Últimos acontecimentos da AD&M
Você provavelmente já ouviu falar da AD&M. Mas já parou para pensar em tudo o que acontece por trás de um projeto de consultoria?
Na Administração, a gente aprende sobre estratégia, gestão, pessoas, marketing, finanças e tantos outros assuntos. Mas e se você pudesse colocar tudo isso em prática enquanto ainda está na graduação?
Na AD&M, é justamente isso que acontece. Cada área tem um papel diferente dentro da empresa e, ao fazer parte delas, você tem a oportunidade de transformar a teoria em experiências reais, desenvolver novas habilidades e descobrir, na prática, os diferentes caminhos que a Administração pode oferecer.
Mas, afinal, o que cada área faz? Vem conhecer um pouco mais sobre elas!
Rafael Pontual, Presidente; Raissa Clares, Diretora de Projetos; Vitor Vales, Diretor de Inovação; Vinicius Nonato, Diretor de Gestão; e Fernanda Bernardes, Diretora de Negócios.
Presidência: quem dá o norte
Se a AD&M fosse uma viagem, a Presidência seria responsável por definir o destino e ajudar todo mundo a chegar lá. É ela que olha para o futuro da empresa, acompanha os resultados e garante que as diferentes áreas estejam caminhando na mesma direção.
No dia a dia, isso envolve planejamento estratégico, gestão de indicadores, governança e relacionamento com stakeholders. Algumas ferramentas aparecem bastante nesse processo, como OKRs, que ajudam a transformar objetivos em resultados mensuráveis, e SWOT, usada para entender forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.
Na prática, a Presidência aprende a transformar estratégia em ação: definir onde a AD&M quer chegar, acompanhar se está avançando e ajustar a rota quando necessário.
Gente e Gestão: porque empresas também são feitas de pessoas
Por trás de uma empresa funcionando bem, existem pessoas que precisam ser desenvolvidas, ouvidas e acompanhadas. É esse o papel de Gente e Gestão: cuidar da experiência dos membros e fortalecer a cultura da AD&M.
A área trabalha com clima organizacional, desenvolvimento, desempenho e cultura. Por exemplo, a pesquisa de clima ajuda a entender como os membros estão percebendo a empresa, enquanto as avaliações de desempenho ajudam a acompanhar seu desenvolvimento.
Mais do que aprender ferramentas de gestão de pessoas, quem passa pela área aprende a entender pessoas, analisar dados e transformar essas informações em ações que melhoram a experiência dentro da AD&M.
Pedro Aiko, Coordenador de Treinamento do Programa Trainee 1.2026; Glória Abreu, Coordenadora de Conexão; e Rafaelle Maria, Coordenadora de Atração e Seleção.
Projetos: onde a teoria vira prática
É nos Projetos que os conhecimentos de Administração ganham vida. Aqui, os membros trabalham diretamente na construção de soluções para problemas reais, lidando com clientes, prazos, reuniões e entregas.
Para organizar esse trabalho, aparecem metodologias como Scrum, que divide o projeto em ciclos curtos de trabalho, e Kanban, que ajuda a visualizar e acompanhar as tarefas. Também entra o BPMN, utilizado para representar e entender processos.
Na prática, é o famoso “aprende fazendo”: você não apenas estuda gestão de projetos, processos ou análise de problemas, mas coloca tudo isso em prática em projetos reais de consultoria.
Maria Eloisa, Gerente de CS (Customer Success); e os Gerentes de Projetos Marcelo, Natália, Rebeka e Giuliana.
Negócios: conectando problemas e soluções
Negócios é a área que aproxima a AD&M do mercado, unindo marketing, vendas e relacionamento com clientes e parceiros. Enquanto a frente comercial identifica oportunidades, entende as necessidades dos potenciais clientes e conduz negociações, a Analista de Marketing trabalha para fortalecer a marca, produzir conteúdos, acompanhar campanhas e analisar o comportamento do público.
Aqui aparecem conceitos como CRM, ferramenta utilizada para organizar informações e acompanhar o relacionamento com clientes, e funil de vendas, que representa as etapas desde a atração de um potencial cliente até o fechamento de um negócio. No marketing, também entram estratégias como SEO, que ajuda a melhorar a presença da marca nos mecanismos de busca, e tráfego pago, utilizado para alcançar públicos específicos por meio de anúncios.
Na prática, o aprendizado vai muito além de “vender” ou “fazer posts”: o membro desenvolve habilidades de negociação, comunicação, análise de mercado, marketing e entendimento das necessidades do cliente, aprendendo como diferentes estratégias podem contribuir para os resultados da AD&M.
Júlia Gois, Analista de Marketing; e os Gerentes de Negócios; Larissa Yanagita e Dante Moraes.
Inovação: e se desse para fazer diferente?
Inovação é a área que olha para o jeito como as coisas são feitas e se pergunta: será que existe uma forma melhor?
Para responder isso, são utilizadas metodologias como Design Thinking, que ajuda a entender problemas a partir da perspectiva das pessoas, e Lean Startup, que busca testar ideias rapidamente antes de investir muitos recursos. É aqui que aparece também o MVP, uma primeira versão mais simples de uma solução criada para testar uma ideia e aprender com os resultados.
Na prática, o membro aprende a sair da ideia e ir para a experimentação: entender o problema, criar hipóteses, testar e aprender.
Anelise, Bruna e Italo, Analistas de Inovação.
Eventos: muito mais que organizar uma festa
Quem olha de fora pode pensar que Eventos é só escolher um local e montar uma programação. Mas, na prática, a área envolve muito mais: planejamento, orçamento, logística, marketing, parcerias e relacionamento com patrocinadores.
Um dos indicadores utilizados é o NPS, que ajuda a entender o nível de satisfação dos participantes com a experiência. A equipe também trabalha com ferramentas como Excel, Notion e CRM para organizar as diferentes etapas do evento.
É uma verdadeira aula prática de gestão: do planejamento inicial à execução, o membro aprende a lidar com recursos, pessoas, parceiros, imprevistos e resultados.
E o mais importante: nenhuma área trabalha sozinha
Apesar de cada área ter suas próprias responsabilidades, elas estão conectadas. A Presidência define o caminho, Gente e Gestão desenvolve as pessoas, Negócios aproxima a AD&M do mercado, Projetos entrega soluções, Inovação busca formas melhores de fazer as coisas e Eventos transforma planejamento e relacionamento em experiências.
É justamente essa integração que torna a AD&M um espaço tão completo para quem está cursando Administração. Aqui, conceitos que aparecem na sala de aula deixam de estar apenas no papel e passam a fazer parte do dia a dia.
No fim das contas, a principal metodologia da AD&M talvez seja justamente essa: aprender fazendo. Você entra para aprender e, enquanto aprende, já está planejando, analisando, negociando, criando, executando e resolvendo problemas de verdade.
Programa Trainee 1.26
Para quem entra na AD&M, o primeiro passo é o Trainee. O programa prepara os novos membros por meio de capacitações técnicas e comportamentais, cases e treinamentos antes da atuação como Consultor.
Depois disso, as possibilidades se ampliam: cada experiência dentro da empresa pode ajudar o estudante a descobrir novas habilidades, conhecer diferentes áreas da Administração e entender, na prática, qual caminho faz mais sentido para ele.
Na AD&M, você não precisa escolher entre estratégia, gestão de pessoas, marketing, inovação, projetos ou eventos antes de descobrir o que realmente gosta. Aqui, você pode vivenciar diferentes áreas da Administração e transformar o que aprende na sala de aula em experiências reais.
Quer se desenvolver em Projetos e resolver problemas de clientes? Se interessa por Negócios e quer aprender sobre marketing, vendas e relacionamento? Tem curiosidade sobre Inovação, Gente e Gestão, Eventos ou até sobre a estratégia da empresa? Na AD&M, existe espaço para explorar, aprender e construir sua própria trajetória.
E o melhor: você não precisa esperar se formar para começar. Ao fazer parte de uma Empresa Júnior, você assume responsabilidades, participa de projetos reais, desenvolve habilidades e aprende, na prática, como diferentes áreas da Administração se conectam.
Talvez o seu próximo passo comece antes mesmo do Trainee.
🚨 As inscrições para o nosso Processo Seletivo estão abertas até 16 de setembro.
Se você quer sair da teoria e começar a aprender fazendo, essa pode ser a sua hora.
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Vem ser AD&M.
ENEJ: quando a experiência de uma Empresa Júnior ultrapassa os limites da universidade
O ENEJ é um evento de quatro dias, que conta com a participação de milhares de universitários e grandes empresas, em uma rede que conecta estudantes de todo o país. Entenda por que isso é uma das experiências mais marcantes do Movimento Empresa Júnior e por que ele também importa para a AD&M .
Para quem está na graduação, algumas experiências dificilmente cabem em uma sala de aula. Conhecer estudantes de diferentes estados, conversar com grandes empresas, compartilhar soluções com outras organizações e enxergar possibilidades de carreira que ainda pareciam distantes são algumas delas.
É nesse contexto que acontece o Encontro Nacional de Empresas Juniores.
Organizado pela Brasil Júnior, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, o ENEJ reúne empresários juniores de diferentes regiões do país em uma grande imersão de aprendizado, conexão e cultura empresarial. E, em 2026, a experiência ganha uma dimensão ainda maior.
Um evento que reúne o Brasil e o mundo
O ENEJ 2026 está programado para acontecer entre os dias 27 e 30 de agosto, no Mineirinho, em Belo Horizonte, com o tema “Ser Resposta”. Nesta edição, o evento acontece simultaneamente à Junior Enterprises World Conference (JEWC 2026), ampliando a experiência para uma escala internacional.
Essa edição deve receber universitários empreendedores de mais de 40 nacionalidades.
Equipe AD&M 2023 no ENEJ (RJ)
Isso significa que o ENEJ não é apenas uma sequência de palestras.
É um ambiente onde estudantes de diferentes universidades e realidades se encontram para aprender, trocar experiências, conhecer empresas e construir conexões.
A programação reúne palestras, workshops, minicursos, apresentação de cases e momentos de networking, criando diferentes formas de aprendizado ao longo do evento.
E é justamente essa combinação que torna a experiência tão relevante para quem está começando a construir sua carreira.
Mas por que o ENEJ é tão importante para a AD&M?
A participação no evento está diretamente relacionada à proposta de proporcionar aos seus membros uma experiência empresarial que ultrapassa os limites da Universidade de Brasília.
Durante o ano, o membro aprende dentro da empresa, participa de projetos, desenvolve habilidades, assume responsabilidades e trabalha com outras pessoas.
No ENEJ, o membro tem a oportunidade de levar tudo isso para um ambiente nacional.
É possível conhecer outras Empresas Juniores, descobrir como elas trabalham, e entrar em contato com organizações e profissionais que dificilmente fariam parte da rotina universitária.
Por isso, o evento funciona como uma extensão da própria experiência de ser membro da AD&M.
O conhecimento adquirido dentro da empresa encontra novas perspectivas fora dela.
Equipe AD&M 2024 no ENEJ (Florianópolis)
A AD&M investe para que ninguém fique de fora
Participar de um evento dessa dimensão envolve custos que poderiam ser uma barreira para muitos estudantes. É por isso que, a empresa busca auxiliar seus membros com os custos de participação no ENEJ, incluindo o ingresso e a hospedagem.
Esse investimento representa uma escolha. A AD&M não trata o desenvolvimento do membro como algo restrito às atividades realizadas internamente. A empresa busca proporcionar acesso a experiências que ampliem sua formação, sua rede de contatos e sua visão sobre o mercado.
Para o estudante, isso significa ter a possibilidade de participar de um dos maiores encontros do Movimento Empresa Júnior sem precisar arcar sozinho com todos os custos relacionados à experiência. É um investimento na formação de quem está no time.
Equipe AD&M 2025 no ENEJ (João Pessoa)
Para quem pensa em ser trainee na AD&M
Se você já imagina seu próximo passo dentro da AD&M, talvez o melhor momento para começar a construir essa trajetória seja agora. Fazer parte de uma Empresa Júnior, participar de projetos reais, assumir responsabilidades, desenvolver habilidades de liderança e aproveitar experiências como o ENEJ são oportunidades para chegar mais preparado para os próximos desafios.
Talvez o seu próximo passo comece antes mesmo do processo de trainee.
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Missão, Visão e Valores: o que faz uma empresa ser mais do que um nome no papel
Se você já passou por alguma disciplina de Administração, provavelmente já ouviu falar em Missão, Visão e Valores, o famoso MVV. Mas afinal, o que esses conceitos realmente significam, e por que toda organização séria investe tempo (e discussão) para defini-los?
Mas afinal, o que é MVV, na prática?
Missão é a razão de existir de uma empresa, o problema que ela se propõe a resolver, o valor que entrega para quem confia nela. É a resposta para a pergunta "por que essa empresa existe?".
Visão é o horizonte. É onde a organização quer chegar no futuro, a referência que ela persegue enquanto cresce e se transforma.
Valores, por sua vez, são os princípios que orientam o comportamento de quem faz parte da empresa, como as decisões são tomadas, como as pessoas se tratam, o que é, e em alguns momentos, o que não é, aceitável no dia a dia.
Juntos, esses três elementos formam a identidade estratégica de uma organização. Não são apenas frases decorativas para parede de escritório: são a bússola que orienta decisões, contratações, prioridades e cultura. Empresas que têm um MVV claro e, principalmente, vivido tendem a ter equipes mais alinhadas, decisões mais consistentes e uma identidade que se destaca no mercado. É a diferença entre uma empresa que sabe para onde está indo e uma que apenas reage ao que aparece pela frente.
E na AD&M, como isso se traduz?
Na AD&M Consultoria Empresarial, a primeira Empresa Júnior do Centro-Oeste, fundada em 1992 dentro do curso de Administração da UnB, o MVV é o que orienta a formação de gerações de jovens profissionais.
Nossa Visão é ser referência na formação de jovens profissionais no DF.
Nosso Mantra, a frase que carregamos no dia a dia, é impactar histórias e transformar realidades.
Nossa Missão é desenvolver lideranças protagonistas, gerando valor para nossos clientes.
E isso se sustenta em seis valores que orientam cada decisão, cada projeto e cada relação dentro da empresa: meta é piso (buscamos superar o que é esperado, não apenas cumprir), autonomia (confiamos nas pessoas para agir e decidir), cliente no centro (toda entrega existe para gerar impacto real nos nossos clientes, internos e externos), movidos por desafios (crescemos justamente onde é difícil), colaborativismo (construímos junto, não sozinhos) e fazer > falar (a ação fala mais alto que a intenção).
Reconhecimento como parte da cultura
Grande parte da cultura da AD&M é movida por reconhecimentos. Por isso, a cada bimestre, elegemos um porta-voz para cada um dos nossos seis valores: membros que, ao longo do período, performaram com destaque e viveram aquele valor com maestria no dia a dia. Mais do que uma homenagem, é a prova de que missão, visão e valores não são conceitos abstratos, são comportamentos concretos, protagonizados por gente real, que a empresa faz questão de enxergar e celebrar.
Porta-voz do valor de Autonomia
Porta-voz do valor de Colaborativismo
Porta-voz do valor de Cliente no centro
Porta-voz do valor de Fazer>Falar
Para quem pensa em ser trainee na AD&M
Fazer parte da AD&M é, antes de tudo, uma escolha de formação. É a chance de aplicar na prática o que a sala de aula ainda não ensina: liderar pessoas, tomar decisões com responsabilidade real, lidar com cliente, prazo, entrega. E na AD&M, essa formação acontece dentro de uma cultura que tem nome, rosto e propósito, não é só sobre construir currículo, é sobre transformar a própria trajetória enquanto se transforma a realidade de quem confia no seu trabalho.
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Prospect Day: como um dia de ligações virou projeto real
Na quarta-feira do dia 5 de agosto, o Auditório Azul da FACE parou de ser sala de aula por algumas horas e virou uma central de prospecção. Telefone na mão, script na tela, planilha aberta: assim aconteceu a 3ª edição do Prospect Day, ação comercial intensiva da AD&M Consultoria Empresarial. Se você é aluno de Administração da UnB e ainda não sabe bem o que é o Prospect Day, por que ele existe ou o que os termos técnicos usados pelos consultores da AD&M significam, esta matéria foi feita pra você.
Equipe Brooklyn 99
Equipe Peaky Blinders
Equipe La Casa de Papel
Equipe Lobos de Wall Street
O que é o Prospect Day, afinal?
Em termos simples, o Prospect Day é um dia inteiro em que toda a AD&M se dedica exclusivamente a prospecção ativa: ligar para empresas, entender as dores de quem está do outro lado da linha e agendar RIs, sigla que a empresa usa para Reunião Inicial (também chamada, no roteiro interno, de "Reunião de Diagnóstico"). É uma conversa gratuita e sem compromisso, conduzida por um gerente de vendas da AD&M, cujo único objetivo é entender a fundo os gargalos de gestão de uma empresa, nunca vender uma consultoria de cara.
A lógica é simples: quanto mais RIs marcadas, mais chances de a AD&M encontrar empresas que se encaixam no perfil de cliente ideal e, a partir daí, desenhar propostas reais de consultoria.
A meta desta edição foi ambiciosa: 40 RIs em um único dia, divididas entre 5 equipes com um objetivo de 8 RIs cada, distribuídas em 4 salas na FACE. Cada equipe carregou um tema (dos Lobos de Wall Street aos Piratas do Caribe) e um líder responsável por manter o ritmo da sala, tirar dúvidas e validar cada agendamento.
O Prospect Day é uma iniciativa independente da área de Negócios, idealizada e organizada pela diretoria de 2026, com a Fernanda, diretora da área de Negócios, à frente do planejamento junto com seus gerentes. Mas a operação do dia só existe por causa de quem está na linha de frente: Os membros da AD&M atuando por um dia como SDRs.
O que é SDR?
SDR é a sigla para Sales Development Representative, ou "representante de desenvolvimento de vendas". Na prática, é o profissional responsável pela primeira etapa do processo comercial: encontrar contatos, fazer a abordagem inicial (a ligação, o "cold call"), entender se aquela empresa tem o perfil que a consultoria busca e, se sim, agendar a reunião com quem vai de fato conduzir a negociação, no caso da AD&M, os gerentes. Em outras palavras: o SDR não fecha a venda, ele abre a porta para ela.
Aqui na AD&M temos uma equipe de SDRs responsáveis por esta função fora do Prospect Day
Squad de SDRs 2.2026
Equipe Área de Negócios
Responsáveis pela organização da iniciativa
Time à frente da organização
Área de Negue:
Gerentes: Larissa e Dante
Analista de Marketing: Júlia
Direx: Fernanda
SDRs : Ana Clara, Hiago, Samir, João, Pedro, Henrique, Sofia e Maria.
Edições e Metas
A estratégia já gerou resultados relevantes para a área. Um dos principais cases foi a prospecção da empresa Vegetal, cuja oportunidade surgiu por meio de uma indicação obtida pela Maria Eloísa. Após aproximadamente um mês e meio entre o primeiro contato e as reuniões realizadas, a negociação foi concluída, resultando em uma venda de aproximadamente R$ 58 mil.
Além disso, o Prospect Day apresentou evolução no número de reuniões agendadas entre as edições:
1ª edição: 24 reuniões de relacionamento (RIs).
2ª edição: 31 reuniões de relacionamento (RIs).
3º Edição : 19 reuniões de relacionamento (RIs).
O caso Vegetal: quando uma ligação vira projeto
E é aqui que a teoria encontra a prática de forma mais concreta. Uma das RIs marcadas em uma edição anterior do Prospect Day resultou em um contrato real, que a AD&M está executando neste momento: o projeto para a Vegetal Agronegócios.
A Vegetal é uma empresa que atua no setor de agronegócio, prestando serviços e vendendo produtos em diversos estados do país, com múltiplas filiais espalhadas pelo território nacional, mas com sede em Brasília. Foi justamente esse contato direto com a sede que abriu a porta: a partir da ligação de prospecção, a AD&M identificou uma oportunidade de atuar em Gestão de Processos, uma das principais frentes de consultoria da empresa.
Equipe do Projeto Vegetal
As metodologias por trás da ligação
Se você entrasse em uma das salas do Prospect Day, ouviria os SDRs conduzindo a conversa por uma estrutura chamada AIDA, um dos modelos mais clássicos de vendas e marketing, dividido em quatro etapas:
Esse roteiro não é decorado palavra por palavra, é um guia de raciocínio. A regra de ouro repetida pelos líderes de sala é a "regra 70/30": depois da pergunta certa, o SDR deve deixar o lead falar 70% do tempo. Silêncio, nesse momento, vale mais do que qualquer argumento de venda.
Para quem pensa em ser trainee na AD&M
Para quem cursa Administração na UnB e ainda está decidindo se quer viver a experiência de empresa júnior, o Prospect Day resume bem o que a AD&M propõe: um ambiente onde teoria de sala de aula, funil de vendas e metodologias comerciais vira prática real, resultado aplicado e aprendizado profissional para a vida.
Equipe do Projeto Rá com os clientes
Projeto Rá: como a AD&M redesenhou 120 processos para unir duas empresas
Uma imersão real em consultoria: 13 áreas mapeadas, metodologias de gestão aplicadas na prática e uma equipe que aprendeu fazendo
O desafio: mapear e redesenhar os processos de duas empresas do setor de distribuição e varejo de tecnologia, a Sol Atacadista e a Horus Distribuidora, que estavam em processo de fusão e precisavam, antes de tudo, falar a mesma língua operacional.
Para contar essa história, conversamos com duas integrantes da equipe que viveram o projeto de dentro, vamos conhecer um pouco mais sobre o projeto.
O problema por trás da contratação:
Antes da fusão ganhar forma no papel, cada empresa operava do seu próprio jeito, sem padronização e sem controle claro do que estava, de fato, sendo executado no dia a dia. Era exatamente esse o obstáculo que a AD&M foi chamada para resolver.
"Eles queriam padronizar para fundir as duas empresas. Cada empresa fazia de uma forma, sem controle do que estava sendo realizado."
Esse tipo de diagnóstico é comum em processos de fusão e aquisição (M&A): antes de integrar sistemas ou culturas, é preciso entender como cada organização realmente funciona na prática, o que nem sempre coincide com o que está escrito nos manuais internos.
A dimensão do projeto: 13 áreas, 120 processos
O escopo do Rá impressiona pela abrangência. Foram mapeadas e redesenhadas as áreas de Financeiro, Logística, Suporte Técnico, Gerência Administrativa, Compras, Manutenção, Gerência Comercial, Marketing, TI Infraestrutura, TI Desenvolvimento, Controladoria, RH e Jurídico, totalizando 120 processos analisados.
Como o trabalho foi estruturado:
O projeto seguiu uma linha do tempo clássica de consultoria em gestão de processos: Kickoff → Mapeamento → Redesenho → Construção de indicadores → Validação, com entregas feitas ao longo de todo o processo.
Para chegar lá, a equipe combinou diferentes metodologias e ferramentas, vale a pena entender cada uma:
BPMN (Business Process Model and Notation): é a notação gráfica padrão para desenhar processos de negócio, usando símbolos como retângulos, losangos e setas para representar atividades, decisões e fluxos. É praticamente o "idioma universal" para quem trabalha com mapeamento de processos.
POP (Procedimento Operacional Padrão): documento que descreve, passo a passo, como uma atividade deve ser executada, garantindo que ela seja feita da mesma forma independentemente de quem a realize — essencial quando o objetivo é padronizar duas empresas diferentes.
Matriz GUT (Gravidade, Urgência e Tendência): ferramenta de priorização que atribui notas a cada problema conforme sua gravidade, urgência e tendência de piorar, ajudando a decidir por onde começar quando há muitas frentes de trabalho.
Matriz Impacto x Esforço: cruza o impacto potencial de uma ação com o esforço necessário para implementá-la, apoiando decisões sobre quais melhorias priorizar primeiro (as de "alto impacto e baixo esforço" costumam vencer a fila)
Efetivos e sombras: aprendendo fazendo
Um ponto que chama atenção de quem está de fora é a estrutura da equipe: 2 consultores efetivos, 3 sombras e um gerente. Para quem ainda não conhece o modelo de empresa júnior, vale explicar:
Consultores efetivos são os responsáveis diretos pela entrega do projeto, com maior nível de experiência e autonomia.
Sombras são membros em processo de capacitação, que acompanham o projeto de perto, geralmente sob a mentoria de um efetivo, para aprender na prática antes de assumirem projetos como responsáveis.
No Rá, cada efetivo ficou responsável por um sombra, com uma consultora acumulando dois deles ao final do projeto. Enquanto os efetivos concentravam as análises mais estratégicas, os sombras participaram de ajustes operacionais, de parte dos mapeamentos e da construção de indicadores por área, um modelo de "ensinar fazendo" que, segundo a equipe, funcionou bem:
"Foi tranquilo durante o mapeamento, marcamos construção em conjunto para ensinar na prática os mapeamentos."
Mais do que um momento técnico, as construções em conjunto viraram um dos pontos altos da convivência da equipe, marcados por boas risadas ao longo do processo.
"Nas construções em conjunto a gente ria bastante. Era um momento bastante descontraído."
Equipe do Projeto Rá realizando construções conjuntas
O resultado: validação e um cliente satisfeito
Na apresentação final, realizada na semana anterior a esta entrevista, a recepção do cliente foi positiva: a equipe relata que ele enxergou valor na entrega e já sinalizou interesse em fechar um novo projeto com a AD&M, o maior indicador possível de que o trabalho gerou resultado real.
O reconhecimento também veio de dentro de casa: o Projeto Rá foi eleito destaque do 3º bimestre pela AD&M, e a satisfação do cliente se traduziu em números, o projeto atingiu NPS 9, reforçando a percepção de valor entregue ao longo de todo o trabalho.
Vale explicar o que esse número significa: o NPS (Net Promoter Score) é uma métrica que mede o quanto um cliente recomendaria o serviço prestado, numa escala de 0 a 10. Notas de 9 e 10 classificam o cliente como "promotor", ou seja, alguém satisfeito o suficiente para recomendar espontaneamente a empresa a terceiros.
Para quem pensa em ser trainee na AD&M
Ao serem perguntadas sobre o que esperar de uma experiência como essa, as duas entrevistadas foram na mesma direção: projetos como o Rá desenvolvem tanto competências técnicas quanto comportamentais, justamente por colocar o consultor diante de empresas complexas e desafiadoras, com espaço para errar e aprender com os próprios erros.
"Exemplo de resiliência para a empresa."
"Formando líderes competentes que gostam de desafios e nunca desistem."