Formação Continuada para Professores
ENCONTROS
QUINZENAIS
ENCONTROS
QUINZENAIS
Escuta, sofrimento psíquico e os desafios contemporâneos na Educação e na Saúde Mental
Objetivo geral:
Promover um espaço de formação, reflexão e escuta sobre os desafios contemporâneos relacionados ao sofrimento psíquico, às relações escolares e aos impasses encontrados na prática dos profissionais da Educação e da Saúde Mental, utilizando contribuições da Psicanálise para ampliar a compreensão sobre o sujeito, a palavra, o sintoma e o vínculo.
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
O que está acontecendo com nossos alunos?
Ansiedade, angústia, isolamento e dificuldades de aprendizagem.
O sofrimento psíquico no contexto escolar.
A escola diante dos novos desafios sociais.
O professor diante do sofrimento do aluno.
Como acolher o sofrimento sem transformar todo sofrimento em doença?
O sofrimento do professor.
Estresse, esgotamento e sobrecarga profissional.
A relação entre trabalho e sofrimento.
A importância da escuta do professor.
O cuidado de si e os limites da função docente.
Quem escuta aquele que todos os dias é convocado a escutar?
Escutar não é apenas ouvir.
A importância da palavra.
O que o aluno está tentando dizer através de seu comportamento?
Silêncio, agressividade, isolamento e recusa.
A escuta antes da intervenção.
O que existe por trás do comportamento que incomoda?
Indisciplina ou sofrimento?
A medicalização da infância e da adolescência.
Diagnósticos e rótulos no ambiente escolar.
O risco de reduzir o sujeito ao diagnóstico.
O sintoma como forma de expressão.
O que o comportamento de um aluno pode estar dizendo que suas palavras ainda não conseguem dizer?
A adolescência e suas transformações.
Angústia e crise.
Automutilação, isolamento e comportamentos de risco.
Violência e conflitos escolares.
Quando a palavra falha e o sujeito responde com um ato.
Como agir diante de um adolescente em sofrimento sem responder apenas com punição ou medicalização?
Os conflitos entre família e escola.
A responsabilização mútua.
A importância do diálogo.
A função dos pais e responsáveis.
Como construir uma parceria possível.
Como construir uma rede de cuidado sem transformar a escola em clínica ou a família em culpada?
O que cabe ao professor?
O que não cabe ao professor?
Quando encaminhar?
Como trabalhar em rede?
A articulação entre escola, família e saúde mental.
Como cuidar sem ocupar o lugar do psicólogo, do psicanalista ou do médico?
A escola como espaço de palavra.
Estratégias de acolhimento.
Grupos de escuta.
Rodas de conversa.
Prevenção e promoção da saúde mental.
Construção de uma rede de apoio.
Atividade final:
Elaboração de um Plano de Ação em Saúde Mental para a Escola.
ENCONTROS
QUINZENAIS
APROFUNDAMENTO PARA
PROFISSIONAIS DA SAÚDE MENTAL
Clínica Psicanalítica
Um espaço de estudo, formação e aprofundamento clínico para profissionais da Saúde Mental.
Aprofundamento teórico e clínico
Discussão de casos e prática profissional
Psicanálise e Clínica Contemporânea
Um percurso de formação contínua para aqueles que desejam ampliar sua escuta e sustentar uma prática clínica mais rigorosa e ética.
CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
Sujeito do inconsciente.
Sintoma e sofrimento.
Angústia.
Demanda e desejo.
A singularidade do caso.
O que significa escutar?
Associação livre.
Atenção flutuante.
Transferência.
A posição do profissional diante do sujeito.
Como escutar sem antecipar o sentido daquilo que o sujeito diz?
O sintoma para Freud.
O sintoma em Lacan.
O sintoma como formação do inconsciente.
O sintoma e o gozo.
O sujeito e sua relação singular com o sofrimento.
Inconsciente.
Recalque.
Transferência.
Repetição.
Pulsão.
Sintoma.
Leitura orientada:
Textos fundamentais de Freud.
O inconsciente estruturado como uma linguagem.
Significante e significado.
Sujeito dividido.
Desejo.
Demanda.
Gozo.
Leitura orientada:
Textos introdutórios de Lacan e Seminários selecionados.
Angústia e falta.
Angústia e desejo.
A angústia na clínica contemporânea.
Crises e urgências subjetivas.
O que fazer quando o sujeito não consegue falar?
A clínica no contexto institucional.
CAPS e serviços de saúde mental.
Trabalho em equipe multiprofissional.
Clínica e política pública.
A especificidade da escuta psicanalítica nas instituições.
A expansão dos diagnósticos.
O sujeito reduzido ao transtorno.
A medicalização da vida cotidiana.
Diagnóstico e singularidade.
Psicanálise e discurso contemporâneo.
Adolescência e constituição subjetiva.
Acting out.
Passagem ao ato.
Autolesão.
Tentativas de suicídio.
Manejo clínico e trabalho em rede.
Observação: este módulo deve abordar também os protocolos institucionais e a rede de proteção, sem reduzir o fenômeno à perspectiva exclusivamente psicanalítica.
O que é um caso clínico?
Como construir um caso?
O caso como orientação para a clínica.
Supervisão.
Discussão clínica.
Ética e sigilo profissional.
Transferência e contratransferência.
A posição do profissional.
Manejo da transferência.
A demanda institucional.
O desejo do profissional.
A ética do desejo.
O sujeito e sua singularidade.
O que significa não responder ao sofrimento apenas com soluções prontas?
Psicanálise e os discursos contemporâneos.
Os desafios da clínica no século XXI.
Atividade final:
Apresentação e discussão de casos clínicos, elaboração de projeto de intervenção institucional ou construção de uma proposta de cuidado em saúde mental.
A formação poderá ser desenvolvida por meio de:
Aulas expositivas dialogadas;
Seminários temáticos;
Grupos de estudos;
Leitura e discussão de textos;
Estudo de casos;
Rodas de conversa;
Oficinas de escuta;
Supervisão e discussão de casos para profissionais da saúde mental;
Construção de projetos de intervenção;
Atividades práticas.
Encontros Presenciais