Inspirado no símbolo Sankofa, esse momento se relaciona ao provérbio africano que diz “nunca é tarde para voltar e apanhar o que ficou atrás” e orienta essa etapa por representar a importância de voltar, recuperar memórias, reconhecer contextos e aprender com experiências anteriores para construir caminhos futuros. Realizaremos a construção de mapas afetivos. Solicitamos que cada pessoa participante traga um objeto que represente sua relação com a cultura ou com sua experiência em dados e tecnologia, para nos ajudar a compreender como os diferentes sujeitos percebem e são afetados pelos dados em seus territórios
Baseado na teia de Ananse, símbolo da sabedoria, esperteza, criatividade e da complexidade da vida. Nessa etapa, esse símbolo inspira a criação de conexões entre diferentes dimensões do problema: os dados coletados, os contextos territoriais, as barreiras de acessibilidade, as tecnologias envolvidas e as vozes consideradas ou silenciadas. Este será o momento de analisar coletivamente problemas da IHD. Utilizaremos dinâmicas de "Café de Ideias" e "Desenho de Ideias" para que os grupos imaginem e desenhem propostas visuais de intervenção.
O terceiro momento será orientado pelo símbolo que representa o ditado Nea Onnim no sua a ohu, que significa “quem não sabe, pode saber aprendendo ”, associado ao conhecimento, à educação ao longo da vida e à contínua busca pelo saber. Neste momento, as pessoas que tiveram trabalhos aceitos no workshop serão convidadas a apresentá-los em formato de comunicação oral.