O que vem no Kit Covid-19 IgG/IgM e qual a sua metodologia?



O produto adota o princípio da tecnologia imunocromatográfica e usa o método de captura para detectar anticorpos IgM e IgG específicos contra novos coronavírus em amostras humanas (soro, plasma ou sangue total).


Como Funciona?


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Dúvidas Frequentes

Os testes rápidos para a Covid-19 são alvos de questionamentos pela sociedade em geral (imprensa, etc). Afinal, estes testes são eficazes?

R.: Os testes rápidos do tipo IgM/IgG, são testes elaborados para verificar se o paciente teve ou não contato com o vírus. Muitas vezes a imprensa divulga que estes testes dão resultados falsos-negativos para pacientes com a doença. Isto pode acontecer, pois estes testes liberam resultados positivos cerca de 10 dias ou mais após o paciente ter os sintomas da doença. É necessário aguardar pelo menos 10 dias após o aparecimento dos sintomas para a realização do teste. Caso o teste dê resultado negativo, é importante retestar o paciente após uma semana, pois o aparecimento dos anticorpos na circulação sanguínea é tempo-dependente. Ocorre também que a produção de anticorpos depende da resposta imunológica do paciente infectado, sendo assim algumas pessoas, a produção já ocorre até antes de 5 dias após os sintomas, ao passo que em outras pessoas, este tempo podem ser superior à 10 dias. Estudos com alguns testes rápidos indicam uma sensibilidade em torno de 100% somente após 2 ou 3 semanas do aparecimento dos sintomas.


Como confiar nos resultados dos testes rápidos se estes podem apresentar tanto resultados falso-positivos quanto falso-negativos?

R.: Os dois tipos de erros são possíveis dependendo da qualidade do produto, é fundamental para diminuir a chance de resultado falso-negativo é aguardar pelo menos 10 dias após o aparecimento dos sintomas, para assim realizar o teste. Com relação ao kit Gold Analisa, o intervalo de confiança de resultado exato vai de 91 a 98%, assim, a probabilidade de um resultado falso-positivo (o paciente não tem o anticorpo contra o vírus, mas o teste dá positivo) ou falso-negativo (o paciente tem o anticorpo contra o vírus, mas o teste dá negativo) com o produto pode ser de, na média, cerca de 5,5% (pequeno). O intervalo de confiança para a sensibilidade e especificidade destes testes devem ser observados nas instruções de uso dos produtos (bula).


Posso utilizar qualquer tipo de amostra sem discriminação: sangue total, soro ou plasma?

R.: Sim, mas o soro, talvez por não apresentar aditivos como anticoagulantes ou células, é o espécime preferível (há controvérsias). Foi divulgado que elementos plaquetários/celulares do sangue total poderiam levar a resultados incorretos. Estes testes rápidos são bastante novos: foram desenvolvidos somente nos primeiros meses de 2020. Muitos detalhes relativos ao teste ainda estão sendo investigados.


Após o final do teste com o produto Gold Analisa, caso a placa teste esteja com aspecto um pouco borrado (semelhante à migração da amostra através da área de leitura), a linha controle esteja visível com ou sem linha teste visível, posso realizar a leitura assim mesmo?

R.: Sim! Caso a área de leitura da placa teste esteja ligeiramente borrada, mas a linha controle e a linha teste tenha aparecido, o resultado é positivo. Caso somente a linha controle tenha aparecido, o teste é negativo. Caso tenha o aspecto borrado após os 15 minutos, pode-se esperar até os 20 minutos para realizar a leitura. Não realizar a leitura após os 20 minutos.


Posso considerar a linha controle como um controle interno do teste, ou seja, não seria necessário a realização de controle negativo e positivo?

R.: Não! A linha controle é somente um indicador da migração da amostra, indicando assim que o teste foi válido. Segundo a RDC 302:2005, é necessário a implantação de controle interno negativo e positivo mesmo em se tratando de teste rápido. A mesma RDC obriga a realização de controle externo também.


Caso o paciente seja apenas IgG positivo, posso interpretar como paciente já imune à uma nova infecção? O paciente já pode voltar ao convívio social?

R.: Não se pode interpretar este paciente IgG positivo como imune, embora muito provavelmente sim, segundo infectologistas. Muitos aspectos relacionados com o curso sorológico da doença ainda estão sendo investigados. A decisão de que o paciente já pode voltar ao convívio social deve ser avaliada pelo médico assistente.


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