FONTE: Gerado por IA
A convergência homem-máquina, também conhecida como ciborguização, refere-se à integração de componentes sintéticos no corpo humano, uma tendência cada vez mais presente. Desde os anos 1960, o termo "ciborgue" tem sido utilizado, mas com os avanços em tecnologias como inteligência artificial e robótica, esses elementos evoluíram de simples próteses para dispositivos, próteses e chips capazes de interagir com o cérebro humano.
Essas tecnologias foram desenvolvidas com o propósito de aprimorar a qualidade de vida e potencializar as capacidades humanas. Muitos cientistas acreditam que o próximo estágio na evolução tanto da humanidade quanto da tecnologia envolve a combinação desses elementos, promovendo a convergência homem-máquina por meio de implantes e próteses que não apenas melhoram o corpo, mas também a mente humana. O aprimoramento da visão, audição e capacidades cognitivas, por exemplo, pode contribuir para a extensão da vida humana, já que esses componentes artificiais têm potencial para tratar doenças e substituir membros e órgãos disfuncionais.
Pesquisadores da Clínica Cleveland, nos Estados Unidos desenvolveram um braço mecânico projetado para oferecer uma sensação mais realista de um membro humano. Este avanço é possível graças à técnica inovadora de redirecionamento de nervos, criando uma ilusão tátil que proporciona uma experiência mais próxima da sensação de um braço real que visa restaurar a funcionalidade perdida, mas também oferecer uma nova esperança e qualidade de vida para aqueles que enfrentam desafios de mobilidade devido a lesões ou amputações.
Implantes cerebrais oferecem tratamento para pacientes com esquizofrenia, depressão, obesidade e autismo e têm o potencial de facilitar as tarefas do cotidiano, como aumentar a sensibilidade de partes do corpo, proporcionar independência para pessoas com deficiência visual e até mesmo armazenar informações importantes. Empresas como a Neuralink, fundada pelo economista Elon Musk, estão desenvolvendo chips que permitem as pessoas controlarem computadores e celulares apenas com o pensamento.
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Politécnico de Milão desenvolveram uma tecnologia inovadora capaz de monitorar os parâmetros respiratórios essenciais para determinar a melhor abordagem no suporte ventilatório que são monitorados tanto presencialmente quanto remotamente. Essa iniciativa promete não só melhorar a qualidade do atendimento médico, mas também salvar vidas ao proporcionar cuidados mais eficazes e personalizados para cada paciente.
Pesquisadores da Universidade de Utah, nos EUA, desenvolveram um exoesqueleto que oferece a possibilidade de pessoas andarem eretas novamente. Equipado com motores elétricos alimentados por uma bateria de longa duração, o exoesqueleto envolve a cintura e as pernas do usuário, proporcionando menos esforço e mais estabilidade durante o movimento.
Eletrodos nos pulsos, tornozelos e no peito, cobertos por um gel condutor que auxilia na transmissão das correntes elétricas definem os eletrocardiogramas. Assim, os impulsos elétricos cardíacos são registrados de forma precisa em um pedaço de papel, proporcionando informações valiosas para a avaliação da saúde cardiovascular do paciente.
Com sensores integrados em roupas e acessórios, esses dispositivos têm o potencial de ajudar as pessoas a se tornarem mais ativas, organizadas e conscientes de sua saúde. Eles monitoram desde os batimentos cardíacos até a quantidade de atividade física realizada ao longo do dia. Um exemplo notável dessa tecnologia é o Apple Watch, que oferece uma ampla gama de funcionalidades para acompanhar e melhorar a saúde do usuário.
Pesquisadores do Instituto Real de Tecnologia (KTH) em Estocolmo desenvolveram um adesivo experimental composto por microagulhas de silicone, capaz de detectar mudanças nos níveis de glicose no sangue. Essas microagulhas convertem essas mudanças em impulsos elétricos, tornando-as uma ferramenta valiosa para monitoramento contínuo.
Algumas considerações em relação a Convergência
A convergência homem-máquina nos traz diversos benefícios, porém é importante pensar em questões éticas, como a privacidade, a segurança e uso responsável de tais tecnologias, além da acessibilidade.
É importante pensar em coisas como:
Até onde a modificação do corpo humano é aceitável?
Como assegurar que essa tecnologia não será utilizado para o mal?
Essa tecnologia será disponibilizada a todos que precisam dela? Ou será mais uma questão de desigualdade?
Como já dito antes, a convergência homem-máquina é por definição a implantação de dispositivos sintéticos (eletroeletrônicos, mecânicos e químicos) no corpo humano. A IoB é a captação e a transmissão de dados do corpo humano (físicos, químicos e biológicos), a qual fornece informações sobre o organismo 24 horas. No entanto, as duas se completam, trabalhando em conjunto para atingir um objetivo em comum.
Interface Cérebro Computador | BCI
A BCI ou, em português, interface cérebro-máquina, é um programa de computador que transforma pensamentos em ações, essas ações em sensações e essas sensações em percepções. A renomada pesquisadora do campo da BCI, Maryam Shanechi, tem seu trabalho concentrado no desenvolvimento de algoritmos e sistemas que permitem que o cérebro humano interaja diretamente com os dispositivos externos, como próteses, por meio de sinais cerebrais.
Ademais, Johnny Matheny, perdeu parte de seu braço esquerdo para o câncer, dessa forma, eles fez uma cirurgia chamada TMR na qual os médicos utilizaram a BCI. Atualmente, ele possui mais de 1000 fios elétricos para uma parte de sua prótese.
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