A energia hidráulica é obtida pelo aproveitamento do potencial gravitacional da água corrente e de quedas d`água. Quando é usada para gerar eletricidade passa a ser chamada de energia hidrelétrica. A importância da energia hidráulica é explicada pelo fato de ser uma fonte de eletricidade segura. Além disso, por conseguirem alterar rapidamente sua capacidade de geração, por meio do aumento da vazão de água que passa pelas turbinas, as hidrelétricas conseguem atender picos de consumo mais rápido que outras fontes.
Outro diferencial da energia hidráulica é que se trata de uma fonte limpa e renovável. Afinal de contas, não emite gases do efeito estufa e a água é um recurso que ainda é constantemente reposto pela natureza. Esse tipo de energia representa 16% da energia gerada em todo o planeta, conforme indicam os dados da Agência Internacional de Energia, representando a terceira fonte mais utilizada para a produção energética no mundo.
A contribuição da energia hidráulica na matriz de energia elétrica, segundo o Balanço Energético Nacional de 2015 é de, aproximadamente, 63%. Apesar da tendência de aumento de outras fontes, devido a restrições socioeconômicas e ambientais de projetos hidrelétricos e aos avanços tecnológicos no aproveitamento de fontes não-convencionais, tudo indica que a energia hidráulica continuará sendo, por muitos anos, a principal fonte geradora de energia elétrica do Brasil.
O processo de transformação da energia potencial da água em energia cinética e, posteriormente, elétrica ocorre no interior das usinas hidrelétricas. Que funcionam da seguinte maneira.
Os reservatórios das usinas são responsáveis pelo armazenamento de uma grande quantidade de água, a qual detém a energia potencial gravitacional. A partir do momento em que essa água deixa o reservatório, ela entra em alta velocidade na casa de força e realiza a movimentação das pás que formam as turbinas, convertendo assim a energia potencial em energia cinética.
O movimento das turbinas aciona os geradores, responsáveis pela transformação da energia cinética em energia elétrica. A água que passou por todos esses processos é redirecionada para o rio através do escoadouro, enquanto a energia gerada é conduzida para a rede de distribuição, responsável por levá-la ao consumidor final, em todo o Brasil.
Custo de produção para transformá-la em energia elétrica é baixo;
Depois que ela entra em operação a energia hídrica se torna uma fonte barata de eletricidade;
Preço mais baixo chega até o consumidor final;
não produz dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, ao contrário de outros tipos.
A construção das hidrelétricas costuma prejudicar a flora e a fauna das áreas alagadas;
O desmatamento;
Mudanças climáticas;
Alteração do curso e do nível natural dos rios;
Em períodos de seca, a produção energética cai e aumenta o preço pago pelo consumidor final.
O gás natural é um combustível fóssil descendente da degradação de matéria orgânica a muitos anos e necessita de condições ideais de pressão e temperatura, ele é composto de hidrocarbonetos leves, como metano, etano, propano e butano.
É encontrado em rochas em subsolos terrestre e no mar em forma gasosa. Apesar de não ser uma energia renovável, o gás natural, ele é extremamente limpo e eficiente. Existe o gás associado, que se encontra dissolvido no petróleo, e o não associado que está livre do petróleo e da água no reservatório no qual é encontrado em camadas rochosas permitindo a produção do gás natural.
Curiosidade:
Engenheiros da Universidade Nacional de Cingapura (NUS) desenvolveram uma nova maneira de converter o gás natural em uma forma sólida, isso permite que ele seja armazenado e transportado com mais segurança e facilidade. O principal ingrediente na nova mistura é o L-triptofano, um aminoácido que aprisiona uma maior quantidade de gás natural em hidratos sólidos.
Causa menos impactos ambientais do que o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP);
Aumenta a facilidade de partida de motores de combustão interna no frio;
Tem um custo baixo pelo fato de ser um subproduto de outros combustíveis.
Pode se acumular em partes mais elevados de ambientes fechados — por ser mais leve do que o ar;
Oferece maior risco de incêndios, explosões e acidentes por asfixia;
Pode gerar monóxido de carbono (altamente tóxico) em caso de incêndios em ambientes com insuficiência de oxigênio;
Não é renovável, pois é um combustível fóssil e, portanto, finito.