O estudante pode submeter uma proposta de projeto, vinculada a um orientador, para aprovação ou ser convidado a participar de um projeto em andamento.
O estudante pode consultar a viabilidade da proposta de projeto com um professor do Laboratório.
O estudante deve documentar uma proposta: descrição do projeto, objetivo, recursos necessários e duração. A proposta necessariamente precisa ser aprovada por um professor (orientador), que será o responsável pelo projeto. Quando o orientador não for membro da comissão do Laboratório, o projeto precisa ser submetido à aprovação da comissão.
O estudante deve apresentar periodicamente, e de acordo com o orientador, os resultados do projeto e por meio de publicações em eventos técnico científicos locais, regionais, nacionais e internacionais.
Sim, mas deve seguir os passos de proposição de um novo projeto, comunicando a ideia do projeto a um orientador que deve aprovar.
Não, você poderá ser desvinculado do laboratório, quando:
O seu projeto for concluído;
A comissão entender que o projeto não está sendo desenvolvido.
Danificar intencionalmente algum equipamento ou desrespeitar os membros do laboratório (pesquisadores, monitores ou professores).
O laboratório dispõe de ferramentas e equipamentos, como: caixa de ferramentas, ferro de solda, scanner 3D, impressoras 3D, máquina CNC de corte a laser e CNC fresadora e outros. Esses são equipamentos de uso comum. Para ver todos os equipamentos disponíveis consulte o site: Plataforma Nacional de Infraestrutura de Pesquisa (mcti.gov.br)
Sim, contudo, a utilização dos equipamentos deve ser instruída pelo orientador do projeto.
Os equipamentos e ferramentas disponíveis no laboratório são de uso comum e devem ser mantidas organizadas, limpas e guardadas após a utilização.
É responsabilidade do estudante consultar e informar a utilização de um equipamento do laboratório para o seu orientador.
O orientador pode autorizar a livre utilização do(s) equipamento(s) ou definir novas regras de uso para o projeto em questão.
Os componentes eletrônicos necessários no projeto devem ser registrados junto ao orientador. Os itens devem ser levantados na aprovação/planejamento do projeto, assim como atualizados conforme a demanda.
A aquisição de eletrônicos para o projeto é de responsabilidade dos membros do projeto (orientador e estudante). Exemplo:
O orientador disponibilizará componentes que já possui no Laboratório;
O orientador consulta a comissão para verificar a disponibilidade do componente no Laboratório;
Pode ser adquirido com recurso de edital, caso exista;
O estudante deve utilizar apenas os componentes eletrônicos aprovados para o projeto e disponibilizados pelo orientador.
Sim, para garantir a segurança e a organização, pedimos que todos os visitantes registrem sua presença assinando a lista de visitas.
Lembre que estudantes que não estão envolvidos em projetos não devem frequentar rotineiramente o Laboratório e nunca devem estar desacompanhados de um usuário do Laboratório.
Todos os estudantes registrados em algum projeto do Laboratório e os membros da comissão gestora.
Em caso de projetos que envolvam o contexto Maker, o estudante pode usar os recursos comuns do Laboratório sob supervisão do estudante monitor do Laboratório ou de algum servidor da comissão gestora.
Você pode entrar em contato com o LabMaker por meio dos links disponíveis no site https://linktr.ee/ifmaker.cbra. Possuímos um site, Instagram, YouTube, entre outras redes sociais. Sempre que puder, nos marque nas redes sociais e inclua a marca do laboratório como parceiro, caso tenha recebido apoio.
Para utilizar os equipamentos do LabMaker, é necessário o envolvimento direto de alguém da comunidade interna do IFB para desenvolver o que quer que seja, normalmente desenhos 3D ou 2D, para impressão 3D, corte ou gravação na CNC. O estagiário do curso de TSI, Gabriel Rodrigues, está disponível no laboratório (Sala GA2 19 CFT) das 14h às 18h para dar suporte no desenvolvimento de projetos e como facilitador no uso dos equipamentos que o laboratório dispõe.
Não temos contrato ainda que provê material de consumo. Até o momento, temos material de projetos e doações feitas por meio de parcerias. Dessa forma, a orientação que temos passado é que, se possível, seja fornecido o material pelo demandante para a confecção das peças. Por exemplo, pode-se adquirir MDF com 3 mm de espessura (que é ideal para corte e gravação na CNC) na Leroy Merlin; para impressão 3D, pode-se adquirir filamentos do tipo PLA ou ABS com diâmetro de 1,75mm na loja online da GTMax3D.