Quais as características do gênero conto você percebeu?
O que o encontro com o homem representa na vida da protagonista?
Por que a personagem sente uma mistura de medo, repulsa e compaixão diante da ferida do mendigo?
Qual o significado simbólico da “ferida” no conto?
O que o texto revela sobre a indiferença social e a distância entre classes no espaço urbano?
Como Clarice Lispector problematiza o egoísmo e a superficialidade da vida burguesa?
Em que momento a personagem demonstra consciência da alteridade — ou seja, do outro como sujeito?
A “ferida” pode ser interpretada como uma metáfora existencial? O que ela pode representar em termos de humanidade?
Como o olhar da personagem sobre o homem que ela encontra na rua se transforma ao longo da narrativa?
O encontro faz Carla perceber algo sobre si mesma? O que muda em sua visão de mundo?
Qual o papel do “dissonante” — aquilo que foge ao padrão — na construção do autoconhecimento da personagem?
Como o título (“A bela e a fera”) dialoga com o conteúdo do conto? Há uma inversão de papéis?
Você já viveu um momento em que o encontro com “o outro” provocou uma mudança interior?
O que o conto faz você pensar sobre a empatia e sobre a forma como enxergamos as pessoas à nossa volta?
Como seria sua reação se você estivesse no lugar da protagonista?