LIVROS DE ERNESTO MATOS
LIVROS DE ERNESTO MATOS
Azores - Gladius Insula
Ilha de São Jorge
A Mythus de Er continua no Arquipélago dos Açores.
Este é o terceiro livro de uma coleção de nove do "Périplo Poético pelos Açores", que pretende revelar uma certa intimidade geográfica no interior da Ilha de São Jorge, quer através da fotografia de Ernesto Matos, quer pela poderosa poética de Pedro Miranda Albuquerque.
Escreve António Pedroso na introdução: "Há muito, muito tempo, quando os deuses ainda sussurravam aos ventos e o mar falava em trovões, nasceu no coração do Atlântico um ser colossal — um dragão de pedra e fogo, moldado pelas forças primordiais da Terra. O seu corpo estendia-se como uma espinha dorsal entre as águas revoltas, guardando o centro do arquipélago com olhos de lava e respiração de bruma." (...)
Título: Azores Gladius Insula
Autores: Ernesto Matos - Pedro Miranda Albuquerque
Edição: Mythus de Er
Ano: 2025
Páginas: 208
Pedidos e informações :
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Aquisições : Livros portugueses, livros estrangeiros, livros escolares e ebooks - Wook
Convite
Apresentação do livro na Câmara Municipal de Velas
Dia 23 de outubro de 2025 - 18H30
Azores - Corvi Insula
Ilha do Corvo
A Mythus de Er continua a apostar no Arquipélago dos Açores.
Este é o segundo livro de uma coleção de nove do "Périplo Poético pelos Açores", que pretende revelar uma certa intimidade geográfica no interior da Ilha do Corvo, quer através da fotografia de Ernesto Matos, quer pela poderosa poética de Pedro Miranda Albuquerque.
Título: Azores Corvi Insula
Autores: Ernesto Matos - Pedro Miranda Albuquerque
Edição: Mythus de Er
Ano: 2025
Páginas: 208
Sinopse:
“A ilha, a ilha que existe pelo vento e luz em viagem, que neste espaço cósmico sobrevoa o tempo de uma imensidão incompreendida. É pelo mesmo vento que se esbate nas asas de um corvo-marinho, na mesma latitude, que também viajo e vos observo pela luz... e observo-vos numa interação de diálogos imaginados pelos olhos de um orifício de cristal multicolorido; aqui, aqui deste pequeno elevado socalco de pedra-pomes rodeado por um mar de azul imenso.”
É assim que inicia o primeiro texto de abertura deste Corvo Literário, embebido num périplo poético que funde a imagem e o texto sem que o texto e a imagem fotográfica se interliguem.
O segundo livro de um périplo poético pelos Açores, continua de novo a derramar uma poesia misteriosa pelas suas 208 páginas num sentir desnudado com que os autores se apresentam. A abertura das retinas aos mais ínfimos pormenores que estimulam os recantos da consciência humana, quando assimiladas pela viagem e recolha instantânea na filtragem carregada de outras equações paralelas….
“Bem-vindo, sejas ao mundo onde viajas! Começa o poeta. […] “depois da travessia do mar perigoso.” Termina o poeta.
Ou como nos diz José Silva: "AZORES CORVI INSULA que desvela as almas dos autores - Ernesto Matos e Pedro Miranda Albuquerque. Duas artes que se introsam no olhar dos leitores. O resto cabe aos que olham, vêem e lêem. O livro, esse, sendo objecto de arte e sempre belo."
Pedidos e informações :
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
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Azores - Corvi Insula de Ernesto Matos e Pedro Miranda Albuquerque - Livro - WOOK
Calçada artística portuguesa – Anima Patriae, é um livro baseado na tese de Doutoramento de Ernesto Matos, defendida na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 2022.
Sobre a temática da calçada artística portuguesa, este livro de 520 páginas em formato 24X28cm, capa dura e termoestampagem a ouro no subtítulo, aborda todo o historial, do passado à atualidade, desta técnica de empedramento tradicional em que os portugueses, através da sua “alma” persistente e perseverante, souberam desenvolver ao longo de várias gerações.
Com cerca de 1800 imagens recorrendo em grande parte delas a fotografias de drone, esta edição também traduzida para a língua inglesa, revela-nos com originalidade inúmeros pavimentos artísticos, por vezes desconhecidos do público e outras informações técnicas de 80 localidades nacionais e ainda 12 de países internacionais.
DIVULGAÇÂO
Jornal Expresso do Oriente
Ernesto Matos apresenta “Calçada Artística Portuguesa – Anima Patriae” – Jornal Expresso do Oriente
Jornal Público
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Braga - Livraria Centésima Página
Lisboa - Livraria Travessa
208 páginas
Pedidos e informações :
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Azores - Tertia Insula
Ilha Terceira
A Mythus de Er aposta desta vez no Arquipélago dos Açores.
Este é o primeiro livro de uma coleção de nove do "Périplo Poético pelos Açores", que pretende revelar uma certa intimidade geográfica no interior da Ilha Terceira, quer através da fotografia de Ernesto Matos, quer pela poderosa poética de Pedro Miranda Albuquerque.
"Percorrendo por uma surpreendente geografia metafísica, ora impressionista, ora iluminada, este conjunto de poemas de Pedro Miranda Albuquerque, ricamente acompanhado por extraordinárias fotografias de Ernesto Matos, revela-nos um vínculo empático que absorveu plenamente o animus terceirense através de um olhar certeiro e de uma poesia lúcida, clara, bela e comovente, que vêm do lugar íntimo da verdade. Se o poeta é um fingidor, neste caso, porém, pelo contrário, o autor que aqui se desnuda é o poeta tal como eu o conheci, autêntico e permeável à luz e à sombra.
Em registo de “pintura com palavras”, expressão de Raul Brandão presente no seu maravilhoso livro As Ilhas Desconhecidas, este Azores Tertia Insula poderia bem ser um tributo ao centenário desta obra, escrita exatamente há 100 anos e publicada em 1926, onde se descreve – para além de impressões sobre todas as restantes ilhas dos Açores – a atmosfera, as cores e os perfumes que atordoam o viajante que visita a Ilha Terceira.
Apontamentos poéticos, aforismos, sonetos, acompanhados por magníficas fotografias, levam-nos a um patamar diverso da formulação poética e pictórica de Brandão, porque, tal como Roland Barthes nos ensinou (Image, Music, Text, 1977) a fotografia é um texto, tão forte quanto as significações que comporta. Ora, um texto escrito que se lhe acrescente pretendendo representá-la, mais não é do que “mensagem parasitária”. Porém, o que este livro faz é outra coisa: é um discurso a quatro mãos – duas mensagens em simultâneo, que coexistem e que dialogam. Sem interferirem. Em música chama-se Polifonia.
A ilha da Liberdade – dos princípios, dos desejos, das causas, é também “a ilha da alegria e das grinaldas” como escreveu aqui o nosso poeta. Não há outra igual."
Gabriela Canavilhas
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Apresentação do livro "Azores Tertia Insula" na Casa dos Açores do Norte. 17 de maio de 2025
Livro
A calçada artística nos jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras - Um chão iluminado
de Ernesto Matos
Edição da Câmara Municipal de Oeiras
Lançamento do livro "A calçada artística nos jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras - Um chão iluminado"
de Ernesto Matos
Dia 20 de setembro de 2024 pelas 18h00 no Jardim do Palácio Marquês de Pombal
Terreiro dos Jogos
Trata-se de um trabalho que destaca um património valiosíssimo, que espelha simbologia e estilos, que acompanham as correntes políticas e artísticas de cada época, e que não foi, até agora, objeto de estudos anteriores, mas que constitui, por si só, motivo de visita atenta ao espaço.
O concelho de Oeiras conta, entre os seus bens patrimoniais, com uma importante e singular quinta de recreio setecentista. Este conjunto, que foi o resultado da incorporação de vários casais e quintas e de um pequeno solar joanino da família Carvalho, configurava um grande domínio composto pela Quinta de Baixo, onde se situa o palácio, o jardim, os lagares e a adega/celeiro, e a Quinta de Cima, com estruturas de produção agrícola e duas monumentais construções vocacionadas para o lazer - a Casa da Pesca e a Cascata do Taveira.
Na designada Quinta de Baixo, a enquadrar o palácio setecentista, de cunho arquitetónico marcadamente pombalino, temos o jardim de inspiração no barroco europeu, que foi alvo de reabilitação nos anos 60, do século XX, pela mão do arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, quando o complexo era pertença da Fundação Calouste Gulbenkian.
Esta harmoniosa intervenção modernista num ambiente setecentista, conferiu-lhe uma marca singular. A envolver os elementos decorativos da época pombalina, temos amplos relvados, jardins temáticos e percursos orientadores pavimentados em laje e zonas de calçada à portuguesa, em várias tonalidades, com padrões marcadamente modernistas.
Segundo Ernesto Matos, os primeiros empedrados artísticos portugueses têm a sua origem aqui, neste jardim. Destacamos o passeio em torno da fonte no jardim de Buxo, que é composto por um empedrado de seixos e de pequenas pedras brancas e pretas, onde figura a imagem de uma estrela de 12 raios, que nos remete para a simbologia do emblema dos Carvalhos ou para a simbologia religiosa dedicada a Maria, mãe de Jesus. A par deste, também o elemento pavimentar em seixo rolado, junto à cascata dos Poetas, merece destaque pela qualidade artística dos seus desenhos.
Nos anos 60 do século XX, o arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles integra, então, no programa de remodelação, em vários sectores do jardim, um conjunto de empedrados que se destacam pela caracterização individual. Estes pavimentos são aplicados no jardim das Flores, na Fonte das Quatro Estações, no Terreiro dos Jogos e no Pátio de Honra.
Destacamos a intervenção junto da Fonte das Quatro Estações, pela sua dimensão, diversidade e originalidade de composições e desenhos. Aqui, os passeios pedestres foram desenhados com padrões ao estilo de grega, a pedra preta e branca; a base dos quatro lagos é composta em padrões de meias-luas, losangos, quadrados e círculos de oito raios e, em redor do conjunto escultórico, integrados num círculo, uma composição executada na técnica malhete. É também aqui, na intervenção em torno da Fonte das Quatro Estações, que se encontram quarenta e seis curiosos pormenores minuciosos: desenhos com motivos gráficos, marítimos, florais e animais que, segundo Ernesto Matos, teriam sido elaborados a gosto pessoal dos calceteiros que aqui trabalharam.
A presente edição configura um convite à descoberta deste precioso e curioso património porque, como nos diz Ernesto Matos: A calçada artística desabrochou assim a partir dos finais de setecentos, nomeadamente
pelas iniciativas do Marquês de Pombal, vindo-se, futuramente, a proporcionar o gosto e a moda no traço a preto e branco, em largos, ruas e jardins onde se decoravam espaços em tributo a reis ou ainda hoje às ruas que em democracia calcorreamos.
No âmbito da comemoração dos 50 Anos do 25 de Abril de 1974 , Ernesto Matos e Pedro Miranda Albuquerque regressam à fusão da fotografia e da poesia. As paredes e as ruas são o palco de intervenção de muitos que, hoje, em Liberdade, podem expressar as suas diversas ideias e sensibilidades. Pela fotografia e pela escrita, os autores, neste livro reforçam a imagética dessa expressividade plástica pública, por vezes clandestina, construindo um volume gráfico, assumidamente de intervenção, celebrando a Liberdade adquirida.
Liberd'Arte - Poesia nas paredes
Ernesto Matos & Pedro Miranda Albuquerque
128 páginas
Edição: Mythus de Er, 2024
Pedidos e informações para:
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Para comemorar os 50 anos do 25 de Abril de 1974, Er & Amigos propuseram-se a fazer, para além da exposição comemorativa desta data com 50 pedras da calçada portuguesa, ainda a edição de um livro com todas as peças criadas por vários autores e acrescentando mais textos poéticos à linguagem poética aplicada nas pedras. Projeto de 80 páginas em formato de bolso para andar diariamente connosco neste ano de 2024. A revolução começou nas pedras da calçada. As pedras da calçada portuguesa entraram assim na Revolução, nesta revolução aqui presente.
50 Pedras pela Liberdade - A calçada portuguesa em revolução
Edição: Mythus de Er, 2024
Pedidos e informações para:
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Macau 22-113
Ernesto Matos e António Correia
Design, poesia & fotografia unidas
Com a chancela da Mythus de Er, agora em edição portuguesa este volume de poesia e fotografia dos autores António Correia e de Ernesto Matos, revela-nos uma certa intimidade estética e poética daquele território situado no globo terrestre com as coordenadas geográficas 22,113...
Memória também a António Correia (1948-2022).
Insere-se esta edição na mesma linguagem gráfica do Lisboa, Lux Candens (2020), dos mesmos autores.
Pedidos e informações para:
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Visões
José Silva
"António Correia, agora, em memória, dirige-se aos possíveis leitores num excelente texto em prosa poética, abrindo, assim, a janela para um corpus de poesia de amor, sugerida pelo («Túnel de luz que leva à descoberta / dos mistérios da alma da cidade / frenética, plural e mística!»).Ofereceu-lhos a lente, o olhar e a arte de Ernesto Matos, transfigurando a realidade urbana macaense e transfigurando-se a si mesmo («A transmutação do meu corpo envolve-se na luminescência que se embrenha nas ruas deste espaço partilhado por mil gerações e tantas outras culturas»), numa espécie de prefácio desta lindíssima obra.
Ambas as artes, a poética e a representação (gráfica, plástica e fotográfica) se fundem na poalha de estrelas, como num poente que se estende sobre o horizonte próximo do oceano, de que resulta o Amor e a excelência da escrita e da imagem. A poesia de António Correia enlaça-se no texto icónico de Ernesto Matos, constituindo-o num texto outro - corpo de luz, de sedução e de amor."
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MONTRÉAL
EMPREINTES PORTUGAISES
MONTREAL
MARCAS PORTUGUESAS
Joaquina Pires e Ernesto Matos
Viagem, design & fotografia unidas
Edição de 2023 pela Mythus de Er
Pedidos e informações para:
joaquinapires@bell.net
Lançamento do livro a
19 de junho 2013
Restaurante Portus 360 |
Rua Robert-Bourrassa, 777
Montreal - Quebeque - Canadá
Um bem-haja a este projeto por Marcelo Rebelo de Sousa, maio de 2023
Comunicação Social
A Voz de Portugal Montréal Marcas Portuguesas | Empreintes Portugaises de Joaquina Pires e Ernesto Matos – A Voz de Portugal
Em 2003, festejou-se os 50 anos da imigração portuguesa com vários eventos em grande, incluíndo uma pedra colossal que foi posta no parque de Portugal para marcar este evento importante da comunidade portuguesa. em 2013, A Voz de Portugal organizou o maior evento para comemorar em grande todas os organismos comunitários e personalidades na nossa comunidade portuguesa em Montreal.
2023 vários grupos organizaram-se para festejar este evento importante. Não podemos comparar Montreal e aos festejos de Toronto, mas acho que festejamos a comunidade e este evento numa maneira muito especial. A Casa dos Açores fez dois grandes eventos para comemorar os 70 anos da imigração portuguesa, incluíndo um jantar de Gala muito especial. A Voz de Portugal festejou também, a sua maneira, os 70 anos com o iniciou dos Prémios das Quinas, a Joaquina Pires finalizou estas grandes festividades com um livro sensacional que é Montréal Marcas Portuguesas | Empreinte Portugaise.
Uma coisa é certa a comunidade se juntou todos para fazer um bufete “fora de série” mas, o mais important é que Marta Raposo fez uma linda apresentação emotiva. Daniel Loureiro, Francisco Saraiva e Dominique Olivier prestaram lindas homenagens a Joaquina Pires e Ernesto Matas foi o homem que realizou a artes gráficas do livro e que apresenta esta grande obra artistica e literária que apresenta a comunidade portugues da cidade de Montreal ao mundo inteiro.
É de salientar que a exposição de pedras esteve no Portus 360 e que esta apresentação foi feita lá. Quero dar os parabéns de forma como o evento foi organizado e apresentado. Parabéns a Joaquina Pires e Ernesto Matos que fizeram um livro muito bem feito e bem apresentado. Agora devemos pensar aos 75 anos. Um marco ainda mais importante. O livro já está disponível na comunidade. Em breve vamos vos informar onde pode o comprar.
Luso Presse
Vol. XXVII • N° 512 • Montreal, 19 outubro de 2023
Quando um livro se torna um diamante
Por Joaquim Eusébio
Há uma pedra preciosa que sempre me atraiu – o diamante. Para já o facto de ser carbono, ou seja, na sua origem, é algo de muito escuro, como um carvão que se vai tornar numa das pedras mais límpidas e brilhantes. Mas e sobretudo, porque o diamante não se pode ver integralmente. Cada face permite-nos um ângulo de visão, mas que se o formos rodando vamos tendo as diferentes perspetivas. Qual o melhor ângulo? Não há, pois é a sua complementaridade que nos permite ter a visão mais global possível. Uma verdadeira lição de vida, sobretudo para os que se julgam detentores de toda a verdade face a qualquer as[1]peto da vida ou do pensamento e que ao fim e ao cabo apenas visualizam uma faceta de algo que é muito mais vasto e complexo. E porque estamos com todo este arrazoado? Compulsando o livro ‘’Montreal – Marcas Portuguesas’’, julgo que estamos de facto perante um diamante. Atentemos na sua conceção. Uma ideia original de Joaquina Pires e do fotógrafo Ernesto Matos levou a que desde o início a imagem que vale mil palavras fosse um elemento essencial desta obra. E que belas imagens foram colhidas da nossa Comunidade. Imagens que todos conhecemos, mas que agora são vistas por um ângulo artístico não apenas pelo Ernesto Matos como por mais uma dezenas de fotógrafos. Por outro lado, qual diamante, a realidade polifacetada da Comunidade é descrita por uma quinzena de autores, cada um dando-nos o seu ângulo de visão de uma das múltiplas facetas que distinguem a Comunidade Portuguesa de Montreal das outras comunidades que vivem e sonham nesta grande ilha do Saint-Laurent. Tal como no diamante, não há uma visão que nos dá uma melhor ou pior visão do que somos. Todas elas são complementares. Todos os autores são guias para nós de uma visita guiada a algo que se foi construindo ao longo de décadas. Esta foi, de resto, na nossa modesta opinião, uma das melhores formas de se comemorarem os 70 anos da chegada dos primeiros pioneiros ao Canadá. Dizemos isto, porque os eventos comemorativos foram e são extraordinariamente importantes, mas nada como este livro para deixar para os vindouros um retrato visual e escrito do que é a nossa Comunidade sete décadas depois de os primeiros portugueses aqui se terem começado a fixar. É um olhar sobre o caminho andado e um marco de alta qualidade sobre as marcas que o nosso génio, as nossas crenças, as nossas angústias, o nosso orgulho e a nossa saudade foram deixando no espaço urbano - um trabalho coletivo, que nos deve unir e encher de júbilo. Obra bilingue (Português e Francês) pensada para a nossa Comunidade, sem dúvida, mas igualmente aberta às outras comunidades para que nos possam conhecer melhor. Por outro lado, esse bilinguismo do livro permite o acesso aos lusodescendentes que foram perdendo o uso da língua portuguesa e que serão, a nosso ver, os principais destinatários da obra. A sua qualidade gráfica é igualmente fora do comum – uma verdadeira obra de arte, uma joia que o amigo leitor merece ter em sua casa para ler e dar a conhecer aos seus descendentes. É que todos nós estamos lá dentro, como é dito no pequeno texto poético de Joaquina Pires inserto na contracapa: ‘’O meu bairro, é tu, são os outros, somos nós. São gentes de várias origens que se cruzam e deixam rastos’’.
Macau 22-113
Ernesto Matos e António Correia
Design, poesia & fotografia unidas
Edição de 2022 pela LITS Macau
Pedidos e informações para:
salselas@hotmail.com
CALÇADA PORTUGUESA - NAVES IN PETRIS - POETICA
Naves in Petris é um projeto editorial que aborda o tema da calçada artística à portuguesa através de uma linguagem poética que se estende para uma vertente gráfica e fotográfica. Para além de um tributo a esta prática de empedrar o chão e aos seus artífices, é também um levantamento feito às embarcações e suas derivantes que se encontram presentes neste tipo cultural de empedrado, aplicadas um pouco por todo o mundo. A escolha da linguagem poética para comentar as imagens fez-se através de várias perspetivas e numa multipluralidade visionária, onde António Correia e Er dão ritmo às ondas e às embarcações que os levam a navegar pelas ruas do destino onde as calçadas são o rumo para o futuro, também acompanhado por um conjunto de argonautas que se manifestaram ainda através de um artificium criativo onde a pedra da calçada foi a base para o início desta viagem.
Projeto de 264 páginas no formato de 165X230mm
Pedidos e informações sobre este livro: sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Naves in Petris no programa Preço Certo da RTP 1, onde o apresentador Fernando Mendes o mostra após oferta de um concorrente de Fanhões. Março de 2022
Imagine Hominum e as marés ocultas do universo
Um livro e uma visão de parte da nossa presente humanidade.
Com fotografias de Ernesto Matos e textos de Edgardo Xavier num projeto especial de 285 páginas. Uma volta ao mundo com rostos, expressões, paisagens, muita cor e escrita.
A edição é da Mythus de Er.
Pedidos e informações para:
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Fotopoesia
As fotografias desencadeiam a busca da poesia. Partindo delas, o olhar percorre realidades, sensações, impressões essenciais, e as palavras – que desembaraçam ideias que não sabíamos – deixam cair a tinta azul ou preta na folha branca para desenhar imagens interiores até então escondidas, em silêncio, dentro de nós. As fotografias – olhares subjetivos, captados por um olhar incomum a que a sua rara beleza invocou – são ponto de olhar e de partida. As imagens vivem, agora, em liberdade dentro da brancura do papel, como anjos que a alma soltou, deixando-os voar. Sobrepõem-se e ganham sentidos as fotografias e as imagens, pois são partida e chegada, poéticas, como a arte do olhar, do sentir, do pensar. É assim o sonho – desvela invisíveis realidades, uma espécie de fotopoesia. José Silva
Calçada Portuguesa - in excelsis petris
Ernesto Matos & Amigos
Mythus de Er
Novo livro da Mythus de Er é uma nova aposta na calçada à portuguesa e com o mesmo autor que tem caminhado no chão nessas danças e andanças que vêm rodopiando e floreando o chão nosso de cada pisada.
"In excelsis petris" é um livro sobre a excelência da calçada artística e das suas pedras que a compõem, onde Ernesto Matos & outros Amigos de todo o mundo se propuseram a manifestar com sentimentos aleatórios nessas pedras que se encontram debaixo dos nossos pés. Pessoas dos vários quadrantes, quer sociais, artísticos e políticos contribuíram com a sua expressão, quer através da simplicidade ou do enigmático, do estético ou do eclético, da frase em prosa à rima poética, do pincel ao chip. Entre elas, encontram-se nomes bem conhecidos, como Marcelo Rebelo de Sousa, Pilar del Río ou mesmo Joana e Mariana Mortágua. De artistas consagrados aos consagrados calceteiros artistas. Toda uma profusão de estilos que cabem numa simples pedra da calçada.
Projeto gráfico aprimorado em sistema offset e de 184 páginas no formato A5
À venda nos locais do costume ou pedidos para sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Faça-nos o seu pedido e viaje por entre os sentimentos da calçada artística, à portuguesa.
Lisboa Lux Candens
Ernesto Matos fotografou - António Correia escreveu
Lux Candens um livro sobre a cidade, a cidade com a sua luz e a sua sombra,
refletidas no céu, nos lagos, nos azulejos, na calçada, por onde elas se escoam até serem absorvidas pelas nossas retinas.
Uma cidade vista em várias perspetivas, poética, gráfica, fotográfica, intima… uma cidade real, ora fantasiosa,
ora na sua pureza de urbanidade singela, romântica, castiça, fadista, acima de tudo original.
Não pretendemos aqui criar postais ilustrados, abrilhantados, pretendemos sim criar portais fidedignos
de uma realidade pura onde a poesia também se desenrola pelas mãos do poeta, no seu próprio dedilhar de uma escrita ainda mecânica
nos sentimentos de quem vive a cidade em pleno, de um diafragma que queima películas pelos fotões que nos presentearam
vindos do além, de um além mágico, hipnotizador, que Lisboa reflete e que aqui, neste livro, pretendemos espelhar.
Edição da Mythus de Er
176 páginas, 14,5 X 180 mm
Pedidos e informações para:
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Na Feira do Livro de Macau, 2021
Comunicação Social
Calçada Portuguesa - Scriptum in Petris - 2018
Sessenta e Nove Manuscritos
O tema da calçada portuguesa volta de novo através das suas pedras como formas de arte, como forma de interpretação e diálogo com elas próprias em que cada
interveniente convidado manifestou-se livremente e dando à pedra algo de si, tal como as pedras nos dão as suas formas, a sua dureza, a sua beleza, o seu mistério,
ou o seu corpo para que diariamente nos transportem nesta passagem in sic transit gloria mundi.
Foram para este projeto convidados vários artistas plásticos de renome nacional e internacional, bem como algumas escolas do país e gente, gentes
que aceitaram o desafio de se "confessar", afinal, numa simples pedra da calçada.
180 páginas, 20 X 20 cm
Alea jacta est
Na Agenda Cultural de Lisboa https://agendalx.pt/2018/07/20/os-livros-de-agosto/
Coleção de 24 postais Calçada Portuguesa Lux Platearum - 2018
Fotos de Ernesto Matos - Pinturas de Teresa Portela - Textos de António Correia, Ernesto Matos, Purificação
Se pretende receber grátis envie mail para sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Apoio: ACDPrint
Calçada Portuguesa - Lux Platearum
The Portuguese Cobblestone
葡式石仔路──曦光之路.
Ernesto Matos e António Correia
Sessenta e Nove Manuscritos' 2017
176 pág. Trilingue - Capa mole - formato 21 X 21 cm
pedidos para: sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Ernesto Matos e a calçada portuguesa no mundo no Canal História em Portugal Desconhecido
http://canalhistoria.pt/programas/portugal-desconhecido/
https://www.facebook.com/canaldehistoriapt/
Calçada Portuguesa no Mundo - Stellis Undis Contactis
The Portuguese Cobblestone in the World
世界各地的葡式石仔路´.
Sessenta e Nove Manuscritos' 2016
420 pág. Trilingue - Capa dura - formato 28 X 28 cm
pedidos para: sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Este livro mostra o lado metafísico e filosófico de analisar as calçadas, inclui aliás nomes como Frederich Nietzsche, Lena Vesica, António Correia, Brites Inácio e outros escritores e poetas
que abordaram as calçadas de uma forma diferente, fazendo metáforas através das suas palavras. Foram convidados calceteiros, arquitetos, artistas e até o homem que faz os martelos.
Foi-lhes dada assim voz, alma e corpo. Existe também um sentido muito crítico do que se está a passar atualmente, o artista Rigo afirma mesmo que "pisar betão é um crime".
Visões importantes que fazem acordar as pessoas, alertando-as sobre a beleza do chão que pisam e estarão prestes a deixar de a pisar.
Calçada Portuguesa no Mundo em 21 postais / 21 postcards
Pedidos e informações para:
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
Fanhões Homines Petrae
Ernesto Matos - Lonha heilmair
Sessenta e Nove Manuscritos' 2014
152 pág. Capa dura
pedidos para: sessentaenovemanuscritos@gmail.com
http://sessentaenovemanuscritos.blogspot.com
Com textos e poemas de Ernesto Matos, Lonha Heilmair, Jorge Castro, Purificação, Capitolina Guimarães,
Clarinda Virtuoso, José Salvador, Bernardino Soares,
Pedro Miranda Albuquerque, Zé da Clara e de Telmo Matos
Na Agenda Cultural de Lisboa, fevereiro de 2015
Graciosa Calçada a Mosaico | Graciosa Island - Paved in Mosaic
Sessenta e Nove Manuscritos' 2014
152 pág. Bilingue - Capa dura
pedidos para: sessentaenovemanuscritos@gmail.com
http://sessentaenovemanuscritos.blogspot.com
Com textos e poemas de Almeida Garrett, Ana Matos, António Pedroso, Ernesto Matos
Francisco Moniz Bettencourt, Jorge Cunha, Morihira e de Pedro Miranda Albuquerque
Vista do Toledo, na ilha de São Jorge, a Graciosa parece um animal marinho emergido para respirar à flor das águas. Ilha de relevo doce e manso, contrastando com o relevo
das demais ilhas suas irmãs, espraia rente ao azul profundo do Atlântico os matizados tons verde-pálidos da vegetação que acaba por raiar o louro na estiagem.
Ilha estirada, ilha ao Norte, ilha branca, fugida ao rebanho das ilhas, um pouco fora das rotas estreladas e do bulício do comércio das ilhas, aparenta ser a mais singela,
a mais brindada de sol e assim foi nomeada de graciosa ilha, a Graciosa.
Visitar a Graciosa é tomar contacto com a realidade atrás descrita, experimentar um lugar fora do tempo, um animoso lugar de beleza simples e pacifica que aguarda
a descoberta dos seus singelos mosaicos e das calçadas desenhadas e embutidas como se fosse pela mão de um genial pintor ou de um esmerado escultor.
O livro – nas fotografias e nos textos – fala-nos desta ilha e desta sensibilidade: a ilha palmilhada pelo Ernesto Matos, visitada pela sua inconfundível objetiva, por vezes
em fotos retalhadas como pedras colocadas ao lado umas das outras; a ilha sentida por dentro e sugerida nas palavras dos poemas e dos poetas inscritos nas páginas simples do livro a esta graciosa ilha dedicado.
Seen from Toledo, on São Jorge Island, the Graciosa Island resembles a sea creature emerging to breathe on the surface of the waters. With its smooth and gentle relief,
Graciosa sets itself apart from its sisters by stretching the nuanced pale-green colours of its vegetation, turning goldlike during the drought, against the deep blue of the Atlantic Ocean.
This white, northern and stretched island, escaped from the flock of islands, slightly out of the celestial routes and the agitation of the maritime trade, appears to be the most simple and sunny of all.
It was therefore named the gracious island, the Graciosa
To visit Graciosa is to contact with the above described reality, to experience a place beyond time, a vivid land of simple and peaceful beauty
that awaits the discovery of its mosaics and inlaid paved drawings, as if handmade by a brilliant painter or diligent sculptor.
This book – in its pictures and texts – talks about this island and this sensibility: the island covered by Ernesto Matos, seen through his unmistakable lenses,
sometimes in chopped pictures like stones placed side by side; the island felt from within, and suggested by the poems and poets included in the modest
pages of the book dedicated to this gracious island.
© Lena Vesica
Locais de venda em Lisboa
Leya no Rossio
Palavra de Viajante - Rua de São Bento
Ferin - Rua Nova do Almada
O livro Graciosa Calçada a Mosaico na Agenda Cultural de Lisboa, agosto 2014
http://www.agendalx.pt/literatura/graciosa-calcada-mosaico#.U_3U8sVdW-k
Agenda Cultural de Lisboa, setembro de 2014
Portfólio Calçada Portuguesa nos Açores
Revista de Bordo Sata / Azorean Spirit - março/abril 2014
Calçada Portuguesa de Portugal
424 páginas
Edição Sessenta e Nove Manuscritos
http://sessentaenovemanuscritos.blogspot.com
Comentário do Professor Marcelo Rebelo de Sousa na TVI 10/04/2011
Encontro para estudo de calçada portuguesa com o artista plástico Eduardo Nery e a designer Danae Esparza
com base no livro Calçada Portuguesa de Portugal
OGDESIGNSTUDIO
http://ogdesignstudio.com/#/?p=1504
Calçada Portuguesa de Macau
Edição Sessenta e Nove Manuscritos
sessentaenovemanuscritos@gmail.com
http://sessentaenovemanuscritos.blogspot.com
A fadista Anita Guerreiro com um exemplar do livro Calçada Portuguesa no Mundo. Junho'10
Calçada Portuguesa no Mundo - per orbem terrarum et marem vastum
416 páginas
Edição Sessenta e Nove Manuscritos
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Suite Caboverdiana
Co-autoria com Pedro Miranda Albuquerque
Bluedições
Entre o Céu e o Horizonte - Calçada Portuguesa nos Açores
Bluedições
Assinaturas - um passeio poético pela calçada portuguesa
Lisboa das Calçadas
Câmara Municipal de Lisboa
Mesmo por baixo dos meus pés - uma viagem pela calçada portuguesa
Calçada Portuguesa - uma presença no mundo
Revista Cais n 54 - Retratos do chão de pedra
Portfólio Calçada Portuguesa em Portugal
Revista de Bordo TAP Air Portugal / Atlantis - março/abril 1999
Cabo Verde por acaso - mornas fotográficas
co-autoria com Pedro Miranda Albuquerque
Instituto Camões
Calçada Portuguesa - uma linguagem universal
5 marcadores de livros em polipropileno
Câmara Municipal de Lisboa
9 postais com caixa em polipropileno
Câmara Municipal de Lisboa
Calçada portuguesa em Lisboa - 32 postais
Calçada portuguesa - 20 postais
Calçada portuguesa em Lisboa - 20 postais