Nesta quarta-feira (3), poucos delegados na OIT (Organização Internacional do Trabalho) contribuíram para o desenvolvimento da pauta apresentada e não conseguiram lidar bem com a crise.
No desdobrar do comitê, os delegados se encontraram numa situação desfavorável, onde poucos participavam e se posicionavam de forma coerente. Gerando, assim, conflitos e discordâncias entre algumas delegações. Como resultado, delegados foram questionados quanto a veracidade dos fatos apresentados, além dos países subdesenvolvidos serem acusados pela representante estadunidense de vitimização.
Durante a segunda sessão, os representantes conseguiram, após muita dificuldade e esforço, concluir o documento de trabalho. Dessa forma, apresentaram medidas acerca do avanço da mecanização dos trabalhos nos campos e quanto a fiscalização das ações que foram decididas a serem tomadas.
Ademais, a segunda sessão foi marcada por uma série de interrupções por várias multinacionais, como Apple, Samsung e outras. As propostas apresentadas pelas marcas eram bem semelhantes, todas queriam demonstrar superioridade às demais. Também, vieram repletas de expressões como: “Vocês vão perder este emprego" e “O futuro está cada vez mais próximo”, fazendo menção aos delegados e à prevalência de máquinas sob a mão de obra humana.
Por conseguinte, os delegados se viram em um cenário extremamente complicado e desafiador. Instigando-os cada vez mais na solução da questão do desemprego, que afeta inúmeras pessoas nos mais diversos países.
Por Thalita Marques dos Santos