. No local, não há nenhuma legenda crítica que rejeite este simbolismo. O fato de estar na entrada da cidade, fortalece ainda mais esta imagem de dor e escravização associada à população negra.
Foto: Homem negro puxando a canoa dos fundadores da cidade de Santana de Parnaíba (SP). Foto Filipe Miller (2025).
Confira o manifesto completo no link: https://bit.ly/ManifestoBandeirantes
Assinam esse manifesto:
Coletivo Africanidades por elas
Acervo Cesar & Itapoan
A Corrente
Associação Culturaiz
Associação Cultural Afro-Brasileira Voz dos Tambores
Bloco Maracatu Bloco de Pedra
Capoeira Ancestral / UFABC
Cantadores de História
Casa do Berimbau
Centro Cultural Esperança Vermelha (CCEV)
Centro Raíz Popular
CEU Sapopemba
Coletivo e Grupo de Estudos Nós Somos
Coletivo Flores de Baobá
Coletivo Povo Guayana-Muiramomi de Caguassu
Coletivo Seara de Irmãos de Umbanda
Coletivo Vozes do Orum
Contemporâneos - Revista de Artes d Humanidades
Contemporartes - Revista de Difusão Cultural
Coordenadoria de Igualdade Racial / Consórcio Intermunicipal do ABC
Curso de História da UNIFESSPA
DRE Ipiranga
Editora Ajeum
Espaço Brincar
Federação Paulista de Capoeira
Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ CNPq/ UFABC
Grupo de Trabalho Estudo das Direitas ANPUH
Ile Ajé Afrocultural
Ilé Axé Eba Alaketo Xangô
Ilê Asè Ejo Omi
Instituto Itéramãxe
Instituto Wajeun
Isab
Laboratório Africanidades/ UFABC
Mandato do Deputado Estadual Renato Freitas (Paraná)
Mandato Vereador Ricardo Alvarez
MNU de Santana de Parnaíba
Negras Mundi
Nhande va'ete ABC - Movimento indígena Multiétnico do ABCDMRR
Podcast Papoeira
Núcleo Antirracismo Virgínia Bicudo - FESPSP
Núcleo de Direitos Humanos de Marília
Núcleo de Direitos Humanos de Salvador
Paineira Sapopemba Patrimônio Cultural
Perifatividade
Quilombo do Cururuquara
Roda da Paineira
Roda de samba Gameleira Branca
Secretaria de Políticas para Mulher e Igualdade Racial de Jandira
UNEGRO
Africanidades na VI CREPIR (31/05/2025)
📣 Participação ativa do Projeto Africanidades na VI Crepir ABC!
No último sábado (31), o Projeto Africanidades esteve presente e atuante na VI Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Grande ABC (Crepir-ABC), realizada na sede do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. O evento, marcado por debates profundos e propositivos sobre reparação histórica e justiça racial, também foi etapa preparatória para a 5ª Conapir, que acontecerá em setembro, em Brasília.
Nossa equipe teve uma participação ativa em diversas frentes da organização e execução da conferência. As bolsistas Irys Nascimento e Alice Pessoa atuaram no credenciamento, com destaque para Irys, que também foi relatora em um dos grupos do eixo Justiça Racial. A doutoranda Pamella Galvani e a mestranda Claudia Rezende, que já vinham contribuindo nas reuniões preparatórias ao longo dos últimos meses, também desempenharam papéis importantes no dia do evento: Pamella como relatora do eixo Justiça Racial, e Claudia como relatora do eixo Reparação, além de palestrante da conferência magna, onde apresentou uma análise potente sobre o entrelaçamento dos três eixos da conferência: Reparação, Justiça Racial e Democracia.
As bolsistas Roberta Morais e Giovanna Kobashigawa contribuíram com apoio logístico e institucional, assegurando o bom andamento das atividades. A professora dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto Africanidades, esteve presente ao lado da coordenadora pedagógica Nathalia Vaccani, ambas acompanhando e apoiando todo o processo da conferência.
Ao final do evento, a Dra. Renata Ribeiro, pesquisadora do Africanidades, e Claudia Rezende foram eleitas delegadas para representar a UFABC na etapa nacional da conferência, com Irys Nascimento eleita como suplente.
A VI Crepir-ABC mostrou mais uma vez a importância da mobilização social e acadêmica na formulação de políticas públicas comprometidas com a igualdade racial. Também foi um espaço de memória e homenagem à liderança ancestral Makota Sônia Sessilewa, inspiração para todas e todos nós.
📎 Confira a matéria publicada pelo Diário do Grande ABC:
https://www.dgabc.com.br/Noticia/4171034/conferencia-no-abc-prepara-conapir
📸 Créditos das fotos: Equipe Africanidades, Lois Gonçalves e Equipe do Consórcio ABC.
Seguimos juntas e juntos por reparação, justiça racial e democracia! ✊🏾
#ProjetoAfricanidades #CrepirABC #JustiçaRacial #ReparaçãoHistórica #UFABC #Conapir2025 #PromoçãoDaIgualdadeRacial
Estreia do documentário do Servilio
Por Cláudia Aparecida Cesar Rezende.
Data: 24 de maio de 2025. Horário: 17h. Local: Câmara Municipal de Santo André – Praça IV Centenário, 2, Centro
Organização: Mandato Ricardo Alvarez (PSOL), em conjunto com o Projeto Africanidades.
A participação no evento ampliou um pouco mais meu repertório sociocultural e histórico sobre personalidades negras brasileiras, com enfoque em narrativas de resistência, superação e protagonismo. A história de Servílio de Oliveira, primeiro medalhista olímpico do boxe brasileiro e morador de Santo André, configura-se como uma memória potente a ser valorizada nos espaços de educação. O evento se consistiu na exibição especial do documentário Servílio, produzido pela Murmur Filmes com incentivo da Lei Paulo Gustavo, com a presença e uma conversa com o protagonista. O filme retrata a trajetória do pugilista Servílio de Oliveira, desde suas origens humildes até sua conquista da medalha de bronze nas Olimpíadas de 1968, mesmo com apenas um mês de preparação. Antes da exibição, tive a oportunidade de circular pelo espaço da Câmara Municipal, observar uma exposição com quadros, luvas, medalhas e matérias jornalísticas sobre a vida de Servílio e interagir com figuras presentes, como o vereador Ricardo Alvarez, o mestre Valdenor e o próprio homenageado, Sr. Servílio, com quem dialoguei brevemente sobre sua trajetória e sobre o bairro Parque Peruche, local onde vivi minha infância, conhecido por sua tradição em formar pugilistas. Após a abertura oficial feita por Ricardo Alvarez, o documentário foi exibido, destacando com sensibilidade e desenvoltura a vida do atleta, sua formação ética, o trabalho operário na Pirelli, o companheirismo familiar e sua vivência no Chile durante o período da ditadura de Pinochet. Ao final da exibição, fui convidada pelo Maurício, acessor do Ricardo a realizar uma breve fala representando o Instituto Africanidades. Atendi ao seu pedido e levei junto a colega Renata, pois ela havia preparado algo e demonstrou desejo de participar neste momento. Abrimos este momento de fala dos apoiadores com a fala da Renata e em seguida agradeci pelo convite, expressei a honra em participar e destaquei a importância de divulgar histórias como a de Servílio nos espaços formais e não formais de educação. O evento foi encerrado com momentos de confraternização, registros fotográficos e uma conversa com Josmar, produtor e diretor de cinema interessado em dar continuidade à valorização de memórias semelhantes à de Servílio. A atividade foi extremamente significativa tanto do ponto de vista pessoal quanto formativo. A história de Servílio de Oliveira materializa valores como dignidade, persistência, orgulho da origem e resistência — todos fundamentais para uma educação comprometida com a justiça social. Sua narrativa nos permite refletir sobre o silenciamento das trajetórias negras na história oficial e sobre como o esporte, a cultura e a arte podem ser ferramentas de emancipação. Uma fala marcante dele foi a maneira grata com que se referiu à empresa onde trabalhou, a Pirelle. Em suas palavras: “A empresa era tão boa que nós funcionários a chamávamos de MÃERELLI” O evento também evidenciou a importância de políticas públicas de incentivo ao esporte e à cultura, como a Lei Paulo Gustavo, e do papel de mandatos políticos e coletivos comprometidos com a memória e a valorização da população negra brasileira como têm se apresentado o mandato de Ricardo Alvarez. A presença de educadores, militantes, esportistas e artistas no evento mostra como diferentes campos se entrelaçam na luta por justiça e reparação histórica. Assim, a participação neste evento ampliou meu entendimento sobre a relevância das narrativas de vida como instrumento pedagógico transformador. A trajetória de Servílio é um exemplo potente a ser inserido nos currículos escolares e nos debates formativos do mestrado, especialmente aqueles voltados à valorização da cultura afro-brasileira e à crítica ao racismo estrutural e, neste sentido tenho pensado muito sobre o protagonismo feminino. Como pesquisadora em formação, reitero o compromisso com a promoção de práticas educativas que honrem histórias como a de Servílio de Oliveira, conectando educação, memória, cultura e justiça.
Manifesto do Africanidades contra a tentativa de intervenções em escolas da rede municipal de São Paulo e a privatização da gestão de escolas municipais!
No último dia 23 de Maio, foi publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo o afastamento de 25 diretores de escolas de ensino fundamental da rede municipal. Identificamos que, de maneira totalmente arbitrária e contrária à gestão democrática de uma rede que tem em seu histórico o Educador Paulo Freire como secretário de educação, a administração do prefeito Ricardo Nunes intenta afastar gestores de escola que são concursados e chegou a realizar a designação de outros funcionários da rede, como uma espécie de INTERVENTORES da educação, alegando que tais escolas tiveram baixo rendimento em provas externas, realizadas recentemente. No entanto, diante de toda repercussão pública, a gestão de Ricardo Nunes apresentou uma proposta de diálogo com os gestores indicados ao afastamento, no dia 02 de Junho. Mas, novamente, de maneira nada democrática, o secretário de educação simplesmente se retirou da reunião após breve apresentação, ignorando o compromisso de diálogo que havia prometido.
#Não_a_privatização_da_gestão_de_escolas
Confiram o manifesto completo em: https://bit.ly/ManifestoProfessores25
Assinam esse manifesto:
Coletivo Africanidades por elas
Acervo Cesar & Itapoan
A Corrente
Associação Cultural Afro-Brasileira Voz dos Tambores
Bloco Maracatu Bloco de Pedra
Projeto Capoeira Ancestral
Cantadores de História
Casa do Berimbau
Centro Cultural Esperança Vermelha (CCEV)
Centro Raíz Popular
CEU Sapopemba
Coletivo Povo Guayana-Muiramomi de Caguassu
Coletivo Seara de Irmãos de Umbanda
Coletivo Vozes do Orum
Contemporâneos - Revista de Artes e Humanidades
Contemporartes - Revista de Difusão Cultural
Coordenadoria de Igualdade Racial / Consórcio Intermunicipal do ABC
Curso de História da UNIFESSPA
DRE Ipiranga
Espaço Brincar
Federação Paulista de Capoeira
Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ CNPq/ UFABC
Grupo de Trabalho Estudo das Direitas ANPUH
Ile Ajé Afrocultural
Ilé Axé Eba Alaketo Xangô
Ilê Asè Ejo Omi
Instituto Itéramãxe
Instituto Wajeun
Isab
Laboratório Africanidades/ UFABC
Mandato do Deputado Estadual Renato Freitas (Paraná)
Mandato Vereador Ricardo Alvarez / Santo André-SP
Negras Mundi
Podcast Papoeira
Nhande va'ete ABC - Movimento indígena Multiétnico do ABCDMRR
Núcleo de Direitos Humanos de Marília
Núcleo de Direitos Humanos de Salvador
Paineira Sapopemba Patrimônio Cultural
Perifatividade
Quilombo do Cururuquara
Roda de Samba Gameleira Branca
Secretaria de Políticas para Mulher e Igualdade Racial de Jandira
UNEGRO
Reunião Coordenadoria Grande ABC
Reunião Coordenadoria de Igualdade Racial
Em 13 de maio, ocorreu uma reunião importante da Coordenadoria de Igualdade Racial no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Estiveram presentes a doutoranda Pamella Galvani Bulbov, a mestranda Cláudia Rezende e a bolsista do Africanidades, Irys Nascimento. Na ocasião, foi amplamente discutida a inclusão das feiras de afroempreendedorismo na VI Conferência de Promoção da Igualdade Racial. Também, foi explicado que após os debates, apenas duas propostas por eixo serão selecionadas e levadas para apresentação durante o evento. Além disso, a coordenadoria está trabalhando no cronograma e contabilizando as inscrições, que já atingiram 76, com um limite de 100. Outro ponto debatido, foi a inclusão dos indígenas, que enfrentam dificuldades de se inscrever devido à falta de acesso à internet.
A reunião também abordou a participação da UFABC, com duas vagas para delegado da conferência, sendo uma para cada campus. O delegado de uma conferência tem o papel de debater e tomar decisões sobre a temática do evento. Sua função inclui compreender o assunto em pauta, acompanhar os avanços e identificar os desafios que o município precisa superar nos próximos dois anos para fortalecer a política de assistência social. É importante destacar que as atividades posteriores têm bastante peso e exigirão um estudo cuidadoso.
A reunião foi produtiva e demonstrou o compromisso da coordenadoria em trabalhar em conjunto com outras entidades para promover a igualdade racial. Parte superior do formulário.
VI CREPIR - Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Grande ABC!
O Projeto Africanidades esteve presente na VI Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Grande ABC!
Auditório Municipal Heleny Guariba – Santo André
10 de maio | 9h às 13h
Com muito orgulho, o projeto Africanidades esteve presente em uma causa tão importante! Estiveram representeando o projeto a doutoranda Pamella Galvani, a mestranda Cláudia Rezende (que participou ativamente no Eixo Reparação), o mestrando Davi Rosa Ramos (que participou do Eixo Democracia) e a bolsista do projeto Africanidades, Irys Nascimento (que esteve ativa no Eixo Justiça Racial)
A Conferência homenageou Sônia Maria de Souza Raimundo (Makota Sessilewa), uma gigante da luta negra e dos povos de terreiro, fundadora do "Negra Sim", exaltando a centralidade das mulheres negras na transformação social.
A VI Crepir ABC é um momento preparatório rumo à 5ª Conapir, que acontecerá em setembro, em Brasília, consolidando diretrizes e propostas para o fortalecimento das políticas de igualdade racial no Brasil.
Seguimos firmes, em rede, construindo caminhos de reparação, justiça racial e democracia!
Acesse a programação completa e saiba mais: https://web.santoandre.sp.gov.br/vi-conferencia-compir
5ª reunião do Grupo de Pesquisa em Educação e Direitos Humanos
Na quinta reunião do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos (UFABC/CNPq) no dia 08/05 iniciamos o encontro com a arguição do projeto "Práticas e no discurso das professoras e professores na aplicabilidade das leis 10.639/03 e 11.645/08" da pesquisadora Mariana Ferreira, que apresentou seu projeto de pesquisa de mestrado com comentários da Profª. Msª. Alexandra Alves.
Em seguida, a pesquisadora Rosemeire Oliveira Vaz compartilhou seu projeto de doutorado "O papel das escrevivências para (re)significar realidades e conduzir à transformação social ", com a Profª. Drª. Isabel Camargo realizando os comentários finais sobre o tema.
Projetos compartilhados:
Práticas e no discurso das professoras e professores na aplicabilidade das leis 10.639/03 e 11.645/08
Autora: Mariana Ferreira
Orientadora: Profª. Drª. Silmar Leila dos Santos
Arguidora: Renata Silene
O papel das escrevivências para (re)significar realidades e conduzir à transformação social
Autora: Rosemeire Oliveira Vaz
Arguidora: Profª. Drª. Isabel Camargo.
Reunião Coordenadoria de Igualdade Racial 22/04/25
Na reunião da Coordenadoria de Igualdade Racial, realizada no dia 22 de abril de 2025, nas instalações do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, estiveram presentes a doutoranda Pamella Galvani, a mestranda Claudia Rezende, além dos bolsistas do Projeto Africanidades: Irys Nascimento, Giovanna Kobashigawa, Roberta Moraes e Zakkay Brassan. A participação ativa desses representantes da UFABC reafirma o compromisso da universidade com as pautas de promoção da equidade racial no território do ABC paulista. Na ocasião, foi realizada a leitura e a discussão coletiva do texto-base referente a cada eixo temático que será apresentado na VI Conferência de Promoção da Igualdade Racial. O debate visou alinhar as propostas a serem levadas para o evento, garantindo consistência técnica e representatividade social nas contribuições formuladas. Outro ponto abordado durante a reunião foi a arte que ilustrará o convite oficial da conferência. A proposta inicial passou por reformulações, com a finalidade de dar maior destaque às cores e aos elementos visuais que dialogam diretamente com a identidade do consórcio, minimizando outras interferências estéticas e assegurando a valorização da diversidade racial e cultural presente na região. Foi também reiterado que a doutoranda Pamella Galvani e a mestranda Claudia Rezende serão responsáveis pela relatoria de dois dos três eixos que compõem a programação do evento: Justiça Racial e Reparação. Como encaminhamento, foi sugerido que a UFABC disponibilize outros discentes para apoio técnico, caso surjam novas demandas no decorrer da organização da conferência, ampliando assim a participação estudantil e fortalecendo o vínculo entre universidade e sociedade.
Visita Ricardo Alvarez e Juliano Medeiros
No dia 17/04/2025, o Africanidades recebeu a visita do Juliano Medeiros do Psol e do prof. Ricardo Alvarez para conversarmos sobre a parceria e os próximos passos do projeto!
Discutimos sobre a importância de se trabalhar com as infâncias o combate ao racismo estrutural, até a política de permanência de estudantes negros na universidade.
Na reunião estiveram presentes membros da equipe do projeto, entre elas, as novas bolsistas, discentes da UFABC que representam uma juventude engajada com a luta Antirracista.
Foi uma manhã muito produtiva junto de parceiros que tanto apoiam nossa caminhada!
Seguimos juntos! 💪🏾
Projeto Africanidades marca presença no Abril Indígena em Santo André
No dia 12 de abril, o Projeto Africanidades teve a honra de participar do evento Abril Indígena, realizado no plenário da Câmara dos Vereadores de Santo André. A iniciativa, promovida pelo vereador Ricardo Alvarez, reuniu representantes de diferentes comunidades e movimentos para celebrar e refletir sobre a luta, resistência e protagonismo dos povos originários no Brasil.
A presença do Projeto Africanidades no evento reforça o compromisso com a valorização das identidades negras e indígenas, reconhecendo a importância do diálogo entre essas duas raízes fundamentais da cultura brasileira.
4ª reunião do Grupo de Pesquisa
No dia 10/04, a quarta reunião do Grupo de Pesquisa, o encontro foi marcado por aprofundamentos teóricos, escutas atentas e muito acolhimento. Um dos momentos especiais foi a arguição da pesquisadora Cláudia Rezende, que apresentou seu projeto de pesquisa de mestrado com comentários da Profa. Ma. Rose Oliveira, contribuindo com uma escuta generosa e reflexiva. Foi um momento de reconhecimento mútuo e fortalecimento coletivo, em que as propostas ganharam novos olhares e impulsos.
Dando continuidade aos trabalhos de arguição, iniciamos a reunião com a conclusão da arguição do texto "Ponto de não retorno e a ciência como cultura: Reflexões necessárias para o ensino", de autoria de Cláudia Rezende, com arguição realizada pela Profª Rosemeire Vaz. Em seguida, prosseguimos com a arguição do texto "Saberes astronômicos das culturas indígenas brasileiras nos anos iniciais do ensino fundamental como instrumento de efetivação de uma educação intercultural voltada à cidadania", de autoria de Analy Mattos, com arguição conduzida pela Profª Renata Silva.
Projetos compartilhados:
Vinícius Corrêa Leite – Jogos afroetnomatemáticos
Lucélia Amorim Bezerra – Formação in loco de professores(as) com foco em práticas pedagógicas antirracistas
Carla Martins de Gois – Processos, metodologias, linguagens artísticas e contemporaneidade
Silvia Socorro Higa – Africanidades na Educação Básica I
Célia Aparecida Rodrigues Mariano Vargas – Corporeidade e suas manifestações no meio educacional
Isabel Camilo de Camargo – Relações étnico-raciais
Maria Gildacy Gomes – Mini-histórias: escutas, observações e reflexões de práticas antirracistas para a implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08
Paulo Vitor Gircys – Ancestralidade e pedagogia. Também propõe temas como identidade/pretitude, arte e educação, e educação antirracista
Emilly Silva Candido – Educação étnico-racial com enfoque na Educação Infantil
Aline Cristina Santos Barbosa – Educação em Direitos Humanos
Roberta Oliveira da Silva Gagliard – ERER, currículo e práticas
Seguimos construindo uma pesquisa viva, afetiva e comprometida com a transformação social.
Pesquisador do Grupo de Pesquisa defende qualificação sobre Etnomatemática
No dia 26 de março, foi realizada de maneira remota pelo Google Meet, a qualificação de mestrado de Allen Charles Nunes Oliveira Junior, no Programa de Pós Graduação de Ensino e História das Ciências da UFABC. Allen é pesquisador do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos, do Cnpq, linha de pesquisa, Africanidades, Mulheres e Educação antirracista nas infâncias. O título do trabalho foi, "ETNOMATEMÁTICA E JOGOS: ESTRATÉGIAS LÚDICAS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA COM BASE EM SABERES E PRÁTICAS CULTURAIS NO CURSO DE EXTENSÃO AFRICANIDADES/ UFABC"
RESUMO
Ao longo da história, a matemática emergiu como um saber conectado às necessidades práticas das sociedades humanas, envolvendo cálculos, medições e organização espacial desde as primeiras civilizações, com contribuições de povos africanos, indígenas, asiáticos e árabes sendo cruciais para a construção do conhecimento matemático. No entanto, com a consolidação de uma perspectiva eurocêntrica, a matemática foi moldada como uma ciência hegemônica que promoveu um epistemicídio ao silenciar e marginalizar os saberes de outras culturas, servindo como ferramenta para reforçar dinâmicas de poder colonial, exclusão e desconsiderando a diversidade das produções científicas globais. No Brasil, isso se manifesta em um currículo educacional que frequentemente negligencia epistemologias não hegemônicas, perpetuando desigualdades e invisibilizando contribuições de outras culturas. Neste cenário, esta pesquisa busca enfrentar essas bases excludentes ao promover epistemologias que reconheçam, dialoguem e integrem saberes diversos, contribuindo para a superação de discriminações. O estudo propõe investigar como o ensino e a produção do conhecimento Etnomatemático pode atuar como instrumentos de desconstrução de práticas discriminatórias no campo educacional, com especial atenção ao curso de Extensão Africanidades/ UFABC, explorando o potencial transformador da Etnomatemática na construção de uma abordagem inclusiva, crítica e antirracista para o ensino da matemática.
Palavras-chave: Etnomatemática, Epistemologia, Ensino, Currículo, Educação antirracista.
Orientadora: Profa. Dra. Ana Maria Dietrich
Banca examinadora:
• Profa. Dra. Renata Ribeiro Francisco
• Profa. Dra. Virginia Cardia Cardoso
Assista à gravação da qualificação:
Parabéns, Allen, por essa etapa tão significativa! Que sua pesquisa siga inspirando novas práticas e reflexões!
Eugenia é tema de qualificação de Mestrado
No dia 28 de março, ocorreu a qualificação de mestrado de Davi da Rosa Ramos, no Programa de Pós-Graduação em Ensino e História das Ciências e Matemática da Universidade Federal do ABC. Com o trabalho intitulado: "O ensino da eugenia nos livros didáticos durante o Estado Novo (1937/1945) ".
Este estudo tem por objetivo principal analisar as representações de eugenia nos livros didáticos na condução e reprodução do conhecimento científico durante o período do Estado Novo (1937-1945). A pesquisa se concentra em identificar as ideias das teorias eugênicas no conteúdo de livros didáticos de Ensino Fundamental II e Ensino Médio das disciplinas de ciências humanas e biológicas. Estas representações podem estabelecer conexões importantes com o projeto político Estado novista que dentre outros aspectos, perpassa por formas subjetivas de controle sobre o conhecimento científico.
Orientadora: Profa. Dra. Ana Maria Dietrich
Banca examinadora: Dra. Maria Pacheco e Dra. Silmar Leila
Assista à gravação da qualificação:
Parabéns, Davi, por essa importante etapa! Seguimos acompanhando com admiração o percurso da sua pesquisa!
3ª reunião do Grupo de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos
A terceira reunião do Grupo de Pesquisa, aconteceu em 27 de março de 2025 e contou com a exibição do documentário do projeto Africanidades. promovendo uma rica troca de experiências entre os participantes. Cada discente compartilhou seu projeto em andamento, possibilitando reflexões conjuntas e sugestões para o aprimoramento das propostas. Listagem dos projetos dos integrantes do grupo que serão apresentados ao longo dos encontros:
📌 Vinícius Corrêa Leite – Jogos afroetnomatemáticos
📌 Lucélia Amorim Bezerra – Formação in loco de professores(as) com foco em práticas pedagógicas antirracistas
📌 Carla Martins de Gois – Processos, metodologias, linguagens artísticas e contemporaneidade
📌 Silvia Socorro Higa – Africanidades na Educação Básica I
📌 Célia Aparecida Rodrigues Mariano Vargas – Corporeidade e suas manifestações no meio educacional
📌 Isabel Camilo de Camargo – Relações étnico-raciais
📌 Maria Gildacy Gomes – Mini-histórias: escutas, observações e reflexões de práticas antirracistas para a implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08
📌 Paulo Vitor Gircys – Ancestralidade e pedagogia. Também propõe temas como identidade/pretitude, arte e educação, e educação antirracista
📌 Emilly Silva Candido – Educação étnico-racial com enfoque na Educação Infantil
📌 Aline Cristina Santos Barbosa – Educação em Direitos Humanos
📌 Roberta Oliveira da Silva Gagliard – ERER, currículo e práticas Seguimos juntes, fortalecendo saberes e práticas que transformam! 💫🖤
Reunião no Consórcio Intermunicipal Grande ABC
Na última reunião, finalizamos a redação do regimento que embasa a VI Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial. Estavam presentes, representando o projeto Africanidades, a doutoranda Pamella Galvani Bulbov e a mestranda Claudia Rezende. Na ocasião, ambas foram indicadas como relatoras de dois eixos temáticos da Conferência, acompanhando a Secretária Márcia Damaceno e a Ialorixá Maria Emília.
O Africanidades, que vem colaborando ativamente nos preparativos da Conferência, recebeu o convite especial para realizar a abertura do evento com a Palestra Magna. Para nós, é uma grande honra!
As próximas reuniões já colocarão em prática as decisões estabelecidas no regimento, deixando tudo pronto para a Conferência, que será realizada no dia 31 de maio de 2025, no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.
Lançamento do Livro de Alcidea
Nossa querida Alcidea Miguel, colaboradora do Africanidades, lançará seu livro "O que há em mim". O evento ocorrerá em 11 de abril, no Consórcio Intermunicipal do ABC que fica na Av. Ramiro Colleoni 5, Santo André, SP, às 18h. Não percam!
Secretaria de Educação de Santo André
Nesta quinta feira 27/03/2025, a coordenadora pedagógica Nathalia Vaccani, a Doutoranda Pamella Galvani e a bolsista do Africanidades Roberta Morais, estiveram na Secretaria de Educação de Santo André para uma reunião que definirá algumas prerrogativas do projeto Africanidades.
Femenagem a Sonia Makota
Sônia Maria de Souza Raimundo, conhecida como Makota Sessilewa, foi uma importante liderança do movimento negro e das religiões de matriz africana no Brasil. Fundadora do Movimento das Mulheres Negras de Santo André (Negra Sim), atuou pela valorização das culturas afro-brasileiras, contra o racismo e a intolerância religiosa. Após seu falecimento em janeiro de 2025, nós do Africanidades por elas fomos até sua femenagem em reconhecimento ao seu legado e contribuição à luta por igualdade e justiça social.
Reunião da Coordenadoria de Igualdade Racial no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC
Na tarde de 25/03/2025, a coordenadora administrativa do Projeto de Extensão Nathalia Vaccani, a doutoranda e editora assistente da ContemporARTES Pamella Galvani e a docente e pesquisadora do Africanidades Profa Dra Renata Ribeiro estiveram presentes no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para participar da reunião da Coordenadoria de Igualdade Racial. Na ocasião, Nathalia e Renata fizeram uma breve explanação sobre o projeto de Extensão Africanidades aos presentes. Na sequência, os integrantes da mesa de reunião trabalharam conjuntamente nos ajustes do Regimento Interno da VI - Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Grande ABC - CREPIR. Mestre Pelé, anfitrião e coordenador da Coordenadoria, aproveitou a ocasião para agradecer o recebimento da placa que recebeu do projeto Africanidades em nome do Consórcio.
Lançamento do Livro l Antologia Poética AJEUM
No dia 22/03/2025, as docentes do Africanidades Claudia Rezende, Julia Oliveira e Vanice Alves, estiveram presentes no lançamento do livro l Antologia Poética AJEUM, evento sob a organizado pela professora Rosemary Oliveira Vaz. De acordo com a professora Alexandra, a palavra ajeum vem da língua ioruba e é uma contração das palavras "awa" (nós) e "jeun" ou "jé" (comer).
Reunião para inclusão da Capoeira como parte das atividades culturais da UFABC
No dia 19 de março de 2025, o Africanidades participou de uma reunião importante voltada à inclusão da capoeira como parte das atividades culturais e acadêmicas da Universidade Federal do ABC (UFABC)
Consórcio Intermunicipal do ABC – 18 de Março de 2025
No dia 18 de março de 2025, foi realizada a reunião da Coordenadoria de Igualdade Racial no Consórcio Intermunicipal do ABC, com a presença de representantes municipais e especialistas na área.
Um dos principais temas debatidos foi a mudança da nomenclatura dos Grupos de Trabalho (GTs) para Coordenadorias Regionais de Políticas Públicas, seguidas pelo nome do eixo temático correspondente. Essa alteração tem como objetivo fortalecer as políticas públicas e facilitar a captação de recursos, seguindo um modelo já adotado por outros setores.
Durante o encontro, foi ressaltada a importância de ampliar a participação da sociedade civil nas reuniões, reforçando que essa inclusão pode fortalecer as discussões e tornar as políticas mais efetivas. Também foi mencionada a possibilidade do retorno de um município ao consórcio, o que pode ampliar as articulações intermunicipais na área da igualdade racial.
Por fim, ficou definido que a Conferência Municipal seguirá os eixos estabelecidos e será realizada no dia 31 de maio de 2025. Já a Conferência Regional, que abrange municípios da região metropolitana, foi agendada para o mesmo dia, das 8h às 13h, consolidando os esforços de articulação intermunicipal na luta pela igualdade racial.
2º encontro do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos
No dia 13/03/25, realizamos 2º encontro do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos, foi marcado por muita produtividade, trocas significativas e o início das orientações com os(as) professores(as) orientadores(as)! Foi um momento potente de escuta, partilha e fortalecimento das propostas de pesquisa, com contribuições fundamentais de docentes com diferentes trajetórias e vivências acadêmicas.
Conheça nossos(as) orientadores(as):
Prof. Dr. Alfredo Oscar Salum – Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP), mestre em Filosofia e licenciado em Ciências Sociais. Com experiência na docência e na pesquisa, atua na interface entre educação, política e direitos humanos, com ênfase em juventudes, políticas públicas e participação cidadã.
Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos – Doutora e mestre em Educação pela PUC-SP. Atua na formação de professores e nas discussões sobre práticas pedagógicas voltadas à justiça social, diversidade e direitos humanos.
Profa. Dra. Cecília de Oliveira Prado – Doutora em Ensino e História das Ciências e da Matemática (UFABC), mestre em Educação (PUC-SP), pedagoga e especialista em Gestão Educacional (FAFE/USP). Tem experiência em formação docente e currículo, com foco em ensino de ciências, história da educação e políticas públicas educacionais.
Profa. Dra. Irene Franciscato – Doutora e mestre em Psicologia da Educação (PUC-SP), graduada em Psicologia e Pedagogia. Atua na interface entre subjetividade, desenvolvimento humano e práticas educativas inclusivas, com trajetória na educação básica e superior.
Profª Rosemeire Vaz – Doutoranda em Literatura (PUC-SP), mestre em Psicologia da Educação (PUC-SP), licenciada em Letras e Pedagogia. Atua há mais de 20 anos na educação como diretora, consultora, escritora, editora e formadora. É idealizadora do espaço formativo Rancho Oliveira Vaz, diretora da Editora Ajeum e da ONG Culturaiz. Desenvolve projetos em Educação das Relações Étnico-Raciais, formação docente, produção cultural e comunicação.
Com tantas vozes potentes juntas, o grupo fortalece seu compromisso com uma pesquisa viva, coletiva e comprometida com a transformação social.
RACISMO RELIGIOSO: DECOLONIZANDO CURRÍCULOS E SABERES
Ontem, 25 de fevereiro de 2025, nossa querida Cecília de Oliveira Prado defendeu sua Tese de Doutorado com excelência. Intitulada "RACISMO RELIGIOSO: DECOLONIZANDO CURRÍCULOS E SABERES", a pesquisa, sob orientação da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich, investiga o papel da universidade e a epistemologia por ela desenvolvida no combate às discriminações, especialmente no âmbito religioso, a partir de uma perspectiva decolonial.
Parabenizamos a agora Doutora Cecília de Oliveira Prado por essa importante contribuição acadêmica e pelo compromisso em ampliar os horizontes do conhecimento crítico e emancipatório!
Professores Doutores da Banca:
Leonardo Stiel - UFABC
Ana Lucia Borges - Instituto Phorte de Educação e Tecnologia
Irene Franciscato - doutora em Psicologia da Educação
Adriana Serafim de Oliveira - doutora em Educação pela UNESP e bacharel em Direito
Orientadora: Ana Maria Dietrich - UFABC
Primeiro encontro do ano do grupo de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos.
No dia 20 de fevereiro de 2025, realizamos o primeiro encontro do ano do grupo de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos. Sob a coordenação da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e a vice-liderança da Profa. Dra. Silmar Leila, foi um dia de grandes emoções e união de sonhos. A reunião contou com a presença de cerca de 50 pessoas, todas unidas pelo mesmo objetivo: promover a ciência através de diversos projetos, cada um com sua importância dentro da sociedade, seja na cultura, na arte ou em outras áreas.
Entre os presentes estavam os orientadores e orientadoras: Alfredo Salun, Silmar Leila, Irene Franciscato, Rosemeire Oliveira, Vanice Alves e a Profa. Cecília, que foi representada pela Profa. Ana Maria.
AULA DE ENCERRAMENTO DO AFRICANIDADES POR ELAS 2024
Na última aula do projeto Africanidades Por Elas (14/12/2024), tivemos a honra de aprender com duas potências que trouxeram reflexões profundas sobre nossa identidade e educação!
Paulo Inácio nos guiou por um mergulho na identidade cultural, ressaltando a diversidade que nos une enquanto povo e a importância de conhecermos nossas raízes. Afinal, quem somos e como nos enxergamos são passos fundamentais para construir um futuro coletivo justo e equitativo.
Já Maria Gildacy trouxe toda a sua sensibilidade para falar sobre a educação infantil, destacando o poder das cirandas e das brincadeiras como ferramentas para ensinar com afeto e significado. As crianças aprendem não só a falar, mas a se conectar com o mundo através da linguagem, do ritmo e da coletividade.
Tivemos também a oportunidade de vivenciar a magia das cirandas, com as saias coloridas rodopiando em harmonia com os sons dos tambores e das palmas. Cada movimento carregava histórias ancestrais, enquanto os cantos ecoavam alegria e resistência.
As rodas, unindo mãos e corações, nos lembraram da força do coletivo e da importância de ensinar nossas crianças através da dança, da música e da ludicidade.
Foi uma manhã de aprendizado, conexão e muita troca! Esse encontro mostrou que a educação e a cultura caminham juntas para transformar vidas.
Papoeira - Ep. 7 - Capoeira contra o Racismo e o Machismo (Msa. Márcia Bispo)
Marcia de Lima Bispo (Apelido Índia)
Mulher Negra com ancestralidade indígena, periférica de São Paulo, filha de nordestinos, mãe de Lucas e Miguel, filha do PROUNI e da escola pública, Pedagoga, com especializações na área da educação, atua na educação há 21 anos. Hoje Diretora de escola na rede pública municipal de SP na Brasilândia.
Graduada em Capoeira, apelido Índia, do Mestre Eduardo Negão, grupo Cadência Brasil Capoeira de SP, zona oeste de SP.
Participa da Gestão do Coletivo Mulheres da Garoa SP.
Estou há 13 anos na Capoeira atuando nas áreas da educação como formadora de cultura indígena e cultura afro brasileira desde 2014 pela Secretaria Municipal de Educação de SP.
Estive em várias cidades e Estados do Brasil com a Capoeira e ainda na Inglaterra e Alemanha em 2018.
Professora e arbitra de Xadrez e de Jogo da Onça, formadora de professores e 6 vezes campeã das Professoras de Xadrez de SP.
Coautora de livro com a SME de SP.
Natal Solidário - 07/12/2024
Evento realizado anualmente, teve início a quase 15 anos atrás com a iniciativa da banda Panico X, no ano de 2019 o contramestre Japa vocalista da banda fundou seu grupo de capoeira e juntamente o Centro de Cultura Raiz Popular no bairro Santa Terezinha em Santo André. o intuito do evento é unica e exclusivamente a arrecadação de brinquedos novos e usados (em bom estado), que na sequencia, antes do natal serão distribuidos para crianças carentes.
Edição 2024, será realizado em parceria com o coletivo Casa Griô e o grupo do curso Africanidades por elas da UFABC.
Vai rolar roda de capoeira, samba de roda (Bahia), Grafitti, Exposição e Atrações musicais
Africanidades Por Elas - Educação Antirracista e Jogos Cooperativos (07/12)
Professora: Profª Ms. Lisandra Cortes Pingo (Federação Paulista de Capoeira)
A professora Lisandra trará reflexões práticas sobre como os jogos cooperativos podem ser ferramentas transformadoras em uma educação antirracista.
Professora: Profª Ms. Priscila Aparecida Santos de Oliveira (GPEDH)
Com a professora Priscila, discutiremos práticas pedagógicas que promovem inclusão e equidade, fundamentais para uma educação antirracista.
Diálogos e Vivências com o universo autista: por uma sociedade e uma escola mais acolhedora
No dia 4 de dezembro de 2024, às 17h, o Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC (CNPq) transmitiu, em seu canal no YouTube, a videoconferência "Diálogos e Vivências com o universo autista: por uma sociedade e uma escola mais acolhedora". A atividade integrou a programação da 4ª Semana de Direitos Humanos de Guarulhos, cujo tema deste ano foi "Pessoas com Deficiência: Anticapacitismo, inclusão e acessibilidade", evento realizado pela Secretaria de Direitos Humanos.
A videoconferência contou com a presença das palestrantes Profa. Ma. Célia Gaião, mestre em Educação Especial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e professora da sala de recursos multifuncional na Rede Municipal de Educação de São Paulo, e Profa. Ma. Maria Isabel de Abreu, pós-graduada em Psicopedagogia, LIBRAS e Educação de Surdos, Educação Inclusiva, além de coordenadora do Curso de Educação Especial da UNIMES. A mediação foi conduzida pela Profa. Dra. Silmar Leila, vice-líder do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC, membro titular do Comitê Nacional de Educação e Cultura em Direitos Humanos (CNECDH 2024-2025) e docente na Rede Municipal de São Paulo.
A transmissão ocorreu pelo canal do YouTube do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos, e os participantes que acompanharam a atividade puderam receber certificados.
A programação completa da 4ª Semana de Direitos Humanos de Guarulhos esteve disponível no portal da Secretaria de Direitos Humanos: Link para o evento: https://youtube.com/live/CQZP715sjl4.
Africanidades por Elas: As vozes indígenas e negras e a contação de histórias
A Equipe Africanidades, junto aos alunos, participou de uma manhã de diálogo e prática sobre as vozes indígenas e negras, conduzida pelas professoras Julia Aparecida Souza de Oliveira e Tânia Magalí. Ao final, compartilhamos experiências e guardamos esses momentos em fotos.
Reinstalação do Comitê Nacional de Educação e Cultura em Direitos Humanos (CNECDH)
Ontem, dia 28/11/2024, ocorreu a reinstalação do Comitê Nacional de Educação e Cultura em Direitos Humanos (CNECDH), com a presença da Ministra Macaé Evaristo.
Registranos e divulgamos este momento com muita alegria, pois este Comitê tem como representante dos docentes da Educação Básica de todo país, a vice-líder de nosso Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos - GPEDH, Profa. Dra. Silmar Leila dos Santos e Profa. Colaboradora do Projeto Africanidades por elas!
1° Seminário de Educação ÁFRICA EM NÓS: Resgatando Origens
Em 28 de novembro de 2024 ocorreu o 1° Seminário de Educação ÁFRICA EM NÓS: Resgatando Origens, no Núcleo de Educação do CEU Inácio Monteiro. O evento é uma parceria do Coletivo Africanidades da UFABC, com o Núcleo de Educação Étnico-racial da DRE Guaianases e com a Revista Primeira Evolução. Estiveram presentes, as educadoras do Africanidades por elas Julia Oliveira e Alexandra Alves, que compuseram a mesa junto a outras potências da Educação voltadas às questões Étnico-raciais e Educação Antirracista.
Lançamento do Fórum Regional de Igualdade Racial do Grande ABC
Em 26 de novembro de 2024, aconteceu no Consórcio Intermunicipal o lançamento do Fórum Regional de Igualdade Racial do Grande ABC, com o objetivo de fortalecer a recém renomeada Coordenadoria Regional de Igualdade Racial do Grande ABC. A iniciativa busca consolidar as políticas regionais e retomar ações importantes realizadas desde sua criação, em 2009, agora com maior envolvimento da comunidade.
O Fórum promoveu um espaço de interlocução e união com outros grupos, reforçando a importância da mobilização política na região.
Além disso, a deputada Carolina Iara abordou o caso de Pai Daniel e Mãe Isabela, vítimas de intolerância religiosa, reafirmando seu compromisso com ações concretas para combater a discriminação e promover justiça.
Esteve presente também a doutoranda e pesquisadora do Africanidades Pamella Galvani Bulbov.
A luta pela igualdade racial no ABC segue firme, agregando forças para transformar realidades!
Africanidades por Elas - Aula de Capoeira
Para fechar as atividades do dia 23/11, a capoeira ganhou vida em uma aula prática cheia de energia e ritmo! Sob a orientação do Mestre Valdenor dos Santos e ao som do berimbau, aprendemos movimentos e vivenciamos a magia da roda de capoeira.
Um encerramento inesquecível para um dia de celebração e aprendizado da cultura afro-brasileira. Quem mais sentiu o axé da roda?
Homenagem a Federação Paulista de Capoeira
No dia 23/11, tivemos a honra de homenagear a Federação Paulista de Capoeira, representada pelo ilustre Mestre Valdenor dos Santos. Esse momento foi dedicado a reconhecer a importância da capoeira como símbolo de luta, cultura e resistência, celebrando seu impacto transformador na sociedade.
Axé, Mestre Valdenor, por preservar e promover essa arte-luta que tanto nos
Africanidades por Elas - Aula de Etnomatemática
No dia 23/11, a programação do projeto Africanidades começou com uma aula surpreendente sobre etnomatemática, conduzida pelo mestrando Allen Charles, que é pesquisador do projeto. O encontro trouxe reflexões sobre como os saberes matemáticos estão presentes em práticas culturais africanas e afro-brasileiras, revelando a ciência nas tradições ancestrais.
Encontro de Salvaguarda
Em 16 de novembro de 2024, ocorreu o Encontro de Salvaguarda Capoeira, em reconhecimento ao Cinquentenário de Capoeira Mestre Cesar Augusto de Barros (1974-2024) e ao Acervo de Capoeira Cesar e Itapoan. O evento ocorreu na Fábrica de Cultura do Sapopemba, Santo André - SP, contando com a presença do professor e mestre José Lima com a supervisão acadêmica da professora dra. Ana Maria Dietrich - UFABC. Marcou presença ainda, o Mestre Itapoan (BA), discípulo do mestre Bimba (in-memória).
Africanidades por Elas - Aula Prática com o Maracatu Bloco de Pedra
No dia 09/11, como continuação das aulas teóricas das professoras Cláudia Aparecida Cesar Rezende e Maura Aparecida de Andrade Calheiros de Morais, tivemos uma vivência prática incrível com o grupo Maracatu Bloco de Pedra. A aula trouxe não apenas os ritmos dos tambores, xequerê e outros instrumentos, mas também muita dança, conectando todos nós à essência do maracatu.
Essa experiência foi uma celebração dos conhecimentos compartilhados nas aulas anteriores, reforçando o propósito do projeto "Africanidades por Elas" de integrar teoria e prática, valorizando a cultura afro-brasileira e sua expressão por meio da música e da dança.
Gratidão ao Maracatu Bloco de Pedra por tornar este momento tão especial!
Africanidades por Elas - Afro empreendedorismo com a Profª Esp. Maura Aparecida de Andrade Calheiros de Morais (GPEDH)
No dia 09/11, como parte do projeto "Africanidades por Elas", tivemos uma aula transformadora com a Profª Esp. Maura Aparecida de Andrade Calheiros de Morais. A professora trouxe uma visão profunda sobre como a economia financeira deve auxiliar no empreendedorismo negro, diminuindo a desigualdade na distribuição de renda. Citou grandes nomes de mulheres negras empreendedoras e ressaltou o quanto é importante se discutir este tema no EJA- Educação de Jovens e Adultos.
Africanidades por Elas - Aula sobre Maracatu e a Importância da Música
No dia 09/11, tivemos a honra de participar de uma aula com a Profª Esp. Cláudia Aparecida Cesar Rezende, do Maracatu Bloco de Pedra, no projeto "Africanidades por Elas". A professora compartilhou seu conhecimento sobre o papel transformador do maracatu e da música, especialmente para a infância.
Início do curso Africanidades Por Elas
No último dia 19 de outubro, o projeto Africanidades por Elas teve sua abertura oficial com uma Aula Magna inspiradora, celebrando o tema "Mulheres das Africanidades e das Americanidades". A professora Dra. Rosana Oliveira Rocha, do Coletivo Resistência pelo Amor e a Cacica Jaqueline Haywã, trouxeram reflexões profundas sobre o papel transformador das mulheres negras e indígenas na construção de identidade e resistência cultural. A aula contou com a mediação da professora Júlia Oliveira, docente do Africanidades por Elas.
Africanidades no Teatro Oficina para assistir a peça "Atoto, o Rei está na Terra", a convite da CIA Odara
Na última segunda-feira, dia 23 de setembro de 2024, Pamella Galvani, Allen Charles, Amanda Alves, Tânia Magalhães acompanhada de sua esposa Clarissa Martins Santos, todos membros do projeto de extensão Africanidades, prestigiaram o espetáculo “Atotô – Silêncio, o Rei Está na Terra”, que retornou ao Teatro Oficina, em São Paulo. Este espetáculo é uma poderosa homenagem a Obaluaê, contando com mais de 40 artistas pretos no elenco, que inclui atrizes, atores, bailarinos, dançarinos, cantores, músicos, percussionistas, capoeiristas, sambistas, técnicos, produtores e promotores das culturas e tradições de matriz africana. A diversidade e a riqueza das performances refletem a força e a beleza das expressões culturais afro-brasileiras. “Atotô” também traz participações especiais de artistas renomados, como a cantora Raquel Tobias, Jônatas Petróleo, Renato Passarinho e Dogge. As atrizes Lena Silva, Vera Luz, Viviane Clara, Silvina Elias e Luzia Rosa, juntamente com Stella Valentina e parte do elenco preto do Teatro Oficina, proporcionaram uma apresentação vibrante e cheia de significado. O evento não apenas celebrou a cultura afro-brasileira, mas também ressaltou a importância do reconhecimento e valorização das tradições africanas em nossa sociedade. A presença dos pesquisadores do projeto Africanidades reforçou o compromisso com a promoção da diversidade e a pesquisa cultural. A experiência foi enriquecedora e inspiradora para todos os presentes, deixando uma mensagem de união e resistência por meio da arte.
Papoeira - Ep. 6 - Capoeira contra o Racismo e o Machismo (Msa. Amanda da Silva)
É capoeirista a quase duas décadas, pedagoga (USCS/2019), Artesã e co-criadora do Kmt Artes, recreadora cultural especializada em Estudos africanos e afro-brasileiros (UFABC), Especialista em Processos didáticos pedagógicos para cursos na modalidade a distância (UNIVESP) e mestra pelo DIVERSITAS (FFLCH/USP) com o tema "A presença dos corpos femininos na capoeira". É coordenadora de Mentores e uma das Mentoras no Coletivo ITERAMÃXE onde auxilia o ingresso de Pessoas Pretas, quilombolas, LGBTQIAPN+, com deficiências e indígenas aos cursos de Pós-Graduação. Foi membro do Centro Acadêmico de Pedagogia Heley de Abreu Silva Batista - CAPHAS, que busca valorizar o curso de pedagogia a partir de estudos, palestras, eventos culturais e sociais.
Palestra Educação em Direitos Humanos e sua integração com a saúde na Universidade de Guarulhos
Em 02 de setembro de 2024, a pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e tutora do Projeto de Extensão Africanidades Professora Dra. Silmar Leila dos Santos, esteve na Universidade de Guarulhos para realizar uma palestra sobre Educação em Direitos Humanos e sua integração com a saúde.
Reunião com o Projeto Xingú
Na sexta-feira, 30 de agosto de 2024, tivemos uma visita especial ao projeto Xingú, em Guarulhos (GRU). A Cacica Jaqueline Haywã, a liderança indígena Pataxó de Santo André Tania Agohó Akirê, ambas professoras do Projeto de Extensão Africanidades por Elas, juntamente com a coordenadora pedagógica Nathalia Vaccani e a mestranda Pamella Galvani, estiveram presentes. O Projeto Xingú é uma iniciativa que visa promover a educação e a cultura indígena, oferecendo suporte e atividades para jovens e comunidades tradicionais. Com foco na valorização da cultura, preservação das tradições e empoderamento das comunidades locais, o projeto atua como um espaço de aprendizado e integração cultural.
Ida à Casa de Portugal para divulgação do projeto
No dia 30 de agosto de 2024, Pamella Galvani, mestranda em Políticas Públicas pela UFABC, e Samuel Miranda, bolsista do projeto Africanidades, estiveram presentes na Casa de Portugal de Santo André para divulgar o projeto Africanidades. Durante o evento, puderam confraternizar com outros projetos, conversar com lideranças políticas e fortalecer vínculos.
Pamella Galvani Bulbov e Samuel Miranda
Convidados do evento, o Vereador Ricardo Alvarez e Pamella Galvani
Samuel Miranda e Ricardo Alvarez
Pamella Galvani, Ricardo Alvarez e Paloma Santos
Dia do Capoeirista - Câmara Municipal de Ribeirão Pires
Em 16 de Agosto de 2024, nossos mestres e educadores estiveram na Homenagens em Alusão ao Dia do Capoeirista de acordo com a lei municipal 4.217 de 1998, que aconteceu na Câmara Municipal de Ribeirão Pires - ABC. Presente, estava o bolsista PROEC José Roberto Lima, que foi homenageado como mestre capoeirista juntamente com outros grandes nomes da região.
Evento no sindicato dos metalúrgicos de Santo André
No dia 16 de agosto, o projeto Africanidades foi convidado para um evento especial no Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André. Confira as fotos do evento! Estiveram presentes Cacica Jaqueline, a lider pataxó Tânia Magali e a doutoranda Cecília Prado.
Pelo fim da violência contra mulher (Roda da Paineira Sapopemba)
A capoeira é resistência, cultura e luta. Educadores e praticantes têm um papel fundamental no combate à violência contra as mulheres, fortalecendo a denúncia e o empoderamento. Africanidades, Capoeira por Elas, Lei Maria da Penha: é preciso agir! Tendo isso em vista, a Roda de Capoeira da Paineira, em Sapopemba, reuniu vozes contra a violência de gênero no dia 5 de maio de 2024. O evento, contou o bolsista do projeto de Capoeira no Chão das Universidades, Jósé Roberto Lima.
Fórum Antirracista em São Bernardo do Campo
Durante as últimas reuniões do Fórum Antirracista, realizadas em 02/04/2024 e 17/04/2024 no Projeto Meninos e Meninas de Rua em São Bernardo do Campo-SP, o grupo de pesquisa Africanidades se uniu a diversos grupos sociais e à comunidade, para discutir e planejar estratégias de combate ao racismo.
Nosso representante, o pesquisador Allen Charles, destacou as atividades desenvolvidas no Laboratório Memória dos Paladares da UFABC, localizado em Santo André. Entre essas práticas, destacam-se rodas de Capoeira, Marabaixo, produção de livros e diversas outras iniciativas voltadas para a defesa dos Direitos Humanos.
Manifestamos nosso comprometimento em contribuir com o Fórum Antirracista, oferecendo nossa colaboração, compartilhando ideias e somando esforços para fortalecer essa causa. Esperamos, dessa forma, avançar na construção de um futuro mais inclusivo e diverso para todos.
Mulheres na Ginga 2024
Mulheres Na Ginga 2024 é uma pesquisa-ação pedagógica conduzida pelo mestre de capoeira Zé Lima, com o objetivo de combater toda e qualquer forma de violência de gênero e a violação dos direitos humanos. A iniciativa aconteceu na manhã do dia 7 de abril de 2024, na Roda de Capoeira da Paineira, em Sapopemba, evento realizado desde 2015, sempre no primeiro domingo do mês.
A ação conta com a participação de diversos grupos e instituições, incluindo o Grupo de Pesquisas em Africanidades e Educação Antirracista, o Laboratório Cultural Paladares, o Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC (EDH) e a Casa do Berimbau Artesanal Mestre Fuba.
A programação incluiu depoimentos, cantos, jogos femininos, jogos infantis e uma mostra de cartazes, destacando o artivismo de José Roberto Lima e seus alunos da Escola Estadual Prof. Adhemar Antonio Prado, vinculada à Diretoria de Ensino Leste Três da SEDUC/SP.
O evento contou com a presença de diversos mestres da região, entre eles o Mestre Cesar Augusto, do Acervo de Capoeira Cesar & Itapoan, de Santo André, e o Prof. Dr. em Educação Eduardo Okurara, contra-mestre de capoeira do Instituto Capoeira Educação.
Visita da Mestre Griô Mildima Ferreira no SESI Santo André
No dia 21 de agosto de 2024, a professora Tania Magali (liderança indígena de Santo André), teve a alegria de receber a Mestra Griô Mildima Ferreira Lima em sua escola. Como Griô, ela carrega e compartilha as valiosas sabedorias ancestrais do povo africano. Foi um momento especial e inspirador acolher essa figura tão importante, uma verdadeira referência cultural, feminista e militante.
Papoeira - Ep. 5 Capoeira no chão das escolas (Mestre Pelé)
Com mais de 40 anos dedicados à capoeira, Mestre Pelé é um importante mestre capoeirista do ABC, conhecido por sua atuação na Coordenação de Igualdade Racial do ABC. Vinculado à Federação Paulista de Capoeira, ele é referência na preservação da cultura afro-brasileira e na luta por igualdade racial. Sua trajetória une tradição, resistência e compromisso social, impactando gerações por meio da arte da capoeira.
Papoeira - Ep. 4 - Formação continuada do arte-educador de Capoeira (Mestre Fubá)
Podcast Papoeira com a presença do ilustre Mestre Fubá. Marcelo José Urbano da Silva, natural de São Caetano do Sul/SP, praticante de capoeira desde 1984, formado em professor de capoeira em 1995 pela Escola de Capoeira Camunucere na cidade de Santo André/SP, e consagrado mestre em capoeira (corda branca) pela mesma escola em 2011.
Papoeira - Ep. 3 - Capoeira no chão das escolas (Contra Mestre Eduardo Okuhara)
Podcast com o Contra Mestre Eduardo Okuhara, doutor em Educação e Autor do Livro: Capoeira, Corpo e Educação Física - por uma pedagogia corporal e Humanista. Ele também é o fundador do Instituto Capoeira na Escola e um dos maiores nomes na área.
O evento está presente no calendário das atividades da greve da UFABC e é realizado pelo projeto Capoeira e Cultura no chão da Universidade/ PROEC - UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e com o Projeto Africanidades por Elas.
O episódio conta com a apresentação do Prof. e mestre Capoeirista José Roberto de Lima Candido, especialista em Educação em Direitos Humanos e com a edição da Nathália Vaccani.
Roda de Conversa sobre o Marco Temporal e o Genocídio Indígena
O evento promovido pela liderança indígena Jaqueline Haywa, cacica do povo Pataxó no ABC, foi uma oportunidade importante para discutir questões fundamentais sobre os direitos indígenas no Brasil. A roda de conversa sobre o Marco Temporal e o Genocídio Indígena certamente abordou temas relevantes e atuais, como a demarcação de terras indígenas e os impactos das políticas públicas sobre as comunidades tradicionais. A participação em eventos como esse pôde contribuir para ampliar o conhecimento e a conscientização sobre a realidade enfrentada pelos povos indígenas no país.
Essa realização foi uma iniciativa do mandato do vereador de Santo André Ricardo Alvarez, e contou com a presença da professora Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto de extensão Africanidades da Universidade Federal do ABC.
Papoeira - Ep. 2 - Capoeira no chão das escolas (Mestre Valdenor)
Entrevista com o Mestre Valdenor, presidente da Federação Paulista de Capoeira e colaborador do Projeto Africanidades/ UFABC.
O evento está presente no calendário das atividades da greve da UFABC e é realizado pelo projeto Capoeira e Cultura no chão da Universidade/ PROEC-UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e com o Projeto Africanidades por elas.
O episódio terá a mediação do Prof. e mestre Capoeirista Jose Roberto Lima, especialista em Educação e Direitos Humanos, e da Coordenadora Administrativa Nathalia Vaccani.
Papoeira - Ep. 1 - Formação continuada do arte-educador de Capoeira (Mestre César)
om o Mestre Capoeirista Cesar. A mediação é do Mestre Capoeirista Zé Lima. O minicurso é uma inicitiva do Projeto Capoeira e cultura no chão da Universidade/ UFABC e tem carga horária de 16h.
Visa fomentar a discussão de temas relacionados à capoeira, tanto da perspectiva histórica, educativa e cultural, quanto das biografias de seus Mestres. O valor da capoeira se dá através da sua história, memória e legado, sendo seus educadores considerados profissionais que combatem o racismo por meio das linguagens artísticas da capoeira, partindo das referências da cultura afro-brasileira.
V Semana de DH | Africanidades por elas: pelo protagonismo das educadoras negras na Educação Básica
Na quinta-feira, das 14h às 16h30, foi realizada a live "Africanidades por Elas: protagonismo das educadoras negras na educação básica em diferentes estados do Brasil".
O evento integrou a V Semana de Direitos Humanos da UFABC, organizada pela PROAP/UFABC, e foi transmitido pelo canal oficial da universidade no YouTube.
A mesa foi mediada por Nathália Vaccani, do GPEDH/UFABC, e contou com a participação de Eurides Nunes de Souza Oliveira, educadora e discente do projeto Africanidades por Elas, que atua como docente no Piauí; Rute Rodrigues dos Reis, pesquisadora em relações étnico-raciais e política educacional; e Ana Maria Dietrich, professora da UFABC e especialista em sociologia e direitos humanos.
O evento proporcionou um espaço para o compartilhamento de experiências, desafios e contribuições das educadoras negras que atuam na educação básica em diversas partes do Brasil.
Assita: https://www.youtube.com/live/Bx2fo82LfDI?si=KlZf24NVKUJLx0UY.
V Semana de DH | Africanidades e a educação antirracista nas escolas
A V Semana de Direitos Humanos contou com a live "Africanidades e a educação antirracista nas escolas", realizada na quinta-feira, das 16h30 às 19h.
O evento foi transmitido ao vivo pelo canal oficial da UFABC no YouTube e proporcionou um espaço de discussão e reflexão sobre práticas e ações para uma educação antirracista transformadora. A mediação ficou a cargo de Nathália Vaccani, do GPEDH/UFABC, e a discussão contou com a participação de Rute Rodrigues dos Reis, especialista em sociologia da educação e políticas étnico-raciais; Silmar Leila dos Santos, doutora em história e referência no ensino de direitos humanos; Eliane Coelho Silva, ativista e defensora dos direitos das mulheres indígenas; Profa. Lúcia Helena Joviano e Elizete Izidora, coordenadora pedagógica.
Assista: https://www.youtube.com/watch?v=CIUcvvZRHeg&feature=youtu.be.
Natal Solidário em parceria com o Centro de Cultura Raiz Popular
O evento, realizado anualmente, teve início há quase 15 anos com a iniciativa da banda Pânico X. Em 2019, o contramestre Japa, vocalista da banda, fundou seu grupo de capoeira e, junto com o Centro de Cultura Raiz Popular, estabeleceu a iniciativa no bairro Santa Terezinha, em Santo André. O objetivo do evento sempre foi exclusivamente a arrecadação de brinquedos novos e usados (em bom estado), que posteriormente foram distribuídos para crianças em situação de vulnerabilidade antes do Natal.
A edição de 2024 foi realizada em parceria com o coletivo Casa Griô e o grupo do curso Africanidades por Elas da UFABC. A programação contou com roda de capoeira, samba de roda (Bahia), grafitti, exposição e diversas atrações musicais.
Diálogos e Vivências com o universo autista: por uma sociedade e uma escola mais acolhedora - 4ª Semana de Direitos Humanos de Guarulhos
No dia 4 de dezembro de 2024, às 17h, o Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC (CNPq) transmitiu, em seu canal no YouTube, a videoconferência "Diálogos e Vivências com o universo autista: por uma sociedade e uma escola mais acolhedora". A atividade integrou a programação da 4ª Semana de Direitos Humanos de Guarulhos, cujo tema deste ano foi "Pessoas com Deficiência: Anticapacitismo, inclusão e acessibilidade", evento realizado pela Secretaria de Direitos Humanos.
A videoconferência contou com a presença das palestrantes Profa. Ma. Célia Gaião, mestre em Educação Especial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e professora da sala de recursos multifuncional na Rede Municipal de Educação de São Paulo, e Profa. Ma. Maria Isabel de Abreu, pós-graduada em Psicopedagogia, LIBRAS e Educação de Surdos, Educação Inclusiva, além de coordenadora do Curso de Educação Especial da UNIMES. A mediação foi conduzida pela Profa. Dra. Silmar Leila, vice-líder do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos da UFABC, membro titular do Comitê Nacional de Educação e Cultura em Direitos Humanos (CNECDH 2024-2025) e docente na Rede Municipal de São Paulo.
A transmissão ocorreu pelo canal do YouTube do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos, e os participantes que acompanharam a atividade puderam receber certificados.
A programação completa da 4ª Semana de Direitos Humanos de Guarulhos esteve disponível no portal da Secretaria de Direitos Humanos: Link para o evento: https://youtube.com/live/CQZP715sjl4.
Congresso de Educação de Santo André - A educação Antirracista como eixo transversal nas escolas
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, no dia 14 de Março, das 14h às 16h, com a presença da palestrantes: Prof. Especialista Priscila de Oliveira, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas, Prof. Doutoranda Cecília Prado, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - Cultura Indígena e negra nas creches e escolas
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, no dia 14 de Março de 2024, das 10h às 12h, com a presença das palestrantes: Profs. Especialistas Gildacy Gomes, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas, E da Mestra Griô Africanidades, Prof. Especialista Mildima Ferreira, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas Com mediação do Prof. Mestrando Paulo Del Blanco Giuffrida, Pesquisador do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - O Jogo em Perspectiva Afro-Planetária
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, no dia 13 de Março de 2024, das 08h às 10h, com a presença do palestrante: Prof. Especialista Paulo Inácio Coelho, membro da Rede de Cuidado, Pesquisador do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas, e mediação da Prof. Mestranda Pamella Galvani Bulbov, pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - Arte destrói o racismo: teatro, literatura e artes visuais
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, no dia 13 de Março, das 14h às 16h, com a presença das palestrantes: Professoras Especialistas Alexandra Alves e Júlia Oliveira, ambas Pesquisadoras do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas. Com mediação da Prof. Especialista Suane Brasão e Prof. Especialista Ivamar dos Santos, ambos pesquisadores do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - Violência, Racismo e Cotidiano Escolar
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, no dia 13 de Março, das 10h às 12h, com a presença das palestrantes: Prof. Dra. Ana Maria Dietrich, Coordenadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas, e Prof. Especialista Nathália Vaccani, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Coordenadora Administrativa do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - Racismo estrutural nas escolas e na sociedade
Atividade desenvolvida pelo Africanidades, que aconteceu no dia 13 de Março de 2024, das 14h às 16h, com a presença da palestrante: Prof. Dra. Vanice Alves, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas. Com mediação da Prof. Dra. Silmar Leila dos Santos, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por elas. A Atividade fez parte do Congresso de Educação de Santo André.
Congresso de Educação de Santo André - Abordagem crítica da Literatura Infanto-juvenil
O Africanidades participou do 3º Congresso de Educação de Santo André com o tema " Abordagem crítica da Literatura Infanto-juvenil", sendo realizado no dia 13 de março de 2024. O evento contou com duas palestras organizadas pelo Africanidades.
A primeira palestra, intitulada "Abordagem crítica da Literatura Infanto-juvenil", aconteceu das 19h às 21h e teve a participação das professoras especialistas Claudia Rezende e Maura Calheiros, ambas Pesquisadoras do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docentes do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas. A mediação foi conduzida pela Prof. Dra. Ana Maria Dietrich, Coordenadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas.
A segunda palestra, intitulada "Identidade e protagonismo de estudantes negros", também ocorreu das 19h às 21h e teve como palestrante a Prof. Me. Elza Andrea, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e Docente do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas. A mediação foi realizada pela Prof. Dra. Silmar Leila dos Santos, Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos e do Projeto de Extensão Africanidades Por Elas.
Ambas as atividades fizeram parte do Congresso de Educação de Santo André, promovendo reflexões sobre a literatura infantojuvenil e a identidade dos estudantes negros no ambiente escolar.
Podcast Papoeira - EP 7 - V Semana de DH | Capoeira e cultura no chão das universidades
O último Papoeira foi realizado das 19h às 21h30, com o tema "Capoeira contra o Machismo e o Racismo". A série de Podcast Papoeira foi promovida pelo projeto Capoeira e Cultura no Chão das Universidades (PROEC/UFABC) ao longo de 2024, em parceria com o Grupo Educação em Direitos Humanos (GPEDH) e o projeto Africanidades por Elas.
O evento integrou as atividades da V Semana dos Direitos Humanos da UFABC, organizada pela PROAP/UFABC, e foi transmitido online pelo canal oficial da UFABC no YouTube: https://www.youtube.com/live/w8fzPQgm5ss?si=U1bD0afSitrZHADX.
Durante a live, a professora do curso Africanidades e pesquisadora Claudia Rezende entrevistou a educadora de capoeira Marcia Bispo, com mediação de Nathália Vaccani.
Podcast Papoeira - EP 6
O EP 6 do Podcast Papoeira: "Capoeira no chão da Universidade", contou com a participação da ilustre Mestra Amanda Silva.
A mestra Amanda Silva é capoeirista, educadora, artista, recreadora cultural, especialista em processos didáticos-pedagógicos e em estudos africanos e afro-brasileiros. Mestra em humanidades, direitos e outros legitimidades. É coordenadora em três frentes no instituto Itéramãxe e tem militância em movimentos negros, estudantis, de mulheres e educacionais.
O evento foi organizado pelo projeto Capoeira e Cultura da UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e o Projeto Africanidades por Elas e contou com a mediação de Nathália Vaccani e Pamella Galvani.
Assistam pelo canal do YouTube do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos UFABC - EDH: https://youtube.com/live/2tyThNS0ROM
Podcast Papoeira - EP 5
Podcast Papoeira 5° EP - Capoeira no chão das escolas, contou com a ilustre presença do Mestre Pelé Capoeira.
Mestre Pelé Capoeira é reconhecido pela Federação Paulista de Capoeira e tem uma vasta trajetória, incluindo sua atuação como Professor de Educação Física, Técnico em Artes Marciais da Secretaria da Juventude, Esportes e Lazer de Ribeirão Pires, e Coordenador do Projeto Capoeirando nas EMEIs. Atualmente, ele é o Coordenador do GT Igualdade Racial do Consórcio Internacional da Grande ABC e Coordenador da Igualdade Racial de Ribeirão Pires.
O evento é organizado pelo projeto Capoeira e Cultura da UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e o Projeto Africanidades por Elas.
Assista ao vivo pelo canal do YouTube do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos UFABC - EDH: https://www.youtube.com/live/I21cGg6Fqmk?si=uIbwZ8gva_-giL4P
Podcast Papoeira - EP 4
Podcast Papoeira 4° EP - Capoeira no chão das escolas (Mestre Fubá), transmitido no dia 10/07/2024.
Com a presença do ilustre Mestre Fubá, Marcelo José Urbano da Silva, natural de São Caetano do Sul/SP, praticante de capoeira desde 1984, foi formado professor de capoeira em 1995 pela Escola de Capoeira Camunucere na cidade de Santo André/SP e consagrado mestre em capoeira (corda branca) pela mesma escola em 2011.
O podcast contou com a mediação do Mestre Zé Lima.
Confira o EP no link: https://www.youtube.com/live/gjbl9PSfVo8?si=LgJvrSrulOS-Sxu7
Podcast Papoeira - EP 3
Podcast Papoeira 3° EP - Capoeira no chão das escolas (Contra Mestre Eduardo Okuhara), transmitido no dia 12/06/2024.
Com a presença do Contra Mestre Eduardo Okuhara, doutor em Educação e Autor do Livro: Capoeira, Corpo e Educação Física - por uma pedagogia corporal e Humanista. Ele também é o fundador do Instituto Capoeira na Escola e um dos maiores nomes na área.
O evento foi realizado pelo projeto Capoeira e Cultura no chão da Universidade/ PROEC - UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e com o Projeto Africanidades por Elas.
O episódio contou com a apresentação do Mestre Zé Lima, especialista em Educação em Direitos Humanos e com a edição da Nathália Vaccani.
Confira o EP pelo link: https://www.youtube.com/live/oJ60x1yKpMA?si=ntSXfHvzw1Lqv2XH
Podcast Papoeira- EP 2
Podcast Papoeira 2° EP - Capoeira no chão das escolas (Mestre Valdenor), transmitido no dia 08/05/2024.
Entrevista com o Mestre Valdenor, presidente da Federação Paulista de Capoeira e colaborador do Projeto Africanidades/ UFABC.
O evento foi realizado pelo projeto Capoeira e Cultura no chão da Universidade/ PROEC-UFABC em parceria com o Laboratório Memória dos Paladares e com o Projeto Africanidades por elas.
O episódio contou com a mediação do Prof. e mestre Capoeirista José Roberto Lima, especialista em Educação e Direitos Humanos e da Coordenadora Administrativa Nathália Vaccani.
Confira o EP pelo link: https://www.youtube.com/live/38CLyUzwMyM?si=NGoTlITb1CXLY9_P
Lançamento Podcast Papoeira
Lançamento Podcast Papoeira 1º EP - Capoeira no chão das escolas (Mestre Cesar), transmitido no dia 10/04/2024.
O podcast faz parte do minicurso Capoeira no chão das escolas e é uma iniciativa do Projeto Capoeira e cultura no chão da Universidade/ UFABC, tendo carga horária de 16h.
Esse minicurso visa fomentar a discussão de temas relacionados à capoeira, tanto da perspectiva histórica, educativa e cultural, quanto das biografias de seus Mestres. O valor da capoeira se dá através da sua história, memória e legado, sendo seus educadores considerados profissionais que combatem o racismo por meio das linguagens artísticas da capoeira, partindo das referências da cultura afro-brasileira.
O 1° EP contou com o Mestre Capoeirista Cesar, que atua desde 1974 e se graduou como mestre em capoeira em 1988. Atualmente se mantém em plena atividade participando de eventos e rodas de capoeira, além de coordenar, desde 1974, o Acervo de Capoeira "Cesar e Itapoan", tendo como padrinho o Mestre Itapoan. O EP contou também com a mediação do Mestre Capoeirista Zé Lima.
Confira o EP pelo link: https://www.youtube.com/live/_Kieo3yKv5Y?si=HcOAHLRTsVH73VEZ
Procissão de Oxalá 2024 (05-05-24)
No dia 05 de maio, ocorreu a Procissão de Oxalá 2024 de Combate à Intolerância Religiosa e Lavagem das Escadarias da Igreja do Rosário dos Homens Pretos da Penha. Este evento é parte do calendário oficial de São Paulo e contou com a participação do Grupo Maracatu Bloco de Pedra, entre outros grupos de cultura popular afro-brasileira. Pai Dinho d’Ogum destacou que a procissão começou com a articulação de Mãe Tereza Marcondes (Mãe Tereza de Oxum), precursora da lavagem das escadarias. O evento, que começou com a participação de cerca de cem pessoas, hoje mobiliza milhares, promovendo reflexões importantes sobre a sociedade que queremos ser. A liberdade religiosa é um direito humano fundamental e defender essa liberdade é essencial para uma sociedade equilibrada e saudável. A discriminação e a perseguição religiosa são partes do racismo estrutural que afeta negativamente nossa sociedade. Eventos inter-religiosos como a Procissão de Oxalá reforçam que somos um país democrático, onde a liberdade e o respeito à diversidade são pilares. Como disse Pai Dinho d’Ogum: “Lutar contra a intolerância religiosa nos permite plantar a semente da paz no solo do ódio e, talvez, colher os frutos do amor.” Créditos: @Claudia Rezende
CONSAGRAÇÃO DE TANIA MAGALI COMO LÍDER DO POVO PATAXÓ
A consagração de Tania Magali (Ãgohõ Ãkirê Pataxó) como líder do povo Pataxó, realizada por Jaqueline Haywa, ocorreu no dia 13 de maio de 2024, às 18h, no Consórcio do Grande ABC, em Santo André. A cerimônia contou com a participação de integrantes do projeto de extensão Africanidades da UFABC, como Suane Brazão e Claudia Rezende, e os mestrandos Allen Charles e Pamella Galvani Bulbov e a Yalorixá Adriana D’omolú. Tania, egressa do Africanidades, recebeu homenagens de sua esposa Clarissa Martins Santos e do filho Gael, que estavam entre os convidados, juntamente com o vereador Ricardo Alvarez (PSOL), Iara Bento (S.O.S Racismo), Patty Ferreira (vice-prefeita de Diadema), Lavínia Oliveira (projeto Xingú da UNIFESP), e o Mestre Pelé do movimento antirracista. A cerimônia foi conduzida pelos caciques Pataxó Hã hã hã, Son Pataxó, e Jaqueline, que cadastrou mais de 300 Pataxós no ABC em nove meses. O promotor de justiça Steven Shuniti Zwicker transferiu o colar e cocar de líder para Tânia, com ajuda de Jaqueline, em um momento emocionante para todos os presentes.
Africanidades na Apresentação Juntos Dá Samba no SESC Santo André
O Africanidades e o Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos foram convidados pela Makota Sessilewa a participarem da apresentação Aquilombando Juntos Dá Samba no dia 15/05 no SESC Santo André. Estiveram presentes: Professoras do Africanidades Suane Brasão, Cláudia Rezende e o pesquisador Allen Charles Nunes Oliveira Junior. Do Grupo de Pesquisa, a pesquisadora Larissa Germano. E a coordenadora Profa Dra Ana Maria Dietrich. Foi entregue um livro Narrativas Negras para os integrantes do Aquilombamento Juntos Dá Samba. Foram feitos diálogos promissores com os artistas, artesãos e intelectuais do evento.
Entrevista com Babalorixá Dr hc Eduardo d'Sango, pela Cecília
No dia 07 de maio, o Laboratório Memória doa Paladares, localizado na Torre 3, bloco A da Universidade Federal do ABC, teve a honra de receber o Babalorixá Dr hc Eduardo d'Sango, que foi brilhantemente entrevistado pela Profa. Doutoranda Cecília Prado, sobre intolerância religiosa e o Candomblé. O líder, trouxe também sua obra autoral, cujo título é "Educação de Axé" para presentear a biblioteca do laboratório, a entrevistadora e disseminar a tradição afro brasileira e ensinar sobre o rumbê, ou educação de axé, que é o respeito dos mais novos pelos mais velhos, além de outras informações transmitidas pela ancestralidade.
Título Honoris Causa Zé da Volks
No último dia 13, na Câmara Municipal de Diadema, a Febraica - Faculdade Brasileira De Capelania da Ordem dos Capelães Do Brasil outorgou o Título de Doutor Honoris Causa ao Senhor Jose Pereira, também conhecido como Mestre Zé Da Volks, nosso Mestre Griot Africanidades. Entre babalorixás, intelectuais, artistas e mestres da cultura popular negra, ele foi um dos homenageados! Aqui deixamos nossos parabéns com muito orgulho! Ubuntu!
Coleção de Berimbaus do Acervo de Capoeira Cesar e Itapoan
O Acervo é composto, além de itens individuais e peças únicas, de várias coleções. Até abril/2024, 16 coleções já estão organizadas e parcialmente catalogadas.
Além das coleções, de itens físicos, vários assuntos estão organizados em 84 arquivos virtuais, exclusivos sobre Capoeira, que perfazem um total aproximado de 2.500 páginas.
O Acervo existe desde o meu início na capoeira, em 20/07/1974, por estarem preservados por exemplo, a primeira calça de capoeira, anotações, primeiro berimbau, primeiro atabaque, etc.
A catalogação dos itens do Acervo está no n° 1.693, 28/04/2024, e provavelmente chegará a 2.200 itens, considerando itens do acervo até esta data, 03/05/2024.
O arquivo Itens do Acervo, a catalogação de itens passou a existir recentemente, desde 01/06/2020, o arquivo Coleção de Berimbaus passou a existir desde set/2018, sendo portanto, parte do Acervo.
A Coleção de Berimbaus do Acervo é composta de exemplares desde 1974, de confecção própria, adquiridos, recebidos de presente, em doações, não sendo numerosa (31 exemplares) por tratar-se de instrumento considerado bem desgastável, que pode se quebrar com o tempo e uso, mesmo sempre fazendo bom uso e cuidados especiais.
O primeiro berimbau do Acervo (n° 001) está preservado, foi recebido de presente do amigo Osvaldo Pedro Eugênio "Alemão", no 2° semestre de 1974, quando participávamos das aulas de capoeira na garagem da casa de Angelo Fornazier, o meu primeiro Mestre em Capoeira "Giló".
Mestre Cesar do Acervo, 04/05/2024. cidade de Santo André/SP
Presença do Africanidades no Fest Erê
Em 26 de abril de 2024, aconteceu na área de eventos do SESC Itaquera o Fest Erê, um evento literário voltado para crianças, com intuito de promover a contação de histórias que trazem a cultura étnico racial.
“O Fast Erê é uma celebração, uma grande festa que tem como centro a literatura”. São as falas de Enrique, autor do livro, “Afrofuturimo ancestral do amanhã”, que foi lindamente contado pela cantora Jéssica Rosa, que deu um belo show após a contação juntamente com sua banda.
O evento contou com a participação da mestranda Pamella Galvani Bulbov, que representava o projeto de Extensão Africanidades por elas, da Universidade Federal do ABC, que tem como coordenação a profa. Dra Ana Maria Dietrich. O projeto levou os livros "Batuclagem diversas", "Batuclagem e a magia", "Narrativas negras" e "Direitos humanos no chão da escola" que tem como premissa a diversidade e o ensino ético racial, para trocar com os autores do evento. Além disso, foi possível estabelecer uma rica rede de troca de contatos.
Reunião na Câmara Municipal de Santo André em 15/03/2024 - Mandato do Vereador Ricardo Alvarez
Na reunião realizada em 15 de março de 2024, na Câmara Municipal de Santo André, estiveram presentes o Vereador Ricardo Alvarez e seus assessores Rodrigo Pinto e Paloma Santos, juntamente com a professora Dra. Ana Maria Dietrich, coordenadora do projeto de extensão "Africanidades por Elas", e a mestranda Pamella Galvani, pesquisadora do mesmo projeto, ambas representantes da UFABC.
Durante o encontro foram debatidas formas de colaboração entre o projeto "Africanidades por Elas" e o mandato, que foi crucial para que se garantisse a próxima oferta da extensão, uma vez que foi o vereador Ricardo Alvarez quem viabilizou a emenda parlamentar que gerou recursos para tal.
Além disso, foi sugerida uma parceria entre o projeto "Africanidades por Elas" e os coletivos que atuam no mandato, bem como a possibilidade de serem feitas oficinas e palestras, trazendo para o projeto a Paloma e o Rodrigo, para ministrá-las.
Durante a reunião, também apresentamos ao vereador Ricardo Alvarez e seus assessores os resultados do Congresso de Educação de Santo André/ Cidade Educadora realizado de 13 a 14 de março na UFABC/ campus Santo André e outros locais, no qual o Projeto Africanidades participou com 9 palestras e 4 apresentações culturais com tema Educação Antirracista. Além disso, levamos um conjunto de livros que desconstroem pensamentos racistas, sendo sugerido e previamente acordado que conjuntos desses livros serão oferecidos por meio de uma indicação do vereador na Câmara de Santo André, para serem distribuídos nas escolas da rede, servindo como referência no lugar de outros que acabam por reforçar certos estereótipos.
Reunião na Câmara dos Vereadores em 16/03/24 - Mandato do Vereador Ricardo Alvarez
No auditório da Câmara dos Vereadores, em 16 de março de 2024, ocorreu uma reunião que abordou temas políticos relevantes para o contexto local e nacional. A roda de conversa iniciou com a apresentação dos participantes e destacou as mudanças no quadro político que impactam o mandato. Foram abordadas questões significativas como o aumento do número de suicídios de policiais e a questão da moradia com um aumento significativo de pessoas em situação de rua, indicando uma possível falha nas políticas públicas voltadas para esse tema.
Além disso, foi ressaltada a importância da participação cidadã e do debate político e a necessidade de construir uma frente política sólida para representar os interesses nossos interesses. A reunião também abordou questões relacionadas à segurança pública e à necessidade de combater discursos de ódio nas redes sociais, bem como a urgência de voltarem-se os olhares para a situação das crianças atípicas dentro das escolas. Ao final, houve uma breve fala do candidato a prefeito pelo mandato, Bruno Daniel, encerrando a reunião com reflexões sobre os próximos passos e desafios a serem enfrentados pelo grupo.
Por meio de jogos, rodas de conversa, música e arte, este curso totalmente gratuito e voltado para educadores, promove uma Educação voltada para a luta antirracista tão necessária neste País de tão grandes desigualdades étnico raciais.
Na pauta teremos temas como mulheres, racismo estrutural e movimentos sociais. Professores e artistas que dedicaram sua vida para o estudo das Africanidades foram convidados para esta iniciativa. Como trabalho final, cada educador vai compartilhar vivências, estimulando, assim, a circularidade dos saberes.
Realizado pela parceria do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ UFABC, Pro-Reitoria de Extensão e Cultura/ UFABC, da Rede UniCEU e do Céu São Mateus.
Maracatu - Grupo da Pedra
Em Ritmo de Transformação: Celebração Cultural e Educação Antirracista! No dia 11 de novembro de 2023, testemunhamos uma explosão de cultura, ritmo e consciência no encerramento da edição histórica do curso de Extensão Africanidades! Evento Inesquecível: Apresentação do Grupo de Maracatu "Grupo da Pedra" Em uma manhã vibrante, mergulhamos nas batidas envolventes do Grupo da Pedra, que trouxe o poder ancestral do maracatu para celebrar a diversidade, a resistência e o conhecimento construído ao longo do curso. Foi mais do que uma apresentação musical, foi um manifesto de mudança, um eco de Africanidades ecoando pelos corações de todos! Educação Antirracista em Destaque: "Por uma Educação Antirracista" .
A edição deste ano do curso de Extensão Africanidades foi mais do que um simples curso, foi um movimento, uma jornada rumo à construção de uma sociedade mais justa e igualitária. O lema "Por uma Educação Antirracista" guiou nossos passos, desafiou nossas mentes e inspirou mudanças reais na forma como vemos e vivemos a educação. Além da performance emocionante do Grupo da Pedra, o evento proporcionou um espaço único para troca de ideias, networking e diálogos enriquecedores. Juntos, compartilhamos experiências, desafios e inspirações para impulsionar a implementação prática de uma educação antirracista em nossas vidas. O Futuro é Antirracista: Vamos Continuar Essa Jornada Juntos! O encerramento deste curso é apenas o começo. Juntos, podemos moldar um futuro onde a educação seja verdadeiramente inclusiva, celebrando e respeitando a riqueza da diversidade cultural. Agradecemos a todos que fizeram parte dessa jornada conosco. Se você perdeu este evento extraordinário, não se preocupe! Fique atento para futuras iniciativas e junte-se a nós na construção de um mundo mais igualitário e antirracista.
Mesa com mestres Griô
Na manhã do dia 11 de novembro de 2023, nos conectamos com a sabedoria dos Mestres Griô, que trouxeram a tradição oral africana para enriquecer nossa compreensão da diversidade, resistência e do conhecimento construído ao longo do curso. Foi mais do que uma experiência educacional, foi um tributo à ancestralidade, um eco de Africanidades pulsando nos corações de todos! Destaque para a Educação Antirracista: "Por uma Educação Antirracista" A edição deste ano do curso de Extensão Africanidades foi verdadeiramente transformadora. Mais do que um simples curso, foi uma jornada em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.
O lema "Por uma Educação Antirracista" guiou nossos passos, desafiou nossas mentes e inspirou mudanças reais na forma como percebemos e vivenciamos a educação. Construindo Conexões Duradouras: Mesa com Mestres Griô e Diálogos Transformadores Juntos, compartilhamos experiências, desafios e inspirações para impulsionar a implementação prática de uma educação antirracista em nossas vidas. O Futuro é Antirracista: Continuaremos essa Jornada Juntos! O encerramento deste curso marca o início de uma nova fase. Juntos, podemos forjar um futuro onde a educação seja verdadeiramente inclusiva, celebrando e respeitando a riqueza da diversidade cultural.
Orientação dos Relatos de Experiência
Desbravando Caminhos: Orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso em Africanidades! Na jornada educacional de Africanidades, o encerramento não marca apenas o fim de um capítulo, mas também o início da criação de narrativas únicas. Orientação Excepcional: Relatos de Experiência como Farol A orientação dos Trabalhos de Conclusão de Curso, pautados em relatos de experiência, foi uma jornada rica e envolvente. Guiados pelo compromisso com a diversidade e a educação antirracista, os orientadores capacitaram os estudantes a explorar suas vivências, conectando teoria e prática de maneira única.
O Poder dos Relatos de Experiência Os trabalhos orientados foram mais do que meros relatos; foram testemunhos vivos da transformação pessoal e da contribuição para uma sociedade mais justa. Através de pesquisas e experiências pessoais, os estudantes não apenas completaram seus cursos, mas deixaram um legado de conhecimento e inspiração. Diálogos que Transformam: A diversidade de perspectivas trouxe à tona questões cruciais, desafiando e enriquecendo o entendimento coletivo sobre Africanidades e a importância da educação antirracista. Inspiração para o Futuro: Continuando a Jornada de Transformação Este é o ponto de partida para uma nova fase, onde as lições aprendidas e as histórias contadas são catalisadores para futuras iniciativas.
No dia 14 de julho de 2023, o Grupo de Estudos de Educação em Direitos Humanos participou do “Curso Intensivo de Educação em Direitos Humanos – Memória e Cidadania”, a ser realizado pelo Memorial da Resistência de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo gerido pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura – APAC.
O curso teve o objetivo de promover a capacitação de educadores formais e não formais de todo o país no âmbito da Educação em Direitos Humanos. Nossa participação fez parte do eixo “Saber Experiencial”, no qual apresentamos as propostas desenvolvidas pelos egressos do curso de pós-graduação “Educação em Direitos Humanos”, promovido pela Universidade Federal do ABC, sob coordenação da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich. Essa foi uma oportunidade para compartilhar experiências e práticas educacionais para intervenção nos territórios de atuação.
Nosso grupo foi representado por Renata Silene da Silva, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino e História das Ciências e da Matemática. A partilha de experiências foi recebida com muito entusiasmo pelos educadores participantes do curso.
Estão abertas as inscrições para o Africanidades: por uma educação antirracista!
Por meio de jogos, rodas de conversa, música e arte, este curso totalmente gratuito e voltado para educadores, promove uma Educação voltada para a luta antirracista tão necessária neste País de tão grandes desigualdades étnico raciais.
Na pauta teremos temas como mulheres, racismo estrutural e movimentos sociais. Professores e artistas que dedicaram sua vida para o estudo das Africanidades foram convidados para esta iniciativa. Como trabalho final, cada educador vai compartilhar vivências, estimulando, assim, a circularidade dos saberes.
Realizado pela parceria do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos/ UFABC, Pro-Reitoria de Extensão e Cultura/ UFABC, da Rede UniCEU e do Céu São Mateus.
Inscreva-se pelo link: https://forms.gle/cFShHq5mSMCs3JAo8
No último sábado (29/07), aconteceu na UFABC - Campus Santo André, a mesa redonda com tema: Mulheres Negras na Luta e Resistência à articulação do Empoderamento Social e Político.
O evento contou com a participação das magnificas:
IYálorisá Adriana T'omolú; Arlete Bento; IYálorisá Vera D'o Sun e Makota Sônia
As participantes da mesa trouxeram questões notórias sobre a luta das mulheres, e mais especificamente, a luta das mulheres negras, que carregam outras pautas. Assuntos como a violência obstétrica, posição frente ao mercado de trabalho, diferença salarial e o racismo foram suscitados de forma a dar visibilidade para tais questões ainda tão pouco debatidas dentro da academia (ou qualquer outro ambiente).
Necessário frisar que é preciso fomentar tais debates não somente no mês da mulher negra latino americana e caribenha, mas o ano todo!
É preciso dar voz! É preciso dar visibilidade! É preciso dar espaço! É preciso ocupar os espaços!
O evento foi fomentado pelo Vereador Ricardo Alvarez, do PSOL.
Foi organizado no dia 23/06/2023 a exposição "Aprender com o passado e mudar o futuro" do Projeto Maria Felipa, em conjunto com o curso de extensão Africanidades: por uma educação antirracista, na UFABC - Santo André. Nas palavras do próprio projeto:
"O Projeto Maria Felipa tem como objetivo dialogar com as mulheres negras nos territórios, em busca da valorização do seu papel na sociedade, bem como da ancestralidade africana e enfrentemento ao racismo.
Uma parceiria entre o Movimento Negra Sim, o terreiro Ilê Ba e o mandato do vereador Ricardo Alvarez, o trabalho vai registrar 21 mulheres negras, sendo sete profissionais de áreas diversas, sete lideranças de comunidade e sete mulheres de terreiro.
Serão realizadas atividades durante todo o ano de 2023, a fim de aprender e refletir a partir de histórias como a da própria Maria Felipa, que ao se libertar no século XIX liderou um grupo de 40 mulheres contra soldados portugueses no Recôncavo Baiano.
Aprender ainda com o dia 08 de março de 1991, quando jovens mulheres perderam a vida no seu espaço de trabalho, e com as mulheres negras na Conferência Mundial Contra o Racismo, de 1988, em Durban.
Além de aprender com o coletivo de mulheres pretas Negra Sim, de 1995, e que atualmente integra mulheres de vários setores, a fim de amenizar desigualdades de gênero e etnia sofridas históricamente.
E, finalmente, mudar o futuro com a perspectiva do projeto de lei Makota Valdina, que estabelece um Plano Nacional para o desenvolvimento pleno para os povos tradicionais, garante direitos específicos e busca reparação histórica para os povos de matriz africana."
O Curso de Extensão Africanidades: por uma educação antirracista esteve presente na 1ª Audiência de Cultura da Universidade Federal do ABC organizada pela Pró Reitoria de Extensão da UFABC em 06/06/2023. Neste encontro foram tratadas as pautas da importância da cultura, como caminhar por uma agenda positiva dentro do tema e os desafios a serem superados em matéria de inclusão, expansão e acolhimento da comunidade interna.
Questões como uma política institucional de diversidade sexual e de gênero foram apresentadas no debate perante a lente da inclusão das medidas de combate a preconceitos e discriminações contra mulheres e pessoas LGBTQIA+ e previsão de inclusão dessas classes em editais para contratação de empresas terceirizadas e de prestação de serviços. Também falaram sobre a questão dos hipossuficientes e refugiados.
Ademais, a discussão também abrangiu a Política Institucional de Cultura da UFABC, foi explicado inicialmente o que era esperado com a convocação para essa reunião, no sentido de passar para os discentes a importância de garantir os direitos das minorias, prestar satisfação de alguns valores, como investimentos e bolsas concedidas, e a conscientização da população acadêmica da UFABC em geral sobre as pautas protegidas a fim de garantir permanência dessa proteção.
1º Encontro do Grupo de Pesquisa
No dia 20 de fevereiro de 2025, realizamos o primeiro encontro do ano do grupo de Pesquisa de Educação em Direitos Humanos. Sob a coordenação da Profa. Dra. Ana Maria Dietrich e a vice-liderança da Profa. Dra. Silmar Leila, foi um dia de grandes emoções e união de sonhos. A reunião contou com a presença de cerca de 50 pessoas, todas unidas pelo mesmo objetivo: promover a ciência através de diversos projetos, cada um com sua importância dentro da sociedade, seja na cultura, na arte ou em outras áreas.
Entre os presentes estavam os orientadores e orientadoras: Alfredo Salun, Silmar Leila, Irene Franciscato, Rosemeire Oliveira, Vanice Alves e a Profa. Cecília, que foi representada pela Profa. Ana Maria.
2º Encontro do Grupo de Pesquisa
O 2º encontro do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos foi marcado por muita produtividade e troca de saberes!
Reunião Edital Capoeira 2025
No dia 19 de março de 2025, o Africanidades participou de uma reunião importante voltada à inclusão da capoeira como parte das atividades culturais e acadêmicas da Universidade Federal do ABC (UFABC)
No dia 18 de março de 2025, foi realizada a reunião da Coordenadoria de Igualdade Racial no Consórcio Intermunicipal do ABC, com a presença de representantes municipais e especialistas na área. Um dos principais temas debatidos foi a mudança da nomenclatura dos Grupos de Trabalho (GTs) para Coordenadorias Regionais de Políticas Públicas, seguidas pelo nome do eixo temático correspondente. Essa alteração tem como objetivo fortalecer as políticas públicas e facilitar a captação de recursos, seguindo um modelo já adotado por outros setores.
Durante o encontro, foi ressaltada a importância de ampliar a participação da sociedade civil nas reuniões, reforçando que essa inclusão pode fortalecer as discussões e tornar as políticas mais efetivas. Também foi mencionada a possibilidade do retorno de um município ao consórcio, o que pode ampliar as articulações intermunicipais na área da igualdade racial.
Por fim, ficou definido que a Conferência Municipal seguirá os eixos estabelecidos e será realizada no dia 31 de maio de 2025. Já a Conferência Regional, que abrange municípios da região metropolitana, foi agendada para o mesmo dia, das 8h às 13h, consolidando os esforços de articulação intermunicipal na luta pela igualdade racial.
Lançamento do Livro l Antologia Poética
As docentes do Africanidades Claudia Rezende, Julia Oliveira e Vanice Alves, estiveram presentes no lançamento do livro l Antologia Poética AJEUM, evento sob a organizado pela professora Rosemary Oliveira Vaz. De acordo com a professora Alexandra, a palavra ajeum vem da língua ioruba e é uma contração das palavras "awa" (nós) e "jeun" ou "jé" (comer).
3ª Reunião do Grupo de Pesquisa
A terceira reunião do Grupo de Pesquisa, aconteceu em 27 de março de 2025) e contou com a exibição do documentário do projeto Africanidades. promovendo uma rica troca de experiências entre os participantes. Cada discente compartilhou seu projeto em andamento, possibilitando reflexões conjuntas e sugestões para o aprimoramento das propostas. Listagem dos projetos dos integrantes do grupo que serão apresentados ao longo dos encontros:
📌 Vinícius Corrêa Leite – Jogos afroetnomatemáticos
📌 Lucélia Amorim Bezerra – Formação in loco de professores(as) com foco em práticas pedagógicas antirracistas
📌 Carla Martins de Gois – Processos, metodologias, linguagens artísticas e contemporaneidade
📌 Silvia Socorro Higa – Africanidades na Educação Básica I
📌 Célia Aparecida Rodrigues Mariano Vargas – Corporeidade e suas manifestações no meio educacional
📌 Isabel Camilo de Camargo – Relações étnico-raciais
📌 Maria Gildacy Gomes – Mini-histórias: escutas, observações e reflexões de práticas antirracistas para a implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08
📌 Paulo Vitor Gircys – Ancestralidade e pedagogia. Também propõe temas como identidade/pretitude, arte e educação, e educação antirracista
📌 Emilly Silva Candido – Educação étnico-racial com enfoque na Educação Infantil
📌 Aline Cristina Santos Barbosa – Educação em Direitos Humanos
📌 Roberta Oliveira da Silva Gagliard – ERER, currículo e práticas Seguimos juntes, fortalecendo saberes e práticas que transformam! 💫🖤
4ª Reunião do Grupo de Pesquisa
Na quarta reunião do Grupo de Pesquisa, o encontro foi marcado por aprofundamentos teóricos, escutas atentas e muito acolhimento. 🌟 Um dos momentos especiais foi a arguição da pesquisadora Cláudia Rezende, que apresentou seu projeto de pesquisa de mestrado com comentários da Profa. Ma. Rose Oliveira, contribuindo com uma escuta generosa e reflexiva. 💡 Foi um momento de reconhecimento mútuo e fortalecimento coletivo, em que as propostas ganharam novos olhares e impulsos. Dando continuidade aos trabalhos de arguição, iniciamos a reunião com a conclusão da arguição do texto "Ponto de não retorno e a ciência como cultura: Reflexões necessárias para o ensino", de autoria de Cláudia Rezende, com arguição realizada pela Profª Rosemeire Vaz. Em seguida, prosseguimos com a arguição do texto "Saberes astronômicos das culturas indígenas brasileiras nos anos iniciais do ensino fundamental como instrumento de efetivação de uma educação intercultural voltada à cidadania", de autoria de Analy Mattos, com arguição conduzida pela Profª Renata Silva. 📚 Projetos compartilhados:
📌 Vinícius Corrêa Leite – Jogos afroetnomatemáticos
📌 Lucélia Amorim Bezerra – Formação in loco de professores(as) com foco em práticas pedagógicas antirracistas
📌 Carla Martins de Gois – Processos, metodologias, linguagens artísticas e contemporaneidade
📌 Silvia Socorro Higa – Africanidades na Educação Básica I
📌 Célia Aparecida Rodrigues Mariano Vargas – Corporeidade e suas manifestações no meio educacional
📌 Isabel Camilo de Camargo – Relações étnico-raciais
📌 Maria Gildacy Gomes – Mini-histórias: escutas, observações e reflexões de práticas antirracistas para a implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08
📌 Paulo Vitor Gircys – Ancestralidade e pedagogia. Também propõe temas como identidade/pretitude, arte e educação, e educação antirracista
📌 Emilly Silva Candido – Educação étnico-racial com enfoque na Educação Infantil
📌 Aline Cristina Santos Barbosa – Educação em Direitos Humanos
📌 Roberta Oliveira da Silva Gagliard – ERER, currículo e práticas 🌿 Seguimos construindo uma pesquisa viva, afetiva e comprometida com a transformação social.
Visita Ricardo Alvarez e Juliano Medeiros
A UFABC inaugurou o laboratório de ensino, pesquisa e extensão Africanidades no último mês. Compareceram docentes, discentes, representantes do Poder Público local e federal, além de professoras e membras da coletiva homônima. O novo espaço tem sede no 11º andar do Bloco B do Campus Santo André.
O projeto de extensão que originou o laboratório – também chamado de Africanidades – oferece formação continuada para professores e gestores da Educação Básica e Educação Infantil sobre relações étnico-raciais com ênfase na história, cultura e ciência negras. Criado em 2014 na Universidade Federal do ABC (UFABC), o Africanidades nasceu a partir das experiências do Projeto Batuclagem e do Grupo de Pesquisa em Educação em Direitos Humanos do Cnpq (EDH).
Suas abordagens incentivam práticas pedagógicas afrocentradas, como rodas circulares, cirandas, histórias e música, e realiza homenagens aos mestres griôs da comunidade educadora afro-brasileira. Ao todo, o curso formou 1300 alunos em oito edições.
“O grupo identificou, ao longo dos anos, uma demanda recorrente por parte de profissionais da educação por espaços formativos que unissem arte, pedagogia e narrativas decoloniais. Assim, o Africanidades foi sendo gestado como uma ferramenta de formação continuada, acolhimento e produção coletiva”, explicou a professora Ana Maria Dietrich, que coordena o laboratório em parceria com a Nathália Vaccani, especialista em tecnologias e administração.
Autoridades públicas prestigiaram a inauguração do novo espaço. Estiveram por lá o chefe de gabinete do deputado federal Ivan Valente, Juliano Medeiros, e o vereador de Santo André Ricardo Alvarez, acompanhado de sua equipe: Rodrigo Pinto, Marcelo Aguirre e Pietro Iglezia.
“Além do lançamento do laboratório, houve uma roda de conversa sobre a importância de trabalhar com as infâncias no combate ao racismo estrutural por meio de formações continuadas de professor, de projetos de pesquisa, ensino e extensão e do reconhecimento aos mestres griôs, cuja ciência e conhecimento foram silenciados pela história oficial brasileira”, contou Dietrich.
De acordo com ela, a impressão da equipe parlamentar foi extremamente positiva. Eles destacaram o comprometimento da equipe, a qualidade das ações desenvolvidas e a importância de projetos como o Africanidades para a promoção de uma educação pública de qualidade e antirracista. Durante a reunião, foram debatidos temas como a política de permanência estudantil, o combate ao racismo estrutural nas infâncias e a ampliação do apoio institucional. Houve sinalização de interesse na continuidade da parceria, com possíveis novas emendas e ações conjuntas voltadas à educação e aos direitos humanos.
A presença deles marca também o acompanhamento da implantação da emenda parlamentar destinada ao projeto, viabilizada por meio da atuação do deputado Ivan Valente. A emenda, de acordo com Dietrich, só foi possível também devido à atuação do vereador Ricardo Alvarez.
Ivan Valente concedeu em 2022 uma emenda parlamentar para a realização de formações continuadas no período de dois anos, aparelhamento do laboratório, realização de publicações e documentários, além de podcasts de entrevista com lideranças negras da área da educação antirracista.
5ª Reunião do Grupo de Pesquisa
A 5ª reunião do Grupo de Pesquisa aconteceu no dia 08 de maio de 2025. Neste encontro, tivemos a arguição de um projeto de pesquisa de mestrado e um de doutorado
Pesquisadora: Mariana Ferreira
Título: Práticas e no discurso das professoras e professores na aplicabilidade das leis 10.639/03 e 11.645/08
Orientadora: Profª. Drª. Silmar Leila dos Santos
Arguidora: Profª. Msª. Alexandra Alves
Pesquisadora: Rosemeire Oliveira Vaz
Título: O papel das escrevivências para (re)significar realidades e conduzir à
transformação social
Arguidora: Profª. Drª. Isabel Camargo
6ª Conferência de Igualdade de Racial
(Na foto: Pesquisadores do Africanidades na 6ª Conferência de Igualdade de Racial no município de Santo André. 10/5/2025, Saguão do Teatro Municipal de Santo André)
Dia 13 de Maio
Precisamos nos reapropriar do 13 de maio, não como data de libertação da escravatura, mas como já era anteriormente registrado: Dia das Santas Almas dos Pretos e Pretas Velhas e homenagem aos que morreram no cativeiro na Jurema Sagrada Nordestina como até hoje. O primeiro registro é 1675, com Padre João Maria da Companhia de Jesus. A assinatura da Princesa Isabel nessa data foi propositadamente pensada para comoção pública.
Assim como Zélio de Morais se apropria das tradições afro-ameríndias e constitui a umbanda como culto, todas entidades e calendário litúrgico já existia nos cultos populares desde os Calundus. Isabel não libertou ninguém, somos heróis e heroínas da nossa própria HISTÓRIA!!
O 13 de maio é uma data simbólica e importante demais para o Movimento Negro Organizado e os Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, a meu ver, sobretudo para as casas que cultuam Pretos Velhos e Pretas Velhas.
Por isso, a mesma deveria ser um exercício de celebrar a resistência de nossos ancestrais, mas de realizar análise de conjuntura política, histórica, cultural e social.
É mais do que necessário! É urgente! Nossas crianças precisam de um tipo de letramento que a Escola não está preocupada em fornecer (salvo alguns profissionais da área da educação), então façamos nós!
Não podemos esquecer da "máscara do silenciamento" imposto pelo mundo colonial e muito presente até os dias de hoje. Salve as Almas! Salve Vovó Chica da Bahia e Todos os Pretos e Pretas Velhas .
Quanto mais pesquisamos mais descobrimos as apropriações e retomamos a narrativas de resistência da nossa gente. Como vejo hoje, a busca da umbanda como culto antes do Zélio de Morais e precisamos nos apropriar da nossa história e reconhecer a apropriação e refazer a narrativa.
Entender que para os nossos ancestrais africanos e indígenas no cativeiro éramos todos irmãos e irmãs, família! Somos descendentes de povos tradicionais da partilha, dos saberes coletivos, da comunhão e quem nunca soube dividir, acolher e compartilhar foram os Europeus.
Hoje o cativeiro é mental, precisamos pensar africanamente, originariamente aqui e como pindoramas e África como bantus, nagôs, yorubás, etc. Presença ancestral, preserve.
Isso é pesquisa, ouvir nossa memória, nossos ancestrais e registrar. Também, precisamos romper com os rótulos e determinação acadêmica, desenvolver nossas tecnologias sociais de formação e conhecimento.
Pensar nossa história foram da narrativa eurocêntrica porque somos de povos da oralidade. Nossa biblioteca de saberes são nossos ancestrais, retomar nossa história e legitimar a narrativa.
Faça pequenos registros em vídeos dessas memórias publiquem, escrevam artigos com bases nelas, temos várias formas hoje, de contar nossa história. Leiam o que é uma pesquisa, se apropriem e criem nossas técnicas de registros. A academia se apropriou muito dos nossos saberes, agora é nossa vez de tomar para nós essas ferramentas e fazer história.
13 de Maio Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo
Reunião Coordenadoria Grande ABC
Em 13 de maio, ocorreu uma reunião importante da Coordenadoria de Igualdade Racial no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Estiveram presentes a doutoranda Pamella Galvani Bulbov, a mestranda Cláudia Rezende e a bolsista do Africanidades, Irys Nascimento.
Na ocasião, foi amplamente discutida a inclusão das feiras de afroempreendedorismo na VI Conferência de Promoção da Igualdade Racial. Também, foi explicado que após os debates, apenas duas propostas por eixo serão selecionadas e levadas para apresentação durante o evento.
Além disso, a coordenadoria está trabalhando no cronograma e contabilizando as inscrições, que já atingiram 76, com um limite de 100. Outro ponto debatido, foi a inclusão dos indígenas, que enfrentam dificuldades de de se inscrever devido à falta de acesso à internet.
A reunião também abordou a participação da UFABC, com duas vagas para delegado da conferência, sendo uma para cada campus. O delegado de uma conferência tem o papel de debater e tomar decisões sobre a temática do evento. Sua função inclui compreender o assunto em pauta, acompanhar os avanços e identificar os desafios que o município precisa superar nos próximos dois anos para fortalecer a política de assistência social. É importante destacar que as atividades posteriores têm bastante peso e exigirão um estudo cuidadoso.
A reunião foi produtiva e demonstrou o compromisso da coordenadoria em trabalhar em conjunto com outras entidades para promover a igualdade racial.
Aula online Capoeira Ancestral
Ontem realizamos nossa terceira aula teórica do curso Capoeira Ancestral: As lutas de resistência, ministrada pelo Prof. Mestre Valdenor dos Santos, presidente da Confederação de Capoeira Desporto do Brasil (CCDB) juntamente com o Mestre Pelé, Coordenador da Coordenadoria de Promoção à Igualdade Racial do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.
Vídeo da aula disponível no nosso canal do YouTube:
https://www.youtube.com/live/5dMV-Y0l0yU?si=-V-MU4-4R8r3Hgd-
Aula Capoeira Ancestral 26/06
Na última quinta feira 26/06 rolou aula de capoeira ao ar livre com o Mestre Valdenor, realizando a primeira roda da turma e luta entre os alunos, estamos evoluindo!! aprendendo novas músicas e golpes, ganhando confiança e descobrindo o próprio gingado, o próprio estilo nessa arte.
Consórcio 08/07
Essa última reunião tinha o intuito de deixar claro o que deu certo e o que podemos melhorar no próximo congresso, cada um contou um pouco da própria experiência e percepções sobre o evento, todos concordamos que a infraestrutura deixou a desejar, tivemos problemas com microfone durante uma apresentação e isso atrapalhou o cronograma, também pontuamos que faltou organização nos eixos, mas fora isso fomos positivamente surpreendidos com a quantidade de participantes que tivemos, falaram que fomos muito bem elogiados em outras regiões pela prontidão e execução do congresso, que foi muito bem divulgado.
V CEPIR 26 e 27 de julho
O projeto Africanidades com certeza marcou presença nos dois dias da quinta Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Estado de São Paulo, debatendo assuntos importantes para a comunidade negra, indígena, cigana e diversas outras etnias, discutindo leis que contribuirão para a igualdade entre nossos povos, foi um momento para sermos ouvidas, mas principalmente um momento para a escuta e aprendizagem, gratidão!
Capoeira online
Na última (05/08), das 17h às 19h, aconteceu a nossa aula teórica do curso Capoeira Ancestral: *Capoeira ancestral e seus estilos*, ministrada pelo Prof. Mestre Valdenor dos Santos, presidente da Confederação de Capoeira Desporto do Brasil (CCDB), acompanhado por Profa. Mestra Amanda Silva de Paula.
Essa aula mostrou a diferença e valores entre os estilos da capoeira.
A transmissão foi realizada pelo nosso canal no youtube, Projeto Africanidades, sendo aberta para todos os públicos.
Assista a aula pelo link: https://youtube.com/live/d85kRLfRUIw