2o Workshop sobre Desmonte de Navios

2nd Workshop on Ship Dismantling

Patrocínios

A Industria de Construção naval e Offshore está em busca de novas oportunidades em face da crise que afeta nosso País. Os Estaleiros, no momento, estão com ociosidade por causa de ausência de demandas de construção. Assim sendo duas atividades surgem no horizonte: reparos navais e descomissionamento, também denominado de desmonte ou desmantelamento. Vamos abordar este último assunto que é novo para o mercado brasileiro, e que ainda carece de ajustes. O descomissionamento pode ser de embarcações inservíveis ou de plataformas em fim de ciclo.

No mundo desmantela-se cerca de 700 a 800 embarcações por ano, sendo 50% de médio a grande porte, e a maioria dos casos é desmantelada na Ásia em países como Índia, Bangladesh, Turquia, Paquistão e China e forma inadequada sem respeito a responsabilidade social e ao meio ambiente.

Mas este quadro está se alterando rapidamente em face das exigências da Organização Marítima Internacional (IMO) através da Hong Kong Convention (HKC-2009) e pela União Europeia através da Ship Recycling Regulation (SRR-2013). O SRR foi baseado na HKC, porém incluiu requisitos adicionais em termos de segurança e meio ambiente. Uma das principais exigências é que os navios só podem ser enviados para reciclagem em instalações certificadas pela UE. Abre-se um espaço para estaleiros brasileiros e para a cadeia produtiva deste segmento.

No Brasil estimam-se que cerca de 67 embarcações de vários portes estariam aptas para desmonte hoje e outros 69 estariam fora de seu ciclo nos próximos dez anos.

Fundamentado nestas premissas, a SOBENA – Sociedade Brasileira de Engenharia Naval, decidiu constituir um Comitê Técnico para desenvolver um Workshop sobre desmonte de navios a ser realizado em 29 de maio de 2018, no Rio de Janeiro, para discutir as últimas novidades e tecnologias neste novo campo de atividade para o Brasil.

Number of ship scrapped per year worldwide - Based on Ship Breaking Platform Data

The Shipbuilding and Offshore Industry is in search of new opportunities facing the crisis that affects our country. The Shipyards are actually idle due to the lack of construction demands. Thus, two activities appear on the horizon: ship repairs and decommissioning, also called dismantling or recycling. We will address the last issue that is new to the Brazilian market, and still required technical and feasibility assessments. The decommissioning might be applied to vessels or platforms that are reaching end of life.

In the world, between 700 to 800 vessels are dismantled every year, 50% of which are medium to large, and the majority of these cases occur in India, Bangladesh, Turkey, Pakistan and China. Unfortunately, that often lead to social and environmental issues.

However, this framework is changing in face of the requirements of the International Maritime Organisation (IMO) through the Hong Kong Convention (HKC-2009) and by the European Union through the Ship Recycling Regulation (SRR-2013). The SRR was based on the HKC, but included additional requirements in terms of safety and environment. One of the main requirements is that ships can only be shipped for recycling in EU certified facilities. It opens a space for Brazilian shipyards and for the productive chain of this segment.

In Brazil, it is estimated that about 67 ships of various sizes would be fit for dismantling today and another 69 would be out of their cycle in the next ten years.

Based on these premises, the SOBENA - Brazilian Society of Naval Engineering, decided to set up a Technical Committee to develop a Workshop on ship dismantling to be held on 2018, May 29, in Rio de Janeiro. The latest innovations and technologies in this new field of this activity are going to be discussed in this occasion.

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