Mais informações (FAQ)

Por que a reforma é necessária?

Longos anos sem manutenção adequada acumularam diversos problemas no escritório nacional da ABUB. Dentre estes problemas estruturais como caixa d'água de amianto, encanamentos entupidos, infiltrações e mofos, portas devastadas por cupim ou pela chuva, cabeamento de telefonia e de energia precário em alguns pontos e o aparecimento de algumas pragas.

Além disso, não há instalado piso especialmente na parte superior, ainda em carpete muito corroído, afetando também o contrapiso pelo desgaste e sendo risco de tropeço (o carpete estava parcialmente solto). Na área externa, a mureta de jardim sofreu uma queda e é preciso investir em podas e retiradas de produtos e objetos antigos acumulados, além de outros tipos de lixo.

Parte do fundo também necessita de manutenção para um depósito com condições de arquivamento, preservando nossas documentações, material e os livros da editora corretamente.

Também não dispomos de uma lavanderia (com pelo menos um tanque) para facilitar na limpeza. E, por fim, com o aumento da equipe, pela graça de Deus, a cozinha não suporta mais os funcionários para almoçar (todos levam suas refeições para a ABUB), necessitando de ampliação do espaço.

A luminosidade do ambiente não está adequada para o ambiente de trabalho, com luminárias antigas ou dispostas em lugares não adequados.

Investimos ainda em retirada de divisórias e reorganização de espaços para que seja possível realizar reuniões na sede da ABUB, especialmente da diretoria nacional. Este espaço de reuniões, será um espaço multiuso, em que poderemos receber obreiros,estudantes e apoiadores da missão que estiverem em São Paulo e necessitarem de um espaço para reuniões de até 30 pessoas.


Quais os objetivos da reforma?

Em primeiro lugar, resolver problemas estruturais e de readequação do espaço tornando as condições de trabalho mais adequada para os obreiros do Escritório Nacional da ABUB e da ABU Editora. Com isso, teremos após a reforma ambientes de trabalho mais salutares.


Por que a reforma está sendo feita agora?

Ao longo dos quase 30 anos de uso, o imóvel não teve manutenção adequada e esses diversos problemas acumularam-se. Como explicamos na página inicial deste site, a restauração mais completa do edifício foi muitas vezes postergada devido a um processo de desapropriação na região, parte de um projeto de reurbanização da cidade de São Paulo (SP). Mas após a suspensão pela prefeitura desse projeto que retiraria a sede da ABUB de seu endereço atual, em 2013, a possibilidade de continuar na mesma casa acentuou a necessidade da reforma.

Esta foi planejada e aprovada em 2015, mas a execução só foi viável em 2017 depois de um trabalhoso processo de avaliação por uma arquiteta e um engenheiro voluntário na adaptação dos espaços e das necessidades estruturais. O trabalho também envolveu uma longa pesquisa da documentação e plantas do prédio e situação das obras públicas que poderiam colocar a ABUB em risco de desapropriação.


Financeiramente, vale a pena fazer isso agora?

Em 2015 vínhamos de um bom cenário econômico na ABUB, e o fundo que engloba os recursos nacionais (Fundo Geral) havia obtido superávits nos dois últimos anos. Levando em consideração nosso histórico financeiro, estamos num bom momento para a reforma e já tínhamos recursos separados para seu início. Como explicado na página inicial deste site, a primeira etapa está orçada em 50 mil reais, dos quais já temos 20 mil no Fundo de Infraestrutura, 10 mil doados pela região Minas Gerais e um "empréstimo" interno do Fundo Dionísio Pape, de mais 20 mil reais. Apenas teremos de repor este último valor.

Estamos nos esforçando ao máximo para economizar e englobar nesta primeira etapa a maior parte do trabalho mais necessário. A primeira parte da reforma iniciou no dia 10 de julho e deve ser concluída em setembro.


E como vocês começaram os trabalhos e fizeram o orçamento? Por que há duas etapas?

Rafael de Angelis, engenheiro voluntário, fez um cuidadoso trabalho de avaliação e quantificação item por item de material e mão de obra necessários. Utilizou uma longa planilha, com referência de preços de uma revista da área de construção civil.

A estimativa inicial e conservadora do orçamento é de 50 mil reais para cada parte da reforma, dividida em duas etapas, tornando-a mais viável. A primeira etapa está realizando o que é mais urgente e prioritário, além de ter um gasto que é mais factível para a ABUB hoje. A segunda etapa envolverá a reestruturação do restante do edifício de acordo com o valor levantado por meio desta campanha.

Após o orçamento, tivemos o desafio de contratar uma mão de obra com valor justo, idôneo e com documentação adequada (nota fiscal e contrato).


E vocês estão economizando? Vai ser gasto tudo isso?

Agradecemos a Deus pelos profissionais que estão trabalhando na reforma e pelo zelo deles em nos ajudar a economizar, reaproveitando materiais e sugerindo, a partir de suas experiências, a reutilização de outros. Especialmente a mestre de obras, que tem buscado alternativas criativas. Isso possibilitou estender o escopo da primeira parte da reforma, o que pode beneficiar a viabilidade da segunda etapa. Graças a Deus, também houve muita economia com pesquisa de materiais, e vamos conseguir reduzir expressivamente o valor estimado.