PEI JULIO DE MESQUITA FILHO
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50 anos sem Julio de Mesquita Filho
Diretor do 'Estado' morreu em 1969 após intensa participação na vida nacional em defesa da democracia liberal e da liberdade de imprensa
Há 50 anos, o País perdia Julio de Mesquita Filho, diretor de O Estado de S. Paulo, que morreu em 12 de julho de 1969, aos 77 anos, após quatro décadas à frente do jornal. No comando do Estado, ele sucedeu ao pai, Julio Mesquita, em 1927. Defensor da democracia liberal, dr. Julio, como também era conhecido, foi preso pela ditadura de Getúlio Vargas e punido com o exílio duas vezes durante o Estado Novo, nos anos 30 - a primeira vez em 1932 e a segunda, em 1938, quando foi expulso para a Europa.
Sem conseguir domar o jornal, o ditador decretou, em março de 1940, a invasão do Estado e a sua interdição, que se estendeu por cinco anos. Mesquita Filho retornou ao País em 1943, mas foi preso e mantido em confinamento na fazenda da família em Louveira, interior paulista. Ele retomou seu jornal somente após a queda de Vargas, em 1945. O neto, Júlio Cesar Mesquita, revela que nas três semanas em que permaneceu detido no Forte de Copacabana, no Rio, esperando o navio que o levaria para a Europa, o avô foi submetido a pesadas agressões físicas.
Dr. Julio retornou ao Brasil em novembro de 1933. Vargas declarara anistia aos revoltosos de 1932. Na volta ao País, trouxe entre seus propósitos a criação de uma instituição superior de ensino e pesquisa - a Universidade de São Paulo (USP). Formado na Faculdade de Direito de São Paulo, que cursou na segunda década do século 20, depois de ter feito os primeiros estudos na Suíça, ele acreditava que o Brasil deveria se desenvolver pela via do conhecimento e da ciência nos mais elevados padrões, caminhos que valorizava em países onde viveu, como a França, uma de suas paixões.
O período que se segue com ele à frente do jornal é de progresso e de intensa renovação. É um tempo que também afirma a tolerância de dr. Julio com pensadores de posições divergentes de suas próprias convicções. Mesquita Filho, um liberal conservador, traz da Europa para São Paulo profissionais como o jornalista Miguel Urbano Rodrigues, membro do Partido Comunista Português, perseguido pelo regime de Salazar.
Em depoimento, Décio de Almeida Prado definiu o jornalista como "um aristocrata de temperamento autoritário", mas "também um liberal capaz de colocar o mundo da cultura (...) muito acima de qualquer interesse particular", um homem que acreditava na ideia de uma "missão formadora" das elites brasileiras. Julio Filho foi autor de diversos ensaios, como A Crise Nacional (1925); Ensaios Sul-Americanos (1956); A Europa que eu vi (1953); Memórias de um revolucionário (1954); e Nordeste (1963).
Em 1959, posicionou-se contra a construção de Brasília. Entretanto, terminada a obra de JK, determinou aos editores do jornal uma ampla cobertura da inauguração da nova capital, em abril de 1960. Também estabeleceu que o jornal instalasse na cidade uma ampla sucursal. Na eleição daquele ano, Mesquita Filho apoiou a candidatura de Jânio Quadros.
Em 12 de julho de 1969, morre num sábado à tarde, em São Paulo, após complicações de uma cirurgia no estômago. Com ele, no apartamento do hospital Oswaldo Cruz, estavam a mulher, Marina Vieira de Carvalho Mesquita e o neto Júlio Cesar. Segundo a edição do Estado de 13 de julho de 1969, "no corredor fronteiro ao quarto 256 onde estava internado, cerca de 50 pessoas revezavam-se desde anteontem"
Boa tarde a todos!! Eu tive aula com a Prof. Julieta, com a Dona Cora, Neide Botter Montenegro, D. Diva, isso no "primário" kkk. Já no "Ginasial" também tive aulas com a Vilma de francês, D. Theresinha de Português, Cida e Anselmo de ciências e o fantástico Prof. Júlio de matemática!! Rita De Cássia Silva
Supercolaborador
Edison Borelli , vc é o filho da dona Santa e moravam da rua Tabor, andava numa Caloi por volta de 1977 a 1979 ?
Direto do túnel do tempo!!!
Museu do Ipiranga em 1959
Passeios, vendedor de balões, ao fundo caminhão e carrinho da Crush
Foto: Yamashita Hiratsuka.
Estudei de 1975 a 1981 acho no meu tempo a diretora era D Haydee Hidalgo lanche de mortadela quente na cantina sr Antonio era inspetor na sexta serie prof Julio de matematica prof Lucia de portugues sds
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Gratidão Rafael!
Nós da gestão Júlio de Mesquita Filho agradecemos o elogio e estamos aqui pra fazermos juntos a diferença na vida de todos os nossos estudantes. Pautados numa educação de qualidade com base nos seus sonhos e projetos de vida. Temos plena convicção que estamos no caminho certo por uma escola de excelência, pois temos uma equipe de profissionais altamente qualificados e competentes, alunos comprometidos e estudiosos e famílias parceiras e presentes. Gratidão sempre...