3o workshop sobre descomissionamento de plataformas e desmonte de navios

3rd workshop on offshore platform decommissioning and ship recycling

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17 de julho de 2019

2019, July 17th

Programa preliminar

Preliminar schedule

A Industria de Construção naval e Offshore está em busca de novas oportunidades em face da crise que afeta nosso País. Os Estaleiros, no momento, estão com ociosidade por causa de ausência de demandas de construção. Assim sendo duas atividades surgem no horizonte: reparos navais e descomissionamento, também denominado de desmonte ou desmantelamento. Vamos abordar este último assunto que é novo para o mercado brasileiro, e que ainda carece de ajustes. O descomissionamento pode ser de embarcações inservíveis ou de plataformas em fim de ciclo.

As plataformas flutuantes tais como os FPSOs e as sumi-submersíveis podem ser consideradas como embarcações e ser discomissionadas longe do seu ponto de operação enquanto as plataformas fixas (jaqueta) precisam geralmente de um tratamento doméstico.

No mundo desmantela-se cerca de 700 a 800 embarcações e plataformas flutuante por ano, sendo 50% de médio a grande porte, e a maioria dos casos é desmantelada na Ásia em países como Índia, Bangladesh, Paquistão, China e Turquia de forma inadequada sem respeito a responsabilidade social e ao meio ambiente.

Mas este quadro está se alterando em face das exigências da Organização Marítima Internacional (IMO) através da Hong Kong Convention (HKC-2009) e pela União Europeia através da Ship Recycling Regulation (SRR-2013). O SRR foi baseado na HKC, porém incluiu requisitos adicionais em termos de segurança e meio ambiente. Uma das principais exigências é que os navios só podem ser enviados para reciclagem em instalações certificadas pela UE. Abre-se um espaço para estaleiros brasileiros e para a cadeia produtiva deste segmento.

Com 74 plataformas marítimas com mais de 25 anos de operação, o Brasil está ampliando o desenvolvimento de projetos de descomissionamento de sistemas de produção de petróleo offshore. Entre os projetos do tipo em desenvolvimento estão os do campo de Cação, na Bacia do Espírito Santo e de Marlim, na Bacia de Campos.

Fundamentada nestes princípios, a SOBENA – Sociedade Brasileira de Engenharia Naval promove o 3o workshop sobre descomissionamento de plataformas a ser realizado 17 de julho de 2019.

The Shipbuilding and Offshore Industry is in search of new opportunities facing the crisis that affects our country. The Shipyards are actually idle due to the lack of construction demands. Thus, two activities appear on the horizon: ship repairs and decommissioning, also called dismantling or recycling. We will address the last issue that is new to the Brazilian market, and still required technical and feasibility assessments. The decommissioning might be applied to vessels or platforms that are reaching end of life.

Floating platforms such as FPSOs and semi-submersibles can be considered as vessels and be decommissioned far away from their operation location while fixed platforms (jacket) generally need a domestic treatment.

In the world, between 700 to 800 vessels and floating platforms are dismantled every year, 50% of which are medium to large, and the majority of these cases occur in India, Bangladesh, Pakistan, China and Turkey. Unfortunately, that often lead to social and environmental issues.

However, this framework is changing in face of the requirements of the International Maritime Organisation (IMO) through the Hong Kong Convention (HKC-2009) and by the European Union through the Ship Recycling Regulation (SRR-2013). The SRR was based on the HKC, but included additional requirements in terms of safety and environment. One of the main requirements is that ships can only be shipped for recycling in EU certified facilities. It opens a space for Brazilian shipyards and for the productive chain of this segment.

With 74 offshore platforms with more than 25 years of operation, Brazil is expanding the development of decommissioning projects. Among the projects are those of the Cação field, in the Espírito Santo Basin and Marlim, in the Campos Basin.

Based on these principles, SOBENA - Brazilian Society of Naval Engineering promotes the 3rd workshop on decommissioning platforms to be held July 17, 2019.

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