Em um dia qualquer, quando tudo estava bem e todos estavam alegres, um capitão Artur, chefe de uma organização militar, o "Doi-Codi, e seu esquadrão receberam a ordem de invadir casas de suspeitos de traição e terrorismo. Naquela época Artur estava assassinando e fazendo os trabalhos sujos que lhe eram mandados.
A hora tinha chegado, cada esquadrão foi ao seu objetivo. Era noite quando chegaram, a invasão foi rápida, os habitantes nem tiveram tempo de reagir ou tentar fazer alguma coisa. Na sala tinha três pessoas, a mãe e duas crianças, um menino e uma menina. Para se divertir, um soldado propôs uma escolha, ele só iria deixar uma criança viva, então a mãe teve que escolher um dos filhos. Revoltado, Artur se opôs à brincadeira sem noção, mesmo sendo seu capitão, o homem não parou. O tempo passou e o soldado ficou sem paciência, disse que iria contar até 10 e mataria algum deles. A contagem começou. Desesperada, a mãe começou a gritar e a chorar pedindo clemência, piedade, mas tudo em vão. Chegou ao zero. Quando o soldado ia atirar, a mãe se jogou na frente de um dos filhos, para o qual o homem estava com a arma apontada, e, com um grito, a vida da mãe acabou. Surpreso com o acontecido, o homem infeliz com o resultado, matou as duas crianças.
Com ódio nos olhos, o capitão lhe perguntou por que ele havia feito isso. Com uma resposta simples e maldosa, ele disse que não estava satisfeito com o resultado. Agora, vendo o tipo de homem que ele se tornou, o capitão sacou sua arma e atirou no homem que morreu lentamente, de hemorragia. Um fim adequado a um homem perverso desses.
Após a morte do companheiro, o capitão correu, olhando e buscando o resultado de suas ações, as quais transformaram o mundo nesse lugar cinza, frio e perverso. Correndo de seus próprios homens, o capitão olhou em volta, para achar um jeito de sair do país, mas sem olhar onde estava pisando, acabou tropeçando e selando o seu destino, talvez a morte ou a prisão.