Bem-vindo ao Almanaque da Bruxa , um espaço vivo e mágico onde a intuição se encontra com o conhecimento! Aqui você encontrará mensagens diárias dos oráculos, insights astrológicos, feitiços sazonais, reflexões místicas e dicas para potencializar sua prática mágica .
Todos os dias, trazemos especiais, inspirações e saberes ocultos para guiar sua jornada espiritual. Seja você um estudante de magia ou um praticante experiente, este é o lugar para se conectar com o invisível e trazer magia para o cotidiano .
🌙 Acompanhe o Almanaque diariamente e desperte sua magia!
SEJA UM ALUNO NA ACADEMIA DE MAGIA- SCIENTIA NOX
🌙 Como Criar um Sigilo Usando o Método Kamea
O Método Kamea usa quadrados mágicos (kameas) associados aos planetas.
Cada planeta tem um número específico e um quadrado com números dispostos em sequência mágica.
A partir disso, você cria linhas que formam seu sigilo.
Siga a tabela abaixo para correspondência numérica:
Kameas planetários: Quadrado e selo.
Vênus
Sol
Marte
Saturno
Mercúrio
Lua
Júpiter
A Páscoa Foi Roubada (Sim, e Eu Posso Provar)
Você já se perguntou por que, diabos, a ressurreição de um messias crucificado é celebrada com... coelhos botando ovos? Spoiler: não faz o menor sentido — a menos que você olhe antes do cristianismo ter colocado seu selo de “aprovado por Deus” em todas as festividades que já existiam muito antes dele.
Pois é. A Páscoa, assim como tantas outras datas do calendário cristão, é mais uma festa roubada dos antigos cultos pagãos. E hoje vamos desenterrar essa verdade com classe, ousadia e uma pitada de fúria ancestral.
Muito antes de alguém ouvir falar de cruz, Roma ou evangelho, povos do hemisfério norte celebravam a chegada da primavera com festas de fertilidade, renovação e abundância. A vida voltava a florescer depois do inverno — e isso, meu bem, era sagrado. Literalmente.
A divindade mais associada a essa época? Uma deusa germânica chamada Ēostre (ou Ostara), senhora da aurora, da fertilidade, dos coelhos, dos ovos e de tudo que simboliza vida nascendo da terra.
👉 Sim, é daí que vêm os ovos decorados, os coelhinhos correndo por aí e até a ideia de um "domingo da ressurreição". Ostara já fazia tudo isso bem antes da apropriação cultural bater na porta.
Como em muitas outras situações, ele sincretizou. Traduzindo: rebatizou o que era pagão, apagou os nomes antigos e declarou como seu. Ao invés de destruir os ritos ancestrais (o que geraria revolta), preferiu absorvê-los, recontar a história e colocar um selo de "versão oficial".
O resultado? Você ganha um feriado "cristão" recheado de símbolos que Jesus nunca viu na vida. E ninguém acha estranho. Só a gente — bruxas, ocultistas, magistas e outras almas espertas — que olha e pensa: tem algo errado nesse coelhinho gospel.
Porque nossa história mágica não foi apagada à toa. Foi calada com intenção. Quando você corta as raízes de um povo, você enfraquece a alma dele. Mas aqui, na Scientia Nox, a gente faz o contrário: cavamos, invocamos, e reerguemos as deusas esquecidas.
Celebrar a Páscoa com consciência é recuperar o fio da ancestralidade. É lembrar que antes da culpa, havia festa. Antes da cruz, havia flores. Antes da obediência, havia coelhos selvagens e mulheres sagradas dançando sob a luz crescente.
Samhain🔥
Samhain é um dos sabbats mais antigos e poderosos da Roda do Ano. Celebrado entre os dias 30 de abril e 1º de maio no hemisfério sul, marca o fim do ciclo da colheita e o início de um novo ano espiritual. É um tempo de transição, introspecção e honra aos ancestrais.
A palavra "Samhain" vem do gaélico e significa "fim do verão". Era o principal festival celta que celebrava o término do ciclo agrícola. Era também o momento em que o véu entre os mundos estava mais fino — o que permitia a comunicação com os mortos e os espíritos da natureza.
Na tradição das bruxas, Samhain representa o último sabbat do ano e o início de um novo ciclo. O Deus Cornífero morre, retornando ao útero da Deusa, que assume sua face de Anciã e guardiã do portal entre os mundos.
Samhain é um convite para refletir, soltar o que não serve mais e prestar tributo àqueles que vieram antes de nós. É uma época para trabalhar com:
Banimentos e encerramentos de ciclos
Honra aos ancestrais e mortos
Magias de proteção, cura profunda e libertação
Conexão com a própria sombra
Rituais de oráculo e adivinhação
Seu altar pode ser um espaço simples, mas profundamente simbólico. Aqui estão alguns elementos que você pode incluir:
Elementos essenciais:
Velas pretas, brancas ou roxas: para representar o luto, a proteção e a espiritualidade.
Fotos ou nomes dos seus ancestrais: crie um pequeno espaço de honra.
Caveiras decorativas ou elementos que representem a morte como transformação.
Cristais: obsidiana, ônix, granada e ametista são ótimos para proteção e conexão espiritual.
Maçãs, romãs, vinho ou bolo de especiarias: alimentos tradicionais para oferendas.
Folhas secas, galhos ou flores murchas: símbolos da natureza em repouso.
Caldeirão ou pote preto: ideal para rituais de banimento, queima de pedidos ou intenções.
Acenda uma vela preta e uma branca, representando a morte e o renascimento.
Escreva em um papel tudo o que deseja deixar para trás: medos, padrões, mágoas.
Queime esse papel no caldeirão e visualize a liberação dessas energias.
Em seguida, escreva novos desejos e intenções para o novo ciclo e guarde-os em um pote com ervas (como alecrim e louro).
Agradeça aos seus ancestrais. Se desejar, deixe uma oferenda simbólica.
Samhain é o momento de silenciar o barulho externo e ouvir os sussurros da alma. Que este sabbat traga sabedoria, proteção e renascimento para o seu caminho.
🌘 Com reverência e poder,
Academia de Magia Scientia Nox
Mabon🍁
Mabon é celebrado no Equinócio de Outono, quando o dia e a noite têm a mesma duração, marcando o equilíbrio perfeito entre luz e sombra. É o Segundo Festival da Colheita na Roda do Ano, um tempo sagrado de agradecimento, introspecção e preparação para o inverno.
Nesta data, honramos a generosidade da Terra e colhemos não só os frutos físicos, mas também os espirituais: tudo o que aprendemos, vivemos e conquistamos ao longo do ciclo.
✨ Temas de Mabon:
Gratidão e colheita
Equilíbrio entre dar e receber
Desapego e encerramento de ciclos
Preparação para o recolhimento
🌾 Correspondências mágicas:
Cores: tons terrosos, dourado, vinho e laranja
Elementos: maçã, romã, vinho, nozes, grãos
Ervas e incensos: sálvia, canela, alecrim, patchouli
Deidades: Deusa Mãe em sua face Anciã, Deuses da colheita e do submundo (Deméter, Perséfone, Dionísio, Cernunnos)
Mabon nos lembra que tudo tem seu tempo. É hora de colher, agradecer e liberar o que não faz mais sentido — com sabedoria, beleza e magia. 🍁