MOBILIDADE EMPRESARIAL: Oportunidades e Desafios do Uso de Tecnologias Móveis para Negócios no Contexto Brasileiro.
KLEIN, A. Z.; FREITAS, H. M. R.
Assim como a sociedade rapidamente incorporou as tecnologias móveis e sem fio no seu dia a dia, as organizações também delas se apropriaram para a realização de suas atividades. O conceito de mobilidade empresarial (em inglês: enterprise mobility) existe há quase duas décadas e pode ser definido como o uso de tecnologias móveis e sem fio nos mais diversos processos organizacionais, não só os de compra e venda (o que muitas vezes é denominado pelo termo negócios móveis, ou mobile business – m-business), mas também em outros processos como os de operações de campo, logística, suporte a clientes, marketing, gestão de pessoas, gestão de projetos, etc. Os mais variados setores da economia incorporam o uso de tecnologias móveis e sem fio às suas operações, e também os governos e as instituições de saúde, assim como instituições educacionais (o que também gerou o conceito de Aprendizagem com Mobilidade, mobile learning ou m-learning, que envolve a aplicação da mobilidade para o ensino e aprendizagem).
Por que pesquisar, criar, desenvolver, estudar as tecnologias móveis e sem fio que utilizamos atualmente, considerando o seu uso no contexto empresarial?
Ainda convivemos com sistemas arcaicos, baseados na velha lógica dos formulários, dos relatórios gerenciais baseados em texto, quando muito em gráficos, pouco flexíveis, fundamentalmente insensíveis ao contexto do usuário da informação. Basta observar que o aplicativo móvel mais utilizado para negócios ainda é o tradicional e-mail.
Junto com os avanços de hardware e infraestrutura, os sistemas de informação organizacionais precisam evoluir, ser proativos, sensíveis, antecipar e poupar a atenção dos usuários (este sim o recurso mais escasso atualmente).
Tentando concluir provisoriamente, ficam nossas reflexões, e a crença de que a tecnologia vai continuar a evoluir cada vez mais rapidamente, mas pensamos que boa parte das lições aprendidas até agora, com os estudos que realizamos, e que são apresentados de forma sintética neste livro, possam nos ajudar, ainda que de forma bastante modesta, a pensar o presente e o futuro próximo.
É importante informar que este livro é resultado da colaboração entre membros de dois grupos de pesquisa CNPq: a equipe do Grupo de Pesquisa UBI_BUSINESS (Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Computação Ubíqua Aplicada a Negócios), cuja sede se localiza na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS (RS), e a equipe do GIANTI (Gestão do Impacto da Adoção de Novas Tecnologias da Informação), localizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ele baseia-se em resultados de diferentes projetos de pesquisa, dissertações e teses orientadas no contexto dos grupos, a maior parte deles financiados pela CAPES, CNPq e FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul). Os autores agradecem a essas instituições pelo apoio e recursos recebidos.
Um Micro = Um Centro De Informações.
Henrique Freitas
Livros Técnicos e Científicos Editora - Rio de Janeiro - 1991- 146 páginas
O usuário precisa de resposta agora! Ele não pode esperar…
Um número cada vez maior de executivos e outros países usuários começa a trabalhar diretamente com o computador para obter informações, solucionar problemas e aumentar a produtividade.
Este livro apresenta uma nova relação de trabalho entre o CPD e o usuário – o CI.
A finalidade de um CI - Centro de Informações é dar condições ao usuário final de desenvolver suas próprias aplicações, resolvendo seus problemas do dia-a-dia através do uso direto do computador.
Apesar de todo progresso tecnológico, ainda existe uma forte resistência à adoção da informática detectada no seio das organizações. E isto não é somente identificado nas pequenas e média empresas, quando da aquisição de um mero microcomputador, como também o é nas grandes empresas, sobretudo naquelas que adotam uma estratégia de “distribuir” micros, sem prever a sua ligação nem o tipo de tarefas a serem implementadas: é a famosa estratégia do laisez-faire.
Talvez as empresas tenham optado por esta “não estratégia” por desconhecerem uma outra possibilidade, “não física”, de coordenar as atividades de informatização, o que tentaremos mostrar neste livro.
Pretende-se que as ações aqui preconizadas tenham a abrangência de um simples computador, instalado isoladamente, até um equipamento com terminais e comunicação de dados, numa configuração já mais avançada.
A informação Como Ferramenta Gerencial: Um Telesistema De Informação Em Marketing Para O Apoio À Decisão.
Henrique Freitas
Editora Ortiz – Porto Alegre – 1993 – 356 páginas
Este livro propõe uma nova abordagem para a informação dentro da organização, permitindo aos diferentes níveis gerenciais a reação rápida e à distância. Além disso, apresenta métodos de controle inovadores, mostrando como implementá-los e como analisar os dados coletados.
Trata-se de uma obra moderna e prática, voltada para a organização que busca efetivamente, a melhoria dos serviços prestados, e igualmente aos professores, pesquisadores e estudantes, já que todos os assuntos são abordados cientificamente, com a definição dos aspectos metodológicos inerentes e com a análise adequada dos dados.
A emprese tem e teve sempre de se adaptar, mas a mundialização, a aceleração das descobertas tecnológicas e das evoluções sócio-culturais vieram acentuar bruscamente este imperativo (...) Nesse contexto, para sobreviver duramente, a empresa deve se desmarcar, criar produtos, serviços e mesmo mercados novos"(LESCA, 1989). Deve fazer um esforço de avaliação para definir a resposta adequada aos novos indicadores do mercado e, na medida do possível, para se preservar dos eventuais efeitos perversos de suas próprias decisões.
Para atingir o sucesso nessa iniciativa de oferta “criativa”, mais e mais informações e conhecimentos devem ser integrados em seus produtos, serviços e decisões. A informação e o conhecimento não são um fim em si mesmos" entretanto sem eles como assegurar o profissionalismo necessário à adaptação permanente, que requer a abertura da empresa sobre o mundo e sobre seu próprio futuro?
Neste livro são fornecidas diversas contribuições e preposições importantes para uma sociedade que se quer cada vez mais “em tempo real”: o processo individual de decisão é dissecado, com o objetivo de se verificar onde e como se poderia intervir, sendo proposta a arquitetura e a funcionalidade de um sistema de apoio à distância e em tempo real, bem como um método para a avaliação de sistemas desse gênero. Uma tipologia – comportamental – de usuários finais é igualmente proposta, assim como são apresentados os principais resultados de um teste realizado com a utilização dessas proposições. Enfim, fala-se quase que pioneiramente em sistemas dirigidos a todo usuário final – e não somente ao manager –, além de se propor um método “implícito” de avaliação dos sistemas.
Nossa contribuição é, sobretudo, no sentido de orientar – ou mesmo oferecer regras de ação – nossos managers, permitindo-lhes progredirem com mais certeza em uma direção escolhida. Neste trabalho, o leitor encontrará ideias conceituais – testadas – julgadas interessantes e “comunicáveis”. Em resumo, tentamos transferir de forma simples a experiência das empresas que vencem sempre o desafio da adaptação! Dedicamos esta obra aos teóricos e – sobretudo – aos práticos.
Este livro pretende ser o apoio dos managers interessados e abertos para o mundo exterior, prontos a assumirem seus erros e aplicarem novas e. Além disso, buscamos instrumentalizar todos os cursos universitários (e secundários), da Administração (Economia e Contábeis), em Informática, em Análise de Sistemas (e mesmo das outras graduações que têm previsto em seu currículo uma disciplina sobre informática, Análise de Sistemas e Informática), até os cursos de mestrado e de doutorado em Administração ou em Informática (nas áreas de sistemas de informação e de decisão).
Informação E Decisão: Sistemas De Apoio E Seu Impacto.
Henrique Freitas, João Luis Becker, C.M. Kladis e Norberto Hoppen
Editora Ortiz – Porto Alegre – 1997 – 214 páginas
A importância da informação aumenta dia-a-dia nas organizações. A eficácia em seu tratamento depende em muito de sua administração e do perfeito atendimento de alguns conceitos e relações como por exemplo, o conteúdo cognitivo necessariamente presente na informação, em contraste com a brutidão dos dados. À medida que a complexidade do mercado e da sociedade cresce, torna-se indiscutível o valor dos Sistemas de Informação (SI) para o auxílio aos gerentes das organizações. Atualmente os SI são vistos como meios que, se bem administrados, contribuem para aumentar a competitividade da organização.
Neste livro, os autores discutem os conceitos relativos à Informação e à Tecnologia da Informação nas Organizações, incluindo o papel dos gerentes, modelos de processo decisório e características dos SI. Apresentam também o Sistema de Apoio à Decisão Industrial (SADI) e um jogo pedagógico nele baseado. O SADI, ao assegurar coerência nas decisões, constitui-se em valiosa ferramenta gerencial. O jogo auxilia professores e alunos, tanto da graduação quanto da pós-graduação, a melhor entenderem a inter-relação existente entre as diversas variáveis presentes no processo de tomada de decisão.
Esta obra foi desenvolvida com base na experiência de vários anos dos profissionais envolvidos no Grupo de Estudos em Sistemas de Informação e de Apoio à Decisão (GESID) do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) da Escola de Administração (EA) da UFRGS.
Análise Léxica E Análise De Conteúdo: Técnicas Complementares, Sequenciais e Recorrentes Para Exploração De Dados Qualitativos.
Henrique Freitas e Raquel Janissek
PPGA/EA/UFRGS – Sphinx – Canoas-RS – 2000 – 176 páginas
Este livro propõe uma abordagem para a condução de análises de dados qualitativos, fornecendo aos gerentes, pesquisadores, professores e alunos de diversos níveis de formação, recursos que permitam, a exploração adequada de dados através de procedimentos sistematizados que assegurem a qualidade e mesmo a busca de originalidade nas descobertas.
Através de um caso-exemplo, são descritos caminhos para o uso de diferentes técnicas de análise de dados e apresentadas as ideias de complementaridade, recorrência e sequencialidade do uso de análises léxica e de conteúdo, abordando diferentes aspectos metodológicos para a exploração criteriosa da análise de dados qualitativos. O diferencial proporcionado pelos métodos, bem como a isenção conferida pelo pesquisador que respeita estes métodos, retratam as diferenças das competências e das intenções em uma pesquisa. Todo profissional deve desenvolver habilidades e dominar sistemas, técnicas e métodos inerentes à necessidade por construção de conhecimento a partir de dados disponíveis de uma ou de outra forma dentro do contexto de atuação. Mostra-se que é viável, com o auxílio de instrumental adequado, explorar dados quanti-qualitativos e produzir informações consistentes que possam trazer respostas ágeis a muitos questionamentos que surgem no dia-a-dia de uma organização e mesmo no trabalho do profissional de pesquisa.
Com o uso de dados qualitativos, seja de que natureza for, pode-se ter a chance de identificar oportunidades ou antecipar problemas de fora bem mais pontual, precisa e com custo operacional bem menor. Existem várias técnicas de coleta e de análise de dados que permitem capturar automática e quase gratuitamente dados qualitativos.
Além disso, esse tipo de dado pode ser explorado mais de uma vez, constituindo-se numa fonte diferenciada para a geração de novos, diferentes e curiosos dados, os quais podem sr reproduzidos diretamente pelo pesquisador.
Este livro demostra algumas técnicas para realizar análise de dados textuais, em especial as análises léxica e de conteúdo, buscando repassar ao leitor condições para uma investigação prática e eficaz. Estas técnicas são apresentadas enfatizando o seu uso em conjunto. O pesquisador ou analista tem, nelas, diferentes recursos que permitem a exploração adequada dos dados, através de procedimentos sistematizados.
Análise de dados quantitativos e qualitativos: casos aplicados usando o Sphinx.
Henrique Freitas e Jean Moscarola
PPGA/EA/UFRGS – Sphinx – Canoas-RS – 2000 – 176 páginas
Cada vez mais a atividade de pesquisa deixa de pertencer somente aos centros acadêmicos e instituições especializadas para se incorporar no dia-a-dia das empresas, passando a representar um recurso de grande poder para se coletar, analisar e extrair informações valiosas de dados, tanto externos como internos às organizações.
Este livro visa fornecer algumas noções básicas sobre método e técnicas de pesquisa e sobretudo de análise de dados tanto quantitativos quanto qualitativos. Através de alguns preceitos sobre a atividade de pesquisa, e também através de exemplos práticos de enquêtes que lançam mão desse tipo de análise, constata-se o seu potencial de uso para a realização de investigações em diferentes áreas e aplicações, o que pode trazer subsídios para processos de tomada de decisão nas organizações e para pesquisadores nas suas investigações científicas.
Pesquisa Interativa E Novas Tecnologias Para Coleta E Análise De Dados Usando O Sphinx.
Henrique Freitas, Raquel Janissek, Jean Moscarola e Yves Baulac
Sphinx – Canoas-RS – 2002 – 384 páginas
Este livro foi criado para servir de base para o usuário final no uso e conhecimento das diversas ferramentas da gama de sistemas Sphinx®.
Ele apresenta uma breve revisão de todas as novas funções do Sphinx, enfatizando as Novas Tecnologias que aportam ao sistema um diferencial exclusivo: um sistema de concepção de enquêtes, digitação, coleta de dados, tratamentos e análise de dados, que oferece aos seus usuários um mundo interativo para coleta e aplicação, apresentação, comunicação e exploração de dados.
Ele permite que o usuário identifique qual produto é mais adaptado às suas necessidades: Primo para as enquêtes, Plus (2) para a análise de todos tipos de dados, Léxica para o estudo dos textos. O Eureka adiciona potentes funções de exploração e de apresentação de formulários e análises avançadas.
A finalidade deste livro é oferecer uma rápida visualização das diversas funções disponíveis nos sistemas. Consequentemente, abordam-se sucintamente certos assuntos, como a análise léxica, o gerenciamento de dados e a análise estatística.
30 anos de teses e dissertações do PPGA/EA/UFRGS.
Henrique Freitas, Luis Felipe Machado Nascimento, Rosane Augustin Mendes
Porto Alegre/RS: PPGA/EA/UFRGS – 2002 – 463 páginas
Este primeiro livro da Coleção Gestão, na forma de um catálogo, apresenta informações sobre todas de teses de doutorado e de dissertações de mestrado defendidas no PPGA/EA/UFRGS, entre Março 1972 (quando iniciou o Programa de Pós-Graduação em Administração) e Setembro de 2002. Esta edição procura dar aos leitores uma noção da contribuição de professores e alunos para o conhecimento na área de administração nestes 30 anos de história do PPGA. O capítulo introdutório apresenta o PPGA e a sua inserção na Escola de Administração da UFRGS. Os capítulos seguintes foram divididos segundo os diplomas oferecidos pelo PPGA, ou seja, diplomas de doutorado e de mestrado nas modalidades acadêmico, interinstitucional e profissional. Na modalidade de mestrado interinstitucional, as dissertações estão agrupadas por instituição que firmou convênio com o PPGA: Universidade de Caxias do Sul (UCS), Centro Universitário FEEVALE (FEEVALE), Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP), Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), Universidade da Região da Campanha (URCAMP), Centro Universitário UNIVATES (UNIVATES) e Centro Universitário Positivo (UNICENP).
Mais informações sobre as teses e dissertações do PPGA/EA/UFRGS podem ser obtidas acessando o site http://www.ea.ufrgs/teses_e_dissertacoes.
A Organização Virtual no Espaço Cibernético.
Carlos B. Cano, João Luiz Becker, Henrique Freitas
Editora UFRGS – Porto Alegre, RS – 2004 – 134 páginas
O objetivo deste livro é elaborar e testar um modelo para análise de organizações que operem em espaço cibernético. O livro faz uma revisão da literatura do contexto evolutivo das formas organizacionais, buscando a melhor visualização do ponto de inserção da Administração. Após esta revisão da literatura, preliminarmente à apresentação do modelo teórico para análise sobre o conceito de Espaço Cibernético, explicitando os fundamentos teóricos que regem as ações e relações estabelecidas nas grandes redes atuais de computadores. A internet é usada como exemplo de Espaço Cibernético. O estudo mostra algumas das principais características do Espaço Cibernético, o qual, sendo um espaço sistêmico, tem propriedades que se entrelaçam e interagem. Como, no âmbito da administração, tais características podem ser exploradas? A resposta é delineada no esboço da Organização Virtual, cujo conceito é revisado. Suas características estruturais são: a existência de funções ativas sem funcionários, o resgate da confiança, a existência de fluxos distintos de autoridade, o cruzamento dos fluxos de informação e a integração entre as atividades administrativas e operacionais. Suas características funcionais são: a existência de processos virtualizados, o pequeno porte físico, a proximidade ao mercado, a flexibilidade de resposta, o ciclo de produção abreviado, a fractalidade, a confiabilidade e o aprendizado organizacional. O modelo teórico de análise da Organização Virtual foi testado a campo em estudo de múltiplo caso. Os resultados indicam a aplicabilidade e adequação do modelo proposto, confirmando a emergência da Organização Virtual no Espaço Cibernético.
Desde algum tempo, o termo Organização Virtual vem ganhando manchetes na mídia e, inclusive, alguma atenção por parte dos teóricos no campo da Administração. Seu conceito ainda não consolidado plenamente, possibilita diferentes interpretações, desde simples processo de terceirização de atividades até a adoção de formas de trabalho à distância, comumente rotuladas de teletrabalho. A ideia de virtualização das organizações está intimamente associada à emergência da Tecnologia da Informação, apontada por alguns como a terceira revolução industrial. Uma Organização Virtual cria uma matriz organizacional multidimensional, que interliga e integra dinamicamente demandas, recursos e regras de atuação, de forma precisa e confiável.
Pesquisa via WEB: Reinventando O Papel E A Idéia De Pesquisa.
Henrique Freitas, Raquel Janissek, Jean Moscarola e Yves Baulac
Sphinx – Canoas, RS – 2006 – 204 páginas
"...o mundo das informações está se tornando cada vez mais complexo, foram enormes as transformações ocorridas nas formas de obtenção, armazenamento e uso das informações que as organizações necessitam para respaldar os processos de tomada de decisão, ultrapassando todos os limites do imaginário de acadêmicos e executivos. Sobressai-se o encurtamento do tempo disponível para se tomar decisões. Há uma evidente redução no ciclo de vida dos bens produzidos, o que pos tua vez pressiona a redução dos respectivos períodos de teste e lançamento. Isso, por si só, já é suficiente para que se altere substancialmente o fluxo de dados e a necessidade de aperfeiçoamento dos recursos da informática utilizados tanto para coleta quanto para o processamento e análise desses dados.
Felizmente, a melhoria das comunicações, bem como a expansão da “memória” e velocidade das organizações, têm sido facilitadas pela evolução dos recursos eletrônicos aplicados tanto à pesquisa quanto à gestão. Felizmente, também, conta-se com o esforço e dedicação de profissionais como os autores deste livro, que trabalham duro para associar ao colossal avanço da informática técnicas que simplificam e agilizam ainda mais o seu uso. Colaboram, sobretudo, para melhorar a sincronia da pesquisa e da gestão com a dinâmica dos mercados. Os autores estão empenhados no louvável esforço de utilizar os fabulosos recursos da web para facilitar a atividade de pesquisa.
Caros leitores, nós, autores, temos, nestes últimos anos, envidado esforços de produção acadêmica e profissional na busca de uma gama de softwares e de serviços de qualidade que permitam a cada usuário, a cada analista, gerente, pesquisador ou estudante, coletar, organizar ou importar dados, e em seguida poder explorar esses dados fazendo uso de diversos modelos de preparação e análise de dados, tudo visando propiciar melhores condições de trabalho, de a autonomia na realização das tarefas e atividades, de exercício pleno de cada curiosidade de investigação.
Sphinx Aprendiz
Henrique Freitas, Raquel Janissek, Fernando Andriotti, Ricardo Costa, Pedro Henrique Freitas
Sphinx – Canoas, RS – 2008 – 366 páginas
O livro apresenta as funcionalidades do software Sphinx passo a passo, bem como técnicas e conhecimentos que facilitam a vida do usuário, possibilitando mais autonomia na exploração de seus dados. Assim, pode-se, de forma rápida e eficiente, utilizar bases de dados e descobrir coisas fantásticas que o Sphinx permite. Esse texto contempla o conteúdo de treinamento e capacitação de novos usuários Sphinx; em uma situação de autoaprendizagem, pode ser seguido linearmente ou conforme a necessidade do usuário. Foi desenvolvido de forma que possa ser útil e de fácil uso e compreensão.
Livro de casos do Quanti & Quali 2008: I Encontro Brasileiro sobre Pesquisa e Análise de Dados Quantitativos e Qualitativos [anais]
Henrique Freitas, Cristina Dai Prá Martens
Sphinx – Canoas, RS – 2008 – CD-Rom E-Book Pdf – 342 páginas
Guia Prático Sphinx
Henrique Freitas, Raquel Janissek, Ricardo Costa, Fernando Andriotti, Pedro Henrique Freitas
Sphinx – Porto Alegre, RS – 2009 – 349 páginas
Este livro procura cooperar com o leitor na exploração mais adequada e facilitada do seu investimento em tecnologia da Sphinx Brasil. Tudo que você necessita saber para começar a trabalhar em seus projetos usando diferentes softwares Sphinx está aqui: instalação, produtos alternativos e estágios de uso associados às diferentes etapas de uma pesquisa. Coleta de dados, detalhes de amostragem e digitação, diversos elementos de tratamentos e análise de resultados (cruzamentos, recodificações, montagem de visões e definição de filtros para segmentação). Destaca-se, ainda, toda uma parte de metodologia.
E-Book de Casos do Quanti & Quali 2009: II Encontro Brasileiro sobre Pesquisa e Análise de Dados Quantitativos e Qualitativos.
Henrique Freitas, Cristina Dai Prá Martens, Fernando Andriotti, Raquel Janissek
Sphinx – Canoas, RS – 2009 – 243 páginas
Contabilidade Aplicada ao Setor Público: estudos e práticas.
BEHR, A.; BARBOSA, D. D. (Org.) . Contabilidade Aplicada ao Setor Público: estudos e práticas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2016. v. 1. 264p .
Operacionalização da atividade discente na EaD (e-book).
CARRARO, W. B. W. H. ; BEHR, A. . Operacionalização da atividade discente na EaD (e-book). 1. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2016. v. 1. 138p .
CAPADHIA: Capacitação em Informação, Acessibilidade e Direitos Humanos para Servidores Públicos Federais.
ESTABEL, L. B. (Org.) ; MORO, E. L. S. (Org.) ; BEHR, A. (Org.) ; FRANCA, M. C. C. C. (Org.) ; SANGOI, P. R. (Org.) . CAPADHIA: Capacitação em Informação, Acessibilidade e Direitos Humanos para Servidores Públicos Federais. 1. ed. Porto Alegre: Evangraf, 2015. v. 1. 229p