1st workshop on offshore platform decommissioning and ship recycling

1o workshop sobre descomissionamento de plataformas e desmonte de navios

May 24th, 2017

24 de maio de 2017

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A Indústria de Construção naval e Offshore está em busca de novas oportunidades em face da crise que afeta nosso País. Os Estaleiros, no momento, estão com ociosidade por causa de ausência de demandas de construção. Assim sendo duas atividades surgem no horizonte: Reparos Navais e Descomissionamentos. Vamos abordar este último assunto que é novo para o mercado brasileiro, e que ainda carece de ajustes. O descomissionamento pode ser de embarcações inservíveis ou de plataformas em fim de ciclo.

O descomissionamento de embarcações inservíveis, também denominado de desmonte ou desmantelamento, está em vias de criar um padrão de trabalho, através do Comitê coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o SINAVAL e as Centrais Sindicais, com as presenças de Estaleiros, TRANSPETRO, MARINHA e PETROBRAS, especialmente pela simplificação da NR 34 da Construção Naval e Offshore e Reparos Navais, visando a atividade de desmonte de embarcações.

No mundo desmantela-se cerca mais de 600 embarcações por ano, sendo 50% de médio a grande porte, e 75% dos casos estas atividades ocorrem no eixo CHINA, ÍNDIA, PAQUISTÃO, TURQUIA, BANGLADESH, porém, sem o devido respeito a responsabilidade social e ao meio ambiente.

Mas este quadro vem se alterando em face das exigências da União Europeia e das Convenções e Diretrizes da IMO (Convenção de Hong Kong), entre outros Acordos e Convenções Internacionais. O grupo brasileiro que trata deste assunto entende que este é o momento para os ajustes da Norma NR 34, adaptando-a para as atividades de desmonte através de anexo a citada Norma. No Brasil estimam-se que cerca de 150 navios de vários portes estariam aptos para o desmonte e outros 100 estariam fora de seu ciclo nos próximos três a cinco anos.

Já no descomissionamento de plataformas, as Operadoras de Petróleo e Gás já vem atuando nesta atividade tanto no Golfo do México, na África, Ásia quanto no Mar do Norte. O Golfo do México com 6.000 estruturas de petróleo e gás em operação e cerca de 40.000 poços já perfurados, 400 plataformas já foram descomissionados. Em 2015 foram gastos U$ 2,4 bilhões em atividades de descomissionamento somente no Golfo do México, segundo o relatório do OFFSHORE DECOMISSIONING STUDY REPORT.

No Brasil há grupos de estudos envolvendo ANP, IBAMA, MARINHA, PETROBRAS e outras operadoras do setor, universidades tais como UFF (CESS) e UFRJ (COPPE) estudando o assunto tendo como base a Resolução ANP 27/2006 que trata da desativação de instalações. Existem variáveis importantes a serem definidas e estruturadas, tais como os aspectos ambientais, os tecnológicos, sociais e os econômico-financeiros.

Existem no Brasil cerca de 150 Plataformas Offshore, das quais mais de 75 possuem mais de 25 anos de operação. Cerca de 11 a 15% destas unidades deverão estar em situação de estudos para descomissionamento no período 2017-2020, pois há sistemas que já alcançaram a sua vida útil, consoante declaração recente Da Diretora de E&P da PETROBRAS, Enga. Solange Guedes.

Fundamentado nestas premissas, a SOBENA – Sociedade Brasileira de Engenharia Naval, decidiu constituir um Comitê Técnico para desenvolver um Workshop sobre desmonte de navios e descomissionamento de plataformas, cujo programa está a seguir descrito, a ser realizado em 24 de maio de 2017, no Rio de Janeiro, para discutir as últimas novidades e tecnologias neste novo campo de atividade para o Brasil.

The Shipbuilding and Offshore Industry is in search of new opportunities facing the crisis that affects our Country. The Shipyards are actually idle due to the lack of construction demands. Thus, two activities appear on the horizon: Ship repairs and Decommissioning. We will address the last issue that is new to the Brazilian market, and still required technical and feasibility assessments. The decommissioning might be applied to vessels or platforms that are reaching end of life.

The decommissioning of vessels, also known as dismantling is in the process of creating a new regulatory instrument, through the Committee coordinated by the Ministry of Labour and Employment (MTE), SINAVAL and the Trade Union Centers, with the presence of Shipyards, TRANSPETRO, the Brazilian Navy and PETROBRAS. One objective of this committee is to adapt the national regulation NR 34 actually devoted to shipbuilding and offshore constructions including repair activities.

In the world, more than 600 vessels are dismantled every year, 50% of which are medium to large, and 75% of these cases occur in China, India, Pakistan, Turkey, and Bangladesh. Unfortunately, that often lead to social and environmental issues.

However, this framework is changing in face of the requirements of the European Union, the IMO Conventions and the Hong Kong Convention, among other International agreements and conventions. The Brazilian group that deals with this subject understands that this is the moment for the adjustments of the national standard NR 34, adapting it to the dismantling activities. In Brazil, it is estimated that about 150 ships of various sizes would be fit for dismantling and another 100 would be out of their cycle in the next three to five years.

Regarding the decommissioning of platforms, Oil and Gas operators have already been active in the Gulf of Mexico, Africa, Asia and the North Sea. In the Gulf of Mexico 400 platforms have already been decommissioned. 6000 units are still in operation and about 40000 wells were drilled. In 2015, US$ 2.4 billion were spent on decommissioning activities in the Gulf of Mexico according to the OFFSHORE DECOMMISSIONING STUDY report.

In Brazil there are several groups involving ANP, IBAMA, Brazilian Navy, PETROBRAS as well as Universities such as UFF (CESS) and UFRJ (COPPE) that are studying this topic based on ANP Resolution 27/2006 that deals with the offshore and subsea structures decommissioning. In order to take the good decision several aspects, such as environmental, technological, social and economic should be carefully discussed.

There are about 150 Offshore Platforms in Brazil, of which more than 75 have more than 25 years of operation. About 11 to 15% of these units are expected to be decommissioned in the period 2017-2020, as there reached their end of life, according to a recent statement From the E&P Director of PETROBRAS, Eng. Solange Guedes.

Based on these premises, the SOBENA - Brazilian Society of Naval Engineering, decided to set up a Technical Committee to develop a Workshop on ship dismantling and decommissioning of platforms, whose program is described below, to be held on May 24, 2017, in Rio de Janeiro. The latest innovations and technologies in this new field of this activity are going to be discussed in this occasion.

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