A luta dessa mãe começa todo dia antes mesmo do sol nascer.
Ela não tem as duas pernas, mas tem algo que muita gente com o corpo inteiro não tem: coragem, força e uma fé gigantesca de que a vida dela e dos filhos não vai parar por causa da dor.
Ela se arrasta, se adapta, se vira como pode.
Faz comida sentada, carrega compras no colo, limpa a casa com o que tem, luta contra o cansaço, contra a falta de apoio e contra o preconceito que tenta colocar obstáculos onde já existem muitos.
E sabe qual é a parte mais bonita disso tudo?
É que nada falta na casa dela, porque ela não deixa faltar.
Ela cuida, ela protege, ela alimenta, ela ensina.
Ela não aceita pena, não aceita desculpa, não aceita abandono.
Ela segue firme porque os filhos dependem dela — e ela sabe que, se ela cair, ninguém vai levantar por ela.
Essa mãe não pede aplauso.
Pede respeito.
Pede oportunidade.
Pede que o mundo enxergue que deficiência não é incapacidade.
Incapacidade é a falta de humanidade de quem não estende a mão.
E no fim do dia, quando ela deita, cansada, com o corpo doendo, ela fecha os olhos com a consciência tranquila:
ela fez o que podia — e ainda o que ninguém imaginava que ela conseguiria fazer.
Essa é a verdade:
👉 Existe mãe que, mesmo sem as duas pernas, anda mais que muita gente.
👉 Existe mãe que, mesmo com dor, sustenta a casa inteira.
👉 Existe mãe que, mesmo limitada fisicamente, é gigante por dentro.
E se você perguntar qual é o segredo dela, ela responde:
“Eu faço porque sou mãe… e mãe não desiste.”