PRÉ-CANDIDATA A VEREADORA
Márcia Silva, mais conhecida como Profe Márcia, tem 45 anos, solteira e natural de Estação RS, residente em Erechim há 33 anos. Mulher, mãe e trabalhadora. Professora a mais de 26 anos, com experiência desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Sempre envolvida com as causas e lutas da Educação em nosso País, Estado e Município. Defensora da presença feminina em todos os espaços da sociedade, inclusive na política. Defendendo a igualdade de direitos!!!
Acreditando na educação ela deixa a frase do patrono brasileiro.
"Lavar as mãos do conflito entre os poderosos e os impotentes significa ficar do lado dos poderosos, não ser neutro. O educador tem o dever de não ser neutro.” Paulo Freire
Vou contar um pouco da minha história, da minha trajetória de lutas e das minhas bandeiras para vocês. Vamos nos conhecer melhor?
Nasci em Estação, sou filha de pai agricultor/metalúrgico e mãe funcionária pública, vivi minha infância no interior de Getúlio Vargas e desde 1992 moro em Erechim. Há 33 anos no Bairro Aeroporto Vitória I, onde cresci, me conheci e reconheci enquanto mulher de luta.
Mais conhecida como Profe Márcia, tenho 45 anos, sou mulher trabalhadora e mãe: alguém que luta todos os dias pelos seus. Tenho dois filhos, o Lucas Paulo de 17 anos e o Arthur Henrique de 7 anos. Sou mãe solo ou como se denomina atualmente, sou “mãe alfa”, pois cuido dos “afazeres domésticos”, das contas da casa, crio os filhos e trabalho em duas escolas durante o dia. O fato de ser mãe não reduz a minha capacidade de desempenhar funções de grande responsabilidade no trabalho.
Atualmente, ser uma mulher trabalhadora e mãe ainda é um desafio para a sociedade e para as próprias protagonistas. Ser uma mulher trabalhadora implica ter uma jornada de entre 4 e 8 horas diárias. Se, além disso, tivermos filhos, nossos horários praticamente não têm instantes de descanso.
A conciliação da vida familiar e laboral não está harmonizada na maioria dos países e, no Brasil, isso não é diferente, isso pede que sejam criadas várias estratégias pessoais com as quais podemos dar mais a aqueles que mais amamos. É um grande desafio, sem dúvida.
Já se passaram muitos anos desde que a figura da mulher começou a “habitar” as esferas públicas desempenhando também funções que, até então, eram apenas masculinas.
Defensora da presença feminina em todos os espaços da sociedade, inclusive na política. Defendendo a igualdade de gênero e de direitos!!!
Como sou de família humilde, que morava no interior de Getúlio Vargas, iniciei meus estudos em uma escola rural pequena, da 1ª até a 4ª série, que tinha suas turmas multisseriadas com apenas um professor que dava conta de todas as necessidades pedagógicas, de infraestrutura, de manutenção e de gestão escolar. Já nessa época meu objetivo de infância era me tornar professora.
Para dar continuidade aos estudos foi necessário fazer vários quilômetros a pé todos os dias até entrar no ônibus para me deslocar até o Colégio Estadual Antônio Scussel (lembro que nesse período passamos por uma greve de motoristas e cobradores da Unesul e também por uma greve de professores estaduais, que como sempre, buscavam seus direitos e melhores condições de trabalho).
Quando estava na 6ª série, Erebango se emancipa e o zoneamento entre os Municípios faz com que fosse necessário mudar de escola. Conclui a 6ª série na Escola Estadual Irineu Evangelista de Souza. Já na 7ª série, com a mudança da família para Erechim, vim concluir o “1ª Grau” na Escola Estadual Érico Veríssimo.
A opção na época, e ainda é hoje, para se tornar uma professora, seria cursar o “2º Grau” – Magistério na Escola Normal José Bonifácio. Fazer exames, provas e passar por entrevista com as professoras do Curso. Unindo o útil ao agradável, ainda bem, para nós que não tínhamos condições de pagar por uma escola particular. Conclui o Magistério em dezembro de 1997. No ano seguinte, assumi um contrato de 40 horas no Estado e comecei lecionar na Escola Estadual de Quatro Irmão.
Só saí da Escola Pública quando ingressei na Universidade, onde me formei em Licenciatura de Matemática e Física pela URI – Campus Erechim.
Minha trajetória profissional inicia em 1998, assumindo um contrato de 40 horas para Anos Iniciais na Escola Estadual de Quatro Irmão. Também lecionei períodos de Matemática nos Anos Finais nesta mesma escola.
Fiz concursos públicos e, como fui aprovada, a partir de 2002 passei a ser professora nomeada, 20 horas do Estado do Rio Grande do Sul e 20 horas do Município de Erechim.
Trabalhei na Escola Estadual Irany Jaime Farina como professora de Anos Iniciais, professora de Matemática dos Anos Finais, professora de Ensino Médio de Matemática e Física e também Vice-Diretora do noturno.
Quando assumi a nomeação no Município de Erechim fui lotada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cristo Rei como professora de Anos Iniciais e, também por um período, exerci o cargo de Professora de Apoio ao Processo Ensino Aprendizagem.
No ano de 2009, fui convidada para trabalhar na Secretaria Municipal de Educação.
Inicialmente exerci o cargo de Coordenação de Projetos na Diretoria Pedagógica. Nesta mesma Secretaria fui designada para a função de Coordenadora do Ensino Fundamental – Anos Iniciais e Anos Finais do Sistema Municipal de Ensino.
Passados alguns anos, ainda na Secretaria Municipal de Educação, assumi o cargo de Diretora de Informática Educativa. Neste período pude contribuir com a implantação e implementação do PROUCE – Programa Um Computado Por Educador e do PROUCA – Um Computador Por Aluno.
Atuei como Conselheira do CME – Conselho Municipal de Educação.
Fui Tutora da Regional 3 AMAU/AMUNOR do Proinfo – Programa Nacional de Tecnologia Educacional.
Professora Formadora do NTM/Erechim – Núcleo Tecnológico Municipal, desenvolvendo atividades de formação pedagógica em Informática Educativa para professores e estudantes.
Atualmente estou lotada na Escola Estadual de Ensino Fundamental Joaquim Pedro Salgado Filho e na Escola Municipal de Ensino Fundamental D. Pedro II como Professora do Ensino Fundamental I.
As mulheres têm os mesmos direitos que os homens. Isso abrange o direito de possuir bens e de obter formação escolar, de trabalhar em qualquer atividade de sua escolha, bem como de votar e de serem eleitas para cargos políticos em seu País. Elas também têm o direito de expor seus pensamentos e ideias e de tomar decisões que digam respeito a seu próprio corpo.
Mas nem sempre foi assim, e mesmo até hoje nem todos os países respeitam isso. Ao longo dos séculos, muitas mulheres vêm lutando pela igualdade de direitos. As mulheres que se envolvem nessas lutas sociais são conhecidas como feministas. Ser feminista é lutar pela ideia de que as mulheres também são gente!
Outras batalhas feministas pela igualdade de direitos no Brasil continuam a existir. As mulheres ainda recebem salários inferiores aos dos homens, mesmo tendo as mesmas funções dentro de uma mesma empresa.
A violência doméstica contra as mulheres é um traço marcante de uma sociedade em que os homens ainda se consideram superiores e com mais direitos que as mulheres. A noção de posse do marido sobre a esposa ainda existe na sociedade brasileira, em famílias de todas as classes e de todos os níveis sociais e econômicos.
A história do reconhecimento do valor da mulher é recente e continua sendo escrita a cada dia. No Brasil, não havia escolas para elas até 1863. Hoje, elas já são maioria no ensino médio, profissional e superior, mas ainda enfrentam barreiras em algumas áreas, principalmente as exatas.
“A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem.” Paulo Freire
Mulheres têm papel fundamental na proteção ambiental! Se por um lado a população feminina é mais suscetível a problemas como mudança climática, por outro lado também pode ser agente de transformação.
Nos países em desenvolvimento, cerca de 45 a 80% do trabalho agrícola é realizado pelo sexo feminino. Em muitas regiões da África esse número sobe para 90%, de acordo com dados da ONU Mulheres, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.
Precisamos ter um olhar para a inclusão das mulheres com deficiência tanto no movimento quanto na sociedade, abordando suas necessidades e pautas que precisam ser ouvidas por outras mulheres que fazem parte de movimentos feministas e pela sociedade como um todo.
EDUCAÇÃO
“A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem.” Paulo Freire
MULHERES
Liderança feminina: a importância de mulheres como líderes na política.
MEIO AMBIENTE
A conservação do meio ambiente é responsabilidade de todos!
DIREITOS HUMANOS
Princípios basilares: da inviolabilidade da pessoa; da autonomia da pessoa; da dignidade da pessoa.