Minha tese de Livre-Docência, ainda em revisão e análise. Em breve será publicada.
Título: Harmonia Mundi: Uma visão integradora da Arte e da Ciência
Autor: Filipe Mattos de Salles
Gênero: Ensaístico / Acadêmico / Transdisciplinar
Público-alvo: Leitores com formação ou interesse em filosofia da arte, epistemologia, psicologia analítica (Jung), teoria estética, neurociência e integração entre saberes
Síntese da Obra:
Harmonia Mundi é um ensaio filosófico e epistemológico que propõe um modelo de integração entre arte e ciência por meio de uma abordagem sistêmica e transdisciplinar. O autor busca responder à pergunta fundamental: “É possível uma metodologia científica para compreender o fenômeno estético?”
Para isso, articula conceitos da filosofia clássica (sobretudo Platão), da psicologia junguiana, da física quântica (David Bohm, Karl Pribram), da neurologia e da história da arte. A partir da ideia de "ressonância" entre obra e observador, o autor defende que o impacto estético não é redutível nem à subjetividade nem a variáveis socioculturais. Nos últimos capítulos, ele delineia um modelo de abordagem que combina três pilares: a ressonância (fenomenológica), os arquétipos (simbólicos) e uma lógica integrativa inspirada na totalidade e inter-relação dos sistemas.
Disponível em: Link do livro (em breve).
Título: Psicologia & Imagem, Ciência & Arte (coletânea de artigos)
Autor: Filipe Mattos de Salles
Gênero: Ensaístico / Acadêmico / Transdisciplinar
Público-alvo: Leitores com formação ou interesse em imagem, fotografia, artes visuais, filosofia da arte, epistemologia, psicologia analítica (Jung), teoria estética, neurociência e integração entre saberes
Síntese da Obra:
Psicologia & Imagem, Ciência & Arte é uma coletânea de ensaios e artigos relacionados ao universo da comunicação, cultura e arte, aqui analisados principalmente pelo viés da psicologia analítica de C.G.Jung. Em uma abordagem transdisciplinar por natureza, os textos aqui apresentados percorrem diferentes temas na esfera do conhecimento da arte, com base científica e filosófica, cujo rigor metodológico permite a proposição de soluções pouco ortodoxas para os problemas da estética. Em grande parte, os textos adotam uma visão holística do fenômeno da arte e procuram relacionar as manifestações estéticas mais diversas com a nossa estrutura psíquica, com apoio das recentes pesquisas sobre a consciência e a física quântica.
Alguns dos textos aqui reproduzidos foram previamente publicados em revistas acadêmicas (ver Artigos), outros tiveram atualizações, e outros são ainda inéditos, mas em todos o professor Filipe Salles procura manter o mesmo espírito de pioneirismo em desbravar campos ainda inexplorados das teorias da comunicação e da arte.
ISBN 978-65-00-52241-9
Disponível em e-book e impresso sob demanda
Título: A ideia-imagem: forma e representação na fotografia moderna
Autor: Filipe Mattos de Salles
Gênero: Ensaístico / Acadêmico / Transdisciplinar
Público-alvo: Leitores com formação ou interesse em fotografia, imagem, artes visuais e comunicação social, além de filosofia da arte, psicologia analítica (Jung), teoria estética, neurociência e integração entre saberes.
Editora: Appris
Síntese da Obra:
A ideia-imagem: forma e representação na fotografia moderna traz ao leitor discussões sobre o significado, veracidade e fluidez das imagens da era digital, em especial da fotografia. Autores relevantes como Soulages, Roland Barthes, Susan Sontag, Lucia Santaella, Vilém Flusser, Walter Benjamin, Jacques Aumont e Edmond Couchot são unânimes em considerar a fotografia como prova fidedigna de uma existência, de uma representação do real, apesar das inúmeras possibilidades de interpretação.
Nesta extensa seara de conhecimento, o autor adota uma visão platônica, e assim procura investigar aquilo que se chama de realidade e representação, levantando a questão que afronta esse suposto testemunho de veracidade: a manipulação da fotografia digital, bem como seu desdobramento pela inteligência artificial.
O que antes ocorria por meios químicos que pressupunham um trabalho artesanal especializado, hoje está disponível a qualquer um através de inúmeros softwares e aplicativos de manipulação automática.
Assim, é preciso rever a ideia de fidedignidade com o 'real' que envolve a fotografia, mesmo considerando um testemunho histórico. Até que ponto podemos 'confiar' na fotografia como documento, nos dias de hoje? Onde estaria a 'realidade' propriamente reconhecível e confiável?
Questões como essa nos levam não apenas à origem do suporte fotográfico, mas também sua instância ontológica: a ideia - ou a fotografia como uma representação de ideias.
Neste estudo também foram analisadas as diferentes formas de utilizar a imagem fotográfica, a fim de elucidar seu papel nas mais diferentes áreas da comunicação: fotojornalismo, publicidade, moda, fotografia histórica, social, documental, artística e até mesmo amadora e turística.
Antes de ser vista como fenômeno exclusivo da comunicação, a intensa proliferação de imagens que o século XX registrou - e adentrou o século XXI com força descomunal através das redes sociais - pode ser vista como fenômeno psíquico, dada e relação quase patológica que hoje a sociedade moderna constrói com a fotografia.
Na versão atualizada pela Editora FoxTablet, também estendemos a discussão para as imagens criadas por inteligência artificial generativa, as chamadas "Pixelgrafias".
ISBN 978-85-473-0072-2
Link para e-book (edição atualizada)
Título: Música Visual: um estudo sobre as afinidades entre som e imagem baseadas no filme FANTASIA (1940) de Walt Disney
Autor: Filipe Mattos de Salles
Gênero: Ensaístico / Acadêmico / Transdisciplinar
Público-alvo: Leitores com formação ou interesse em cinema, música, trilha sonora e filosofia.
Editora: Fox Tablet
Síntese da Obra:
Fantasia (1940) de Walt Disney, não é apenas um filme de animação de irresistível efeito sobre seu público. Muito mais do que simplesmente utilizar recursos próprios da linguagem do cinema e da animação cinematográfica para obter um deliciamento estético, ele também exerce um certo fascínio irrepreensível que poucos outros desenhos animados da mesma categoria conseguem: a estranha sensação de, após assisti-lo, termos visto música e ouvido imagens.
Esta é a questão central deste estudo: o que há em Fantasia que permite este relacionamento tão rico entre o som e a imagem? Seria uma relação, a exemplo da biologia, simbiótica? Ou um parasitaria o outro, limitando mutuamente sua interpretação? Ou, ao contrário, essa simbiose intensificaria o resultado emotivo e abriria novos horizontes para ambas as artes, libertando-as de paradigmas estáticos? De qualquer maneira, toda a problemática se resume em adentrar um universo tido como híbrido, e verificar se existe uma terceira entidade, independente, na qual as instâncias sonoras e imagéticas formariam um só corpus, que se chamaria música visual ou imagem musical.
SALLES, Filipe. 2024. "Sobre o conceito de Pixelgrama e Pixelgrafia". Anais do 5o. Congresso Internacional sobre Ambiências - 5th Ambiances Congress, Rio de Janeiro 09/10/2024.
RESUMO:
A fotografia digital e a inteligência artificial (IA) trouxeram novos conceitos para aprodução de imagens, tirando todo o lastro material de simulacros de objetos físicos, e colocando uma nova perspectiva de entendimento: imagens construídas por algoritmos. Antes de serem interpretadas como aberrações fotográficas ou falsidades ideológicas, elas são também meios de expressão e significação, e nos cabe encontrar seu lugar na produção da imagem contemporânea. Esse é o objetivo desse artigo.
Palavras-chaves: Fotografia Digital, Inteligência Artificial, Pixelgrafia, Fotografia e IA
SALLES, Filipe. 2023. "A Singularidade da Percepção Estética: uma abordagem científica do fenômeno artístico". In: Ciência Brasileira: Múltiplos olhares - Artes da presença, artes cênicas e cultura. Editora EVEN3 DOI 10.29327/cb-artes-da-presenca-cenicas-e-cultura-1.599849
(Este artigo também foi apresentado oralmente, por via remota em função da pandemia, no GT Arte e Moda, História e Cultura do VII Seminário de Pesquisa em Artes, Cultura e Linguagens - SPACL - da Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF em 2021)
RESUMO:
A experiência estética evoca subjetividade tal que há muito se afastou da ciência como hoje a concebemos. Destarte, sua teorização não formaliza consenso acadêmico de maneira suficientemente ordenada, e aqui propomos um modelo possível para uma abordagem científica do fenômeno estético, a partir das teorias de C.G.Jung em confluência com a Ordem Implicada do físico David Bohm, e o modelo holográfico da consciência do neurocientista Karl Pribram.
Palavras-chave: Filosofia Estética, Teoria da Arte, Arte e Ciência.
Link do artigo.
SALLES, Filipe. 2021. "Aspectos Arquetípicos da Arte-Educação Infantil: uma abordagem junguiana". In: Arte e Cultura: Produção, Difusão e Reapropriação. Editora Atena. DOI: 10.22533/at.ed.5552110062
(Este artigo também foi aceito e apresentado no XXIX Congresso da ANPAP - Associação Nacional dos Pesquisadores de Artes Plásticas, e foi publicado em seus anais sob ISSN 2175-8212)
RESUMO:
O presente trabalho tem por objetivo aplicar os conceitos de arquétipo e inconsciente coletivo de C.G.Jung à educação artística infantil, no sentido de esboçar uma análise que permita entender as fases e o desenvolvimento do potencial simbólico das crianças por esta abordagem. Neste sentido, entendemos que o artigo é um desenvolvimento de pesquisas prévias sobre conceituação das experiências estéticas e sua necessidade inerente à psique. Como metodologia, traçaremos uma breve introdução sobre a relação de Jung com o universo infantil, e seguimos retomando conceitos antes depreendidos para uma melhor compreensão da linha de raciocínio, ao que se segue uma análise das etapas de desenvolvimento lúdico da criança frente à sujeição dos símbolos intuitivos arquetípicos, para ao fim concluir sobre a importância e a necessidade de tais vivencias a nível sensível.
PALAVRAS-CHAVE: Educação Infantil; Arte Infantil; Arte-educação; Psicologia analítica; C.G.Jung.
SALLES, Filipe. 2020. "Sobre a Necessidade da Arte: uma abordagem junguiana". DOSSIÊ CONTEXTOS E ESPECIFICIDADES DA INCLUSÃO: A ARTE COMO FIO CONDUTOR, v. 16 n. 1 (2020): Revista Educação, Artes e Inclusão DOI https://doi.org/10.5965/1984317816012020430.
RESUMO
Este artigo se propõe a discutir a necessidade de produção e consumo de arte, e, portanto, razão ontológica pela qual a arte é parte fundamental de nossa sociedade, e por que sua manifestação é tão natural ao ponto de ser encontrada em praticamente todas as culturas com organização social, desde os mais remotos tempos. No desenvolvimento lógico desta questão, esta razão passa pela própria definição do que é arte, e, levando-se em conta as exaustivas tentativas de diversos autores em resolver sem sucesso a questão, optamos neste trabalho por abordar o tema através da psicologia junguiana e da filosofia platônica. O resultado é uma análise muito diferente do tratamento convencional dado ao tema, em que o objeto-arte é o centro das atenções. Aqui, o cerne do estudo é o resultado emotivo dado entre um sujeito e o objeto, sendo este o parâmetro que define o status de arte a um objeto qualquer.
Palavras-chave: Arte. Filosofia da Arte. Teoria e Estética. Definição de Arte. Arte e Psicologia.
Link do artigo.
SALLES, Filipe, 2019. "O Processo Criativo na Arte: uma abordagem junguiana". Apresentado no XI WCCA - World Congress of Communications and Art, na Universidade da Estado da Bahia. Não foi publicado em anais.
Resumo:
Este artigo propõe discutir a necessidade da produção e do consumo de arte e, claro, a razão ontológica da arte inserida no mundo e na cultura da nossa civilização, e por que ela é tão natural desde os primórdios da humanidade. O desenvolvimento lógico dessa questão passa pela importância da arte e pelo crescimento da cultura em toda a sua diversidade e, para abarcar adequadamente isso, escolhemos a psicologia analítica junguiana e a filosofia platônica como abordagem teórica. Diferentemente da análise comum desse assunto, na qual o objeto de arte é o tema principal, aqui optamos por considerar os resultados emocionais entre sujeito e objeto como o parâmetro final para alcançar o sentido do estado da arte em todos os objetos possíveis, bem como em todos os casos, épocas ou estilos. Isso resulta em uma visão nova e abrangente do estado da arte e suas consequências, incluindo a razão de sua importância vital e uma definição simples e geral de arte.
Palavras-chave — Processo Criativo; Arte; Filosofia da Arte; Psicologia Analítica na Arte; Teoria da Arte
Link do artigo.
SALLES, Filipe. 2018. "A Selfie e a Pós-Fotografia: Considerações Psicológicas". v. 14 n. 24 (2018) Revista Discursos Fotográficos (UEL). DOI: https://doi.org/10.5433/1984-7939.2018v14n24p13.
Resumo:
A chamada ‘Pós-Fotografia’ é um conceito desenvolvido por Fontcuberta (2011, 2012) para o entendimento dos fenômenos visuais da era digital, incluindo o gênero ‘Selfie’, tanto na sua produção quanto em seu uso. Entretanto, nem sempre é possível identificar no resultado deste gênero uma intenção deliberada em questionar os limites da significação fotográfica. Destarte, a análise da Selfie parece ter maior afinidade com uma razão psíquica do que com uma possível teoria da comunicação, sendo suas características particulares decorrências das intenções psicológicas. Por este viés, o presente trabalho fará uma análise deste fenômeno com base na psicologia junguiana, que, acreditamos, oferece ferramentas ontológicas para o entendimento do fenômeno em sua razão intrínseca: nós.
Palavras-chave: Fotografia. Fotografia digital. Pós-fotografia. Selfie.
SALLES, Filipe. 2018. "Considerações sobre a fotografia Fine Art". v. 26 n. 2 (2018) Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura. DOI: 10.20396/resgate.v26i2.8650403.
Resumo:
O termo Fine Art é uma designação relativamente recente no Brasil, para abarcar especifica-mente a produção de imagens fotográficas com intenções puramente estéticas, não comerciais, em diferentes estilos, mercados e nomenclaturas. Com isso, o termo começou a ser amplamente utilizado até em ambientes comerciais, causando certa confusão com a definição de seus limites, sobrepondo o conceito do que era antes considerado, genericamente, fotografia artística. Por este motivo, cabe uma análise mais profunda sobre os termos em questão, no objetivo de conceituar corretamente o papel da fotografia enquanto manifestação artística e suas mpossibilidades de veiculação.
Palavras-chave: Fotografia; Fotografia artística; Fine Art; Fotografia analógica.