PROGRAMAÇÃO — 2025
PROGRAMAÇÃO — 2025
No XI Seminário RITe utilizaremos a plataforma Even3 para facilitação do processo de inscrição nas atividades. Para acessar o evento, basta clicar no botão ao lado.
A plataforma de inscrição também é acessível a partir dos botões de "inscrição", disponíveis próximos das atividades com vagas limitadas.s
29 de setembro (Segunda-feira)
10h – 12h
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Memória, atmosfera. Discurso do rio
Prof. Dr. Vladimir Bartalini
Local: Sala dos espelhos - FAU MARANHÃO
13h – 15h30
OFICINA
Oficina de constelação de imagens digitais - por uma educação antibrutalista, contra a necrotecnologia
Artur Rozestraten
(30 vagas)
ON-LINE
Essa atividade propõe uma leitura conjunta do texto "Por uma educação antibrutalista: contra a necrotecnologia" e, a cada tópico do texto será construída uma constelação de imagens digitais. Ao final da leitura, a construção dessa constelação será concluída coletivamente e haverá uma debate sobre o processo e a construção obtida.
16h – 18h
MESA 1
Arqueologia, Arquitetura e Acervos digitais
Mediadora: Rafaela Bessi
Debatedor: Lucas Melchiori Pereira
Local: Sala dos espelhos - FAU MARANHÃO
APRESENTAÇÕES
Habitar a tragédia do desenvolvimento: arquitetura e imaginário trágico no contexto do Brasil Contemporâneo
Diogo Augusto Mondini Pereira
A arquitetura romana de Tasos
Julia de Oliveira Portella
Casas Romanas em Pafos
Leandro Gatti
Mapeamento fragmentário pelas chácaras de São Paulo
Ruth Cuiá Troncarelli
Vocabulários controlados e patrimônio cultural lusófono: estágio inicial de um estudo crítico do ARQUIGRAFIA
Camila Aparecida da Silva
Arquitetura Colaborativa: Estudo sobre Acessibilidade e Disponibilidade de Arquivos Editáveis de Arquitetura em Plataformas Online sob uma Perspectiva Didática
Rafaela Bessi Martinez
30 de setembro (Terça-feira)
8h30 – 12h30
MINI CURSO
Arquitetura Romana e Adaptações Regionais sob o Olhar Arqueológica | 1° Parte [1/2]
Leandro Gatti, Claudio Walter Gomez Duarte, Mariana Figueiredo Virgolino, Matheus Morais Cruz, Julia de Oliveira Portella, Letícia Aga Pereira Passos
(40 vagas)
Local: Sala 58 | FAU Maranhão
A arquitetura romana tem notáveis influências da arquitetura grega, sobretudo no uso das ordens arquitetônicas na valorização da simetria e da proporção. Contudo, os romanos desenvolveram suas próprias tipologias e soluções construtivas, adaptando e ampliando o repertório herdado. Enquanto isso, na região provincial, vemos variações próprias de cada local. Essas inovações não apenas transformaram a paisagem urbana do Império, como também exerceram profunda influência sobre a arquitetura posterior, servindo de referência para diferentes períodos históricos.
Ao longo das aulas, pretendemos apresentar características fundamentais da arquitetura grega e romana de forma a elucidar suas intersecções e diferenciações, mas em um primeiro momento traremos um olhar mais detalhado sobre as ordens arquitetônicas e modos de construção gregos e romanos. Em seguida, vamos explorar estudos de caso que digam respeito às regiões sob influência romana e suas próprias adaptações, apresentaremos componentes urbanos no contexto da Síria, Chipre, Tasos, Corinto, Elêusis e Germania. Assim, vamos expor as diferentes formas de transformação no contato entre povos locais e romanos a partir de construções e registros arquitetônicos.
9h – 12h
OFICINA
Desenho como práxis: Favela de Paraisópolis | 1° Parte [1/2]
Eduardo Pizarro
(20 vagas)
Local: Ponto de encontro na R. Dr. Flávio Américo Maurano, 965 - Jardim Morumbi, São Paulo - SP, 05656-020
Requisitos: Material livre de desenho e representação (caderno, papéis, lápis, canetas, tinta, etc.).
No Brasil, mais de 16 milhões de habitantes vivem em territórios vulneráveis que refletem a desigualdade socioespacial da urbanização no país. Na cidade de São Paulo são 3,6 milhões, com destaque para a Favela de Paraisópolis. Frente a esse contexto, é lançado um convite à especulação e experimentação prática de formas de representação que tangibilizem, a partir do desenho e em diálogo com outros campos, dimensões invisíveis de favelas e comunidades urbanas paulistanas. A atividade é estruturada em dois momentos: o desenhar na Favela de Paraisópolis; e, de volta ao Atelier Fraccaroli, o desenhar e o redesenhar a partir de perspectivas transversais e coletivas.
OFICINA
Apreender e cultivar a Terra: um experimento nos espaços externos do Atelier Fraccaroli | 1° Parte [1/2]
Arthur Cabral
(15 vagas)
Local: Jardim do Atelier Fraccaroli
Requisitos: Sapatos fechados
A proposta parte de uma visita aos espaços externos do Atelier Fraccaroli, com atenção dirigida ao experimento de semeadura e manejo iniciado em outubro de 2023, no âmbito do 5º Colóquio Internacional ICHT « Imaginário: Construir e Habitar a Terra », notadamente na oficina intitulada “Cultivar sobras urbanas”. Com a participação de pesquisadores de diferentes instituições, essas ações iniciais tiveram como objetivo favorecer a ocorrência subespontânea de espécies ruderais, cujo desenvolvimento seria aferido ao longo do tempo em práticas pedagógicas e experimentações associadas ao cultivo de um jardim.
Comumente designadas de forma genérica como “mato”, trata-se de um amplo rol de espécies disseminadas em diferentes regiões, frequentes em terrenos baldios e ambientes perturbados. As plantas ruderais se caracterizam pelo seu alto grau de adaptabilidade, ciclos breves e capacidade de dispersão, entre outras táticas de sobrevivência por meio das quais se tornaram capazes de existir em sobras urbanas. Em profusão de arranjos provisórios, ora são abundantes, ora retraem-se, sempre transformando-se. Algumas delas por vezes se expandem com vigor excessivo em relação às demais, a ponto de abafá-las. Por vezes se formam superfícies floridas, enquanto colhem-se os frutos e as sementes de outras espécies.
Desde o início do experimento, as expressões do vegetal e dos consórcios de diferentes espécies germinadas fortuitamente passaram a oferecer matéria à apreensão sensível de um jardim, compreendido nas ambivalências de cultivo e acaso. A possibilidade de reconhecer manifestações originárias do vegetal pela experiência direta, especialmente no âmbito de um laboratório didático voltado a “Escultura e Pesquisa da Forma”, soma-se à possibilidade de investigar experimentalmente as interações estabelecidas pelas plantas como mote para o cultivo de um jardim. Aqui se colocaria a destinação de gestos de arar e cuidar, de escavar e fecundar a terra, sem a pretensão de cristalizar artificialmente qualquer forma ou desenho prévio, mas com o desejo de desenhá-la continuamente.
Para além da identificação específica de exemplares botânicos, a proposta partirá precisamente da experiência sensível das feições do vegetal, a serem registradas e aferidas em representações diversas. O material produzido orientará a segunda parte da atividade, que incluirá a realização de podas, roçagens eventuais e plantios, a serem definidos em comum acordo pelos participantes.
13h30 – 15h30
MESA 2
Memória e futuro das cidades
Mediadora: Karina Leal
Debatedora: Joana D’Arc de Oliveira
Local: Atelier Fraccaroli
APRESENTAÇÕES
Temporal and Participatory 3D Urban Interface of Arquigrafia for Democratizing Architectural Memory
Sayed Abdul Basir Samimi
A Recepção do Clássico em São Paulo: um Diálogo entre Arqueologia e Arquitetura
Maria Victoria Raggio Hime
ADINKRAS: Memórias Afrocentradas no Imaginário do Bexiga
Marcelly Alessandra de Carvalho Soare
Atlas do Futuro: proposta de plataforma colaborativa de mapeamento de cenários urbanos futuros, com base no Arquigrafia
Gabriel Mazzola Poli de Figueiredo
O Reflexo do Edificado: Uma experiência imersiva, do físico ao digital, através do passado contínuo no Museu da Imigração do Estado de São Paulo
Jackeline Helen Gonçalves dos Santos
15h30 – 18h
OFICINA
Introdução à divulgação científica com o uso de inteligência artificial
Ana Beatriz Tuma, Gustavo Alves Machado
(20 vagas)
Local: Atelier Fraccaroli
Requisitos: Os participantes devem levar aparelhos eletrônicos para criação e edição de vídeo. De preferência, devem levar seus próprios notebooks.
A proposta desta oficina é apresentar os conceitos-chave da divulgação científica (DC), voltada para tornar o conhecimento especializado acessível aos não especialistas na área. Com a emergência contínua e consistente da inteligência artificial (IA), hoje, há a possibilidade de realizar a DC por meio dela. Como atividade prática, reflexiva e crítica, os participantes são estimulados a experimentarem divulgar suas pesquisas por meio do software de IA Synthesia, que permite a geração automática de roteiro, avatar, voz e imagem. Diante disso, questiona-se: É possível dizer que há algum tipo de crise da divulgação científica no que se refere ao fator humano que originalmente a produzia sem o auxílio da IA? Se sim, em que medida isso acontece? Há uma contraposição entre essas duas formas de realizar a divulgação da ciência ou elas se complementam?
01 de outubro (Quarta-feira)
9h – 12h
OFICINA
Apreender e cultivar a Terra: um experimento nos espaços externos do Atelier Fraccaroli | 2° Parte [2/2]
Arthur Cabral
(15 vagas)
Local: Jardim do Atelier Fraccaroli
Requisitos: Sapatos fechados
A proposta parte de uma visita aos espaços externos do Atelier Fraccaroli, com atenção dirigida ao experimento de semeadura e manejo iniciado em outubro de 2023, no âmbito do 5º Colóquio Internacional ICHT « Imaginário: Construir e Habitar a Terra », notadamente na oficina intitulada “Cultivar sobras urbanas”.
Com a participação de pesquisadores de diferentes instituições, essas ações iniciais tiveram como objetivo favorecer a ocorrência subespontânea de espécies ruderais, cujo desenvolvimento seria aferido ao longo do tempo em práticas pedagógicas e experimentações associadas ao cultivo de um jardim.
Comumente designadas de forma genérica como “mato”, trata-se de um amplo rol de espécies disseminadas em diferentes regiões, frequentes em terrenos baldios e ambientes perturbados. As plantas ruderais se caracterizam pelo seu alto grau de adaptabilidade, ciclos breves e capacidade de dispersão, entre outras táticas de sobrevivência por meio das quais se tornaram capazes de existir em sobras urbanas. Em profusão de arranjos provisórios, ora são abundantes, ora retraem-se, sempre transformando-se. Algumas delas por vezes se expandem com vigor excessivo em relação às demais, a ponto de abafá-las. Por vezes se formam superfícies floridas, enquanto colhem-se os frutos e as sementes de outras espécies.
Desde o início do experimento, as expressões do vegetal e dos consórcios de diferentes espécies germinadas fortuitamente passaram a oferecer matéria à apreensão sensível de um jardim, compreendido nas ambivalências de cultivo e acaso. A possibilidade de reconhecer manifestações originárias do vegetal pela experiência direta, especialmente no âmbito de um laboratório didático voltado a “Escultura e Pesquisa da Forma”, soma-se à possibilidade de investigar experimentalmente as interações estabelecidas pelas plantas como mote para o cultivo de um jardim. Aqui se colocaria a destinação de gestos de arar e cuidar, de escavar e fecundar a terra, sem a pretensão de cristalizar artificialmente qualquer forma ou desenho prévio, mas com o desejo de desenhá-la continuamente.
Para além da identificação específica de exemplares botânicos, a proposta partirá precisamente da experiência sensível das feições do vegetal, a serem registradas e aferidas em representações diversas. O material produzido orientará a segunda parte da atividade, que incluirá a realização de podas, roçagens eventuais e plantios, a serem definidos em comum acordo pelos participantes.
10h – 12h30
OFICINA
Devaneio e Representação como Prática de Pesquisa — Novos Horizontes Imaginativos
Grupo DEPi - Carolina Simon, Guilherme Souza, Jessica Carvalho
(12 vagas)
Local: Atelier Fraccaroli
A oficina propõe, em uma nova edição, uma aproximação à prática de pesquisa desenvolvida pelo grupo DEPi: Devaneios Experimentais e Poéticas Imaginativas, vinculado ao Grupo de Pesquisa CNPq Representações: Imaginário e Tecnologia (RITe). Mantendo a essência de reflexões, debates e produção material em torno dos temas do imaginário, representações e tecnologia — atravessados por bibliografia teórica e literária — esta versão traz um novo conjunto de cartas, expandindo o repertório visual e textual. A atividade articula diferentes modalidades de representação — palavra, imagem e criação de objetos — explorando o potencial do imaginário como espaço de confluência entre saberes. Dois baralhos serão utilizados: o primeiro, de imagens, constitui um corpus imaginativo renovado; o segundo, agora revisitado, reúne trechos escritos que dialogam com os temas do grupo, incorporando novas referências e provocações. A seleção ao acaso do material serve de ponto de partida para composições autorais dos participantes, cujas narrativas, ao serem compartilhadas, ganham novas camadas de significado. Aberta a novos e antigos participantes, esta oficina convida a revisitar e reinventar práticas anteriores, contribuindo para ampliar o repertório imaginativo coletivo e inspirar futuros encontros.
14h – 16h
MESA 3
Representações simbólicas e documentação digital
Mediadora: Marcelly Soares
Debatedor: Pedro Augusto Vieira Santos
Local: Atelier Fraccaroli
APRESENTAÇÕES
Acervos Iconográficos e a Defesa do Patrimônio Construído: O Caso do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo
Arthur de Sousa Prates
Imaginários e convivências na cidade multiespécie: relações simbólicas na cidade de São Paulo contemporânea
Carolina Ribeiro Simon
DOCUMENTAÇÃO DIGITAL TRIDIMENSIONAL: métodos de captura e manipulação para preservação da memória de patrimônio histórico edificado
Larissa Almeida Dos Santos Bonin, Rodrigo Luiz Minot Gutierrez, Paulo Henrique Gomes Magri, Pedro Henrique Martins Nunes, Giulia Souza Rengel, Diego Aguiar Santos Barbosa
Divulgação científica do projeto temático Experiência Arquigrafia 4.0: do humano à inteligência artificial
Gustavo Alves Machado, Ana Beatriz Tuma
Investigando o diálogo entre arte e ciência na representação da USP a partir da análise de conteúdo de Bardin
Matheus Souza e Silva; Ana Beatriz Camargo Tuma
14h – 15h
OFICINA
Calunga (em) cena: Experimentações Cênicas em Miniatura | PARTE ONLINE
Charles de Almeida Ferreira (autor), Brenda Muller Pousada, Mylena Roehrs, Samara Baggiotto, Josicler Orbem Alberton
(20 vagas)
Local: Online
Apresentar os conceitos básicos do teatro de animação, com exercícios baseados em técnicas do teatro em miniatura e do teatro de papel, desenvolvendo o pensamento crítico e a criação artística dentro do universo da arquitetura cenográfica, incentivando a criação em equipe, estimulando o fazer manual como forma de expressão do arquiteto e urbanista por meio da montagem de cenários e personagens, e da apresentação de uma cena elaborada durante o processo.
15h – 18h
OFICINA
Calunga (em) cena: Experimentações Cênicas em Miniatura | PARTE PRESENCIAL
Charles de Almeida Ferreira (autor), Brenda Muller Pousada, Mylena Roehrs, Samara Baggiotto, Josicler Orbem Alberton
(18 vagas)
Local: Edifício 9F. Centro de Tecnologia. (Universidade Federal de Santa Maria - RS)
Apresentar os conceitos básicos do teatro de animação, com exercícios baseados em técnicas do teatro em miniatura e do teatro de papel, desenvolvendo o pensamento crítico e a criação artística dentro do universo da arquitetura cenográfica, incentivando a criação em equipe, estimulando o fazer manual como forma de expressão do arquiteto e urbanista por meio da montagem de cenários e personagens, e da apresentação de uma cena elaborada durante o processo.
02 de outubro (Quinta-feira)
8h30 – 12h30
MINI CURSO
Arquitetura Romana e Adaptações Regionais sob o Olhar Arqueológica | 2° Parte [2/2]
Leandro Gatti, Claudio Walter Gomez Duarte, Mariana Figueiredo Virgolino, Matheus Morais Cruz, Julia de Oliveira Portella, Letícia Aga Pereira Passos
(30 vagas)
Local: Sala 58 | Maranhão
A arquitetura romana tem notáveis influências da arquitetura grega, sobretudo no uso das ordens arquitetônicas na valorização da simetria e da proporção. Contudo, os romanos desenvolveram suas próprias tipologias e soluções construtivas, adaptando e ampliando o repertório herdado. Enquanto isso, na região provincial, vemos variações próprias de cada local. Essas inovações não apenas transformaram a paisagem urbana do Império, como também exerceram profunda influência sobre a arquitetura posterior, servindo de referência para diferentes períodos históricos.
Ao longo das aulas, pretendemos apresentar características fundamentais da arquitetura grega e romana de forma a elucidar suas intersecções e diferenciações, mas em um primeiro momento traremos um olhar mais detalhado sobre as ordens arquitetônicas e modos de construção gregos e romanos. Em seguida, vamos explorar estudos de caso que digam respeito às regiões sob influência romana e suas próprias adaptações, apresentaremos componentes urbanos no contexto da Síria, Chipre, Tasos, Corinto, Elêusis e Germania. Assim, vamos expor as diferentes formas de transformação no contato entre povos locais e romanos a partir de construções e registros arquitetônicos.
9h – 12h
OFICINA
Desenho como práxis: Favela de Paraisópolis | 2° Parte [2/2]
Eduardo Pizarro
(20 vagas)
Local: Atelier Fraccaroli
Requisitos: Material livre de desenho e representação (caderno, papéis, lápis, canetas, tinta, etc.).
No Brasil, mais de 16 milhões de habitantes vivem em territórios vulneráveis que refletem a desigualdade socioespacial da urbanização no país. Na cidade de São Paulo são 3,6 milhões, com destaque para a Favela de Paraisópolis. Frente a esse contexto, é lançado um convite à especulação e experimentação prática de formas de representação que tangibilizem, a partir do desenho e em diálogo com outros campos, dimensões invisíveis de favelas e comunidades urbanas paulistanas. A atividade é estruturada em dois momentos: o desenhar na Favela de Paraisópolis; e, de volta ao Atelier Fraccaroli, o desenhar e o redesenhar a partir de perspectivas transversais e coletivas.
13h00 – 14h30
ATIVIDADE
Diálogo Experiências internacionais de pesquisa no RITe: diálogos entre o Brasil e a França
Eduardo Paschoal, Karina Leal e Ruth Cuiá Troncarelli
Atividade livre (Sem necessidade de inscrição)
Local: Atelier Fraccaroli
Esta mesa pretende debater a internacionalização das pesquisas no RITe a partir de três relatos de experiências em etapas diferentes do percurso acadêmico, tendo como diálogo a França. Como temática em comum, as pesquisas abordam a ampliação das representações e imaginários por meio das cidades, seja em perspectiva histórica ou contemporânea.
03 de outubro (Sexta-feira)
14h – 16h
MESA 4
Imaginários urbanos: vozes diversas
Mediadora: Bárbara Francelin
Debatedor: Eduardo Pimentel Pizarro
Local: Atelier Fraccaroli
APRESENTAÇÕES
As relações entre educação, espaço e cultura nos processos de construção de escolas públicas sob a coordenação de Mayumi Watanabe de Souza Lima: o conto “Estranhos Seres”
Bárbara Maria Francelin; Eduardo Pimentel Pizarro
Imagens dissidentes: interpretações críticas de experiências contemporâneas
Jéssica Carvalho Silva
Aproximações fotográficas para a compreensão de “uma geografia própria, imaginária” de Carlos Reichenbach em Filme Demência (1987)
Giulia Montone
TERRITÓRIO E RESÍDUO: o que é lixo e o que é resíduo reciclável no imaginário dos sujeitos cartógrafos?
Ana Paula Silveira dos Santos
16h – 17h
ENCERRAMENTO
Local: Atelier Fraccaroli