A Associação Academia Clave de Basto foi criada para servir os anseios de uma grande parte da população do concelho de Cabeceiras de Basto, nomeadamente de crianças, jovens e respetivas famílias, que residem num concelho onde não existia ensino estruturado da Música.
Cabeceiras de Basto tem sido ao longo dos tempos uma terra com muita gente com apetência para a Música. Vários são os músicos que, partindo desta terra, se encontram pelo país e no estrangeiro a mostrar as suas competências musicais. A projeção nacional e internacional de jovens como o trompista André Gomes; o clarinetista Hélder Gonçalves; o pianista João Casimiro; o trompetista Carlos Leite; o saxofonista Pedro Teixeira; e a flautista Adriana Ferreira são os maiores exemplos.
A sensibilidade e apetências destas gentes no âmbito da cultura e, nomeadamente, da Música, refletiu-se na procura insistente de um ensino estruturado para a formação musical. Ao longo dos tempos, algumas famílias foram proporcionando aos seus filhos, fora do concelho, essa formação, sendo uma opção onerosa e muito limitativa.
No dia 23 de junho de 2017 foi assinado um documento conjunto para a Criação e Reconhecimento da Academia de Música de Cabeiras de Basto, subscrito pelo Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, pela Diretora do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Dra. Maria do Céu Caridade e pelo Presidente da Direção da Banda Cabeceirense, José Manuel Silva, que consideraram que o Ensino da Música era uma oferta curricular que urgia implementar neste concelho.
A 22 de julho a Associação foi oficialmente constituída.
Há, presentemente, 13 professores a lecionar na Academia, com formação académica certificada. A nível instrumental, lecionam-se aulas de canto, clarinete, flauta transversal, guitarra clássica, oboé, piano, saxofone, trombone, trompa, trompete, violino e violoncelo. No próximo ano letivo também haverá oferta de percussão.