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A Comissão de Coordenação Geral do Financiamento de Boas Práticas Pedagógicas, tendo em vista o interesse público envolvido na correta avaliação do objeto e a necessidade de assegurar a integridade, consistência e qualidade dos resultados, prorrogamos o prazo de avaliação por até 30 dias, iniciando em 12/08/2026.
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A Comissão Organizadora do Prêmio Diálogos de Gestão para a Aprendizagem, tendo em vista o interesse público envolvido na correta avaliação do objeto e a necessidade de assegurar a integridade, consistência e qualidade dos resultados, prorrogamos o prazo de avaliação por até 30 dias, iniciando em 12/08/2026.
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Curso sobre segurança e cidadania digital: inscrições abertas até outubro
Curso sobre segurança e cidadania digital: inscrições abertas até outubro
Formação oferecida pela Seeduc é gratuita, tem carga de 60 horas e prepara profissionais da educação para promover o uso ético e seguro das tecnologias nas escolas
Ainda estão abertas as inscrições para o curso ‘Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula’, ofertado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), por meio da Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas (SUPDP). Os interessados podem se inscrever até o fim de outubro, acessando o link https://bit.ly/curso-cidadania-digital-safernet.
A formação continuada é gratuita, on-line e autoinstrucional, com carga horária de 60 horas e certificação, oferecendo aos profissionais da educação ferramentas para fortalecer a cultura digital e ampliar a segurança no ambiente escolar.
A capacitação é destinada a professores, orientadores educacionais, gestores escolares, equipes pedagógicas das escolas públicas e técnicos das secretarias de Educação. Além de ampliar os conhecimentos sobre cidadania digital, o curso incentiva a construção de ambientes escolares mais seguros, inclusivos e conscientes quanto ao uso das tecnologias.
Desenvolvido em parceria com a SaferNet Brasil, o curso aborda temas essenciais para o contexto educacional contemporâneo, como desinformação, ciberbullying, privacidade, segurança na internet e uso consciente das tecnologias digitais. A iniciativa está alinhada às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da BNCC Computação, contribuindo para que educadores desenvolvam práticas pedagógicas voltadas à formação de estudantes críticos, responsáveis e preparados para os desafios do mundo digital.
As inscrições já estão disponíveis por meio da plataforma AVAMEC. Para participar, basta acessar a plataforma, fazer login ou criar uma conta, clicar em “Inscrever”, selecionar a turma "[EXCLUSIVA] - T1 - SEEDUC RJ", inserir o código de acesso 4567 e confirmar a inscrição. O início é imediato.
Serviço
Curso Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula
Carga horária: 60 horas
Prazo de inscrição: até o fim de outubro
Link para se inscrever: https://bit.ly/curso-cidadania-digital-safernet
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Mutirão oferece oportunidades de estágio remunerado para estudantes da rede estadual
Interessados devem fazer o cadastramento no Polo CIEE Rio, no Centro, nesta quinta-feira (27/08)
Pensando no futuro profissional dos estudantes da rede estadual de ensino, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), promove, nesta quinta-feira (27/08), das 9h às 16h, o CIEE em Movimento. O mutirão oferece cadastramento e oportunidades de estágio e aprendizagem para estudantes interessados em ingressar no mercado de trabalho. Os candidatos devem fazer a inscrição no Polo CIEE Rio, na Rua Teófilo Otoni 123, no Centro do Rio.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso dos estudantes da rede pública estadual a vagas de estágio extracurricular remunerado e não obrigatório, contribuindo para a formação profissional dos jovens.
Durante a ação, serão oferecidas oportunidades em diferentes áreas, com remuneração que varia de R$ 761,55 para jornadas de quatro horas diárias a R$ 1.142,33 para seis horas por dia. As vagas contemplam empresas localizadas no Centro do Rio e nas zonas Norte, Sul e Oeste da cidade.
Para se cadastrar, os interessados devem ter entre 18 e 21 e estar regularmente matriculados e frequentando o Ensino Médio, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou a Educação Especial da rede estadual de ensino. Os candidatos do sexo masculino também deverão apresentar o Certificado de Reservista.
A inscrição será realizada no Polo CIEE Rio, no Centro da Cidade. Para os estudantes que não puderem comparecer ao mutirão, o CIEE disponibiliza o canal de atendimento pelo telefone (21) 3535-4545.
Serviço
CIEE em Movimento – Estágio e Aprendizagem
Data: quinta-feira (27/08)
Horário: das 9h às 16h
Local: Polo CIEE Rio – Rua Teófilo Otoni 123, Centro – Rio de Janeiro
Público: estudantes da rede estadual de ensino, de 18 a 21 anos
Atendimento: (21) 3535-4545
Foto: Sandra Barros
Encontro na Seeduc marca a instauração da comissão gestora do Plano Estadual de Educação
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) realizou, nesta terça-feira (25/08), um encontro que marcou a instauração da Comissão Gestora do Plano Estadual de Educação (PEE). O evento aconteceu na sede da pasta, na Região Central do Rio, e reuniu representantes da secretaria, especialistas e integrantes de diferentes setores da sociedade fluminense (universidades, sindicatos, conselhos, federações, associações etc.) para dar início aos debates sobre a elaboração do documento que vai orientar as políticas educacionais do estado nos próximos anos.
Considerado um dos principais instrumentos de planejamento da educação o PEE precisa estar alinhado ao Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta do PEE contempla diferentes etapas e modalidades de ensino, da educação infantil ao ensino superior.
Entre os objetivos estão a redução do analfabetismo, a ampliação do acesso e da oferta de vagas, a universalização do atendimento escolar e a valorização dos profissionais da educação.
A elaboração e a atualização do plano consideram as mudanças no cenário educacional nacional e o regime de colaboração entre União, Estado e Municípios. A iniciativa busca integrar políticas e ações para o cumprimento das metas estabelecidas no PNE.
Foto: Sandra Barros
Atuação da Comissão Gestora
A Comissão Gestora terá papel central na construção do novo Plano Estadual de Educação. Entre suas atribuições estão a elaboração de propostas de diretrizes, objetivos, metas e estratégias; a promoção de debates, estudos e análises para a construção de diagnósticos educacionais nos âmbitos estadual e municipal, a organização do IV Congresso Estadual de Educação.
O grupo também deverá atuar na articulação entre órgãos governamentais, instituições educacionais e entidades da sociedade civil, fortalecendo a participação dos diferentes segmentos envolvidos na educação fluminense em todas as etapas da elaboração do novo plano.
Foto: Sandra Barros
Cooperação entre Estado e Municípios
A articulação pretende fortalecer o planejamento educacional e favorecer o acompanhamento das políticas públicas em diferentes regiões do estado.
Com a instauração da Comissão Gestora, têm início os trabalhos para a construção do PEE, que deverá orientar as ações e políticas educacionais em todo território do Estado do Rio de Janeiro nos próximos anos.
Foto: Sandra Barros
Foto: Sandra Barros
Seeduc promove debate sobre altas habilidades e superdotação
Encontro reuniu especialistas e comunidade acadêmica para discutir ações e políticas públicas voltadas à inclusão
Reconhecer potencialidades, combater estereótipos e ampliar as políticas de inclusão. Esses foram alguns dos principais objetivos do I Seminário sobre Altas Habilidades/Superdotação, realizado nesta segunda-feira (24/08), na sede da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ), no Centro do Rio. Com o tema ‘Educação Especial: Políticas Públicas e Práticas Inclusivas’, o encontro reuniu representantes da pasta, especialistas e integrantes da comunidade acadêmica para discutir as necessidades educacionais de estudantes com altas habilidades/superdotação.
O encontro aprofundou o debate sobre um tema que ain da é cercado por desinformação e conceitos equivocados, como associar altas habilidades ou superdotação à ideia de “genialidade”. As altas habilidades podem se manifestar em diferentes áreas, como criatividade, artes, esportes e liderança, enquanto a Superdotação envolve desempenho intelectual elevado, frequentemente associado a um QI acima da média e destaque acadêmico. Por isso, a identificação desses estudantes e a construção de estratégias pedagógicas adequadas são fundamentais para garantir uma educação que considere diferentes formas de aprender, pensar e se desenvolver.
A realidade também envolve desafios que vão além do desempenho escolar. Dificuldades de socialização, sensação de isolamento, cobrança excessiva e o próprio processo de compreensão e aceitação das características individuais podem fazer parte da trajetória de crianças e adolescentes com altas habilidades/superdotação.
Mãe do pequeno Davi Milhomem Giordani, de 6 anos, goiano com altas habilidades/superdotação, Érica Pereira da Silva destacou a importância da inclusão de pessoas com essas características. O filho dela é conhecido na internet como “minidoutor” ou “minimédico”, após viralizar nas redes sociais demonstrando grande inteligência e conhecimento impressionante sobre anatomia humana e medicina.
— A gente sabe bem das responsabilidades e tenta fazer com que nosso filho tenha também uma infância típica, para que ele possa viver cada momento de sua vida. Abraçamos essa causa e estamos lutando para mudar essa realidade dos jovens com altas habilidades/superdotação. Creio que estamos em um caminho de mais inclusão, mas é só o início — disse Érica.
Atualmente, a Seeduc possui 832 estudantes identificados com altas habilidades/superdotação na rede estadual. O número reforça a necessidade de políticas públicas capazes de reconhecer a diversidade presente nas escolas e criar oportunidades para que cada estudante possa desenvolver suas capacidades.
Durante o encontro, os participantes também discutiram iniciativas que aproximam políticas públicas, educação e inovação social, ampliando o olhar sobre as possibilidades de atendimento e acompanhamento desses estudantes.
Foto: Sandra Barros
Ações de inclusão
Os palestrantes abordaram diversos tipos de situação, como a vivência e a relação das pessoas com altas habilidades/superdotação em suas famílias e na sociedade, e propuseram ações que podem influenciar positivamente na educação inclusiva.
Educadora, pesquisadora, escritora e neuropsicopedagoga clínica e educacional, com PhD, mestrado e doutorado em Educação, Olzeni Ribeiro é uma das principais referências no Brasil em estudo, pesquisa, identificação e educação de pessoas com altas habilidades/superdotação. Para ela, incluir é não estranhar o diferente.
— A superdotação não é uma doença, é uma condição, que precisa de um suporte da escola e do professor para que consiga se desenvolver. Inclusão é não estranhar o diferente. E uma das melhores práticas que podem ser feitas pelo professor é fazer perguntas, permitir que esse aluno possa se expressar livremente. Depois deste momento, o docente alivia uma pressão impressionante na área emocional deste estudante — destacou Olzeni.
Os especialistas também apresentaram práticas já realizadas na educação estadual e os desafios da Nova Política Nacional de altas habilidades/superdotação, incluindo o novo marco legal, com a Lei nº 15.436/2026, trazendo mais informações para que se possa compreender essa condição e fazer a inclusão sem nenhum tipo de rótulo ou preconceito.
Foto: Sandra Barros
Identificação e acolhimento
A Seeduc possui uma área específica para o cuidado dos estudantes que necessitam deste acolhimento, a Superintendência de Educação Especial, que realiza o suporte para a inserção de todos no ambiente escolar.
O atendimento tem início a partir da identificação, pelos docentes, de possíveis indícios de altas habilidades/superdotação. Após a análise do histórico escolar e o diálogo com a família, o estudante passa a ser acompanhado pelo Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado e, quando necessário, pelo Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/S). Este acompanhamento contribui para sua inclusão como público-alvo da Educação Especial e o acesso ao atendimento educacional especializado. Esses estudantes são inseridos nas turmas regulares, junto aos demais colegas, porém sob o olhar atento dos profissionais da unidade, que buscam reconhecer suas habilidades individuais.
— É muito importante identificar e entender estes estudantes, e esse trabalho realizado, ao longo dos anos, muitos bons exemplos foram vistos no nosso Núcleo. Estamos trabalhando na capacitação de quem está presente no dia a dia — ressaltou a professora Márcia Christina Scultori Mathias Netto, membro do NAAH/S RJ, ao lado das outras especialistas do Núcleo, as professoras Ângela Simone de Mattos Esteves e Mara Maria Carvalho de Souza.
Os estudantes recebem estratégias de enriquecimento curricular e suplementação pedagógica, com atividades voltadas ao desenvolvimento de suas potencialidades, como participação em olimpíadas do conhecimento, torneios, projetos científicos, culturais, tecnológicos, esportivos e outras iniciativas compatíveis com suas habilidades e interesses.
— O entendimento precisa ser constantemente atualizado. A gente está lutando e é muito válida essa união de forças para a inclusão — concluiu Carla de Souza Brolezzi, fundadora do Movimento Civil Nacional Superdotação no MAPA, que participou de de uma palestra ao lado das professoras da rede, Dra. Érika Cunha (DRP- Metro VI) e Dra. Fabiana Braga (Professora NAPES
MVI).
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Alunos de colégio estadual de Itaboraí recebem cartilha Nós+Seguras
Guia visa transformar as escolas em espaços comprometidos com a proteção e os direitos das meninas
Estudantes do Ciep 130 Doutor Elias de Miranda Saraiva, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, receberam, na última quinta-feira (20/08), o guia Nós+Segura. A iniciativa busca ampliar o conhecimento dos jovens sobre prevenção e enfrentamento à violência contra mulher no ambiente escolar. A cartilha orienta sobre como reconhecer situações de violência, onde e como denunciar e como acessar a rede de proteção. A ação é promovida pelo Governo do Estado, por meio das secretarias de Educação, da Mulher e de Saúde, em parceria com a ONG Serenas, visando transformar as escolas estaduais em espaços mais comprometidos com a proteção e os direitos das meninas.
— Participei da entrega e considero muito importante, porque muitas mulheres passam por vários tipos de violência e não sabem a quem procurar quando precisam de ajuda. Eu acredito que, por esta iniciativa, por terem nos apresentado esta cartilha, foi fundamental para salvarmos mulheres que vivem isso e não tinham informação — disse a estudante Rayca Barbosa.
Lucas Carvalho reconhece a importância de combater os diversos tipos de violência existentes e exalta a entrega da cartilha.
— Acredito que não são só as mulheres que precisam ter ciência sobre esses tipos de violência. Nós, homens, precisamos estar cientes sobre os crimes e as regras para o combate. Precisamos saber o que é certo e errado, fazer o nosso papel e lutar pela segurança das mulheres — destacou o aluno após participar da roda de conversa.
Saiba mais sobre o Nós+Seguras
O programa prevê a realização de ações formativas com profissionais da educação e da saúde, rodas de conversa com estudantes e metodologias acessíveis sobre o tema no cotidiano escolar. A atuação busca promover a construção de relações saudáveis, contribuindo para a interrupção de ciclos de violência intergeracional.
A iniciativa também inclui formação para lideranças educacionais do órgão central e regional da rede estadual de educação e para articuladores municipais do Programa Saúde na Escola. Somado às formações, são desenvolvidos materiais de orientação e pedagógicos para educadores, estudantes e gestoras.
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Alunos de escolas estaduais participam da ‘Trilha de Inovação’
Parceria entre Seeduc e Junior Achievement, ação faz parte de projeto que prepara estudantes para o mundo do trabalho
Estudantes do Ensino Médio de escolas estaduais do Rio de Janeiro estão recebendo mentoria empreendedora para buscar soluções para problemas reais. Um grupo de 60 alunos de cinco unidades escolares participou da ‘Trilha de Inovação’, uma das ações do projeto ‘Trilha Empreendedora’, realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ) em parceria com a Junior Achievement Rio de Janeiro (JA-RJ), na quinta-feira passada (20/08), no auditório da sede da pasta, no Centro do Rio.
A iniciativa é uma experiência imersiva que desafiou os alunos a pensar como inovadores e desenvolver soluções criativas para fomentar e dar visibilidade à cultura das novas gerações, utilizando as ferramentas de Design Think, por meio do programa Innovation Camp da JA.
Divididos em equipes com cinco alunos de diferentes colégios, os participantes contaram com o auxílio de mentores voluntários de empresas parceiras para criar suas propostas. Ao longo do evento, eles realizaram ações para solucionar um problema real. Com apoio de um facilitador, utilizaram as técnicas de Design Think para construir suas soluções de forma didática.
– A ideia é que eles apresentem os conteúdos que consomem, como a cultura, os games, as músicas, até as gírias, todo esse universo que eles hoje usam bastante. Então, é uma construção que eles literalmente saem do zero até apresentar uma solução para uma banca de jurados – explicou Michel Mesquita, gerente de projetos da JA e um dos gestores da ‘Trilha Empreendedora’, que é levada a 160 escolas da rede estadual em 50 municípios do Estado do Rio.
No final do dia, as equipes apresentaram seus projetos para uma banca avaliadora. Cada grupo teve apenas três minutos para convencer os jurados de que sua solução era a melhor. Todos os estudantes receberam certificado de participação.
Segundo Michel Mesquita, o foco principal da ‘Trilha Empreendedora’ é preparar os alunos do Ensino Médio para ingressar (e permanecer!) no mercado de trabalho, além de empreender, criar o próprio negócio ou seguir carreira na vida acadêmica.
– No programa, desenvolvemos muito o senso de colaboração, a proatividade, o trabalho em equipe, e começamos a estimular habilidades essenciais que hoje o mundo do trabalho exige. Então, fazemos essa contribuição, em paralelo ao que os alunos recebem de conteúdo nas salas de aula. Trazemos também profissionais do mercado, para que possam fazer essa troca, e realizamos mentorias em ações como esta – destacou o gerente de projetos.
A equipe vencedora do desafio foi composta pelos estudantes Breno Dias Castelo Ferreira, 17 anos, do Colégio Estadual Natividade Patrício Antunes; Kaleb Abreu, 18, do Colégio Estadual Reverendo Hugh Clarence Tucker; Francisco Victor Gabriel Feitosa Silva, 17, do Colégio Estadual Prof. Antônio Maria Teixeira Filho; Aniele Fernanda Soares, 19, do Colégio Estadual João Alfredo; e Geovana Neves de Andrade, 15, do Ciep 377 Carmem da Silva.
– Achei incrível, um dia inteiro compartilhando ideias, cultura, com pessoas que não conhecíamos. Sinceramente, foi ótimo trabalhar em equipe porque somos todos alunos de escola pública. Cada um tinha seu próprio problema de visibilidade, de fomentação dentro do ambiente, e pensamos em um meio de levar isso para nosso projeto – contou Breno, que se prepara para o Enem e pretende cursar Ciência da Computação na UFRJ.
Ex-aluno da rede estadual e atualmente Jovem Aprendiz da JA-RJ, Caíque Azevedo, de 19 anos, compartilhou sua experiência como participante da ‘Trilha Empreendedora’ e deixou seu recado para os jovens.
– Tive a oportunidade de participar de eventos como este e foi muito importante para a minha formação. O que digo pra vocês é: o futuro está logo ali, e só depende de vocês correrem atrás – disse.
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Professor da rede estadual de Volta Redonda participa de formação internacional de língua francesa na França
A capacitação integra uma iniciativa promovida pela Embaixada da França e por universidades francesas
O professor de Francês Neuton Gomes, do Colégio Estadual Piauí - Intercultural Brasil-França, em Volta Redonda, participou de uma formação internacional na França voltada para docentes da Língua Francesa de diversas nacionalidades. A capacitação faz parte de uma iniciativa promovida pela Embaixada da França e por universidades francesas, destinada à qualificação de professores do idioma do país europeu. A formação foi realizada em julho na Universidade Pedagógica de Verão, do Centro de Linguística Aplicada da Universidade Marie e Louis Pasteur, em Besançon, na região leste do país.
Para Neuton Gomes, a capacitação na França representa uma oportunidade de ampliar conhecimentos e incorporar novas práticas ao cotidiano escolar.
— O estágio foi uma vivência de grande relevância para a minha prática pedagógica. A principal diferença foi viver o cotidiano na língua, em uma experiência de imersão completa — destacou o professor, que leciona desde 2023 na unidade.
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Durante a formação, o docente participou de ateliês e atividades que apresentaram novas possibilidades metodológicas para o ensino do idioma, com propostas mais dinâmicas e criativas. Além do aperfeiçoamento linguístico e pedagógico, a experiência possibilitou conhecer aspectos da cultura francesa, como gastronomia, arte, história e as características da região de Besançon.
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Os participantes foram selecionados a partir de critérios acadêmicos e de mérito. Neuton foi o único professor da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) escolhido para participar da capacitação.
— Dar aos alunos da rede estadual a oportunidade de conhecer e aprender o idioma, inserido no componente curricular, tornou-se possível graças à implementação das escolas interculturais. O idioma se tornou mais acessível e passou a despertar o interesse dos alunos — explicou Neuton após sua chegada ao Brasil.
Em suas aulas, o professor procura trabalhar não apenas conteúdos gramaticais, mas também textos literários, música, cultura e novas tecnologias. A proposta é aproximar o idioma da realidade dos estudantes e tornar o aprendizado mais dinâmico.
— O uso de novas tecnologias permite a elaboração de aulas mais animadas e interessantes. Também trabalhamos com mediação musical, considerando que muitos alunos já possuem vocação para a música — contou ele.
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Estado do Rio e 78 municípios fluminenses recebem o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização
A premiação reconheceu os esforços realizados para a alfabetização na idade certa e a recomposição das aprendizagens nos Anos Iniciais
Nesta terça-feira (18/08), 78 municípios do estado do Rio de Janeiro foram premiados durante a cerimônia de entrega do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, realizada na Sala Cecília Meireles, no Centro do Rio. A iniciativa premiou as Secretarias de Educação municipais e a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, que se destacaram pelas ações de fortalecimento da alfabetização e da recomposição das aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (do 1º ao 5º ano). No estado, 27 municípios foram reconhecidos com o Selo Ouro, 41 com o Selo Prata e 10 com o Selo Bronze. No resultado nacional, o estado do Rio de Janeiro recebeu o Selo Prata, avançando em relação ao ano anterior, quando recebeu o selo Bronze.
A programação também contou com apresentações culturais de estudantes, valorizando a criatividade, a expressão artística e os percursos formativos desenvolvidos pelas redes de ensino. A secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça, participou do evento, ao lado de outras autoridades.
Foto: Ellan Lustosa
O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), do Ministério da Educação (MEC), tem como principal objetivo garantir que todas as crianças brasileiras estejam plenamente alfabetizadas até o final do 2º ano do Ensino Fundamental. A concessão do selo considera evidências das ações realizadas pelas Secretarias de Educação em diferentes dimensões, como a institucionalização de políticas de alfabetização, a formação continuada de professores e gestores e a distribuição de materiais didáticos e pedagógicos.
A iniciativa também busca incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão educacional alinhados às metas de alfabetização e de redução das desigualdades previstas no Plano Nacional de Educação (PNE), fortalecendo a colaboração entre os diferentes entes federativos e o compromisso com a aprendizagem das crianças.
A premiação com o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização é uma importante iniciativa de reconhecimento institucional das redes de ensino que se destacam na implementação de políticas voltadas à alfabetização. A certificação valoriza o comprometimento das secretarias de Educação com a formulação, execução e fortalecimento de ações que assegurem o direito à aprendizagem e à alfabetização das crianças.
Foto: Ellan Lustosa
Esforços para alfabetização
A garantia da alfabetização exige políticas educacionais consistentes, formação continuada e condições para que professores e estudantes tenham acesso a materiais que apoiem os processos de ensino e aprendizagem. O Comitê Estratégico Estadual do Compromisso, composto por membros da Seeduc-RJ e representantes de diversos órgãos de educação, é a instância responsável por articular e acompanhar a implementação das ações do programa, fortalecendo o regime de colaboração e contribuindo para o fortalecimento das políticas de alfabetização.
As diretrizes estabelecidas visam direcionar os esforços para alfabetizar na idade certa e recompor a alfabetização nos Anos Iniciais. Dentre as metas pactuadas, estão o monitoramento, acompanhamento e estratégias de apoio técnico e financeiro da União, para melhorar a infraestrutura física e pedagógica das escolas públicas, além de oferta de materiais didáticos complementares para estudantes e de recursos pedagógicos para professores, sistemas de avaliação da alfabetização, estratégias formativas e orientações curriculares.
Dessa forma, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) reforça a atuação conjunta com estados e municípios para garantir uma educação pública de qualidade e o direito à alfabetização de todas as crianças. A iniciativa está estruturada em cinco eixos: Gestão e Governança; Formação de Profissionais da Educação; Infraestrutura Física e Pedagógica; Reconhecimento de Boas Práticas; e Sistemas de Avaliação.
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Alunos da rede estadual visitam exposição sobre bate-bolas do Carnaval de 2026 na Biblioteca Parque
Mostra apresenta a tradição dos Clóvis, conhecida em diversos bairros cariocas, e fica em cartaz até esta sexta-feira (21/08)
Alunos e professores do Colégio Estadual Prado Júnior, localizado na Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio, visitaram, nesta quarta-feira (19/08), a exposição ‘Clóvis: o rosto detrás da máscara’, em cartaz na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) e tem como objetivo democratizar e estimular o acesso à cultura para os estudantes da rede estadual.
Foto: Sandra Barros
A exposição apresenta a tradição dos bate-bolas, personagens típicos do Carnaval carioca. Durante a visita, os alunos conheceram mais sobre a história dessa manifestação cultural e tiveram contato com diferentes grupos de bate-bolas do Carnaval de 2026, entre elas a Turma Bem Feitos, Turma Bem Feitas, Turma Animação da Ilha do Governador, Velha Guarda de Paciência e Turma Empoderadas. Além disso, puderam ver adereços, registros audiovisuais e fotografias que exploram o corpo mascarado, o brilho, o som e o gesto como expressões estéticas e políticas de identidade.
— Acredito que toda oportunidade de aprendizado fora da sala de aula é fundamental. Proporcionar vivências em novos espaços é de extrema importância, especialmente para alunos que, muitas vezes, não possuem acesso frequente a esse tipo de programação cultural e visitação — afirmou a professora de História Luciana Leite.
Para o estudante Lucas da Silva, o que mais chamou a atenção foi conhecer o contexto histórico por trás de uma manifestação artística tão presente nas ruas cariocas.
— Descobri aspectos significativos da trajetória dos bate-bolas, especialmente o fato de que a prática surgiu como uma forma de protesto por direitos. Compreender essa origem histórica alterou completamente a minha percepção. É notável como o contexto histórico transforma o significado da arte — disse o aluno após a vivência cultural.
Foto: Sandra Barros
Saiba mais sobre os bate-bolas
Quem é do subúrbio do Rio conhece bem essa cena: o estouro dos fogos, o som das bolas batendo no chão, a fumaça colorida e, de repente, eles: os bate-bolas, também chamados de Clóvis. Figuras mascaradas, brilhantes e misteriosas, que tomam as ruas em bando. Para uns, susto. Para outros, encanto. Para milhares de cariocas, sinônimo de Carnaval.
Essa manifestação cultural, que nasceu nos quintais e galpões das zonas Norte e Oeste do Rio e da Baixada Fluminense, ganha espaço na exposição ‘Clóvis: o rosto detrás da máscara’.
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Formação continuada tem 70 horas de capacitação e aborda planejamento, formação de professores, metodologias educacionais e desenvolvimento de competências
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) amplia as oportunidades de formação continuada para profissionais que atuam diretamente na articulação do trabalho pedagógico das escolas. Por meio do curso ‘CP em Ação’, coordenadores pedagógicos e articuladores pedagógicos terão acesso a uma formação de 70 horas, voltada ao aprimoramento das atribuições relacionadas às funções e ao fortalecimento das práticas educacionais. Os interessados devem acessar a página do LabEaD por meio do link https://ead.educacao.rj.gov.br/.
Realizado em formato virtual, o curso reúne conteúdos que contribuem para o planejamento e o acompanhamento das ações pedagógicas, a formação de professores, novas tecnologias e o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais.
A formação está organizada em três módulos. O primeiro aborda o papel do coordenador e do articulador pedagógico, a construção de parcerias e a criação de comunidades de sentido e prática, com destaque para o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e a mediação de conflitos.
No segundo módulo, os participantes aprofundam conhecimentos sobre formação em serviço e acompanhamento, além de estratégias para o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais. Já o terceiro módulo trata de metodologias educacionais e avaliação, promovendo reflexões sobre práticas que podem contribuir para o processo de ensino e aprendizagem.
A iniciativa busca fortalecer a atuação dos profissionais responsáveis pela articulação pedagógica nas unidades escolares, valorizando o trabalho colaborativo e a formação permanente como instrumentos para qualificar as práticas educacionais e apoiar o desenvolvimento dos estudantes.
Serviço
Curso: ‘CP em Ação’
Público-alvo: coordenadores pedagógicos e articuladores pedagógicos
Carga horária: 70 horas
Formato: virtual
Plataforma: LabEaD (https://ead.educacao.rj.gov.br/)
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Colégio estadual de Teresópolis celebra seus 100 anos com desfile
Evento contou com a participação de estudantes e professores, além do apoio da comunidade teresopolitana
Uma das escolas mais tradicionais da rede pública estadual do Rio de Janeiro celebrou um século de história. O Colégio Estadual Higino da Silveira, localizado na Várzea, em Teresópolis, na Região Serrana, comemorou seus 100 anos com um desfile especial, realizado no último sábado (16/08), na Avenida José Joaquim de Araújo Regadas, no Centro da cidade. A celebração reuniu alunos, professores e integrantes da comunidade escolar para marcar uma trajetória centenária de representatividade e contribuição para a educação pública.
— Está sendo um ano especial, histórico, e é lindo ver todo mundo, inclusive nossos professores, que há anos estão na escola, muito emocionados. É maravilhoso desfrutar deste momento — disse a aluna Kassiane Ferreira, que cursa a 3ª série do Ensino Médio na unidade.
O desfile comemorativo contou com a banda marcial da escola e foi realizado de forma lúdica e alegre, destacando a importância de Higino da Silveira e o legado construído ao longo de um século, marcado pela formação de gerações de estudantes comprometidos com o desenvolvimento de Teresópolis e a construção de um futuro mais sustentável. Cada ala apresentou um capítulo dessa história, valorizando projetos, iniciativas e conquistas desenvolvidos pela comunidade escolar ao longo dos anos. A celebração teve o apoio da comunidade teresopolitana.
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Durante o evento, foi realizada ainda uma exposição no hall do prédio da unidade, baseada em pesquisa feita pelo historiador Marco Antônio Granito. A mostra destacava a galeria de diretoras da escola, desde a primeira, Alice Saldanha, até a atual, Adriana Coutinho, acompanhando a evolução do ensino e as propostas pedagógicas desenvolvidas na unidade.
— É com muita alegria que todos estamos celebrando esta data. Sou o presidente do grêmio e sei que tudo isso ficará na história — afirmou o aluno Hugo Mendonça, da 1ª série do Ensino Médio.
Além do desfile, a direção do colégio tem promovido uma série de atividades durante todo o ano para celebrar o centenário. A ideia é realizar uma grande confraternização em torno da instituição, uma referência na educação de Teresópolis e do estado.
— Estou na escola há 20 anos e tenho o prazer de poder acompanhar esse momento marcante, que nos enche de orgulho. Estou desenvolvendo uma pesquisa sobre o colégio, e toda essa realização é de uma importância imensa. É algo muito relevante para a cidade — destacou o professor de História Danilo Machado.
A partir de 2018, o Colégio Estadual Higino da Silveira passou por um amplo processo de reestruturação, criando um ambiente mais leve, confortável e acolhedor para os estudantes e profissionais da educação. A renovação contemplou áreas internas e externas da unidade, com intervenções artísticas que transformaram paredes do pátio, portas dos banheiros e outros ambientes da escola. A quadra esportiva também recebeu nova pintura. Além de revitalizar a unidade, a iniciativa buscou fortalecer o sentimento de pertencimento dos estudantes, incentivando a preservação dos espaços e o orgulho de fazer parte da escola.
— Aqui temos um compromisso diário com a formação humana e com a criação de oportunidades reais para nossos estudantes. Celebrar este centenário é reconhecer o passado, valorizar o presente e reafirmar nosso compromisso com o futuro — concluiu a diretora Adriana Coutinho, que está à frente da unidade há 26 anos.
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Um século de história
Inaugurado em 21 de fevereiro de 1926, o Colégio Estadual Higino da Silveira tem sua origem ligada ao empresário português Manoel Lebrão. Após chegar ao Brasil e conquistar uma fortuna na loteria, o empresário construiu e doou à municipalidade a escola, além de levantar um hospital. Os prédios foram erguidos com arquitetura de inspiração neoclássica, em referência às construções tradicionais de Portugal.
Personagem de destaque na história de Teresópolis, Lebrão também teve atuação importante no desenvolvimento da indústria e da lavoura locais. Entre as curiosidades de sua trajetória, está a participação como um dos cofundadores da tradicional Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro.
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Seeduc promove II Encontro Nacional com organizadores de competições de conhecimento
Evento fortalece parcerias e amplia oportunidades de participação de estudantes da rede estadual em olimpíadas, torneios, feiras e concursos
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) promoveu, na última quinta-feira (13/08), o II Encontro Nacional com Organizadores de Olimpíadas, Torneios, Campeonatos, Feiras, Mostras, Prêmios e Concursos de Conhecimento. Realizado no auditório da sede, na Cidade Nova, Região Central do Rio, o evento reuniu mais de 50 representantes de instituições públicas, organizações e iniciativas de diferentes partes do país para compartilhar experiências, discutir novas parcerias e ampliar as oportunidades para estudantes da rede estadual.
Com o tema ‘Juntos, conectamos ideias. O conhecimento transforma’, o encontro teve como principal objetivo fortalecer a articulação entre a Seeduc e os organizadores de competições acadêmicas, científicas, culturais e tecnológicas. A ideia é possibilitar a participação cada vez maior de estudantes, contribuindo para o desenvolvimento de suas habilidades e para a construção de novos conhecimentos.
Para Marta Valéria Evita, da Coordenadoria de Produção e Acompanhamento das Avaliações de Conhecimento (COOPAC) da Seeduc, o evento é extremamente importante por ser o único fórum no Brasil que reúne organizadores de mais de 50 olimpíadas. Atualmente, a secretaria apoia mais de 130 competições, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com participação gratuita.
– Nosso papel é fazer o talento encontrar a oportunidade. A gente procura fazer com que a informação chegue até a escola, porque os talentos estão lá. Eles só precisam ser encontrados pela oportunidade certa – afirmou a coordenadora.
Foto: Sandra Barros
Ao longo do encontro, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar projetos, trocar experiências e discutir estratégias para aproximar as competições do cotidiano escolar. Entre os convidados, estiveram representantes da Rede 1 Mais Ciência na Escola, do Mais Ciência nas Escolas, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS).
Ex-aluna da rede estadual e formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Ana Luisa dos Santos Luz, de 22 anos, participou do evento como representante regional da Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras. Ela contou que sua atuação em pesquisas e feiras científicas durante o Ensino Médio despertou seu interesse por educação e pela área de ciências sociais.
– Participei da Olimpíada Matemática Sem Fronteiras em 2018, com a turma da 1ª série. No começo, fiquei na dúvida porque não gostava tanto de matemática. Mas foi muito bom. No final, ganhamos menção honrosa. Achei legal o fato de ter conseguido um certificado internacional. Isso abriu meus olhos para outras oportunidades – destacou a jovem, que estudou no Ciep 435 Hélio Pellegrino, em Campo Grande.
Foto: Sandra Barros
Após uma experiência de intercâmbio em Moçambique e a conclusão da graduação, Ana Luisa ingressou na equipe da Olimpíada por indicação de uma professora, inicialmente como freelancer para fazer a captação de escolas do Rio. No início deste ano, foi efetivada na organização.
– O evento é fundamental para fortalecer o trabalho em equipe entre organizadores de Olimpíadas, criando conexões que promovem melhorias na educação, para que mais alunos possam ser impactados e tenham mais oportunidades do que eu tive – disse a estudante, que hoje faz mestrado em Ciências Sociais na UFRRJ.
Segundo Marta Valéria, a participação dos estudantes nessas competições também representa uma oportunidade de ampliar horizontes e aproximar os jovens de universidades, instituições científicas, empresas e organizações que atuam nas áreas de conhecimento, inovação, tecnologia e cultura. Ela ressaltou os ótimos resultados em jornadas deste ano, como o concurso de redação da Marinha, no qual alunos de escolas estaduais conquistaram duas medalhas de ouro, duas de bronze e uma menção honrosa.
– Algumas olimpíadas estão em curso. Mas já tivemos competições finalizadas com resultados muito expressivos. Ainda é cedo para falar sobre números, mas há um indicativo de que teremos muitas premiações em 2026 – concluiu a coordenadora, destacando o sucesso dos alunos da rede nas olimpíadas de conhecimento.
Foto: Sandra Barros
Foto: Ellan Lustosa
Estudantes da rede estadual conquistam medalhas de ouro e bronze em concurso de redação da Marinha
Iniciativa teve como objetivo incentivar a produção de texto, valorizar o patrimônio histórico e conscientizar sobre uso sustentável dos recursos oceânicos
Estudantes da rede estadual de ensino conquistaram duas medalhas de ouro, duas de bronze e uma menção honrosa no 1º Concurso de Redação da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM). A premiação foi realizada nesta quinta-feira (13/8), em uma cerimônia especial no Castelo da Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, reunindo alunos reconhecidos pela qualidade dos trabalhos apresentados. A iniciativa, voltada a estudantes do Ensino Fundamental II (8º e 9º anos) e Ensino Médio, tem como objetivo estimular a produção textual, valorizar o patrimônio histórico nacional e contribuir para a formação cidadã por meio da educação.
Entre os destaques, estão Ana Clara Duarte Barbosa, da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Rotary - Cívico Militar, de Itaperuna, e Sarah Sophia dos Santos Cruz, da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Nicoláo Bastos Filho, do mesmo município, que conquistaram as medalhas de ouro.
— Ter alcançado êxito neste processo não foi uma conquista só minha, mas também do colégio, que me deu uma boa base e um grande incentivo para a minha participação — declarou Ana Clara.
As medalhas de bronze foram entregues a Lislane Nazareth de Azevedo, da 2ª série do Ensino Médio do Ciep 494 Alexandre Carvalho Cívico-Militar, de Miguel Pereira, e Bernardo Henrique Louzada Landim, do Colégio Estadual Professora Maria Terezinha de Carvalho Machado, da Praça Seca, na Zona Sudoeste do Rio.
Já Gabriela Barboza Nogueira, da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Sargento PM Antônio Carlos Oliveira de Moura, de Araruama, recebeu menção honrosa pelo trabalho apresentado.
— Estou muito honrada com meu desempenho e por ter conseguido esta medalha. Desde pequena, eu sempre gostei de ler, a leitura me ajuda em tudo e, por ter nascido numa região praiana, tudo ligado à Marinha sempre me interessou muito. Agradeço a todos na escola que me apoiaram — disse Sarah Sophia.
Foto: Ellan Lustosa
O concurso teve como objetivo despertar nos jovens a compreensão sobre a importância dos oceanos e o papel da Marinha, estimulando a conscientização sobre o uso sustentável dos recursos marinhos, a preservação da memória histórica das Forças Armadas e a valorização da produção acadêmica e literária.
— Esse resultado me dá mais confiança para o futuro, tanto para as provas como para toda a minha vida — afirmou o medalhista de bronze Bernardo Henrique.
Com o tema ‘Marinha, guardiã dos oceanos: o desafio de exercer a soberania brasileira na Amazônia Azul’, os trabalhos foram avaliados por uma Comissão Especial formada por representantes de instituições acadêmicas, convidados pela Academia de Letras e Artes do Rio de Janeiro.
— A escola e os professores me incentivaram muito e me ajudaram na construção da estrutura de uma redação. Me interessei muito pelo tema e foi muito legal me aprofundar nele. Corri, pesquisei e consegui essa medalha — destacou a estudante Lislane Nazareth, que ganhou a medalha de bronze.
Foto: Ellan Lustosa
A participação em concursos de redação fortalece as práticas pedagógicas, incentiva o protagonismo estudantil e amplia o interesse pela leitura, escrita, pesquisa e preservação da memória nacional, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais previstas no currículo da Educação Básica.
— Esse concurso foi muito desafiador para mim. Eu nunca tinha estudado e me aprofundado sobre o tema. Pesquisei bastante e fiquei muito feliz e satisfeita com o meu resultado — ressaltou Gabriela Barboza, menção honrosa no concurso.
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Secretaria de Estado de Educação chega a 4.337 profissionais no novo regime de trabalho só neste ano
O Diário Oficial desta sexta-feira (14/08) trouxe a relação de mais 24 professores da rede estadual com matrículas de carga horária semanal de 18 horas que migraram para 30 horas. No total, 14.355 profissionais já fizeram a migração, sendo 4.355 neste ano de 2026. Agora, os professores convocados deverão comparecer à Coordenadoria Regional de Gestão de Pessoas de sua lotação, na data e no horário estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial, para a escolha das vagas e definição dos horários das aulas
A ampliação da carga horária mantém o nível e a referência já conquistados pelos docentes no Plano de Carreira do Magistério, sem alteração dos direitos previstos para a categoria. A remuneração será ajustada de acordo com a nova jornada de trabalho e ocorrerá após o processamento da alteração da carga horária na folha de pagamento. A mudança também poderá repercutir nos benefícios incorporados para fins de aposentadoria, conforme a legislação vigente.
A carga horária de 30 horas semanais será composta por 20 horas de regência em sala de aula e 10 horas destinadas ao planejamento das atividades pedagógicas e aos estudos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Com a maior permanência nas unidades escolares, os docentes passam a acompanhar mais de perto a rotina pedagógica e o desenvolvimento dos estudantes.
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Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro realiza aulão inaugural do Conexão Enem 2026
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), em parceria com a Fundação Cecierj, realizou nesta terça-feira (11/08) a aula inaugural do Conexão Enem 2026. A atividade ocorreu no auditório da sede da Secretaria, na Cidade Nova, Região Central do Rio, e marca o início da preparação de estudantes da rede estadual para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para novembro.
Foto: Ellan Lustosa
Participaram do encontro estudantes do Colégio Estadual Professora Maria Terezinha de Carvalho Machado, na Praça Seca, e do Ciep 379 Raul Seixas, em Costa Barros. A programação abordou estratégias de estudo, orientações para a realização da prova e informações relacionadas ao acesso ao ensino superior.
O Conexão Enem 2026 será realizado em 14 polos distribuídos pelo estado e atenderá 1.400 estudantes. As atividades terão duas aulas semanais, com seis tempos de 50 minutos cada. As aulas nos polos começam no dia 18 de agosto.
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Escola estadual de Niterói celebra o Dia do Estudante com arte, interação e criatividade
Colégio Guilherme Briggs Intercultural Brasil-Espanha realizou atividades com alunos e toda a comunidade escolar
Para comemorar o Dia do Estudante, o Colégio Estadual Guilherme Briggs Intercultural Brasil-Espanha, em Santa Rosa, Niterói, promoveu, nos dias 10 e 11 de agosto, uma programação especial com atividades interativas, informação, apresentações artísticas e momentos de integração entre toda a comunidade escolar. Durante a celebração, a escola se transformou em um ambiente de convivência e criatividade dos alunos, além de um espaço mais motivador aos estudos.
– Esta atividade incentiva a união de todos na escola, desenvolvendo o protagonismo dos alunos e a integração com professores e a direção – destacou Miguel Xavier, estudante da 2ª série do Ensino Médio.
Foto: Sandra Barros
A celebração na unidade começou na manhã desta segunda-feira (10/08), com um bate-papo com Gabryela Nery, aluna do curso de Medicina na Universidade Federal Fluminense (UFF), com o tema ‘Nunca Deixem de Sonhar’. O evento seguiu com os alunos da 2ª série do Ensino Médio encenando a peça ‘Violência Nunca Mais’.
Na terça (11/08), a programação se iniciou com a aluna Letícia Amorim cantando clássicos da MPB, como ‘Coração de Estudante’, sucesso composto por Milton Nascimento.
– Hoje é um dia para celebrar todos nós. Esta data é importante para lembrar da nossa força, da nossa dedicação e da importância da educação na construção do nosso futuro – afirmou Samuel Victor Cunha da Silva, aluno da 3ª série do Ensino Médio.
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Os alunos da 1ª série do Ensino Médio fizeram uma apresentação de dança, e ainda teve um espetáculo musical com a Orquestra Nilo Peçanha. Além disso, foram realizadas diversas atividades organizadas pelo Grêmio Estudantil, levando muita alegria aos corredores da centenária instituição.
No Brasil, o Dia do Estudante é comemorado em 11 de agosto, em homenagem à criação dos dois primeiros cursos superiores do país, instituídos em 1827 por Dom Pedro I. A data representa o reconhecimento do esforço diário dos estudantes e reforça o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa e equilibrada.
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Pai e professor: educador de Resende retorna à escola onde estudou e acompanha conquista dos filhos
Ex-aluno do Colégio Estadual Antonina Ramos Freire voltou à unidade como docente e viu os filhos concluírem a formação universitária
A trajetória de uma família de Resende, no Sul Fluminense, mostra como a educação pode abrir novos caminhos. Ex-aluno do Colégio Estadual Antonina Ramos Freire, Marcelo Lopes retornou à unidade anos depois como professor e decidiu matricular os filhos na mesma escola onde iniciou sua própria história. Hoje, aos 53 anos, ele celebra a conclusão da formação universitária de João Vitor e Sillas Thomas, que seguiram diferentes áreas profissionais.
Durante a infância, Marcelo vivia uma realidade de dificuldades financeiras em Resende e frequentava a escola estadual. No início, a merenda era um dos principais incentivos para ir às aulas, já que seu pai, responsável pelo sustento da família, estava desempregado e sua mãe mantinha a casa com trabalhos de faxina. Com o passar dos anos, ele encontrou na educação uma oportunidade de transformar sua realidade, concluiu os estudos e retornou ao colégio como professor de Biologia, Projeto de Pesquisa e Inovação para o Mundo do Trabalho.
— Eu sempre fui sonhador e acreditei que a educação mudaria minha trajetória. Eu via que, quanto mais estudasse, mais chance teria na minha vida — disse o professor.
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A experiência vivida por Marcelo foi decisiva para que ele matriculasse os filhos, João Vitor e Sillas Thomas, na mesma unidade. Os jovens cresceram acompanhando e admirando a trajetória do pai e construíram seus próprios caminhos profissionais.
— A história de vida dele é a maior prova de que o estudo, aliado à fé, à perseverança e ao trabalho digno, é capaz de transformar realidades. Ele enfrentou inúmeras dificuldades, mas escolheu trilhar o caminho da educação. Foi por meio do conhecimento que ele venceu as adversidades. Levo comigo a convicção de que a educação é capaz de mudar destinos — declarou João Vitor, de 24 anos, que está concluindo o curso de Direito e já foi aprovado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Para o mais novo, Sillas Thomas, de 21 anos, que está finalizando a graduação em Publicidade e Propaganda, a trajetória do pai também é motivo de orgulho.
— Se hoje tenho a oportunidade de trabalhar em grandes festivais pelo Brasil e construir uma carreira na publicidade, é porque, lá atrás, tive professores, como o meu pai, que me incentivaram, me acolheram e confiaram no meu potencial. A educação transformou a minha mentalidade e fez de mim a pessoa que sou hoje — destacou.
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Educação como caminho para novas oportunidades
No Colégio Estadual Antonina Ramos Freire, os estudantes participam de atividades voltadas ao desenvolvimento de projetos, inovação e preparação para o Ensino Superior. A proposta pedagógica inclui ações relacionadas ao protagonismo juvenil, participação em olimpíadas científicas e desenvolvimento de competências para o mundo do trabalho.
Para Marcelo, acompanhar a trajetória dos filhos representa a continuidade de uma história iniciada na escola onde estudou.
— Eu fico muito feliz de ver como a educação contribuiu para a trajetória dos meus filhos e também dos jovens que tenho a oportunidade de lecionar. O meu conselho é: nunca deixem de sonhar e nunca deixem a educação de lado, porque ela pode mudar histórias — afirmou o professor Marcelo.
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Foto: Ellan Lustosa
Alunos de escolas estaduais do Sul Fluminense visitam a Rio Innovation Week
Estudantes conheceram as novidades da maior conferência global de tecnologia e inovação
Estudantes da rede estadual vivenciaram, nesta quinta-feira (06/08), uma imersão no universo da tecnologia e da inovação durante visita ao Rio Innovation Week, no Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio. Alunos dos Cieps 488 Ezequiel Freire, de Itatiaia, e 493 Professor Antonieta Salinas de Castro, de Barra Mansa, participaram da programação da maior conferência global de tecnologia e inovação, em uma experiência voltada à troca de conhecimentos, ao contato com novas tendências e ao estímulo ao protagonismo juvenil diante das transformações do mundo do trabalho e da sociedade.
— Cada momento foi realmente incrível, desde compartilhar experiências com meus amigos durante a viagem até a oportunidade de ver as novidades que estavam por lá. Eu já havia ido em outras edições e sempre me surpreendo bastante com as coisas que estão sendo apresentadas. Me sinto grato por participar de um evento tão importante — disse o estudante Nitya Padma Sanchez Elisei, de 17 anos, que cursa Programação de Jogos Digitais na 3ª série do Ensino Médio do Ciep 488.
Foto: Ellan Lustosa
Em sua sexta edição, a feira reafirma o compromisso com a diversidade, a equidade e a inclusão, valorizando a pluralidade de ideias, incentivando o diálogo e promovendo um ambiente inclusivo, com oportunidades iguais para todos os participantes. Com o tema ‘Simbiose – o futuro não acontece isolado’, o evento propõe uma reflexão sobre a importância da integração entre diferentes áreas do conhecimento para enfrentar os desafios da sociedade contemporânea e construir soluções transformadoras.
— Essa foi uma ótima oportunidade, em cada estande uma experiência diferente. São robôs, carros elétricos e muita inteligência artificial. Um lugar para conhecer e aprender bastante — ressaltou Yasmin Farciroli Teixeira, de 17 anos, que cursa a 3ª série do Ensino Médio-Técnico em Eletrotécnica no Ciep 493.
A programação contou com a participação de nomes das diversas áreas do conhecimento, da ciência aos negócios, como os ganhadores do Nobel Malala Yousafzai e Edvard Moser, os cientistas Brian Greene e David Eagleman, os escritores Ondjaki, Djamila e Fabrício Carpinejar, além de personalidades do mundo das artes, como Seu Jorge, Ernesto Neto e Vik Muniz.
Foto: Ellan Lustosa
Os alunos do Ciep de Itatiaia integram o curso técnico em Programação de Jogos Digitais Animados, enquanto os do Ciep de Barra Mansa estão no curso técnico em Eletrotécnica. Empolgados, os estudantes puderam mergulhar ainda mais no mundo tecnológico. Eles buscaram informações para novas atividades nas escolas e começaram a vislumbrar um futuro profissional.
— Essa visita foi muito promissora, uma nova chance de aprender e ter novos conhecimentos — destacou a aluna Maria Fernanda da Silva Elizário, de 17 anos, estudante da 3ª série do Ensino Médio do Ciep 493, no curso técnico em Eletrotécnica.
Foto: Ellan Lustosa
Foto: Bruno da Matta
PopRuaJud 2026: Seeduc + Perto participa de mutirão que promove cidadania para moradores em situação de rua
Ação, em parceria com o Programa Justiça Itinerante do Tribunal de Justiça, levou mais de 50 serviços para a Catedral Metropolitana do Rio
A Secretaria de Estado de Educação, por meio do programa Seeduc + Perto, levou um mutirão de serviços para a população em situação de rua na Catedral Metropolitana do Rio, durante a ação PopRuaJud2026, realizada nos dias 5 e 6 de agosto. A iniciativa é uma parceria com o Programa Justiça Itinerante do Tribunal de Justiça e o Tribunal Regional Federal da 2ª Região, para oferecer soluções para quem mais precisa e atendimentos diversos à população em situação de rua, contribuindo para a promoção da cidadania e a superação das barreiras econômicas.
Em sua 5ª edição, o programa faz parte da Política Nacional de Atenção às Pessoas em Situação de Rua, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foi instituído para aproximar a Justiça das pessoas em situação de vulnerabilidade extrema. Ele garante que órgãos públicos trabalhem juntos para devolver a cidadania a quem mais precisa. Seus focos principais são atendimento prioritário e sem burocracia nos tribunais, mutirões de cidadania para emissão de documentos básicos e acesso à saúde, assistência social e orientação jurídica, dentre outros serviços.
Foto: Bruno da Matta
O Seeduc + Perto participou da ação com uma equipe especializada, com o objetivo de aproximar a sociedade da secretaria, atender as demandas da comunidade escolar e evitar a necessidade de deslocamento da população dos bairros mais distantes para a sede da pasta. Foram oferecidos mais de 50 tipos de serviços à população.
Durante três dias, o PopRuaJud reuniu cerca de 60 instituições parceiras, entre órgãos do sistema de Justiça e instituições públicas e privadas para oferecer, gratuitamente, serviços de documentação, orientação jurídica, assistência social, saúde e acesso a políticas públicas, em um espaço de acolhimento, escuta e promoção da cidadania.
Foto: Bruno da Matta
Além da assistência jurídica, os participantes têm acesso a serviços de saúde, emissão de documentos, CadÚnico, encaminhamento para abrigos, vacinação, cadastramento em vagas de emprego, além de banhos e alimentação. Como muitas pessoas em situação de rua convivem com cães e gatos, que frequentemente representam importantes vínculos afetivos, o evento também oferece atendimento veterinário para os animais, incluindo vacinação, vermifugação, banho e tosa, além da distribuição de ração.
Consolidado como uma das maiores ações interinstitucionais voltadas à população em situação de rua no país, a ação cria uma ampla rede de cooperação dedicada à promoção da cidadania, da dignidade humana e do acesso efetivo à Justiça e às políticas públicas.
Foto: Bruno da Matta
Foto: Ellan Lustosa
Lista foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (7/08)
Nesta sexta-feira (7/08), 46 profissionais foram aprovados no Processo Seletivo Interno para a migração da carga horária de Professor Docente I de 18 horas para 30 horas semanais. O resultado foi publicado em Diário Oficial.
A carga horária de 30 horas semanais será composta por 20 horas de regência em sala de aula e 10 horas destinadas ao planejamento das atividades pedagógicas e aos estudos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Com a maior permanência nas unidades escolares, os docentes passam a acompanhar mais de perto a rotina pedagógica e o desenvolvimento dos estudantes.
A ampliação da carga horária mantém o nível e a referência já conquistados pelos docentes no Plano de Carreira do Magistério, sem alteração dos direitos previstos para a categoria. A remuneração será ajustada de acordo com a nova jornada de trabalho e ocorrerá após o processamento da alteração da carga horária na folha de pagamento. A mudança também poderá repercutir nos benefícios incorporados para fins de aposentadoria, conforme a legislação vigente.
Agora, os professores convocados deverão comparecer à Coordenadoria Regional de Gestão de Pessoas de sua lotação, na data e no horário estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial, para a escolha das vagas e definição dos horários das aulas
Foto: Sandra Barros
Capacitações presenciais serão realizadas entre os dias 24 e 27 de agosto, em polos regionais distribuídos pelo estado
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) está com inscrições abertas, até o dia 21 de agosto, para a Jornada de Oficinas Temáticas do Programa de Formação Permanente dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro (PROFORMAR/RJ). A iniciativa tem como objetivo promover o aperfeiçoamento e a valorização dos servidores da rede estadual de ensino, por meio de formações voltadas ao desenvolvimento de competências e à resolução de desafios do cotidiano das unidades escolares.
Os servidores interessados deverão fazer as inscrições por meio do formulário disponibilizado no site da Seeduc no link https://forms.gle/RyBoHdwbGHRqzsLw6.
A programação possui temas alinhados às demandas da rede, como Projeto Político-Pedagógico (PPP), protocolos antirracistas, coordenação pedagógica, projeto de vida, ferramentas digitais para secretário escolar, modelagem 3D e Curso Normal, entre outros. A oferta das oficinas será organizada de acordo com as necessidades de cada Diretoria Regional Pedagógica.
As oficinas serão realizadas presencialmente entre os dias 24 e 27 de agosto, nos polos de formação regionais distribuídos pelo estado. As capacitações terão carga horária entre duas e oito horas, com turmas nos períodos da manhã, das 8h às 12h, e da tarde, das 14h às 18h, permitindo que cada servidor escolha o horário mais adequado para participar.
Para mais informações entre em contato com o suporteformacao@educacao.rj.gov.br.
Foto: Sandra Barros
Bienal nas Escolas leva escritores, livros e experiências literárias para estudantes da rede estadual
Projeto incentiva o hábito da leitura e amplia o acesso dos alunos da rede estadual ao universo literário
A literatura ganhou novos espaços na rede estadual de ensino nesta quinta-feira (6/8), com mais uma ação da Bienal nas Escolas. O Colégio Estadual Hispano-Brasileiro João Cabral de Melo Neto - Intercultural Brasil-Espanha, no Méier, recebeu os autores Eliana Alves Cruz e Estevão Ribeiro para uma conversa com os estudantes sobre literatura, processos criativos e formação leitora. A iniciativa leva às escolas a programação da Bienal do Livro, a maior feira literária do país, e é realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ), em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a GL Events.
A atividade desta quinta-feira faz parte da edição de 2026 do projeto, que também teve início na terça-feira (4/8), no Colégio Estadual Olinto da Gama Botelho, em Pilares, com a participação do escritor carioca Jessé Andarilho. Além dos encontros com autores, as escolas participantes recebem doações de livros para renovar seus acervos bibliográficos e ampliar o acesso dos estudantes à leitura.
Foto: Sandra Barros
Criado em 2019, o projeto amplia o alcance da Bienal do Livro ao levar sua programação para dentro das escolas, com o objetivo de aproximar alunos e autores, além de estimular o interesse pela leitura, pela escrita e pela produção cultural. A edição deste ano ganhou um significado especial por ser a primeira promovida em um ano sem a realização da Bienal do Livro no Riocentro, garantindo a continuidade de ações de incentivo à leitura junto aos estudantes.
Ao longo deste ano, a rede estadual receberá duas ações da Bienal nas Escolas. Além dos encontros com escritores, cada escola participante recebe uma doação de livros para renovar seu acervo bibliográfico, fortalecendo o acesso à leitura e incentivando a formação de novos leitores.
Foto: Sandra Barros
Com o tema Livros mudam o jogo, a primeira ação de 2026 aconteceu no Colégio Estadual Olinto da Gama Botelho, em Pilares, com a participação do escritor carioca Jessé Andarilho. Autor, roteirista e idealizador do Instituto Marginow, Jessé apresentou o romance Fiel, obra inspirada em experiências vividas por ele e por moradores de sua comunidade. Durante o encontro, compartilhou sua trajetória com os estudantes e destacou o papel transformador da literatura, valorizando as narrativas das periferias e incentivando os jovens a descobrirem, nos livros, novas possibilidades para suas próprias histórias.
No encontro realizado no colégio do Méier, Eliana Alves Cruz e Estevão Ribeiro conduziram uma conversa sobre o livro Gênios da Nossa Gente, que reúne perfis de pessoas negras do Brasil cujas trajetórias ajudam a contar a história do país. A obra combina textos e ilustrações para apresentar referências inspiradoras ao público infantojuvenil. A atividade voltada aos estudantes contou com diálogo sobre obras e processos criativos, além de ações de formação leitora. A equipe do projeto Jovem Repórter da unidade também participou da cobertura do evento.
— Esta experiência está sendo muito enriquecedora, pois estamos percebendo o poder de transformação de um livro. Isso nos incentiva a ler e buscar um futuro melhor, para nós e para toda a nossa família — afirmou Sarah Lopes Vieira, de 16 anos, aluna da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Olinto da Gama Botelho.
Foto: Sandra Barros
Foto: Divulgação/Seeduc
Alunos de escola estadual de Araruama conquistam medalhas na Olimpíada Brasileira de Negócios e Empreendedorismo
Competição reuniu mais de 20 mil estudantes da Educação Básica de todo o país
Seis estudantes da 1ª série do Ensino Médio do Ciep 148 Professor Carlos Elio Vogas da Silva, em Araruama, na Região dos Lagos, conquistaram medalhas e menções honrosas na primeira edição da Olimpíada Brasileira de Negócios e Empreendedorismo (OBNE), realizada em julho deste ano. A competição reuniu mais de 20 mil alunos da Educação Básica de escolas públicas e privadas de todo o país.
Francielle Gomes da Silva e João Victor dos Santos Rodrigues ganharam medalhas de prata, enquanto João Victor Brito Azevedo recebeu a de bronze. Já Maria Eduarda de Oliveira Gondim, Anna Julya Conceição de Brito e Erick Vinícius Santos Cavalcante foram agraciados com menções honrosas, em reconhecimento ao desempenho alcançado na olimpíada.
Criada para despertar o espírito empreendedor e estimular a criatividade dos estudantes, a Olimpíada Brasileira de Negócios e Empreendedorismo (OBNE) incentiva os participantes a experimentar, testar ideias, aperfeiçoar soluções e desenvolver projetos de forma prática, dinâmica e acessível. A competição tem como objetivo aproximar os jovens do universo do empreendedorismo, incentivando a identificação de problemas reais e a construção de soluções inovadoras que gerem impacto positivo na sociedade.
Na competição, os participantes exercitam a jornada empreendedora desde o início, da ideia à estruturação de um negócio. O processo inclui a identificação de oportunidades, a compreensão das necessidades das pessoas, a transformação de ideias em projetos e o desenvolvimento de protótipos simples e funcionais.
Durante a olimpíada, os estudantes exploram temas como criatividade, solução de problemas, curiosidade investigativa, pesquisa de campo, noções básicas de finanças, comunicação, marketing inicial e validação de propostas. A experiência contribui para o desenvolvimento de competências relacionadas à elaboração de projetos, liderança de iniciativas e tomada de decisões em diferentes áreas de atuação.
— O esforço e a dedicação com algo que faz sentido para mim permitiram que eu conseguisse esta posição, como medalhista de prata — destacou Francielle Gomes da Silva.
Com 12 turmas dedicadas ao Ensino Médio Integral nos itinerários de Inovação e Mundo do Trabalho e Empreendedorismo, o Ciep 148 desenvolve atividades voltadas ao aprofundamento de conhecimentos relacionados à inovação, sustentabilidade e empreendedorismo. O resultado obtido pelos estudantes na olimpíada reflete a participação dos jovens em iniciativas que estimulam o protagonismo estudantil e o desenvolvimento de competências previstas no currículo escolar.
Foto: Divulgação/Seeduc
Foto: Sandra Barros
Interessados deverão fazer inscrição no site matriculafacil.rj.gov.br
Mais vagas para alunos interessados em ingressar na rede estadual de ensino. O Colégio Estadual Gilson Amado, no Recreio dos Bandeirantes, na região sudoeste do Rio de Janeiro, agora oferece o Ensino Médio Regular nos três turnos escolares (manhã, tarde e noite), aumentando o número de vagas para o ingresso de novos estudantes.
Para ingressar na unidade é necessário fazer a inscrição via sistema Matrícula Fácil. Os interessados devem acessar o site Matrícula Fácil (www.matriculafacil.rj.gov.br) e verificar a oferta de vagas e turnos disponíveis, e como e quando confirmar a matrícula na escola. Vale destacar que as inscrições podem ser feitas a qualquer momento, e que ainda tem vagas disponíveis também em outras unidades escolares.
O processo de matrícula ocorrerá exclusivamente de forma on-line. Caso o responsável ou aluno (se maior de idade e capaz) não tenha acesso à internet, poderá comparecer à unidade escolar para realizar a inscrição. Nesta etapa a vaga é direta, ou seja, após a confirmação dos dados, o interessado deverá comparecer à unidade escolar em até 48 horas (considerando dias úteis), com toda a documentação solicitada.
Mais acessibilidade no ato da inscrição
E agora o site da matrícula da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro está com uma ferramenta inédita de acessibilidade, sendo pioneira neste tipo de estrutura em todo o país, trazendo mais facilidade para a realização das inscrições. O mecanismo ajuda pessoas surdas, com deficiência visual, dislexia ou dificuldades de leitura a navegar no site forma autônoma.
A página conta agora com um Menu de Acessibilidade, para facilitar o uso para todas as pessoas. A ferramenta possui opções de “Libras”, “Voz” e “+ Acessibilidade”. Clicando no espaço, aparecerá um avatar personalizado, que auxiliará o interessado a fazer sua inscrição.
O Colégio Estadual Gilson Amado está localizado na Rua Alberto Cavalcanti, 64, no Recreio dos Bandeirantes. Para mais informações, entre em contato com a Ouvidoria da Seeduc-RJ, pelo telefone 21.2380-9055.
Foto: Divulgação
Alunos de Ciep estadual de Natividade se destacam na Semana EAT
Estudantes ganham medalhas de prata e bronze na Olimpíada Brasileira de Tecnologia
Alunos do Ciep 468 Olga Thurler Mendonça da Fonseca, de Natividade, no Noroeste Fluminense, tiveram um bom desempenho na Semana EAT (Escola Avançada de Tecnologia), realizada no fim de julho, em São José dos Campos (SP), ao conquistar três medalhas de prata, quatro de bronze e duas menções honrosas.
Uma das equipes da escola, a Squad, também ganhou o troféu de destaque em Educação com o aplicativo Guia ENEM. O evento reuniu mais de 100 estudantes de 12 estados brasileiros, de escolas públicas e privadas, em uma das principais competições nacionais voltadas à tecnologia e à inovação.
A Semana EAT (Escola Avançada de Tecnologia) é uma imersão científica e tecnológica promovida pelo Instituto Alpha Lumen, em parceria com o MIT-Brazil Program. Realizado como etapa final e cerimônia de premiação da Olimpíada Brasileira de Tecnologia (OBT), o evento proporcionou aos estudantes uma experiência de aprendizado, reflexão e inovação, estimulando novos olhares e a criação de soluções para os desafios do futuro. A iniciativa teve nas artes sua principal fonte de inspiração, valorizando o potencial da emoção, da sensibilidade e da resiliência para transformar ideias em soluções.
— Durante essa jornada, tivemos a oportunidade de colocar nossos conhecimentos em prática, trabalhar em equipe e enfrentar desafios que nos fizeram crescer tanto como estudantes quanto como pessoas. Foram dias de muito aprendizado, dedicação, ansiedade, descobertas e, principalmente, união — contou a estudante Mariana Almeida, medalhista de prata com o app Conecta Saúde.
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A participação da delegação da escola do Noroeste Fluminense reforça o compromisso da unidade escolar com uma educação inovadora, que incentiva o uso da tecnologia, o pensamento criativo e a formação de jovens preparados para os desafios do futuro. Além dos bons resultados, a experiência fortalece o aprendizado, a criatividade e o protagonismo dos estudantes.
— Ver nossos alunos sendo reconhecidos nacionalmente é motivo de muito orgulho. Eles estão mostrando que, com dedicação, estudo e trabalho em equipe, é possível transformar ideias em grandes conquistas. Essas medalhas representam o esforço de cada estudante e de toda a comunidade escolar — destacou a professora Lívia Soares de Oliveira, responsável pela delegação.
A Olimpíada Brasileira de Tecnologia (OBT) é uma competição científica nacional para estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, que desafia equipes a resolver problemas reais por meio de matemática aplicada, lógica e prototipagem de aplicativos. Em sua 5ª edição, a olimpíada visa apresentar a área de TI (tecnologia da informação) a estudantes e professores de escolas em todo o país, mostrando-a como poderosa ferramenta, tanto na geração de soluções efetivas para a sociedade quanto de inclusão e desenvolvimento socioeconômico.
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Além das premiações, a Semana EAT contou com palestras, oficinas e mentorias, inclusive, exposições com integrantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), fortalecendo a formação acadêmica e preparando os jovens para o ingresso no mercado de trabalho. A iniciativa reforçou a importância da educação, ciência e tecnologia.
— Foi muito legal poder desenvolver um aplicativo com o objetivo de ajudar outras pessoas. Ver uma ideia se transformar em algo que pode fazer a diferença na vida de alguém foi uma experiência incrível. Acho muito importante nós, jovens, participarmos desses projetos, porque eles nos incentivam a sair da nossa zona de conforto e descobrir novas possibilidades — disse Maria Eduarda Sodré, integrante da equipe Squad, vencedora do troféu destaque em Educação.
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Lista foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (31/07). Docentes devem se apresentar nas respectivas diretorias regionais
A Secretaria de Estado de Educação, publicou, no Diário Oficial desta sexta-feira (31/07), a aprovação de 125 profissionais no Processo Seletivo Interno para a migração da carga horária de Professor Docente I de 18 horas para 30 horas semanais. No total, 14.285 profissionais já fizeram a migração, sendo 4.285 neste ano de 2026.
A ampliação da carga horária mantém o nível e a referência já conquistados pelos docentes no Plano de Carreira do Magistério, sem alteração dos direitos previstos para a categoria. Agora, os professores convocados deverão comparecer à Coordenadoria Regional de Gestão de Pessoas de sua lotação, na data e no horário estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial, para a escolha das vagas e definição dos horários das aulas.
A remuneração será ajustada de acordo com a nova jornada de trabalho e ocorrerá após o processamento da alteração da carga horária na folha de pagamento. A mudança também poderá repercutir nos benefícios incorporados para fins de aposentadoria, conforme a legislação vigente.
A carga horária de 30 horas semanais será composta por 20 horas de regência em sala de aula e 10 horas destinadas ao planejamento das atividades pedagógicas e aos estudos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Com a maior permanência nas unidades escolares, os docentes passam a acompanhar mais de perto a rotina pedagógica e o desenvolvimento dos estudantes.
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Formação on-line, realizada em parceria com a SaferNet Brasil, prepara profissionais da educação para promover o uso ético, seguro e responsável das tecnologias nas escolas
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), por meio da Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas (SUPDP), está com inscrições abertas para o curso ‘Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula’. A formação continuada é gratuita, on-line e autoinstrucional, com carga horária de 60 horas e certificação, oferecendo aos profissionais da educação ferramentas para fortalecer a cultura digital e ampliar a segurança no ambiente escolar. Os interessados podem se inscrever no link https://bit.ly/curso-cidadania-digital-safernet
A capacitação é destinada a professores, orientadores educacionais, gestores escolares, equipes pedagógicas das escolas públicas e técnicos das secretarias de Educação. Além de ampliar os conhecimentos sobre cidadania digital, o curso incentiva a construção de ambientes escolares mais seguros, inclusivos e conscientes quanto ao uso das tecnologias.
Desenvolvido em parceria com a SaferNet Brasil, o curso aborda temas essenciais para o contexto educacional contemporâneo, como desinformação, ciberbullying, privacidade, segurança na internet e uso consciente das tecnologias digitais. A iniciativa está alinhada às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da BNCC Computação, contribuindo para que educadores desenvolvam práticas pedagógicas voltadas à formação de estudantes críticos, responsáveis e preparados para os desafios do mundo digital.
As inscrições já estão disponíveis por meio da plataforma AVAMEC. Para participar, basta acessar a plataforma, fazer login ou criar uma conta, clicar em “Inscrever”, selecionar a turma "[EXCLUSIVA] - T1 - SEEDUC RJ", inserir o código de acesso 4567 e confirmar a inscrição. O início é imediato.
Serviço
Curso Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula
Carga horária: 60 horas
Inscrições: https://bit.ly/curso-cidadania-digital-safernet
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Os interessados devem se inscrever até o dia 17 de agosto
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), por meio da Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas (SUPDP), está com inscrições abertas para o projeto ‘Pesquisa em Rede’, iniciativa desenvolvida no âmbito do Programa de Formação Permanente dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Proformar). A ação tem como objetivo promover o compartilhamento de pesquisas acadêmicas produzidas por servidores da rede estadual de ensino, fortalecendo a formação continuada, incentivando a produção científica e aproximando o conhecimento acadêmico da prática educacional.
Os servidores interessados em participar como expositores podem se inscrever até o dia 17 de agosto, por meio do formulário disponível em https://forms.gle/R37BvsnBoR3foMtm9. Poderão ser apresentadas pesquisas de Mestrado e Doutorado, acadêmico ou profissional, que tenham como objeto de estudo a rede estadual de ensino e que tenham sido previamente autorizadas pela Seeduc.
O projeto prevê a realização de encontros bimestrais, presenciais ou virtuais, em formato de rodas de conversa, promovendo o intercâmbio de experiências, práticas exitosas e resultados de pesquisas entre profissionais da educação. As atividades poderão ocorrer na sede da secretaria, nos Polos de Formação ou em ambiente virtual, ampliando o alcance da iniciativa em todo o estado.
A participação de expositores e ouvintes estará condicionada à autorização prévia da chefia imediata. As informações sobre as inscrições para ouvintes e o calendário dos encontros serão divulgadas em breve pela Coordenadoria de Planejamento e Elaboração de Formação (COOPEF/SUPDP).
Serviço
Projeto Pesquisa em Rede
Inscrições: até 17 de agosto de 2026.
Link para inscrição: https://forms.gle/R37BvsnBoR3foMtm9
Foto: Divulgação/Seeduc
Estudantes da rede estadual realizam cobertura jornalística durante encontro sobre participação de adolescentes
Alunos da rede estadual de ensino que integram o projeto Jovem Repórter participaram da cobertura jornalística do Encontro do Comitê de Participação dos Adolescentes (CPA), realizado entre os dias 26 e 28 de julho. O encontro reuniu 65 adolescentes de diferentes municípios fluminenses para fortalecer espaços de escuta e participação juvenil na construção de políticas públicas voltadas à promoção e à garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
A programação foi organizada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, por meio do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro (CEDCA-RJ), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e a Fundação Cecierj, e contou com palestras, oficinas e atividades voltadas à formação cidadã dos participantes.
Durante os três dias de atividades, os jovens repórteres produziram reportagens, entrevistas, fotografias e registros em vídeo sobre a programação. Eles também compartilharam conhecimentos sobre técnicas de comunicação com os demais participantes, sempre acompanhados por profissionais da área.
— Fazer a cobertura desse evento foi uma oportunidade para entendermos melhor nossos direitos e deveres na construção e no acompanhamento de políticas públicas — afirmou Lara Gonzalez, aluna da 3ª série do Ciep 413 Adão Pereira Nunes – Intercultural Brasil-México, de São Gonçalo.
Foto: Divulgação/Seeduc
As atividades incluíram visitas à Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj), ao Palácio Tiradentes, à Fundação Cecierj, ao Maracanã e ao Cristo Redentor. Os participantes também acompanharam a cerimônia de posse dos conselheiros do CPA, realizada no Aterro do Flamengo.
A estudante Jorhanna Maciel, conselheira do Comitê de Participação de Adolescentes (CPA) no CEDCA-RJ e aluna do Colégio 20 de Julho, em Arraial do Cabo, destacou a troca de experiências proporcionada pelo encontro.
— Participar do encontro e estar em contato com os jovens repórteres foi uma experiência enriquecedora e inspiradora. Trocamos ideias, compartilhamos conhecimentos e fortalecemos o diálogo entre os participantes — afirmou.
Projeto Jovem Repórter
Criado em 2024, o Jovem Repórter é um projeto da Secretaria de Estado de Educação, desenvolvido em parceria com as secretarias da Casa Civil, de Comunicação Social e Publicidade, a Subsecretaria de Relações Internacionais e a Fundação Cecierj. A iniciativa oferece formação prática em comunicação para estudantes da rede estadual de ensino. Após um processo de qualificação com profissionais da área, os participantes desenvolvem atividades de reportagem, fotografia, produção audiovisual e cobertura jornalística de eventos, colocando em prática os conhecimentos adquiridos.
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Escola estadual de Nova Iguaçu capacita professores em impressão 3D para criação de recursos acessíveis aos alunos
Ideias desenvolvidas por professores estão ganhando forma em materiais de aprendizagem no Ciep 026 São Vicente de Paula Intercultural Brasil-Suécia, em Nova Iguaçu, com o uso da impressão 3D como recurso pedagógico. Nesta segunda-feira (27/07), a unidade promoveu o workshop "Dar Forma ao Invisível: A Revolução do Aprendizado Tátil na Sala de Aula", que capacitou docentes no uso da tecnologia para a produção de materiais pedagógicos acessíveis, ampliando as possibilidades de aprendizagem, especialmente para estudantes com deficiência visual.
A formação apresentou conceitos de impressão 3D e cultura maker de forma prática, mostrando como a tecnologia pode ser incorporada ao cotidiano escolar para contribuir com diferentes estratégias de ensino, especialmente no desenvolvimento de recursos voltados a alunos com deficiência visual.
Durante o workshop, os professores conheceram as etapas do processo de fabricação digital, incluindo noções de modelagem, funcionamento das impressoras e características dos filamentos utilizados. A atividade também abordou formas de criar materiais táteis e adaptados, que podem auxiliar no processo de aprendizagem de estudantes com deficiência visual.
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Além da parte teórica, os participantes colocaram os conhecimentos em prática. Divididos em grupos interdisciplinares, os docentes desenvolveram propostas utilizando os recursos apresentados e experimentaram as possibilidades da tecnologia para diferentes áreas do conhecimento.
— A modelagem e a impressão 3D permitem transformar conteúdos em recursos pedagógicos que enriquecem as aulas e favorecem diferentes formas de aprendizagem — destacou Maria Elizabeth, professora de Artes.
Ao longo da formação, os professores aprenderam a utilizar modelos já disponíveis em plataformas digitais e a adaptá-los às necessidades de cada disciplina. Na prática, desenvolveram e imprimiram suas próprias peças, que poderão ser utilizadas como apoio às atividades em sala de aula.
Com a capacitação, a impressão 3D passa a integrar o conjunto de recursos pedagógicos disponíveis na unidade, ampliando as possibilidades de criação de materiais acessíveis e de apoio à aprendizagem.
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Volta às aulas: Escolas estaduais retomam rotina com novidades na estrutura
Unidades passaram por reformas no recesso e recebem estudantes com alarmes solares e foco nos projetos pedagógicos
Após o recesso escolar de meio de ano, os estudantes da rede estadual de ensino voltaram às salas de aula nesta segunda-feira (27/07). Durante o período de férias, unidades escolares passaram por intervenções de infraestrutura, incluindo manutenções no sistema de fornecimento de energia elétrica e reformas em espaços de uso comum. Para marcar o retorno, as escolas realizaram dinâmicas de acolhimento e integração entre estudantes, professores e equipes pedagógicas.
Em algumas unidades, a recepção foi focada na introdução dos projetos pedagógicos planejados para a segunda metade do ano letivo. As atividades de integração buscam restabelecer a rotina escolar e aproximar o corpo docente dos alunos neste início de semestre.
— Quero focar mais nos estudos para o vestibular e aproveitar os novos projetos e atividades que a escola está preparando. Será motivador para continuar os estudos e alcançar meus objetivos — destacou a estudante Andrielly Alvarez Manhães Areias de Marins, da 3ª série do Ensino Médio do Ciep 097 Filinto Muller Intercultural Brasil-China, em Duque de Caxias.
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Manutenção predial
Durante o recesso, equipes técnicas atuaram nas unidades escolares para a execução de serviços estruturais. O cronograma incluiu revisões na rede elétrica, reparos em quadras esportivas, cozinhas, banheiros, vestiários, refeitórios e bibliotecas, além de adequações gerais de acessibilidade.
O estudante Fletcher Bichara, da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Rio Grande do Norte, em Volta Redonda, ressaltou a importância do foco no aprendizado.
— Eu amo estudar e acredito que o conhecimento é o caminho do sucesso. Com dedicação e esforço nos estudos, sei que as portas irão se abrir para mim — disse.
Entre as atualizações de infraestrutura implementadas para o semestre está a instalação de sistemas de alarme movidos a energia solar em unidades da rede estadual. O equipamento opera de forma independente da rede elétrica convencional com o objetivo de monitorar as instalações e mitigar ocorrências de furto de cabos elétricos ou vandalismo na fiação.
Foto: Bruno da Matta
O retorno do calendário escolar abrange todos os anos da rede estadual, com atenção voltada também aos estudantes do Ensino Médio que se preparam para exames nacionais e avaliações de acesso ao mercado de trabalho.
— Confesso que já estava com saudade da rotina, dos amigos, dos professores e de todo o ambiente da escola. É um novo semestre, com novas oportunidades de aprender, crescer e viver momentos especiais — concluiu Maria Luiza Costa de Oliveira, estudante da 3ª série do Ensino Médio do Ciep 097 Filinto Muller Intercultural Brasil-China, de Duque de Caxias.
Foto: Bruno da Matta
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Equipe do Seeduc + Perto leva mais de 50 serviços à Nova Iguaçu
Ação, em parceria com a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, reuniu diversos órgãos em um mutirão de atendimento
O programa Seeduc + Perto, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação que leva um mutirão de serviços para estudantes e servidores da pasta, esteve presente em uma ação especial realizada neste sábado (25/07), no Corumbá, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O evento, em parceria com a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab), ofereceu oportunidades e soluções para a população, proporcionando um atendimento sem burocracia e contribuindo para a promoção da cidadania e superação das barreiras econômicas.
A Seeduc participou da ação com uma equipe especializada, com o objetivo de aproximar a sociedade da secretaria, atender às demandas da comunidade escolar e evitar a necessidade de deslocamento da população dos bairros mais distantes para a sede da pasta. Foram oferecidos mais de 50 tipos de serviços à população.
Realizações como essas, visando à promoção da cidadania, tem como objetivo garantir direitos civis, políticos e sociais, incluindo acesso à justiça, inclusão social, combate à fome e o fortalecimento da democracia.
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A iniciativa levou oportunidades e orientação para quem busca emprego e qualificação, além de vagas para diversas áreas. Dentre outras finalidades, o projeto ajudou na orientação profissional e resolveu questões importantes para a população, levando serviços essenciais para próximo da comunidade.
Foram disponibilizadas vagas de estágio e Jovem Aprendiz, cursos profissionalizantes e livres, atendimento social, saúde e empreendedorismo, documentação gratuita e identificação civil, além de serviços de diversos órgãos, como Detran, Firjan e Fundação Leão XIII.
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Clique aqui e confira a listagem dos projetos homologados no âmbito do Financiamento de Boas Práticas Pedagógicas.
A próxima etapa do processo consistirá na avaliação dos projetos, em conformidade com os critérios e procedimentos estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial em 29/12/2025.
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Clique aqui e confira a listagem dos projetos homologados no âmbito do Financiamento de Boas Práticas Pedagógicas/ Prêmio Diálogos de Gestão para a Aprendizagem.
A próxima etapa do processo consistirá na avaliação dos projetos, em conformidade com os critérios e procedimentos estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial em 29/12/2025.
Foto: Ellan Lustosa
Substituição da jornada de 18 para 30 horas semanais contempla profissionais aprovados em processo seletivo interno
O Governo do Estado do Rio de Janeiro publicou, no Diário Oficial desta sexta-feira (24/07), a convocação de mais 1.254 professores da rede estadual para a ampliação da carga horária de 18 para 30 horas semanais. A medida contempla profissionais aprovados no processo seletivo interno.
A carga horária de 30 horas semanais será composta por 20 horas de regência em sala de aula e 10 horas destinadas ao planejamento das atividades pedagógicas e aos estudos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Com a maior permanência nas unidades escolares, os docentes passam a acompanhar mais de perto a rotina pedagógica e o desenvolvimento dos estudantes.
Os professores convocados deverão comparecer à Coordenadoria Regional de Gestão de Pessoas de sua lotação, na data e no horário estabelecidos no edital publicado no Diário Oficial, para a escolha das vagas e definição dos horários das aulas.
Coordenada pela Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), a ampliação da carga horária mantém o nível e a referência já conquistados pelos docentes no Plano de Carreira do Magistério, sem alteração dos direitos previstos para a categoria.
A remuneração será ajustada de acordo com a nova jornada de trabalho e ocorrerá após o processamento da alteração da carga horária na folha de pagamento. A mudança também poderá repercutir nos benefícios incorporados para fins de aposentadoria, conforme a legislação vigente.
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Medalhista de ouro da OBMEP da rede estadual revela rotina de estudos e dá dicas para conquistar bons resultados
Preparação do estudante inclui resolver provas anteriores, manter a disciplina e cuidar da saúde emocional
Resolver avaliações de provas anteriores, aprender com os próprios erros, manter uma rotina de estudos consistente e cuidar da saúde. Esses são os principais segredos de Rafael Ambrosio, de 15 anos, estudante do Colégio Estadual Baldomero Barbará, em Barra Mansa, no Sul Fluminense, que conquistou a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Para ele, o sucesso não está em estudar por muitas horas, mas em manter a disciplina e a qualidade do aprendizado.
— Minha principal técnica é fazer provas passadas de edições anteriores da olimpíada, disponíveis nos sites oficiais e em plataformas especializadas. Além disso, resolvo as questões, aprendo com os meus erros e sigo em frente. Acredito que é fundamental manter a constância e evoluir a cada exercício — explica o estudante.
Ao longo da vida escolar, Rafael conquistou nove medalhas em olimpíadas do conhecimento. Entre as mais marcantes, para ele, estão a medalha de ouro da OBMEP, pelos benefícios acadêmicos proporcionados pela conquista; a primeira medalha na competição, que lhe garantiu participação no 10º Encontro do Hotel de Hilbert; e a medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP), modalidade pela qual também demonstra grande interesse.
A carga horária de estudos varia de acordo com a rotina e o interesse pelos conteúdos. Em algumas semanas, ele costumar resolver entre 42 e 49 questões, mas destaca que a quantidade não é o mais importante.
— Às vezes, faço apenas algumas questões; em outras, resolvo uma prova inteira. Quando um assunto me chama a atenção, gosto de estudá-lo até entendê-lo bem — enfatiza.
De acordo com o jovem, entre os conteúdos mais estudados, estão geometria, trigonometria, combinatória, álgebra e aritmética, que ele define como temas considerados difíceis e que deixam de ser um desafio quando são trabalhados com persistência.
Bem-estar, saúde e lazer
Além da preparação técnica, o aluno cuida da saúde física e emocional. Ele procura dormir pelo menos oito horas por noite, manter uma alimentação equilibrada e, na véspera das provas, prefere descansar a estudar intensamente para controlar a ansiedade.
— Normalmente, a ansiedade vem antes da prova. No dia, não faço questões. Respiro fundo, tento relaxar e não penso muito nisso — conta.
Durante a realização da prova, Rafael revela que adota uma estratégia para administrar o tempo: começa pelas questões mais fáceis e, caso encontre alguma muito difícil, passa para a seguinte e retorna depois com uma nova abordagem.
Foto: Sandra Barros
O jovem entrega outro segredo do sucesso: quando não está estudando, reserva momentos de lazer.
— Caminho, jogo vôlei com os amigos e fico um tempo longe do celular. São hábitos que ajudam a manter minha mente descansada — diz.
O medalhista de ouro acredita que essa experiência também contribui para a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
— Provas como essas estimulam o nosso raciocínio lógico. Ao fazermos, passamos a resolver as questões com mais rapidez e entendemos melhor o que está sendo proposto. Acredito que isso é fundamental e contribui diretamente para um bom desempenho no Enem — afirma.
Ao deixar uma mensagem para estudantes que sonham em conquistar uma medalha, ele resume sua experiência em três conselhos:
— Façam questões antigas, aprendam com os erros e não desanimem.
Orgulho da escola
No colégio, a comunidade escolar e os colegas de turma celebram o desempenho do estudante na OBMEP, competição que reuniu mais de 18,5 milhões de alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, além de reconhecerem toda a dedicação que resultou na conquista da medalha.
— Nós ficamos muito felizes. Todos têm muito orgulho dele. Ter um estudante da nossa região que se destaca pela inteligência, conquista uma medalha e demonstra tanta disciplina é motivo de grande alegria. Ele merece todas as homenagens, como o cartaz exposto na entrada da escola, que reconhece esse excelente desempenho — exalta a aluna Estella Valentina.
Rodrigo Guedes, professor de Matemática que lecionou para Rafael no 8º ano do Ensino Fundamental, conta que o estudante sempre demonstrou interesse em participar de avaliações externas.
— Quando dei aula para ele, Rafael já chamava a atenção por ser um aluno muito dedicado e por sempre sentar nas primeiras carteiras. Fazia os exercícios propostos muito mais rápido do que esperávamos. Era um estudante que realizava todas as atividades com o objetivo de evoluir e conquistar uma medalha. Esse reconhecimento é fruto de muito esforço e dedicação — destaca o professor.
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Estudantes da rede estadual de ensino vão mostrar seu futebol na Noruega
Doze alunos que participam do projeto social Karanba viajaram, nesta sexta-feira (17/07), para Oslo
Estudantes de 12 escolas da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro embarcaram, nesta sexta-feira (17/07), para a Noruega, onde vão participar da Norway Cup, torneio internacional de futebol juvenil, que será realizada em Oslo, capital do país, entre os dias 25 de julho e 1º de agosto. Eles vão integrar a delegação de 32 adolescentes do time de futebol do instituto Karanba, projeto social criado pelo ex-jogador norueguês Tommy Nilsen. Os alunos atletas vão poder vivenciar uma experiência esportiva e cultural internacional e, para muitos, também realizar a sua primeira viagem ao exterior.
A Norway Cup é realizada anualmente e reconhecida como o maior torneio de futebol para crianças e jovens do mundo, reunindo equipes de dezenas de países em disputas nas categorias de 6 a 19 anos. O evento é também uma plataforma de intercâmbio cultural entre atletas de diferentes nacionalidades e realidades sociais.
A participação dos alunos visa reforçar o vínculo do projeto com a rede pública de ensino e evidencia como o esporte tem sido, para essas famílias, também uma porta de entrada para novas oportunidades educacionais.
A chegada da equipe à Noruega com antecedência foi planejada para os jogadores se adaptarem ao fuso horário, ao clima e à rotina de treinamentos antes da estreia.
David Marins, 14 anos, aluno do Colégio Estadual Alecrim, em São Gonçalo, conta que ficou emocionado com a notícia da viagem.
– Estou vivendo uma experiência incrível. Vou realizar um sonho que é viajar e jogar fora do país. Eu espero alegria, diversão e muito trabalho nos últimos treinos para conquistar a taça para o Brasil. Também quero conhecer o país, a cultura deles. Quero viver essa oportunidade – diz ele.
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Ariane Rosa Barbosa, 17 anos, do Colégio Estadual Joaquim Távora, em Niterói, explica que joga futebol desde criança. E que participar da competição é uma grande oportunidade, não só para ela como para as amigas que estão treinando muito.
– Essa viagem é a realização de um sonho não só para mim, mas para a minha família também, porque é muito difícil as pessoas saírem de onde a gente veio para outro país. Fiquei feliz quando soube que ia para a Noruega, ia para fora do país. Minha família ficou feliz, meus professores e a diretora ficaram felizes. Lá é bem diferente do Brasil. Estou ansiosa para ver coisas novas.
Sobre a possibilidade de trazer a taça da Norway Cup, a estudante define o momento com poucas palavras.
– Todo mundo quer ganhar, e os treinos são necessários e exigem bastante. Mas nós não estamos trabalhando à toa – resume ela.
Pais e responsáveis dos alunos estiveram no embarque e vão acompanhar os resultados dos jogos, torcendo para mais uma conquista dessa turma de jovens talentosos e determinados.
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Alunos da rede estadual de ensino que integram a delegação
Ana Júlia da Silva - Ciep 382 - Aspirante Francisco Mega
Ana Carolina Cardoso Rubio - Colégio Estadual Santos Dias
Lívia Santana Rogério - Colégio Baltazar Bernardino
Camilly Victória Ferreira Chaves - Colégio Compositor Luiz Carlos da Vila
Ariane Rosa Barbosa - Colégio Joaquim Távora
Emilly Julia Candido - Colégio Compositor Luiz Carlos da Vila
Alejandro Costa Dias - Colégio Estadual Augusto Cezário Diaz André
Davi Marins Ferreira - Colégio Estadual Alecrim
Nycollas Fernandes Lima - Colégio Estadual Professor Francisco de Paula Achilles
José Pedro Soares de Melo Martins Brito - Colégio Estadual Dr. Humberto Soeiro de Carvalho
Rhuan Albino da Conceição - Ciep 240 Professor Haroldo Teixeira Valladão
Bryan Coelho da Cunha - Colégio Professor Francisco de Paula Achilles
Hiago Barroso da Costa Santos - Colégio Eleonor Moreira Franco
Kayo Assis Moura - Colégio Professor Francisco de Paula Achilles
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Alunos da rede estadual de ensino participam de intercâmbio na França
Selecionados por mérito acadêmico, dois estudantes do Ciep Intercultural Brasil-França, em Niterói, embarcaram para duas semanas de estudos
Nesta sexta-feira (17/07), Nathaly Mendes Matos e Pedro Henrique Barci, alunos do Ciep 449 Gov. Leonel de Moura Brizola Intercultural Brasil-França, embarcam para a França. Vão participar do programa internacional ‘Génération LabelFrancEducation 2026’, promovido em parceria com o Cavilam–Alliance Française de Vichy. Com o apoio da Embaixada da França no Brasil, a experiência de duas semanas reunirá cerca de 40 estudantes de instituições certificadas com o selo LabelFrancEducation em todo o mundo. O selo é a certificação máxima de qualidade concedida pelo governo francês às instituições de ensino bilíngue ao redor do mundo.
O encontro vai acontecer na cidade de Vichy e tem como objetivo proporcionar aos jovens uma imersão linguística, cultural e esportiva, fortalecendo a aprendizagem da língua francesa e os intercâmbios internacionais entre escolas da rede LabelFrancEducation.
No roteiro, entre as atividades pedagógicas, os estudantes vão conhecer bairros parisienses, navegar pelo Rio Sena, participar de oficinas culinárias e de atividades esportivas em parques da cidade, visitar os pontos históricos de Vichy e assistir às apresentações artísticas e musicais na Ópera da cidade.
Na região de Auvergne, eles vão visitar as históricas cidades de Clermont-Ferrand, famosa por sua catedral gótica, e Saint-Nectaire, conhecida por seu castelo do século 12, o Château de Murol, que oferece uma verdadeira imersão na Idade Média. Também está programada uma caminhada guiada pelas Montanhas Bourbonnais. No final do encontro, apresentação dos resultados das oficinas e entrega de diplomas em uma noite que marca o encerramento da viagem.
Nathaly, de 16 anos, que cursa o último ano do Ensino Médio, conta que sempre teve interesse em estudar a língua francesa. Segundo ela, a oportunidade de participar desse intercâmbio na França representa o reconhecimento pelo esforço e pela dedicação aos estudos ao longo de sua trajetória escolar.
– Estudar na Intercultural Brasil-França me motivou a conhecer melhor o idioma e a forma de viver dos franceses. O que mais me chama a atenção nesse país é a valorização da arte, da história e da literatura. Também gosto muito da gastronomia e da forma como a cultura está presente no dia a dia das pessoas – diz a estudante.
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Em preparativos para a sua primeira viagem internacional, ela já está pesquisando sobre a história da cidade de Vichy, clima e costumes.
– Essa viagem representa muito mais do que conhecer outro país. É uma oportunidade de crescimento pessoal, cultural e acadêmico. Quero aproveitar ao máximo cada aprendizado, conhecer novas pessoas, praticar o francês no dia a dia e voltar com experiências que levarei para a vida toda. Espero que essa conquista também incentive outros estudantes a se dedicarem aos estudos e acreditarem que o esforço pode abrir portas para oportunidades incríveis – comenta Nathaly.
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Concluindo este ano o Ensino Médio, Pedro Barci, de 17 anos, também vai viver a sua primeira viagem internacional. Ele conta que o seu interesse pelo idioma francês já existia antes de ingressar no Ensino Médio.
– Antes mesmo de entrar no Intercultural Brasil-França, eu já tinha interesse pela língua francesa. Foi a minha primeira opção no ato da matrícula para o Ensino Médio. Estou ansioso e com uma expectativa bem alta. Quero desenvolver bastante o meu francês durante a viagem. Além do diferencial para o mercado de trabalho e acesso a obras nesse idioma, acho uma língua muito chique – revela o aluno.
De malas prontas, Pedro diz que pretende aproveitar a experiência na França para aprimorar ainda mais seus conhecimentos na língua francesa e desenvolver sua fluência no idioma para o exame de proficiência oferecido no final do curso, o DELF. Com certificação concedida pelo governo francês e reconhecida internacionalmente, o exame é disponibilizado pela unidade escolar no final da 3ª série, sem custo para o estudante.
– Quero aprender ainda mais e voltar com um aprendizado incrível para realizar a prova de proficiência em francês – afirma o estudante.
As famílias dos alunos também valorizam essa nova experiência e sua contribuição para o crescimento acadêmico e pessoal dos jovens.
– Estou muito feliz em ver que o meu filho foi contemplado com uma oportunidade tão especial. Os preparativos estão avançando a cada dia que passa. Toda a família está radiante e muito alegre com a realização do sonho dele – destaca Carla Barci, mãe de Pedro.
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Também Viviana Mendes, mãe de Nathaly, fala da certeza de que a experiência será transformadora para a estudante.
– Vai trazer aprendizado, crescimento pessoal e novas perspectivas para o futuro dela. Sinto um orgulho imenso ao ver essa conquista da minha filha, resultado de todo o esforço, dedicação e o compromisso dela com os estudos – diz Viviane.
Para o diretor da escola, o professor Cícero Tauil, ver os alunos selecionados para um programa internacional traz uma profunda sensação de orgulho, coroando o esforço diário de uma comunidade que acredita no poder transformador da educação pública.
– A nossa escola consolidou um modelo pedagógico integral altamente eficaz, hoje com cerca de 560 alunos já aprovados em Diploma de Estudos em Língua Francesa (DELF) – conta o diretor.
No retorno dos estudantes ao Brasil, a escola promoverá um encontro para que eles compartilhem as experiências vividas durante a viagem. O objetivo é inspirar e incentivar outros estudantes a participarem das próximas edições e de novos desafios de aprendizagem.
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Mostra Intercultural aproxima Brasil e Rússia em celebração de cultura e conhecimento em escola de Belford Roxo
Evento no Colégio Estadual Tenente Otávio Pinheiro – Intercultural Brasil–Rússia reuniu estudantes, professores e autoridades em programação com música, dança e gastronomia
Um dia marcado pela cultura, pela arte e pela integração entre povos. O Colégio Estadual Tenente Otávio Pinheiro – Intercultural Brasil-Rússia, em Belford Roxo, promoveu a Mostra Intercultural, evento que concluiu a segunda etapa da Gincana CETOP 2026 e reuniu estudantes, professores e autoridades em uma grande celebração da parceria entre Brasil e Rússia. A programação fortaleceu os laços de amizade, cooperação e intercâmbio que fazem parte da identidade da unidade escolar.
O evento teve uma cerimônia de abertura com a execução dos hinos do Brasil e da Rússia e contou com apresentações de música, dança, gastronomia e atividades pedagógicas, que levaram um pouco de Moscou e de outras regiões do país euroasiático à Baixada Fluminense, transformando a escola em um espaço de aprendizado, troca de experiências e valorização da diversidade cultural.
— A mostra reafirma o compromisso da nossa equipe com a excelência do trabalho pedagógico e evidencia o protagonismo dos estudantes na construção do conhecimento. É motivo de grande satisfação contribuir para a consolidação desse projeto, que promove o diálogo entre culturas, amplia oportunidades de aprendizagem e fortalece a formação integral dos nossos alunos — afirmou a diretora-geral da unidade, Denize Alves da Silva.
A gincana cultural teve como objetivo ensinar, unir a escola e fortalece o espírito de equipe. Durante a programação, os estudantes foram os grandes protagonistas, realizando apresentações em língua russa e no Grupo de Dança do CETOP. Nos estandes culturais, eles apresentaram a riqueza e a diversidade das culturas brasileira e russa por meio de pesquisas, curiosidades, tradições, manifestações artísticas e elementos folclóricos.
A gastronomia também teve papel de destaque na celebração. Os estudantes prepararam pratos típicos da Rússia e do Brasil, encantando os visitantes com sabores tradicionais como o borsch, o plov e a baklava, além de diversas iguarias da culinária brasileira.
Para a estudante Ana Julia Ignácio, da 3ª série do Ensino Médio, o evento foi de grande aprendizado. Ela frisou que, ao ver as culturas russa e brasileira representadas de maneira tão bonita e respeitosa, aprendeu a valorizar e ver a beleza nas diferenças.
— Também aprendi muito sobre cada estado, cada cidade, sua história e importância; provei comidas, ouvi músicas, vi danças e me senti parte de cada cultura. Vivenciei uma experiência completa. Para mim, projetos como esse sempre deveriam existir, porque, além de nos ensinar a valorizar a diversidade, trazem experiências que levarei para toda a vida — disse Ana Julia.
Nos últimos anos, Brasil e Rússia fortaleceram suas relações, ampliando a cooperação em áreas como comércio, tecnologia e inovação. Integrantes do BRICS, os dois países mantêm um diálogo permanente e compartilham interesses estratégicos no cenário internacional.
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As interculturais
A escola de Belford Roxo é uma das 40 de todo estado no modelo intercultural, que alia as disciplinas da matriz curricular aos conteúdos específicos em uma determinada língua estrangeira. As unidades combinam o ensino das disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o horário integral com o aprendizado de idioma, geografia, história e cultura dos países parceiros.
Essa proposta pedagógica permite que os estudantes façam uma imersão no mundo através das atividades realizadas pelo colégio. São verdadeiros "centros culturais", portas de oportunidades para que os alunos sigam carreiras dentro e fora do país. As escolas têm uma dinâmica clara e bem definida, apoiando a autonomia e a sensação de pertencimento dos estudantes.
— Como diretora desta unidade escolar, sinto-me honrada em ter participado da implementação da Escola Intercultural Brasil–Rússia, uma importante iniciativa que fortalece a educação pública de forma inovadora e conectada ao mundo — ressaltou Denize Alves.
A mostra na Intercultural Brasil-Rússia criou um ambiente de cooperação e trocas, com foco no aprofundamento das relações humanas e na ampliação do repertório cultural, fazendo com que, ao fim do dia, os estudantes se integrassem ainda mais ao projeto pedagógico da escola e se sentissem mais seguros de seus potenciais, dispostos a fazer a diferença no mundo.
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Iniciativa reúne empresas parceiras de diversos segmentos, com condições especiais na aquisição de produtos e serviços
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) fortalece sua política de valorização dos servidores por meio do Programa de Descontos, iniciativa que oferece condições especiais para a aquisição de produtos e serviços em empresas credenciadas de diversos segmentos. O benefício contempla cerca de 150 mil servidores ativos, inativos, aposentados e pensionistas da rede estadual de ensino, podendo ser estendido aos seus dependentes, conforme a política adotada por cada empresa parceira.
Instituído pela Resolução Seeduc nº 6.202, de 25 de outubro de 2023, o programa tem como objetivo ampliar o acesso dos profissionais da educação a produtos e serviços com preços diferenciados, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e a valorização dos servidores públicos. As oportunidades estão nas áreas de qualificação profissional, saúde, cultura e bem-estar.
Entre os serviços com descontos, estão os cursos de francês, graduação e pós-graduação, além de cursos técnicos em formações nas áreas de Administração, Contabilidade, Logística, Recursos Humanos, Eventos e Secretaria Escolar. Os benefícios também incluem descontos em planos odontológicos, serviços médicos, aquisição de livros e diversas outras áreas voltadas à qualidade de vida dos servidores e de seus dependentes.
Para utilizar o benefício, não é necessário realizar cadastro, pagar taxa de adesão ou autorizar qualquer desconto em folha. Basta apresentar o último contracheque e um documento oficial de identificação ou a carteira funcional no momento da compra ou da contratação do serviço.
As empresas credenciadas oferecem percentuais de desconto definidos de forma independente, sem padronização de valores, o que amplia a diversidade de opções disponíveis aos beneficiários. O credenciamento também não garante exclusividade às instituições participantes, permitindo a constante ampliação da rede de parceiros.
A Seeduc-RJ também incentiva a participação dos próprios servidores na expansão do programa. Qualquer profissional pode indicar empresas interessadas em integrar a iniciativa por meio de formulário disponível nos canais oficiais da Secretaria. Da mesma forma, empresas e instituições que desejam oferecer benefícios aos servidores podem solicitar o credenciamento preenchendo o formulário de adesão.
Além do Programa de Descontos, os profissionais da educação contam com outro importante benefício previsto na Lei Estadual nº 8.775, de 24 de março de 2020. A legislação assegura aos profissionais em efetivo exercício nas instituições de ensino públicas e privadas, bem como aos aposentados, o pagamento de meia-entrada em casas de espetáculo e praças esportivas que promovam atividades de lazer e cultura. Para garantir o direito, basta apresentar o contracheque ou a carteira funcional emitida pelo órgão empregador.
Confira mais informações acessando o link https://www.seeduc.rj.gov.br/servidor/programa-de-descontos
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Escola intercultural da Baixada Fluminense retrata a história do Uruguai
Projeto de Ciências Humanas foi realizado por alunos do Ensino Médio para narrar trajetória de país parceiro
Conhecer a história de um país parceiro por meio de um projeto pedagógico. Este foi o objetivo central da ação de Ciências Humanas desenvolvida no Colégio Estadual Jardim Marilice Intercultural Brasil-Uruguai, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A atividade, realizada por alunos do Ensino Médio, mobilizou toda a comunidade escolar para narrar a trajetória da nação vizinha, desde suas origens até as transformações que a tornaram uma das mais importantes das Américas.
Para a diretora-geral da unidade, Margareth Cataldi, o projeto revelou o empenho, a dedicação e a animação das turmas ao explorarem os temas propostos para cada série.
— As pesquisas, desenvolvidas com a orientação cuidadosa de nossos professores e coordenadores, despertaram a curiosidade, a autonomia e o compromisso com a aprendizagem. Foi emocionante acompanhar cada estudante superando a timidez, enfrentando a inibição e se preparando, por meio de ensaios e muito esforço, para apresentar pequenos textos teatrais aos seus familiares e à comunidade escolar — contou a gestora.
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O Uruguai é o segundo menor país da América do Sul e o terceiro menos populoso. Sua história é marcada por muitas batalhas e conflitos promovidos ao longo do tempo. No início do século 20, o país experimentou um momento de prosperidade econômica que, combinada com as características da sua população, em grande parte formada por imigrantes espanhóis e italianos, lhe deu a fama de “Suíça da América”. A cultura uruguaia apresenta elementos tradicionais europeus e nativos da própria região, incorporando muito do modo de vida rural e dos costumes e tradições do campo, refletindo-se, principalmente, no vestuário e na gastronomia.
A ação do colégio foi desenvolvida com foco em três períodos históricos. As turmas da 1ª série abordaram as origens do local, antes da chegada dos conquistadores espanhóis, quando o país era habitado por índios charruas, guaranis e chanaés. Os alunos da 2ª série retrataram o processo de independência do território, enquanto os estudantes da 3ª série relembraram o período marcado por golpes na América Latina, quando o Uruguai viveu sob uma ditadura.
A diretora Margareth Cataldi disse que o projeto de Ciências Humanas fortalece a formação integral dos estudantes ao integrar os conhecimentos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Segundo ela, as disciplinas tornam o aprendizado mais significativo, formando jovens conscientes, preparados para conviver com as diferenças e atuar de forma responsável em uma sociedade cada vez mais integrada.
— A História possibilita compreender a trajetória e as relações entre Brasil e Uruguai. A Geografia amplia a percepção sobre os territórios, as fronteiras e as identidades. A Filosofia incentiva a reflexão crítica, o diálogo e o respeito às diferentes formas de pensar, e a Sociologia promove a compreensão das relações sociais, da cidadania e da diversidade cultural — detalhou a diretora.
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Unidades interculturais
O modelo de escola intercultural alia as disciplinas da matriz curricular aos conteúdos específicos em uma determinada língua estrangeira. As unidades combinam o ensino das disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o horário integral com o aprendizado de idioma, geografia, história e cultura dos países parceiros.
Essa proposta pedagógica permite que os estudantes façam uma imersão no mundo através das atividades realizadas pelo colégio. São verdadeiros "centros culturais", portas de oportunidades para que os alunos sigam carreiras dentro e fora do país. As escolas têm uma dinâmica clara e bem definida, apoiando a autonomia e a sensação de pertencimento dos estudantes.
Assim, o projeto da Intercultural Brasil-Uruguai atende ao grande objetivo desta modalidade de ensino, promovendo uma real integração e estreitando os laços entre os países. Os estudantes aprendem de forma dinâmica e prática, aproximando ainda mais o país vizinho da unidade escolar da Baixada Fluminense. Uma aula de história e de convivência em harmonia.
— Ao abrir esse projeto à comunidade, a escola reafirmou seu compromisso com uma educação participativa, intercultural e transformadora, aproximando famílias, estudantes e educadores em um momento de valorização do conhecimento, da cultura e do trabalho coletivo. Foi uma experiência enriquecedora, que demonstrou que aprender também é compartilhar, dialogar e construir pontes entre diferentes culturas — concluiu a diretora Margareth Cataldi.
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Seeduc realiza palestra sobre saúde mental masculina para celebrar Dia Nacional do Homem
Ação voltada para servidores e parceiros debateu o impacto da pressão social no bem-estar emocional
Em celebração ao Dia Nacional do Homem, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ) promoveu, nesta quarta-feira (15/07), uma ação voltada para o bem-estar emocional de seus servidores, parceiros e colaboradores. O evento foi realizado na sede da pasta, na Cidade Nova, Zona Central do Rio. O principal objetivo da atividade foi desconstruir o histórico tabu de que "homem não chora". Por meio de um debate sobre o impacto da pressão social e da chamada “cultura do silêncio”, a iniciativa visa incentivar o autoconhecimento, a expressão emocional e a busca por ajuda profissional e especializada, sem medo de julgamentos.
De acordo com o terapeuta e palestrante do encontro, Júlio César Papadopoulos, o debate é fundamental para a desconstrução de estigmas sociais.
— Esse é um período essencial para refletirmos sobre o bem-estar emocional dos homens, quebrar tabus e criar espaços seguros para que cada um possa falar, ouvir e buscar ajuda sem julgamento. Cuidar da saúde emocional é um ato de coragem — afirmou o terapeuta.
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Historicamente, a população masculina é instruída a encarar o sofrimento como um sinal de fraqueza, o que gera o hábito de camuflar dores e emoções. Esse comportamento equivocado, focado na autossuficiência e na infalibilidade, contribui para o aumento de quadros de adoecimento mental entre os homens.
A cultura machista enraizada na sociedade impõe um padrão emocional restrito aos homens. No Brasil, a taxa de suicídio entre o público masculino é quatro vezes maior do que a registrada entre as mulheres. De acordo com especialistas, esse indicador não significa que os homens sofram mais, mas evidencia que eles encontram maior resistência para buscar apoio psicológico. O silêncio, a dificuldade em expressar sentimentos ou pedir ajuda podem se tornar fatais.
— Nós, homens, muitas vezes somos desleixados por natureza, principalmente com questões ligadas à saúde. Essa iniciativa é especial, pois cria reflexões importantes, de demandas que devem ser faladas, aumentando nosso autocuidado — destacou Marcelo Thiago Rodrigues da Silva, assessor da Cooperativa de Profissionais de Administração, Ciências Contábeis e Economia (COOACCT).
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A falta de tempo também é usada como desculpa para os homens não se cuidarem. Porém a adoção de um conjunto de hábitos simples tem grande poder para o bem-estar masculino. O problema emocional, muitas vezes não percebido e, por isso, sem tratamento adequado, afeta diretamente a convivência com familiares, companheiras e amigos. Normalizar conversas sobre sentimentos, incentivar homens a procurar ajuda psicológica e oferecer espaços seguros de escuta são formas eficazes de transformar essa realidade.
— É muito interessante a promoção desses eventos, como o de hoje, celebrando o Dia do Homem. Com toda a correria do dia a dia, de nossa vida profissional, a gente não consegue pensar muito em nosso bem-estar. Essa ação faz com que a gente dê uma pausa para repensar o nosso estilo de vida — ressaltou Carlos Eduardo Espindola, assistente da Superintendência de Gestão de Contratos e Convênios da Seeduc.
A grande conclusão do encontro aponta que o autoconhecimento é a ferramenta ideal para o homem reconhecer seus limites, necessidades, fraquezas e traumas. Ao contrário das imposições históricas e culturais, o evento reforçou que a população masculina não precisa suportar o sofrimento em silêncio. Cuidar da mente, realizar exames de rotina e buscar apoio especializado — sem mitos ou tabus — são, na realidade, demonstrações de força, coragem e inteligência.
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Ciep 201 de Duque de Caxias promove lançamento do Almanaque Afetivo Africanidades e formação inspirada em Carolina Maria de Jesus
Projeto referência em educação antirracista reúne memória, cultura afro-brasileira e práticas pedagógicas inovadoras em programação especial
O Ciep 201 Aarão Steinbruch, em Duque de Caxias, realizou uma programação especial que reafirma seu compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira e o fortalecimento da educação antirracista. A unidade promoveu o lançamento do ‘Almanaque Afetivo Africanidades’ e o 2º Encontro da Formação Carolina(s): Entre Animes e Mangás — A Força de Personagens Negras que nos Inspiram, iniciativas que ampliam o diálogo entre memória, identidade e práticas pedagógicas inovadoras.
Criado em 2003 pelo professor Júlio César Araujo dos Santos, o Projeto Africanidades tornou-se uma referência na rede estadual de ensino ao desenvolver ações voltadas para a valorização da população negra, da educação patrimonial e da formação cidadã. Reconhecido como Ponto de Memória, o projeto contribui para fortalecer a autoestima dos estudantes, estimular o protagonismo juvenil e preservar as histórias e saberes da comunidade escolar.
– O projeto ganhou tanta relevância no Ciep 201 que as suas memórias estão gravadas nas paredes, nos corredores e nos corpos das pessoas. O grafite é uma das formas mais recorrentes de expressão nas periferias e sua vivência pode ser transformadora. É muito importante destacar os impactos dessas imagens produzidas nas oficinas, não apenas na visualidade do ambiente da escola, mas nos corpos e nas mentes dos estudantes que se envolvem diretamente no processo – conta o professor Cristiano Azeredo, acrescentando que as paredes do colégio têm imagens de personalidades como Ailton Krenak, Nêgo Bispo e Emicida.
Foto: Divulgação/Seeduc
2º Encontro da Formação Carolina(s): Entre Animes e Mangás — A Força de Personagens Negras
Um dos destaques da programação foi o lançamento do ‘Almanaque Afetivo Africanidades’, publicação que reúne memórias, experiências e práticas pedagógicas construídas ao longo da trajetória do projeto. A obra registra iniciativas que transformaram o cotidiano da escola por meio da valorização da cultura afro-brasileira e celebra o envolvimento de estudantes, professores, famílias e parceiros institucionais na construção de uma educação mais democrática, inclusiva e comprometida com a preservação da memória.
Para Vitória Lima, ex-aluna do Ciep 201 e atualmente estudante de Artes Visuais/Gravura na EBA/UFRJ, o Africanidades foi um divisor de águas em sua vida, transformando sua visão e sua perspectiva de futuro.
– O projeto foi fundamental porque, além de ter todo um incentivo, tem uma questão voltada para a autoestima das pessoas negras, o que é muito importante. Também teve esse incentivo com relação aonde a gente pode chegar, quais são os lugares que a gente deve e pode ocupar, os lugares que são nosso por direito – diz Vitória Lima.
A programação também incluiu o 2º Encontro da Formação Carolina(s): Entre Animes e Mangás — A Força de Personagens Negras que nos Inspiram. A atividade integra o projeto ‘Carolina em Anime’, desenvolvido pelo Observatório Carioca de Histórias em Quadrinhos em parceria com o Coletivo e Ponto de Memória Africanidades.
Foto: Sandra Barros
Lançamento do 'Almanaque Afetivo Africanidades'
Voltado aos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, a formação apresentou a trajetória e o legado de Carolina Maria de Jesus por meio de referências do universo dos animes e mangás, estabelecendo conexões com o cotidiano dos jovens e promovendo reflexões sobre identidade, representatividade, literatura e enfrentamento ao racismo. A proposta utilizou a linguagem da cultura pop japonesa para aproximar os estudantes da obra da escritora e estimular debates sobre diversidade, pertencimento e cidadania.
Idealizado pelo Dr. Elbert Agostinho, pesquisador das relações entre educação, histórias em quadrinhos, mangás, animes e Educação para as Relações Étnico-Raciais, o projeto promove rodas de conversa, análise de personagens, atividades colaborativas e produção criativa, incentivando os participantes a produzirem suas próprias narrativas, reconhecendo-se como autores de suas histórias. A iniciativa integra literatura, ciência, cultura visual e práticas pedagógicas inovadoras, reafirmando que novas linguagens também podem contar antigas histórias de resistência.
Ao reunir o lançamento do almanaque e a formação inspirada na obra de Carolina Maria de Jesus, o Ciep 201 Aarão Steinbruch reafirma seu papel como espaço de construção de conhecimento, preservação da memória e promoção de uma educação comprometida com a equidade racial, tornando-se uma referência na implementação de práticas pedagógicas que valorizam a diversidade e o protagonismo dos estudantes.
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2º Encontro da Formação Carolina(s): Entre Animes e Mangás — A Força de Personagens Negras
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Festa de Rodeio promove integração e celebra encerramento do semestre em escola estadual de Nova Iguaçu
Evento no Ciep 345 Y Juca Pirama Intercultural Brasil-Suécia reúne estudantes, professores e comunidade em momento de confraternização
Um dia de muita alegria, acolhimento e integração marcou a quinta-feira (9/7) no Ciep 345 Y Juca Pirama Intercultural Brasil-Suécia, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A unidade promoveu a quinta edição da tradicional Festa de Rodeio, iniciativa que já faz parte do calendário escolar e reúne estudantes, professores e a comunidade em um momento de confraternização. Além de celebrar a conclusão do primeiro semestre letivo e a proximidade do recesso escolar, o evento valoriza ainda a diversidade cultural brasileira por meio de uma programação temática.
— Esta celebração é esperada por todos aqui, desde o início do ano. É um momento especial de confraternização e alegria, com a participação de todos, o que cria uma ligação especial da comunidade com a escola — afirmou a diretora-geral da unidade, Evellin Tavares.
A festa contou com concursos culturais, brincadeiras e atividades interativas, fortalecendo os vínculos entre a comunidade escolar e proporcionando um ambiente de acolhimento para os alunos que ingressaram na unidade neste ano e um momento de descontração para os estudantes que estão concluindo o Ensino Médio. Os jovens também participaram de uma dança cheia de graça, criatividade e entusiasmo, arrancando aplausos do público.
— É um dia muito legal, que todo mundo se diverte, e junta a escola toda. Estou muito feliz e acho que todos estão gostando bastante — disse Matheus Vinícius, de 13 anos, aluno do 3º ano do Ensino Fundamental.
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As festas countries são celebrações marcadas pela valorização das tradições e pela diversidade cultural. Ao longo dos anos, consolidaram-se como eventos que reúnem influências trazidas por imigrantes, costumes regionais e elementos do universo sertanejo, incorporando também referências aos rodeios e à cultura country norte-americana. No Brasil, essas festividades se fundiram com as tradicionais festas juninas, resultando em comemorações que unem música, gastronomia, danças típicas e manifestações culturais.
— Essa ação foi bem divertida, uma das mais queridas da escola. Em todos os anos, temos touro mecânico, pescaria com brindes e outras coisas, além das comidas e barracas espalhadas pelo pátio. Também tem a música, que o pessoal sempre se anima pra dançar. Não tem como não gostar — destacou Júlia Maria Rangel Anunciação de Oliveira, aluna da 3ª série do Ensino Médio.
A celebração ganhou um significado especial para os estudantes da 3ª série do Ensino Médio, que vivenciam seus últimos meses na escola e puderam compartilhar um momento de descontração e memória afetiva antes da conclusão dessa etapa de suas trajetórias educacionais.
Para Manuella Sousa de Oliveira, o evento vai deixar saudades. A estudante, que se forma no fim do ano, afirmou que vive uma mistura de sentimentos e que é grata por tudo que vivenciou na escola.
— Eu amo participar de todos os projetos. Saber que é minha última festa do rodeio, como aluna, dá um aperto no coração, mas quero aproveitar todos esses momentos deste ano aqui no Ciep — contou Manuella Sousa.
O aluno Leonardo César é outro que vai sentir falta da festa.
— Estou na 3ª série e sempre participei deste evento. É estranho, mas não estou triste de ser a último. Fico feliz por ter participado e por tudo que vivi na escola — ressaltou Leonardo.
Foto: Sandra Barros
Saiba mais sobre as interculturais
A escola da Baixada é uma das que integram o modelo intercultural da rede estadual de ensino, que alia as disciplinas da matriz curricular aos conteúdos específicos em uma determinada língua estrangeira. As unidades combinam o ensino das disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o horário integral com o aprendizado de idioma, geografia, história e cultura dos países parceiros. Elas têm uma dinâmica clara e bem definida, apoiando a autonomia e a sensação de pertencimento dos estudantes.
A proposta pedagógica das interculturais permite que os estudantes façam uma imersão no mundo através das atividades realizadas pelo colégio. São verdadeiros "centros culturais", portas de oportunidades para que os alunos sigam carreiras dentro e fora do país.
— Lutamos muito para que nossa escola se tornasse uma intercultural, e agora podemos ver o sucesso que estamos tendo, e, principalmente, a alegria e a sensação de pertencimento de nossos alunos, engajados na cultura do Brasil e também de um país muito desenvolvido como a Suécia — destacou a diretora.
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Foto: Acervo pessoal
Estudante de Bom Jesus do Itabapoana realizou sonho cultivado há anos
Em meio à rotina de cadernos, provas, redações e os corredores da escola, uma jovem estudante da rede estadual do Rio de Janeiro descobriu que as palavras também podem construir caminhos. Foi assim que a aluna, Lavynia Silvestre (17 anos), transformou o hábito de escrever histórias em uma grande conquista: o lançamento oficial do livro “O Que Me Leva Até Você”, publicado em março de 2026, na plataforma UICLAP.
A obra, marcada por emoção, romance e conflitos intensos, acompanha a trajetória de Margot Van’shein e Dante, dois jovens de mundos completamente diferentes que acabam descobrindo uma conexão capaz de desafiar medos, certezas e as barreiras impostas pela vida. Entre a delicadeza dos sonhos e a dureza da realidade, a história conduz o leitor por reflexões sobre amor, amadurecimento e superação.
Estudante da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Marcílio Dias, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense, Lavynia revela que, embora este seja seu primeiro livro publicado oficialmente, a escrita sempre esteve presente em sua rotina.
— Não foi exatamente minha primeira experiência literária, porque eu já escrevia histórias antes, mas foi o primeiro livro que consegui lançar oficialmente. A escrita sempre fez parte da minha vida, então esse lançamento acabou sendo um passo muito importante para mim — contou.
A conquista da estudante vai além do conteúdo pedagógico e incentiva talentos, criatividade e projetos de vida. Foi dentro da escola que Lavynia encontrou apoio para desenvolver sua escrita e acreditar no próprio potencial.
— A escola teve um papel importante porque foi um ambiente onde eu desenvolvi muito minha criatividade e minha escrita. Alguns professores me incentivaram bastante quando eu dei a notícia, comprando o livro e divulgando. E isso faz uma diferença enorme quando a gente tá começando — destacou.
Conciliar os estudos com o processo de escrita e publicação exigiu dedicação, disciplina e persistência. Ainda assim, a jovem autora não desistiu do sonho de ver suas ideias ganhando páginas reais e chegando às mãos dos leitores.
— É uma sensação muito surreal, porque durante muito tempo isso parecia algo distante. Então eu me sinto muito feliz e realizada por ter conseguido transformar uma ideia minha em algo real, algo que outras pessoas podem ler e sentir — afirmou.
O lançamento de “O Que Me Leva Até Você” representa mais do que uma realização pessoal. A história de Lavynia inspira outros estudantes da rede pública a acreditarem em seus talentos e mostra que a escola também é um espaço onde os sonhos podem nascer, crescer e ganhar o mundo.
Para quem também pensam em escrever, a jovem deixa uma mensagem simples, mas poderosa:
— Não esperem se sentir prontos para começar. Se você ama escrever, comece mesmo com medo, insegurança e dúvidas. Porque às vezes aquele projeto que parece pequeno pode virar algo muito maior do que você imagina — concluiu.
Foto: Bruno da Matta
Estudantes da rede estadual celebram formatura no Programa Forças no Esporte (Profesp)
Parceria entre a Seeduc e a Marinha do Brasil, iniciativa amplia o acesso à prática esportiva e contribui para a redução dos riscos sociais
Na última quinta-feira (9/7), 147 estudantes da rede estadual de ensino concluíram mais uma etapa de suas trajetórias ao se formarem na Turma 2026 do Programa Forças no Esporte (Profesp). Realizado no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), na Zona Norte do Rio, o evento reuniu alunos, ex-alunos, familiares e representantes das instituições parceiras.
A iniciativa é fruto da parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ) e a Marinha do Brasil, com o objetivo de ampliar e democratizar o acesso à prática esportiva no contraturno escolar. Além de incentivar hábitos saudáveis, o programa contribui para a redução da vulnerabilidade social e promove o desenvolvimento integral dos estudantes, fortalecendo valores como cidadania, disciplina e trabalho em equipe.
Durante a solenidade, os concluintes da turma de 2026 receberam certificados em reconhecimento ao desempenho e ao comprometimento demonstrados ao longo das atividades. Os formandos também ganharam, simbolicamente, as camisas do Profesp, marcando a conclusão da fase de adaptação e reafirmando o compromisso com os princípios que norteiam o programa, como respeito, solidariedade e espírito de cooperação.
— O sentido é de gratidão, estou muito feliz por fazer parte do Profesp — disse Willian Gabriel, de 17 anos, estudante do Colégio Estadual Mendes de Moraes, que foi destaque na cerimônia.
Saiba mais sobre a parceria
Por meio do programa, os estudantes têm acesso a mais de 30 modalidades esportivas, como natação, atletismo, futsal, futebol de campo, jiu-jítsu, boxe, voleibol, judô, taekwondo, karatê, remo escaler, remo costeiro, canoa havaiana e futevôlei. Além das atividades esportivas, os participantes contam com curso preparatório para concursos públicos, cursos técnicos e passeios culturais, além de aulas de música, ampliando suas oportunidades de formação.
Desenvolvido no Cefan, o Profesp reforça o compromisso da Seeduc-RJ e da Marinha do Brasil com a transformação social, promovendo inclusão, desenvolvimento e novas oportunidades para os estudantes por meio da educação e do esporte.
Foto: Bruno da Matta
Foto: Ellan Lustosa
Escola estadual de Niterói promove imersão na cultura canadense com projeto interdisciplinar
Iniciativa do Ciep 307 Djanira Intercultural Brasil-Canadá estimula o protagonismo estudantil e amplia o conhecimento sobre a cultura de um dos principais parceiros internacionais do Brasil
Uma verdadeira viagem pela cultura, história e costumes de um dos maiores países do mundo sem sair de Niterói. O Ciep 307 Djanira Intercultural Brasil-Canadá realizou, nesta quarta-feira (8/7), uma programação especial dedicada ao Canadá, reunindo apresentações, exposições e atividades interativas desenvolvidas pelos estudantes. A iniciativa faz parte dos Projetos Trimestrais da unidade escolar, tendo como destaque a proposta ‘All about Canada’ (Tudo sobre o Canadá), elaborado pelas turmas da 1ª série do Ensino Médio.
O objetivo é aproximar a comunidade escolar da cultura canadense de maneira dinâmica, despertando o interesse dos alunos por aspectos históricos, sociais, culturais e geográficos do país. Além de ampliar os conhecimentos dos alunos sobre um dos principais parceiros internacionais do Brasil, o projeto incentiva o protagonismo estudantil, a autonomia, a criatividade e o desenvolvimento das habilidades de comunicação e expressão oral.
— Estamos iniciando este ano como Intercultural Brasil-Canadá e conhecer a sua história, idiomas, geografia, atrações turísticas e suas curiosidades traz uma visão de mundo e entendimento multicultural que só vem a beneficiar o aluno do século 20 — afirmou a diretora-adjunta da unidade, Adriana Contino.
Foto: Ellan Lustosa
Uma das sedes da Copa do Mundo de futebol deste ano, o Canadá é o segundo país do mundo em extensão territorial. A cultura canadense resulta da mistura dos colonizadores ingleses e franceses com os indígenas, e esse aspecto multicultural é percebido, principalmente, nos idiomas, pois há duas línguas oficiais: o francês e o inglês. Hoje, o país é considerado um dos mais receptivos do mundo, com ótimos índices de qualidade de vida.
— Nossos alunos estão nessa imersão, aprendendo um pouco mais da cultura e da história canadense. É um tipo de ensino diferente, de forma divertida, fazendo com que eles possam aprofundar seus conhecimentos — destacou Ilca Silveira, professora de Línguas na escola.
Durante o evento, os estudantes apresentaram pesquisas, compartilharam curiosidades e promoveram atividades que permitiram aos visitantes conhecer um pouco mais sobre o modo de vida, as tradições e as características do Canadá. A programação reforçou a identidade intercultural da escola e fortaleceu os laços entre as duas nações por meio da educação.
— Esse tipo de atividade na escola é muito legal, além de instrutiva, porque cria um ambiente propício para o trabalho em grupo, unindo toda a escola, nos leva a conhecer ainda mais sobre o Canadá, sua riqueza cultural e outros aspectos importantes do país — comentou Anna Karolynna de Oliveira dos Santos, de 17 anos, aluna da 1ª série do Ensino Médio.
Foto: Ellan Lustosa
As unidades interculturais
O modelo intercultural alia as disciplinas da matriz curricular aos conteúdos específicos em uma determinada língua estrangeira. As unidades combinam o ensino das disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o horário integral com o aprendizado de idioma, geografia, história e cultura dos países parceiros.
Essa proposta pedagógica permite que os estudantes façam uma imersão no mundo através das atividades realizadas pelo colégio. São verdadeiros "centros culturais", portas de oportunidades para que os alunos sigam carreiras dentro e fora do país. As escolas têm uma dinâmica clara e bem definida, apoiando a autonomia e a sensação de pertencimento dos estudantes.
— É muito importante esse tipo de vivência para toda a escola, pois nos une em um propósito bem legal de aprendizagem. E o mais legal é que nós montamos tudo, e eu já estou me sentindo no Canadá — frisou a estudante Isabele Tavares, de 15 anos, que cursa a 1ª série do Ensino Médio.
O apoio pedagógico vindo desta parceria contribui com a aquisição de materiais, livros e recursos pedagógicos para o desenvolvimento das atividades, além da formação e qualificação dos professores. Tudo isso graças a parcerias firmadas com consulados, embaixadas e institutos internacionais. Ao longo dos anos, os alunos dessas unidades são preparados para atuarem no mercado de trabalho, seja no Brasil ou em qualquer país.
— O objetivo de estudar em uma escola intercultural não é apenas aprender um outro idioma, mas também ampliar os seus horizontes. Para a comunidade escolar, trazer a cultura de outro país para dentro de nossa escola é permitir que novos horizontes se abram e novas possibilidades sejam criadas através do mercado de trabalho — concluiu a diretora Adriana.
Foto: Ellan Lustosa
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Estudante da rede estadual representará o Rio de Janeiro no programa Jovem Senador 2026
A estudante Maria Laura Soares, do Colégio Estadual Cabo PM Elisângela Bessa Cordeiro (Cívico-Militar), em Areal, no Centro-Sul Fluminense, foi a grande vencedora da etapa estadual do Programa Jovem Senador 2026 e representará o Rio de Janeiro na iniciativa promovida pelo Senado Federal. A conquista veio por meio de uma redação com o tema "Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável", escolhida entre trabalhos de estudantes de todo o estado.
O programa Jovem Senador reúne alunos do Ensino Médio de todo o país em uma experiência voltada ao exercício da cidadania, incentivando a reflexão sobre temas de interesse nacional e aproximando os jovens do processo legislativo. Nesta edição, o concurso propôs uma discussão sobre o papel das redes sociais na construção de um ambiente democrático, baseado no diálogo, no respeito e na participação responsável.
Foto: Ana Cabral
Como representante fluminense, Maria Laura participará da Semana de Vivência Legislativa, em Brasília, entre os dias 17 e 21 de agosto, ao lado dos demais 26 estudantes selecionados, um de cada unidade da Federação. Durante a programação, os jovens terão a oportunidade de conhecer o funcionamento do Senado Federal e vivenciar atividades relacionadas à elaboração de propostas legislativas.
A revelação foi dada na escola, quando os alunos estavam formados no pátio da unidade e a surpresa caminhou ao lado da emoção, como a própria relatou, emocionada e falou sobre a carreira almejada.
— São momentos como esse que mostram que se estamos aqui é porque há um futuro para cada um de nós, a escola mudou minha vida. Pretendo cursar Relações Internacionais ou Jornalismo, mas independentemente da escolha vou trabalhar para ser diplomata no futuro e serei muito grata às minhas raízes — contou a aluna.
Foto: Agência Senado
A mãe da jovem comentou que Maria Laura ficou três dias preparando a redação em seu quarto e que é muito dedicada aos estudos, enquanto que a direção da unidade afirmou que a jovem estuda na escola desde o 6º ano e que é uma aluna muito aplicada.
Agora, a estudante será acompanhada pela professora orientadora, Andréa Forte Soares, que contribuiu para o desenvolvimento do trabalho vencedor. A participação de ambas reforça a importância do incentivo à produção textual e ao pensamento crítico nas escolas da rede estadual.
A conquista de Maria Laura evidencia o protagonismo dos estudantes da rede estadual de ensino e demonstra como a educação pública pode ampliar horizontes, estimular a participação cidadã e preparar jovens para exercer um papel ativo na sociedade.
Foto: Agência Senado
Foto: Bruno da Matta
Professores da rede estadual visitam Palácio das Laranjeiras após reabertura do espaço
Educadores conheceram de perto um dos principais patrimônios históricos do estado e ampliaram o repertório para desenvolver atividades pedagógicas
Trinta professores da rede estadual de ensino participaram de uma visita ao Palácio das Laranjeiras, residência oficial do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A atividade proporcionou aos docentes uma imersão na história e no patrimônio cultural fluminense, reforçando a importância de vivências que complementam o trabalho desenvolvido em sala de aula.
Divididos em dois grupos, um pela manhã e outro de tarde, os participantes conheceram, na quinta-feira (02/07), a trajetória do edifício, construído entre 1909 e 1913 pelo empresário Eduardo Guinle, e exploraram ambientes que preservam parte da memória política, artística e arquitetônica do estado. A visita também apresentou curiosidades e contextos históricos que poderão ser incorporados às práticas pedagógicas das diferentes disciplinas.
Mais do que conhecer um patrimônio histórico, os educadores tiveram a oportunidade de vivenciar conteúdos que podem ser transformados em experiências de aprendizagem para os estudantes, aproximando a teoria da realidade e despertando o interesse pela história e pela preservação da cultura fluminense.
Foto: Bruno da Matta
A professora, historiadora e museóloga, Carmem Dysarz, ficou encantada com o espaço e falou sobre a importância de conhecer o local.
— A iniciativa de trazer professores de História foi ótima! Estar nesse espaço é entender o Brasil do início do século passado, é entender nossa história. Sabemos que o Rio de Janeiro foi capital, mas ver esses patrimônios de perto não têm preço. A casa é maravilhosa, o trabalho de restauro e preservação é muito bacana. Acredito que vir aqui é um valor dado ao professor que agora vai entender melhor como se deram essas relações. Isso fará com que a energia na sala de aula seja diferente. Acho que os alunos terão um ganho muito grande — afirmou.
Para o professor de História, Jorge Coutinho, destacou que professores aprendendo sobre o lugar podem fomentar novas visitas.
A divulgação através do conhecimento que tivemos hoje gera capacidade para renovar o público interessado em conhecer o espaço. Este lugar é distante da população, é um palácio, e de onde emana poder. Conhecer isso aqui é valorizar a democracia. Afinal, a história é feita por pessoas que querem construir suas imagens e esse palácio é a imagem do passado do Brasil — concluiu o docente.
Foto: Bruno da Matta
Entre os destaques do acervo do Palácio das Laranjeiras estão um banheiro inteiramente revestido em mármore Carrara, mobiliário francês inspirado na Belle Époque, o primeiro elevador social instalado no Brasil e uma réplica da escrivaninha utilizada por Luís XIV no Palácio de Versalhes, na França. Cada espaço reúne elementos que ajudam a contar a evolução histórica e cultural do Rio de Janeiro.
A participação dos professores integra a programação de visitas ao Palácio das Laranjeiras, que, nesta etapa, contempla estudantes da rede estadual, educadores e grupos ligados à preservação do patrimônio cultural. A iniciativa busca ampliar o acesso da população a um dos mais importantes bens históricos do estado e fortalecer a valorização da memória fluminense por meio da educação.
Essa versão se distancia da primeira ao abrir com o impacto da experiência para os docentes, reduzir a repetição de informações sobre a reabertura do Palácio e enfatizar o caráter pedagógico da visita, em vez de tratar o evento apenas como mais uma etapa da retomada da visitação.
Foto: Bruno da Matta
Foto: Divulgação/Seeduc
Connect CEAE Baixada Fluminense reúne especialistas para fortalecer a alimentação escolar e o controle social no Estado do Rio
Evento promovido pelo Conselho Estadual de Alimentação Escolar e pela Seeduc-RJ aconteceu nesta terça-feira (7/7), em Nova Iguaçu
Com o objetivo de fortalecer as políticas públicas de alimentação escolar e o controle social, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ), em parceria com o Conselho Estadual de Alimentação Escolar (CEAE-RJ), realizou, nesta terça-feira (7/7), o Connect CEAE Baixada Fluminense. O encontro aconteceu na Universidade Iguaçu (UNIG) – Campus I, em Nova Iguaçu.
O evento, considerado uma iniciativa pioneira, reuniu conselheiros municipais de alimentação escolar, gestores públicos, diretores de escolas, nutricionistas, representantes da agricultura familiar, órgãos de controle e entidades da sociedade civil para discutir estratégias e contribuir para o aprimoramento da execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o controle social no estado, além de ampliar o diálogo entre os Conselhos de Alimentação Escolar (CAEs).
Como parceira do encontro, a Seeduc reconhece a importância dos conselheiros na defesa do PNAE. São eles que fiscalizam a aplicação dos recursos públicos e cuidam da qualidade das mais de 280 milhões de refeições servidas, anualmente, nas 1.241 escolas estaduais do Rio de Janeiro.
A programação incluiu palestras com especialistas de instituições de referência nacional, como o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), além de representantes da Seeduc-RJ, do Fórum Nacional dos Conselhos de Alimentação Escolar (FNCAE), do Conselho Regional de Nutricionistas (CRN-4) e de secretarias municipais de educação.
Para a coordenadora de Segurança Alimentar da Seeduc, a nutricionista Lívia Ribera Souza, eventos como Connect CEAE são muito importantes porque promovem a capacitação e a atualização dos atores do PNAE, fortalecendo a atuação de todos os profissionais envolvidos.
– Além de compartilhar conhecimentos e boas práticas, o evento estimula a troca de experiências, a integração entre os participantes e a construção de soluções para os desafios do Programa de Alimentação Escolar. Com isso, contribui para uma execução cada vez mais qualificada e eficiente do PNAE, beneficiando diretamente a alimentação escolar e os estudantes atendidos – diz Lívia.
Foto: Bruno da Matta
Entre os temas em debate, as mudanças na Política Nacional de Alimentação Escolar, a importância da agricultura familiar para o desenvolvimento local, o fortalecimento do controle social, a execução do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) voltado para as Escolas de Alimentação e Nutrição (EAN) e o papel do nutricionista na promoção da alimentação escolar de qualidade.
Além das palestras, a troca de experiências durante roda de conversa e um quiz interativo, promovendo a integração entre os Conselhos de Alimentação Escolar dos municípios fluminenses.
O Connect CEAE Baixada Fluminense também busca reafirmar a alimentação escolar como um direito dos estudantes e uma política pública essencial para a promoção da saúde, da segurança alimentar e da aprendizagem, fortalecendo o papel dos Conselhos de Alimentação Escolar como instâncias de fiscalização, acompanhamento e assessoramento da execução do PNAE nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro.
O evento contou ainda com a presença dos corais do Colégio Estadual Vicentina Duarte, na Pavuna, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e do Ciep 167 Jardim Paraiso, em Nova Iguaçu. No espaço do encontro, também foi realizada a exposição de telas dos alunos do projeto de pintura Multiarte, do Ciep 196 São Teodoro, também em Nova Iguaçu.
Foto: Divulgação/Seeduc
Foto: Bruno da Matta
Seeduc amplia oferta de cursos de formação para servidores, professores e coordenadores pedagógicos
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) está fortalecendo a política de formação continuada da rede estadual com uma ampla oferta de cursos voltados ao desenvolvimento profissional de servidores, professores, gestores e coordenadores pedagógicos. As capacitações abordam temas atuais e estratégicos para a melhoria da qualidade do ensino, da gestão escolar e do atendimento aos estudantes.
Entre os destaques para os servidores da secretaria, estão os cursos ‘Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula’, realizado em parceria com a SaferNet Brasil, que orienta sobre a prevenção ao cyberbullying, discursos de ódio e desinformação; ‘Comunicação Não Violenta no Dia a Dia da Educação’, voltado ao fortalecimento das relações interpessoais no ambiente escolar; ‘Segurança da Informação’, sobre boas práticas para proteção de dados e segurança digital, além do Curso SEI/RJ, que capacita os profissionais para utilização do Sistema Eletrônico de Informações.
Foto: Ellan Lustosa
Para os professores, a programação contempla cursos voltados à inovação pedagógica, inclusão e desenvolvimento das competências docentes. Entre eles, estão ‘Letramento Digital’, abordando conceitos de letramento e cyberbullying na educação; além de ‘Refletindo sobre Projeto de Vida’, ‘Magistério em Formação: Reflexões e Diálogos’ e ‘SEJA!’, que promovem o aperfeiçoamento das práticas pedagógicas e o fortalecimento da aprendizagem.
A Educação Inclusiva também ganha destaque com uma série de formações específicas: ‘Transtorno do Espectro Autista (TEA)’, ‘Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtornos da Aprendizagem’, ‘Libras’, ‘Deficiências Visuais, Auditivas, Física e Múltiplas’ e ‘Altas Habilidades/Superdotação’, preparando os profissionais para atender às diferentes necessidades dos estudantes da rede.
Os coordenadores pedagógicos contam com formações direcionadas ao fortalecimento da gestão pedagógica, como o curso ‘CP em Ação’, além de capacitações compartilhadas com docentes, como ‘Explorando a Educação Integral: Teoria e Prática’, ‘Refletindo sobre Projeto de Vida’, ‘Magistério em Formação’ e as formações em educação inclusiva.
Foto: Bruno da Matta
Já para diretores e equipes gestoras, a Seeduc oferece cursos como ‘Elementos Essenciais para Liderança e Gestão Escolar’ e ‘Design Thinking’, que incentivam práticas inovadoras na administração das unidades escolares.
A iniciativa integra o Programa de Formação Permanente dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Proformar-RJ), oferecendo oportunidades de atualização em temas como tecnologia educacional, cidadania digital, saúde mental, inclusão, gestão escolar e metodologias inovadoras. Com diferentes cargas horárias e modalidades de ensino, os cursos - todos on-line - buscam fortalecer as competências dos profissionais da educação e contribuir para uma escola pública cada vez mais inclusiva, inovadora e alinhada aos desafios da educação contemporânea. Para mais informações e inscrições, acesse o link https://www.seeduc.rj.gov.br/servidor e clique na opção ‘Formação e Desenvolvimento dos Servidores’.
Foto: Ellan Lustosa
Foto: Divulgação
Estudante da rede estadual participa de turnê da Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga na China
Julia Belmiro, aluna do Ciep 131, de Duque de Caxias, fala do intercâmbio cultural e das apresentações musicais em cidades da província de Zhejiang
A estudante e instrumentista Julia do Nascimento Belmiro, de 15 anos, do Ciep 131 Professora Armanda Álvaro Alberto, em Duque de Caxias, está participando da turnê da Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, realizada na China até o dia 15 de julho. Formada exclusivamente por estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, a orquestra cumpre uma programação que reúne apresentações musicais, atividades de formação artística, intercâmbio cultural e visitas a importantes patrimônios históricos e turísticos chineses. A agenda acontece em cidades da província de Zhejiang e reforça os laços de cooperação cultural entre Brasil e China por meio da música.
Durante a viagem, as jovens musicistas já participaram de oficinas de instrumentos tradicionais chineses, prática de conjunto, atividades de pintura em nanquim, caligrafia, vivências sobre música e ópera chinesa, além de visitas ao Lago Oeste, ao Museu Provincial de Zhejiang e ao Museu de Liangzhu. O primeiro concerto da turnê foi realizado no último sábado (4/7), na Universidade de Estudos Internacionais de Zhejiang.
Para Julia, que toca trompa na orquestra, a maior riqueza da experiência está no contato direto com a cultura e o povo chinês.
– O que eu mais estou amando na China é estar com os chineses. Eles são muito acolhedores e estão fazendo a gente viver a cultura deles de verdade. É muito legal sentar para conversar e ver como o Brasil e a China são diferentes. A gente conta daqui, eles contam de lá, e no final a música liga todo mundo – destaca a estudante da rede estadual.
Foto: Divulgação
Esta não é a primeira experiência internacional da jovem instrumentista. Em abril deste ano, Julia e outras três estudantes do Ciep 131 integraram a turnê da Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga pela Itália. Na ocasião, o grupo se apresentou na Praça São Pedro, no Vaticano, durante uma audiência pública com o Papa Leão XIV. Em novembro de 2025, a estudante também participou de uma apresentação da orquestra no Carnegie Hall, em Nova York, uma das mais prestigiadas salas de concerto do mundo.
Foto: Divulgação
A programação na China continua nos próximos dias com visitas a museus, patrimônios culturais e comunidades rurais, além da participação no encontro musical sino-brasileiro ‘Harmonia entre o Céu e o Ser Humano’, na cidade de Yanyan. No próximo sábado (11/07), o grupo realiza os últimos ensaios técnicos antes do concerto de encerramento da etapa em Hangzhou, marcado para domingo (12).
– Em Hangzhou, a gente viu como funciona a música deles, as notas, os instrumentos que têm milhares de anos. E o mais legal: aprendemos a escrever e ler em mandarim. Foi demais conseguir falar algumas palavras com eles. Essa troca está sendo maravilhosa. A viagem inteira vale por isso – conta Julia.
Na sequência, a delegação segue na segunda-feira (13/07) para Xangai, onde participa das últimas atividades da missão cultural. O retorno ao Rio de Janeiro está previsto para o dia 15 de julho, com escala em Dubai.
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Foto: Sandra Barros
Programa Transforma leva arte urbana e Valores Olímpicos à escola estadual de Japeri
Parceria entre a Seeduc e o COB, iniciativa capacita professores e utiliza grafite para transformar muros escolares em espaços de pertencimento e aprendizado
Nesta sexta-feira (03/07), o programa Transforma, realizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ), levou ao Ciep 206 Professora Cyrene Moraes Costa, em Japeri, uma ação de arte urbana que une cidadania, criatividade e os Valores Olímpicos. A iniciativa capacitou professores de todas as disciplinas e promoveu intervenções artísticas com grafite nos muros da escola, transformando-os em espaços de expressão, pertencimento e aprendizado para estudantes e docentes.
— Para o Transforma e o COB, esta ação tem um significado muito especial, porque leva os valores olímpicos para além das quadras e salas de aula, deixando um legado permanente dentro das escolas — destacou a representante da área de Cultura e Valores Olímpicos do COB, Marja Cardoso.
A iniciativa tem como objetivo o fortalecimento da cultura esportiva nacional, com a inserção da temática olímpica no ambiente escolar, através dos valores da amizade, excelência e respeito, visando o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Desde o seu lançamento, o programa já atingiu mais de 55 mil estudantes e aproximadamente 21 mil professores.
— Eu gosto muito de pintar, me acalma e me faz feliz. Estou gostando muito de poder fazer essa parede linda para a nossa escola — afirmou Maria Souza Freire, de 12 anos, que cursa o 7º ano do Ensino Fundamental na escola.
Foto: Sandra Barros
Inspirado nos ideais olímpicos e adaptado à realidade brasileira, o programa oferece informação e apoio para que as escolas criem novas maneiras de ensinar valores e estimular novos comportamentos, que servem de exemplo multiplicável para além dos muros escolares, capacitando docentes de todas as disciplinas e realizando ações para professores e alunos.
— Esse trabalho é uma troca muito interessante, pois consigo passar um pouco do que aprendi para os alunos, com todas as técnicas, e eles podem colaborar com a arte, trazendo este marco para a escola, um importante legado que retrata os valores olímpicos — explicou o artista do grafite Vinícius Medeiros, conhecido como Siri Do Muro, que comandou o workshop para os jovens da escola.
O Ciep de Japeri é a quinta escola da rede estadual vocacionada ao esporte a receber o projeto, que revitaliza as unidades através da pintura e sua relação com os ideais olímpicos. Para a diretora-adjunta, Alessandra Callak, a união entre a arte e o esporte moldam cidadãos mais conscientes, criativos e colaborativos.
— É com muita alegria que recebemos essa ação do COB na nossa escola. Unir o esporte e a arte urbana através do grafite é uma forma poderosa de engajar nossos jovens. O esporte ensina disciplina, respeito e superação, enquanto a arte dá voz à expressão deles e transforma o ambiente escolar em um lugar mais vivo e acolhedor. Essa parceria desperta nos alunos um verdadeiro sentimento de pertencimento e renova nossa proposta pedagógica. Iniciativas como essa mostram que a educação vai muito além da sala de aula, inspirando nossos alunos a buscarem seus próprios pódios na vida — declarou a diretora.
Foto: Sandra Barros
A partir de um workshop feito com os alunos, com direito a projeções em óculos 3D, é elaborado o painel a ser pintado na escola, com o auxílio da equipe de grafite do COB. Estudantes e professores participam ativamente de toda a confecção da arte, integrando cada vez mais toda a comunidade acadêmica.
— Acho que a escola está ficando muito bonita, e o desenho vai trazer alegria para todo mundo. Estou muito empolgada em participar — comentou a jovem Bruna Barbosa, de 11 anos, estudante do 6º ano do Ensino Fundamental na escola.
O Transforma promove oficinas de grafite e outras linguagens artísticas em uma imersão que converte os ambientes escolares em verdadeiros espaços olímpicos, ajudando os alunos a expressarem a identidade olímpica e a importância do esporte de forma criativa e visual. Assim, as atividades englobam tanto ações práticas de arte urbana quanto bate-papos criativos, consolidando a cidadania e os princípios do esporte, além de deixar um legado visual e duradouro para as escolas.
— Cada mural foi pensado para dialogar com a realidade da comunidade escolar, valorizando os esportes praticados pelos estudantes, a história do Movimento Olímpico e os valores olímpicos de amizade, respeito e excelência. Além disso, os estudantes participaram ativamente da pintura dos murais, fortalecendo o sentimento de pertencimento ao ambiente escolar e reforçando como o esporte pode ser uma ferramenta de educação, cidadania e transformação social — concluiu Marja Cardoso.
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Seeduc promove o I Encontro Diálogos Interculturais para capacitação das equipes escolares
O evento reuniu profissionais das 40 escolas da rede estadual que oferecem a modalidade Intercultural
Cerca de 190 educadores que atuam nas unidades interculturais da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro participaram, nesta sexta-feira (26/06), do I Encontro Diálogos Interculturais, que teve como objetivo alinhar as diretrizes pedagógicas e operacionais dessas escolas, bem como fortalecer a atuação das equipes gestoras e docentes por meio do aperfeiçoamento em metodologias de ensino específicas para a modalidade. O evento, realizado na Biblioteca Parque, Centro do Rio, reuniu profissionais envolvidos na implementação e no acompanhamento da política de escolas interculturais. A modalidade é referência na rede estadual, oferecendo ensino em tempo integral e conta com a parceria de embaixadas e instituições culturais.
Organizado pela Coordenação de Ensino Médio, da Subsecretaria de Gestão de Ensino da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ), o encontro contou com a participação de diretores, coordenadores de ensino, agentes de acompanhamento da gestão escolar (AAGEs), coordenadores pedagógicos e professores das disciplinas específicas da oferta intercultural que ouviram palestras e participaram de mesas de debates, onde trataram de questões pedagógicas e administrativas, novas metodologias e da capacitação para as provas de certificação.
Foto: Bruno da Matta
O superintendente de Gestão de Ensino da Seeduc, Amandio Pereira, destacou que o encontro marca o fortalecimento das ações pedagógicas nas escolas interculturais, promovendo o alinhamento das equipes e valorizando o trabalho desenvolvido nas unidades.
– Hoje, realizamos nosso primeiro encontro de 2026 para dialogar com as escolas e fortalecer o trabalho pedagógico desenvolvido nessas unidades. Reunimos profissionais para consolidar o fazer pedagógico das escolas interculturais, contemplando não apenas o ensino da língua, mas também os aspectos culturais e a formação de cidadãos com uma visão global. Neste ano, teremos novamente certificações em grande parte das escolas e queremos fortalecer esse processo ao lado de quem faz a diferença no dia a dia: os profissionais que atuam no chão da escola, valorizando os saberes e as práticas voltadas para as linguagens – disse o superintendente.
A professora Deise Perfeito, diretora do Colégio Estadual Professora Eliane Martins Dantas Brasil – Intercultural Brasil-Alemanha, em Vista Alegre, no Rio de Janeiro, destacou a importância do evento.
– O ensino intercultural de qualidade permite que os alunos aprendam não apenas o idioma, mas também a cultura e a arte de um país, ampliando sua visão de mundo. Este evento é de grande importância para as escolas interculturais, pois possibilita a troca de experiências entre diretores, gestores e equipes pedagógicas. Além disso, o compartilhamento de saberes e de práticas pedagógicas contribui para o aprimoramento do ensino e fortalece a qualidade da educação oferecida aos nossos alunos – afirmou a gestora.
Com essa iniciativa, a pasta visa fortalecer a implementação da política de educação intercultural na rede estadual, promovendo maior alinhamento entre as equipes, aprimorando as práticas pedagógicas e ampliando o suporte técnico às unidades escolares, de modo a contribuir para a qualidade da oferta e para o alcance dos resultados educacionais planejados.
Foto: Bruno da Matta
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A Comissão de Coordenação Geral do Financiamento de Boas Práticas Pedagógicas, tendo em vista o interesse público envolvido na correta homologação do objeto e a necessidade de assegurar a integridade, consistência e qualidade dos resultados, prorrogamos o prazo de homologação por até 30 dias, iniciando em 12/06/2026.
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A Comissão Organizadora do Prêmio Diálogos de Gestão para a Aprendizagem, tendo em vista o interesse público envolvido na correta homologação do objeto e a necessidade de assegurar a integridade, consistência e qualidade dos resultados, prorrogamos o prazo de homologação por até 30 dias, iniciando em 12/06/2026.