15/09/2023
Rafaela Leite Winckler, Vitoria Lorenza da Silva Lisboa, Manuela Marra Silva, Isabela Santos Magalhães, Ysadora Liso, Clara Faria Furquim e Camile Freitas Spatti
15/09/2023
Rafaela Leite Winckler, Vitoria Lorenza da Silva Lisboa, Manuela Marra Silva, Isabela Santos Magalhães, Ysadora Liso, Clara Faria Furquim e Camile Freitas Spatti
Existem momentos, que a vida torna-se desafiadora e as dificuldades, frustrações, medos, levam a mente a um “beco sem saída”. É quando, muitas pessoas não conseguem enxergar caminhos diferentes para solucionar tais questões e o desejo de sair a qualquer custo desta contenda, torna-se um pensamento recorrente e o suicídio já se tornou uma triste opção para pessoas que passam por problemas.
É necessário enfatizar, que a maior parte das pessoas que cometem suicídio, sofrem depressão. De acordo com uma pesquisa feita pela Agência Câmara de Noticias com o psiquiatra Humberto Müller, foram apresentados dados sobre o suicídio no Brasil e no mundo. O mesmo disse que acontecem 16 milhões de tentativas por ano no mundo. “No Brasil, acontece uma morte por suicídio a cada 45 minutos, mas para cada morte temos outras 20 tentativas. Os números são altos e preocupantes”, explicou. Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde divulgados pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade de adolescentes entre 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil.
Toda a sociedade precisa ter consciência da gravidade exposta nestes dados e contribuir com a prevenção na luta para diminuição destes números. As campanhas, meios psicológicos gratuitos que são disponibilizados pelo governo e por ONGs, precisam estar sempre à disposição de todos. Sem contar que, no Brasil, o Centro de Valorização a Vida, o CVV, realiza apoio emocional e prevenção ao suicídio, atendendo (188), voluntária e gratuitamente, todas as pessoas que querem e/ou precisam conversar.
Embora o Setembro Amarelo tenha o intuito de relembrar a população sobre a importância de cuidar da saúde mental, ele não tem sido o bastante para a diminuição dos casos. Muitas vezes, os problemas dos jovens adolescentes são tratados com desdém, até mesmo pela família. Além disso, são muitos os que veem transtornos psicológicos como irrelevantes e são preconceituosos na hora de discutir sobre o assunto e buscar tratamento, assim, prejudicando não só a si mesmos, mas como os outros a sua volta e a sociedade como um todo.
Logo, é preciso que medidas sejam tomadas. O Ministério da Saúde deve promover ainda mais melhorias no combate ao suicídio. Empreendedores e a mídia possuem ferramentas para colaborar com campanhas impactantes e esclarecedoras nos veículos de informação e a sociedade precisa aprender a cuidar da sua saúde mental e de quem está ao seu lado. Tratar com a devida importância, atenção e respeito que merece.
“Não importa quanto a vida possa ser ruim, sempre existe algo que você pode fazer, e triunfar. Enquanto há vida, há esperança.” -Stephen Hawking.