A primeira mocidade do CEGAL, a Mocidade Espírita “Os Mensageiros” (MEOM) começou na década de 70 através da iniciativa da Vera, filha da Dona Cândida, fundadora do CEGAL, e do Mário, filho do Seu Maceió, também fundador do centro. O nome “Os Mensageiros” surgiu porque no início todas as atividades da casa seriam nomeadas com alguma obra de André Luiz.
De início, a mocidade estudava as Obras Básicas do Espiritismo e realizava passeios, reuniões e a Campanha Auta de Souza. Na época, a Campanha era novidade em Goiânia, e o CEGAL foi uma das primeiras mocidades a realizá-la.
Dentre os primeiros trabalhadores da mocidade alguns ainda se encontram no centro até hoje, como a Tia Luzia, o Dick, o Dálvio e o Periquito. Outros já foram para outros centros, como a Rosana, filha da Tia Rosa e do Seu Camilo.
Depois vieram os companheiros Revorêdo, Anderson, Raquel, Christiana, Lourivan, Marcelo, que levaram a mocidade por muitos anos, evangelizando todos que hoje estão à frente da mocidade.
Houve então uma época de paralização das atividades da MEOM, que durou até 2001. Nesse ano, alguns jovens frequentadores do centro resolveram retomar as atividades em formato de RPJ (Reunião Pública Juvenil), em que ocorriam estudos em grupo e depois práticas assistenciais. A alegria cristã sempre animada atraiu muitos jovens, chegando a RPJ manter 150 jovens no domingo de manhã.
Em 2003 a mocidade trouxe uma novidade dentre as mocidades de Goiânia: o envolvimento com a Arte. Vieram grupos como: Mensageiros, Aquarela, Sinopse, GOARTE (Grupo Operários da Arte Espírita – Teatro), e a busca incessante da espiritualização do ser através do estudo, da prática assistencial, e da arte.
Com o crescimento da RPJ, ela logo virou mocidade e se consolidou como MEOM. A expansão do CEGAL para o bairro do Jardim das Oliveiras também foi importante para o crescimento do trabalho com a juventude no bairro. Assim nasceu a “Mocidade Espírita Luís Sérgio”, a MELS, que acontece no CEGAL II desde 2005.