Os extintos disquetes tiveram seus primeiros modelos lançados no final da década de 1960, mas só chegaram ao mercado e foram disponibilizados para o consumidor final em 1971, como componentes de produtos IBM. O disquete é um disco de armazenamento composto por um disco fino e flexível de armazenamento magnético, protegido por um invólucro de plástico quadrado. Eles são lidos e gravados por uma unidade de disquete, do inglês Floppy Disk Drive (FDD).
Vídeo de The Tech Lab
Os disquetes eram tão comuns na cultura do final do século XX que muitos programas de software continuam a usar ícones de salvamento que parecem disquetes até o século XXI. Eles eram usados para diversas funções em conjunto com os computadores pessoais (Personal Computer), como distribuição de software, transferência de dados e criação de backups. Antes da popularização dos discos rígidos nos PC's, os disquetes eram frequentemente usados para armazenar o Sistema Operacional do computador, que normalmente era em BASIC.
As primeiras versões tinham oito polegadas e apenas 80 Kb de armazenamento disponível. Depois, surgiu o modelo de 5,25 polegadas e, em meados dos anos 1990, se popularizou o formato de 3,5 polegadas e capacidade de armazenamento de até 1,44 Mb.
Vídeo de The 8-Bit Guy.
(Ative as legendas em português)
Video de Computerphile.
(Áudio e legendas em inglês)
Algo muito característico dos drives de disquete é o barulho que eles faziam no momento da leitura/gravação. Esse barulho é gerado pelo motor de passo que controla o movimento do cabeçote leitor. Dessa forma, com o fim da era dos disquetes, podemos transformar os drives que seriam jogados no lixo em uma pequena banda musical! Uma forma de fazer isso é utilizar um Arduino para controlar o motor de passo presente no drive. Neste caso, o Arduino faz com o motor reproduza o som na frequência da música.
Ficou curioso? Você pode conferir as instruções para a montagem em www.instructables.com/Arduino-Floppy-Music/