Empreendedorismo, inovação e economia criativa
Empreendedorismo, inovação e economia criativa
PERSPECTIVA HISTÓRICA DO EMPREENDEDORISMO
Discutir o conceito de empreendedorismo.
Conhecer estudiosos sobre empreendedorismo.
Diferenciar empreendedores iniciais de estabelecidos.
Diferenciar empreendedorismo circunstancial de por oportunidade.
Conhecer o perfil dos empreendedores brasileiros.
Conhecer os motivos que levam os brasileiros a empreenderem
Compreensão sobre empreendedorismo.
Processamento analítico do empreendedorismo.
Diferenciação entre os diversos tipos empreendedores.
Diferenciação entre circunstância e oportunidade.
Compreensão sobre perfis dos empreendedores brasileiros.
Compreensão sobre a motivação empreendedora brasileira.
Olá estudante, seja muito bem-vinda (o) a mais uma etapa de estudos da disciplina Empreendedorismo, inovação e economia criativa.
Você conhece alguém que tenha montado um negócio próprio por conta de ter perdido o seu emprego e ter dificuldade para encontrar outro?
Você conhece alguém que decidiu montar um negócio próprio porque encontrou uma grande oportunidade no mercado?
Pois fique sabendo que esses dois contextos que envolvem o empreendedorismo (por circunstância ou por oportunidade) fazem muita diferença na hora de estudar e se analisar o fenômeno do empreendedorismo no Brasil e no mundo.
Aliás, você conhece os principais estudiosos do tema empreendedorismo? Sabia que aqui mesmo no Brasil nós contamos com dois expertises sobre este assunto?
Será nessa etapa de estudos que você conhecerá essas principais personalidades que tem como foco o estudo do empreendedorismo, inclusive os brasileiros.
Você também vai ter a oportunidade de consolidar de vez o seu conhecimento sobre o conceito de empreendedorismo, além de se deparar com uma relevante quantidade de dados sobre o tema, suficiente para traçar o perfil de quem empreende no Brasil e ainda ter uma possibilidade de comparar os números brasileiros (resultados de pesquisa) com os números de outros países.
Outra proposta significativa de aprendizado desta etapa de estudos diz respeito ao impacto da Lei geral da micros e pequenas empresas na atividade empreendedora no Brasil. Se você ainda não conhece essa Lei, não se preocupe, o conteúdo dela também será explorado ao longo do estudo.
No entanto, mais do que números (aspecto quantitativo) pretende-se que você conheça os motivos reais que levam as pessoas a assumirem o risco de empreender ou aqueles que as levam a desistir de seus empreendimentos.
Bom estudo!
Criação de pequenas empresas
Abrir sua própria empresa é um desafio, é um risco que o empreendedor deve assumir. Dificuldades nos aspectos emocionais quanto à necessidade de aceitação, afeto, reconhecimento e dificuldades em assumir erros, podem levar a um sentimento de insegurança em relação às decisões a serem tomadas. Para tanto, há necessidade de um ato de vontade direcionada à solução destas dificuldades. É preciso enfrentá-las até que se alcance equilíbrio, harmonia e persistência para começar novamente quando errar ou fracassar.
E criar um negócio, mantê-lo e expandi-lo, só se consegue ao longo do tempo. Os aspectos da personalidade do empreendedor são capazes de influenciar o sucesso da empresa. É preciso que ele conheça suas características psicológicas no sentido de desenvolvê-las na direção do perfil do empreendedor bem- sucedido.
Fonte: SEBRAE. Disponível em: <http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/BDS.nsf/2921365AD3A 6F02A03256D520059BEFE/$File/NT0003B836.pdf>. Acesso em: 22 nov 2021.
Ao se referir à evolução de um conceito é prudente destacar quais foram os precursores e os principais estudiosos sobre esse conceito. No caso do estudo do empreendedorismo vale destacar no cenário internacional nomes como Richard Cantillon, Jean-Baptiste Say, Josephe A. Schumpeter e Louis Jacques Filion. Já no cenário nacional é importante frisar os trabalhos de Fernando Dolabela e José Dornelas, dois profissionais que se dedicam e se esforçam para promover e difundir o empreendedorismo e as práticas empreendedoras no País.
Uma definição tradicional de empreendedorismo advém da Teoria Visionária de Filion. Para esse estudioso “Um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões”. Ao definir as ações que caracterizam a prática do empreendedorismo, Filion deixa subentendido que para exercitá-lo (o empreendedorismo) é preciso que o candidato a empreendedor tenha condição e capacidade plena para criar uma visão, que nas palavras dele significa “uma imagem, projetada no futuro, do lugar que se quer ver ocupado pelos seus produtos no mercado, assim como a imagem projetada do tipo de organização necessária para consegui-lo” (FILION 1991, APUD FILION 1999).
Já para Schumpeter o empreendedor é aquela pessoa com capacidade para transformar uma nova ideia ou invenção em uma inovação, que por sua vez será transformada em negócio por meio das práticas empreendedoras, causando um impacto positivo no desenvolvimento econômico de uma região.
Assista a uma animação que resume a teoria de desenvolvimento econômico de Schumpeter.
Aqui no Brasil, Dornelas (2008) entende o empreendedorismo como o envolvimento de pessoas e processos que, conjuntamente, transformam ideias em oportunidades de negócio. Já Dolabela (2010) descreve o empreendedor como “alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade” (p. 23).
Agora que o conceito de empreendedorismo foi devidamente esclarecido, que tal aprender como ele se desenvolve no Brasil e no mundo?
Então vamos lá.
De acordo com a versão de 2016 da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), 36% dos brasileiros com idade entre 18 e 64 anos eram empreendedores ou estavam planejando edificar o seu próprio negócio. Já uma versão mais atualizada desta pesquisa indicou que em 2019 este número apresentou um pequeno crescimento, subindo para 38,7%. Mesmo assim, essa porcentagem representa aproximadamente 53 milhões de brasileiros adultos realizando alguma atividade empreendedora e se envolvendo com a criação, consolidação ou manutenção de um empreendimento já estabelecido.
Em uma versão mais antiga desta pesquisa, realizada em 2004, o Brasil tinha apenas 24% de empreendedores.
Por que será que em praticamente 10 anos esse número cresceu tanto assim?
Você teria um palpite sobre os motivos que levaram a esse crescimento?
Pois bem, se olharmos para a evolução da legislação brasileira verificaremos que houve um elevado índice de formalização de empresas que trabalhavam na clandestinidade e não eram legalizadas, isso porque ocorreu a modernização da lei geral das microempresas, criando a figura do empreendedor individual e facilitando a vida do micro e pequeno empresário.
Essa Lei Geral das microempresas também é conhecida como Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, sendo criada pela Lei Complementar nº. 123/2006 justamente para regulamentar um tratamento favorecido, simplificado e diferenciado às empresas de pequeno porte.
A principal finalidade desta Lei é a de fomentar o desenvolvimento e a competitividade das pequenas e micros empresas e, inclusive, do microempreendedor individual. A criação desta Lei foi considerada uma estratégia de geração de emprego, de distribuição de renda, de inclusão social, de redução da informalidade e do fortalecimento da economia por meio da criação de novos negócios.
Conheça em detalhes a LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp123.htm acesso em 25/10/2021.
No entanto, nem tudo são flores quando o assunto é incentivo ao empreendedorismo, pois existem as pessoas que decidem empreender porque identificaram uma boa oportunidade de negócio e de ganhar dinheiro com ele e existem as pessoas que decidem pela criação de um negócio por conta (apenas e exclusivamente) da falta de emprego.
Em tempos de crise econômica, é muito comum a taxa de empreendedorismo por necessidade se elevar, pois ao se fechar vagas no mercado de trabalho as pessoas têm de encontrar alternativas para gerarem renda e assim sobreviverem. Esse não é o tipo ideal de prática empreendedora, pois o empreendedor nem sempre está preparado para dar conta dos desafios de abrir um novo negócio, contribuindo desse modo com a elevação da taxa de mortalidade de empresas. Por outro lado, o empreendedorismo de oportunidade é um processo mais sistemático, que exige preparo, planejamento, estudo e análises que aumentarão, de modo significativo, as chances de sucesso do empreendimento e da sua proposta de geração de valor.
Para compreender ainda melhor o fenômeno do empreendedorismo no Brasil e no mundo é importante saber que foi criada uma perspectiva que analisa o estágio de vida do empreendedor junto ao seu empreendimento, classificando os empreendedores como iniciais ou estabelecidos:
Os empreendedores iniciais consistem nos indivíduos que estão à frente de empreendimentos com menos de 42 meses de existência (3,5 anos), dividindo-se em duas subcategorias: nascentes e novos.
Os empreendedores nascentes estão envolvidos na estruturação ou são proprietários de um novo negócio, mas esse empreendimento ainda não pagou salário, pró-labore ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de três meses.
Já os empreendedores novos administram e são donos de um novo empreendimento que já remunerou de alguma forma os seus proprietários por um período superior a três meses e inferior a 42 meses.
Finalmente os empreendedores estabelecidos consistem nos indivíduos que administram e são proprietários de um negócio consolidado, pelo fato desse empreendimento ter pago aos seus proprietários alguma remuneração, sob a forma de salário, pró-labore ou outra forma, por um período superior a 42 meses.
Ao adotar essa perspectiva de categorização dos empreendimentos por estágio de vida, é possível analisar separadamente o volume de criação de novos empreendimentos do volume de empreendimentos já estabelecidos. De acordo com a pesquisa GEM (2019), a taxa de empreendedorismo inicial (23,3%) foi superior à taxa de empreendedorismo estabelecido (16,2%), muito provavelmente pela conjuntura econômica do país, que estava se recuperando de uma crise, experimentando um aumento gradual do consumo em um ambiente de baixa inflação, redução da taxa básica de juros (Selic) e a injeção do dinheiro sacado das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Mesmo com esse cenário favorável, a informalidade em 2019 alcançou 41,1% da população brasileira ocupada, ou aproximadamente 38,4 milhões de pessoas em números absolutos.
Portanto, é possível inferir que a falta de emprego formal, ocasionada principalmente pela reforma trabalhista, empurrou milhões de brasileiros para o subemprego. Por consequência dessa situação desconfortável, instável e de total falta de segurança, alguns brasileiros preferiram arriscar e empreender a ficar a mercê da baixa renda oferecida pelo subemprego.
Por isso, não basta analisar o fenômeno do empreendedorismo apenas pelo aspecto quantitativo, pois o muito pode não significar o melhor nem o mais adequado como pode ser constatado no caso do Brasil.
A boa notícia é que a taxa de potenciais empreendedores em 2019 no Brasil foi de 30,2%. Isso significa que de cada 10 brasileiros que não eram considerados empreendedores, três deles pretendiam abrir um negócio próprio nos próximos três anos, perfazendo, aproximadamente, mais 8 milhões de novos empreendedores ingressando no ambiente de negócios brasileiro se essa previsão se concretizar.
Uma característica marcante dos empreendimentos no Brasil é que eles são predominantemente constituídos por apenas um proprietário. Mesmo com uma pequena oscilação em 2019, 74,5 % dos negócios são tocados por apenas uma pessoa. Porém, vale prestar atenção nesta oscilação, pois ela pode ser uma tendência de agregar mais sócios ao negócio visando diluir os riscos ou dividir a carga de trabalho para administrar a empresa.
A figura 2.1 apresenta a oscilação do percentual de número de sócios proprietários nos empreendimentos brasileiros entre os anos de 2018 e 2019.
Figura 2.1: Distribuição percentual do número de proprietários nos empreendimentos - Brasil - 2018 e 2019
Fonte: GEM (2019, p. 37)
Agora tente responder a uma questão: Quem empreende mais, o homem ou a mulher?
Se for tomado o ponto de vista dos empreendedores iniciais, o homem empreende mais que a mulher na maioria dos países participantes da pesquisa GEM (2019). Só em três países participantes (Arábia Saudita, Catar e Madagascar), a taxa de mulheres empreendedoras iniciantes foi maior do que a dos homens. Uma explicação plausível para este fato na Arábia Saudita, por exemplo, pode se basear nas recentes mudanças políticas que conferiu às mulheres mais liberdade individual.
É importante saber que as cinco maiores taxas de empreendedorismo inicial feminino foram apuradas na região da América Latina e Caribe, sendo que o Brasil ficou em 3º lugar. Você também precisa saber que o nível de atividade empreendedora em estágio inicial excedeu 10% da população adulta feminina em 21 das 50 economias participantes da pesquisa. (GEM 2019)
Entretanto, apesar de os homens possuírem a taxa de empreendedorismo inicial superior à das mulheres, em nenhum dos países pesquisados a diferença foi acima de 4,4 pontos percentuais. As maiores diferenças, acima de 3 pontos percentuais, foram verificadas na Índia e na Alemanha e a menor foi a do Brasil, onde foi apurado apenas 0,4 ponto percentual superior de homens, demonstrando um importante equilíbrio de gênero entre os empreendedores.
Você já parou para pensar sobre os motivos que conferem importância para este tipo de pesquisa sobre gênero no empreendedorismo?
Pois então pense que este tipo de pesquisa ajuda a identificar diferenças substanciais, subsidiando o desenvolvimento e a promoção de políticas de incentivo ao empreendedorismo, como as propostas por Alemanha e Austrália por exemplo. Outro ponto importante dos resultados do recorte por gênero é que as pretensões de as mulheres empreenderem são mais baixas nos países de alta renda, muito provavelmente porque elas possuem muitas oportunidades de trabalho, disputando com as oportunidades de criar um negócio.
Aqui no Brasil, percebe-se um significante número de abandonos quando da passagem das empreendedoras do estágio inicial para o estabelecido.
Você conseguiria imaginar os motivos desse fenômeno acontecer?
Inicialmente é bom levar em consideração que certos empreendimentos femininos podem enfrentar maiores desafios e obstáculos por se concentrarem em atividades e serviços domésticos, onde a praticamente não existe diferenciação e a concorrência tende a ser muito alta. Outro motivo que merece destaque é que predomina o empreendedorismo por necessidade entre as mulheres, ou seja, elas buscam algo provisório para complementar a renda e assim que a situação se estabiliza (ou ela consegue voltar para o mercado de trabalho) o empreendimento é descontinuado ou até mesmo abandonado.
Finalmente, mais um motivo de as mulheres desistirem de empreender se dá pelo fato da realização dos afazeres domésticos. Infelizmente no Brasil, ainda persiste a ideia de quem deve cuidar da casa é a mulher, que, em média, mesmo ocupada, dedica o dobro de horas para os afazeres domésticos do que o homem também ocupado (21, 3 horas por semana contra 10,9 horas por semana do homem).
Em relação à idade dos empreendedores que iniciam um novo negócio, das cinco faixas etárias consideradas, foi a dos seniores (55 a 64) que mais se diferenciou das demais conforme pode ser visto na figura 2.2. Também é possível constatar nesta mesma figura que o Brasil tem uma porcentagem maior de empreendedores iniciantes em praticamente todas as faixas etárias em relação aos países alvo de comparação.
Figura 2.2: Percentual de empreendedores iniciantes por faixa etária
Fonte: GEM (2019, p. 45)
Para finalizar esta etapa de estudos, que tal descobrir os motivos que levaram os empreendedores a empreenderem?
Então vamos lá começar aprendendo que 70,8% dos empreendedores iniciais indicaram mais do que um motivo para iniciar um empreendimento. Já entre os empreendedores nascentes foram cerca de 80% que indicaram ter mais de um motivo para empreender.
Apesar de ainda prevalecer mais de um motivo para empreender, o percentual cai para 66% entre os novos empreendedores.
Com base nesses dados é possível inferir que os motivos que levam à decisão para empreender é uma resposta a múltiplos fatores aos quais os indivíduos são expostos e não em exclusivamente em apenas um motivo.
Agora falando sobre os motivos, destaca-se que aproximadamente 25% dos empreendedores iniciais estavam envolvidos em novos negócios para dar continuidade a uma tradição familiar. Já a ambição de construir uma grande riqueza ou obter uma renda muito alta foi o motivo declarado de cerca de 37% dos respondentes. É importante ressaltar que praticamente metade dos empreendedores iniciais também apontaram “fazer diferença no mundo”, contribuindo para melhorá-lo como motivo para empreender. No entanto, a escassez de emprego foi o principal motivo apontado pelos respondentes, com 88,4% das escolhas entre os respondentes.
A figura 2.3 ilustra e sintetiza essas informações.
Figura 2.3: Percentual dos empreendedores iniciais segundo as motivações para começar um novo negócio
Fonte: GEM (2019, p. 57)
Você chegou ao final de mais uma etapa de estudos e agora tem uma boa noção de como o empreendedorismo se desenvolveu e se desenvolve no Brasil e no mundo. Agora continue seus estudos e realize todas as atividades propostas para consolidar de vez o seu aprendizado.
Bom trabalho!
Empreendedorismo
José Dornelas
O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explica- do pelo seu grande significado político e econômico. Político porque as micro e pequenas empresas funcionam como fator de equilíbrio da estrutura empresa- rial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
No entanto, muitos empresários não conseguem manter as portas de suas em- presas abertas por muito tempo. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência.
O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios, entrada de novos concorrentes e mudanças das políticas do governo. Mas, uma das causas mais frequentes do fracasso está ligada, diretamente, aos próprios empreendedores, isto é, à falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada a essa vontade tem que haver a disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos.
Fonte: (DORNELAS, J. Empreendedorismo. Disponível em: <http://technet.microsoft.com/pt-br/ library/cc668495.aspx>. Acesso em: 19 nov 2021).
Capítulo de livro da Biblioteca Virtual:
DORNELAS (2020) da página 26 a página 36 (capítulo 1: Quem é o empreendedor?)
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786587052014/pageid/25
Site: Conheça a história do empreendedorismo e como ele revolucionou o mundo dos negócios
URL: https://rockcontent.com/br/blog/historia-do-empreendedorismo/
Site: Pensando em empreender? Esses são os desafios da mulher empreendedora.
URL: https://www.smartei.com.br/blog/pensando-em-empreender-esses-sao-os-desafios-da-mulher-empreendedora/
Referências
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. Editora Sextante. São Paulo – SP. 2010.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008
DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática. São Paulo: Editora Empreende, 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786587052014/
FILION, Louis Jacques. Diferenças entre sistemas gerenciais de empreendedores e operadores de pequenos negócios. RAE - Revista de Administração de Empresas • Out./Dez., v. 39 • n. 4 • p. 6-20. São Paulo - SP. 1999
Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Empreendedorismo no Brasil: 2019. Coordenação de Simara Maria de Souza Silveira Greco et al. Curitiba: Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), 2020.