Pós-graduação em Supervisão Clínica em Enfermagem
Ano letivo 2023/2024
Aluno nº 199324007
Bruno Manuel Romão Silva, MScN, RN
Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica
Cédula OE nº: 22142
Formação Académica
Mestrado em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, Universidade de Évora (2013)
Relatório: “Cuidar da Pessoa com Esquizofrenia em Processo de Reabilitação Psicossocial”.
Pós-graduação em Intervenção Cognitivo-Comportamental.
Frequenta atualmente o Mestrado em Gestão em Enfermagem na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL).
Experiência Profissional
Atualidade
Desde janeiro de 2024: Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria e Chefe da Equipa de Enfermagem da Urgência de Psiquiatria da ULS de São José.
Auditor Interno da ULS de São José.
Experiência Anterior
Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (2017-2024)
Enfermeiro especialista no internamento de psiquiatria de doentes agudos, jovens (15-25 anos) e adultos (>18 anos).
Membro da Comissão de Ética para a Saúde.
Membro da Comissão de Humanização e Qualidade.
Casa de Saúde do Telhal
Diretor de Enfermagem (2014-2017).
Coordenador de 5 Unidades de Reabilitação Intra-Institucional (2009-2014).
Instituição acreditada pelo referencial EQUASS no âmbito dos serviços de Reabilitação psicossocial e Alcoologia.
Departamento de Neurociências, CHLN, EPE (2010-2014)
Serviço de Internamento de Psiquiatria de Agudos, para pessoas adultas com doença mental .
Coordenador do projeto “Gestão de Comportamentos Agressivos Dirigidos ao Staff em Contexto Psiquiátrico”.
Hospital Distrital de Santarém
Enfermeiro de Cuidados Gerais (2000-2010).
Participação na abertura do Departamento de Psiquiatria.
Coordenador do Programa de Aconselhamento para a Cessação Tabágica (PACT) (2005).
Membro do Projeto de Prevenção e Controlo do Tabagismo (2006-2007).
Experiência em Supervisão Clínica e Ensino
Mais de 3000 horas de supervisão clínica de estudantes da licenciatura em enfermagem e da especialidade de Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica (pós-graduação e mestrado).
Colaboração docente em:
Escola Superior de Enfermagem de Santarém;
Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias;
Escola Superior de Tecnologia de Abrantes.
Formador e assessor na área de Desenvolvimento e Formação Profissional no Hospital Distrital de Santarém (2004-2007).
Atividades de Investigação e Comunicação
Apresentação de comunicações científicas em Congressos, Seminários e Reuniões Científicas.
Coordenador da rúbrica semanal “Saber Saúde” na Rádio Pernes (2007-2008).
Outras Atividades Relevantes
Presidente do Conselho Fiscal e Voluntário na Associação dos Familiares e Amigos do Doente Psicótico (A FARPA) (2005-2008).
Presto serviços, a título pro bono, de assessoria e consultadoria técnico-científica no âmbito da Enfermagem de Saúde Mental à ONGD Hope for Fulanis, no âmbito do projeto “Saúde para Todos: Uma Estratégia Integrada para a Promoção do Bem-Estar Biopsicossocial e Espiritual dos Fulanis na Guiné-Bissau”.
A construção deste portefólio reflete a minha trajetória enquanto enfermeiro especialista em enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, com uma forte paixão pela supervisão clínica e pela formação de futuros profissionais de enfermagem. Este documento procura refletir sobre as aprendizagens adquiridas ao longo do percurso na Pós-Graduação em Supervisão Clínica em Enfermagem e, simultaneamente, estabelecer uma base igualmente reflexiva para a minha prática futura enquanto supervisor clínico.
Motivação para obter formação especializada em Supervisão Clínica em Enfermagem
O meu interesse pela supervisão clínica foi despertado pela experiência acumulada ao longo de vários anos a orientar estudantes de enfermagem em contextos de prática clínica. A interação com estes estudantes, muitas vezes em momentos cruciais do seu desenvolvimento académico e profissional, revelou-me a importância de fornecer uma orientação estruturada, fundamentada e empática. Contudo, reconheci a necessidade de aprofundar os conhecimentos teóricos e metodológicos sobre supervisão clínica, o que motivou a minha inscrição nesta pós-graduação.
A supervisão clínica, enquanto componente essencial da prática de enfermagem, exige competências pedagógicas, reflexivas e relacionais que vão além da experiência profissional (Ekstedt, Lindblad & Löfmark, 2019). Esta perceção conduziu-me à procura de uma formação especializada que me permitisse explorar estratégias inovadoras de supervisão e desenvolver um modelo de prática baseado em evidência.
Expectativas
Com a participação nesta pós-graduação, estabeleci três objetivos principais:
Aprofundar os fundamentos teóricos da supervisão clínica em enfermagem: Explorar modelos e teorias de supervisão, com enfoque em metodologias que promovam o pensamento crítico e a autonomia dos supervisados.
Desenvolver competências específicas na gestão do processo de supervisão: Compreender as dinâmicas organizacionais e os fatores contextuais que influenciam a supervisão em contextos de saúde mental.
Promover a integração de práticas baseadas na evidência: Traduzir a investigação em intervenções práticas que contribuam para a melhoria da qualidade dos cuidados e para o desenvolvimento profissional dos supervisados.
No início desta jornada, era evidente a necessidade de adquirir uma visão mais abrangente e sistemática sobre os processos de supervisão. A supervisão clínica, particularmente em contextos de saúde mental, exige um equilíbrio delicado entre a orientação prática e o suporte emocional, aspetos que pretendo explorar ao longo deste percurso.
A minha experiência como supervisor clínico foi até agora moldada por uma abordagem intuitiva e pela aplicação de princípios éticos e deontológicos da enfermagem. No entanto, acredito que a sistematização e a incorporação de modelos teóricos poderão enriquecer significativamente a minha prática, permitindo-me responder de forma mais eficaz às necessidades dos estudantes e da equipa de enfermagem.
Referências
Ekstedt, M., Lindblad, M., & Löfmark, A. (2019). Nursing students’ perception of the clinical learning environment and supervision in relation to two different supervision models – a comparative cross-sectional study. BMC Nursing, 18 (1), 49. https://doi.org/10.1186/s12912-019-0375-6
A construção de um portefólio de aprendizagem reflexiva na Pós-graduação em Supervisão Clínica representa para mim uma ferramenta poderosa para documentar a minha aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento das minhas competências em supervisão clínica em enfermagem. Permite-me integrar e articular os saberes que vou adquirindo ao longo da formação, fomentando a reflexão crítica sobre a prática e o meu desenvolvimento profissional.
Um Portefólio de Aprendizagem Reflexiva é um instrumento pedagógico e profissional que organiza registos sistemáticos das experiências vivenciadas, interligando-as com os fundamentos teóricos e as aprendizagens práticas. Este instrumento é descrito como uma narrativa reflexiva que "permite consciencializar-se pelo que fez, alcançou e experienciou, retirando o melhor da sua experiência e aprendizagem" (Guia para a Elaboração do Portefólio, 2023/2024). Além disso, promove a autocrítica e a reorganização do pensamento, gerando novos significados para as práticas (Holly, 2007, citado por Rodrigues, 2009).
1. Sistematização da Aprendizagem
A estrutura do portefólio permite articular a teoria com a prática, documentando experiências e reflexões que, de outra forma, poderiam perder-se na atividade diária. Segundo o Guia para a Elaboração do Portefólio (2023/2024), este registo organizado é essencial para a consolidação e partilha do conhecimento.
2. Promoção do Pensamento Reflexivo: A reflexão crítica é central no desenvolvimento de competências em Supervisão Clínica. Dewey (1933, citado por Pires et al., 2021) descreve a reflexão como um processo que conduz à ação fundamentada e consciente, sendo essencial para a autonomia do supervisado e a melhoria da tomada de decisão (Pires et al., 2021). O portefólio possibilita a análise crítica e sistemática das minhas experiências e aprendizagens em supervisão clínica, constituindo-se como um "processo de desenvolvimento intra e interpessoal que se constrói, onde as dimensões técnicas e relacionais se complementam" (Marques, Pontífice-Sousa & Néné, 2020). A prática reflexiva, enquanto processo de autoavaliação e questionamento, é essencial para a construção de conhecimento e o desenvolvimento de competências em enfermagem, uma vez que me permite "pensar o que se faz durante a ação, de forma a produzir uma reflexão como um todo e/ou transformá-la" (Schön, 1983, 1987, citado por Marques, Pontífice-Sousa & Néné, 2020).
2. Promoção do Pensamento Reflexivo
A reflexão crítica é central no desenvolvimento de competências em Supervisão Clínica. Dewey (1933, citado por Pires et al., 2021) descreve a reflexão como um processo que conduz à ação fundamentada e consciente, sendo essencial para a autonomia do supervisado e a melhoria da tomada de decisão (Pires et al., 2021).
3. Desenvolvimento Profissional Contínuo
A Supervisão Clínica, tal como regulamentada pela Ordem dos Enfermeiros, é concebida como um processo contínuo que assegura a qualidade dos cuidados e promove o desenvolvimento das competências profissionais. O portefólio documenta esta evolução, registando progressos e áreas a melhorar (Regulamento da Ordem dos Enfermeiros, 2018).
4. Estímulo à Autorregulação e à Crítica Construtiva
O portefólio online incentiva a autoavaliação regular e o desenvolvimento de uma perspetiva crítica sobre as práticas profissionais. Edwards (2017, citado por Marques, Sousa & Néné, 2021) afirma que a reflexão é uma habilidade essencial que sustenta a aprendizagem experiencial e facilita a integração do conhecimento teórico na prática (Marques, Pontífice-Sousa & Néné, 2021).
5. Utilização de Tecnologias Digitais
O formato online do portefólio facilita o acesso a recursos interativos e promove a partilha de reflexões entre supervisores e supervisados, fomentando uma aprendizagem colaborativa. Esta interação digital melhora a análise crítico-reflexiva das práticas e reforça a supervisão clínica como uma estratégia de desenvolvimento profissional (Pires et al., 2021).
A elaboração de um Portefólio de Aprendizagem Reflexiva Online em Supervisão Clínica não é apenas um exercício académico, mas também um processo transformador que contribui para a construção da identidade profissional e a melhoria contínua da prática de Enfermagem. Este instrumento reflete as aprendizagens realizadas e as competências desenvolvidas, documentando o percurso individual e coletivo dos profissionais na busca pela excelência nos cuidados de saúde (Guia para a Elaboração do Portefólio, 2023/2024)
Marques, R., Pontífice-Sousa, P., & Néné, M. (2024). A cultura do processo reflexivo na construção de competências. Em Marques, R., Néné, M., & Sequeira, C. (Eds.). Enfermagem Avançada. (pp. 95-98) Lidel, Edições Técnicas.
Ordem dos Enfermeiros. (2018). Regulamento da Competência Acrescida Diferenciada e Avançada em Supervisão Clínica. Diário da República, 2.ª série, N.º 113 (14 de junho de 2018), 16656-16663.
Pires, R., Santos, M. R., Pereira, F., & Pires, M. (2021). Estratégias de Supervisão Clínica: Análise Crítico-Reflexiva das Práticas. Millenium, 2(14), 47-55. DOI: 10.29352/mill0214.21742
Universidade Católica Portuguesa. Escola de Enfermagem de Lisboa. (2023). Guia para a elaboração do portefólio. Pós-graduação em Supervisão Clínica em Enfermagem (5.ª edição).
Ao longo deste portefólio, recorri frequentemente à arte para refletir e sistematizar o conhecimento adquirido na Pós-graduação em Supervisão Clínica em Enfermagem, ao reinterpretar obras artísticas sob esta perspetiva. A arte apresenta uma capacidade singular para condensar conceitos complexos e abstratos em formas visuais que interpelam tanto a emoção quanto a razão. De acordo com Vigotski (1926, citado por Silva & Magiolino, 2024), a arte mobiliza emoções e imaginação, proporcionando um conhecimento que ultrapassa o puramente técnico-científico. Este conhecimento emerge da convergência entre experiência estética e criatividade, permitindo transformar perceções habituais em vivências mais profundas. No contexto da enfermagem, esta abordagem pode traduzir-se em oportunidades para desenvolver competências reflexivas e criativas, fundamentais na supervisão clínica.
A estrutura estética das obras de arte facilita a organização do pensamento porque desafia os observadores a identificar relações entre elementos formais (conteúdo e forma) e a interpretá-los de forma integrada (Vigotski, 1999, citado por Silva & Magiolino, 2024). Por exemplo, ao analisarmos "O Choroso Heráclito e o Risonho Demócrito", atribuída a Donato Bramante, somos convidados a explorar a dualidade entre introspeção e pragmatismo. Heráclito, o filósofo melancólico, simboliza a reflexão crítica e profunda que é essencial para identificar e resolver problemas na prática clínica. Demócrito, o filósofo sorridente, representa o pragmatismo necessário para transformar reflexões em ações práticas e eficazes. Este contraste é particularmente útil para os supervisores clínicos que precisam de equilibrar pensamento analítico com a aplicação prática do conhecimento.
Obras como "O Jardim das Delícias", de Hieronymus Bosch, também oferecem uma metáfora poderosa para os desafios da prática clínica. O tríptico retrata o paraíso, o mundo terreno e o inferno, simbolizando a jornada do conhecimento em enfermagem: da idealização teórica (paraíso), passando pela aplicação prática (mundo terreno), até às consequências de práticas mal fundamentadas (inferno). A supervisão clínica, neste contexto, atua como um mediador, ajudando os supervisados a navegar pela complexidade do cuidado com base na prática baseada na evidência (Augusto, 2020).
A arte é também uma fonte de conhecimento estético porque desperta a sensibilidade para a beleza, a harmonia e a profundidade simbólica. Este tipo de conhecimento promove competências reflexivas e humanistas, fundamentais na supervisão clínica e na prática de enfermagem (Silva & Magiolino, 2024). Obras como "A Alegoria da Ciência", de Sebastiano Conca, podem ser reinterpretadas para ilustrar o papel central da investigação e da evidência na prática clínica. A figura central da ciência, rodeada por elementos que representam o conhecimento e a reflexão, oferece uma visão clara da necessidade de fundamentar decisões em dados sólidos e análise crítica (Pereira, 2016).
Além disso, o conhecimento estético promove a capacidade de observar, interpretar e valorizar a singularidade de cada situação clínica, tal como a supervisão clínica procura fazer. A arte proporciona uma forma de explorar a dimensão emocional e cultural da prática de enfermagem, humanizando os processos de ensino e aprendizagem (Sandberg, 2024).
Reinterpretar obras de arte à luz dos conhecimentos adquiridos na Pós-graduação em Supervisão Clínica em Enfermagem oferece várias vantagens. Primeiro, fomenta uma abordagem interdisciplinar, permitindo que conhecimentos teóricos da enfermagem sejam aplicados e compreendidos através de uma lente criativa. Segundo, promove uma conexão emocional com os conceitos, tornando a aprendizagem mais significativa e impactante (Silva & Magiolino, 2024).
Por exemplo, na prática de supervisão clínica, analisar uma obra como "O Choroso Heráclito e o Risonho Demócrito" pode ajudar a explorar a dualidade entre reflexão e ação prática, que é fundamental no processo de integração da prática baseada na evidência. Heráclito simboliza o supervisor reflexivo, enquanto Demócrito reflete o pragmatismo necessário para aplicar o conhecimento em contextos complexos.
Ao reinterpretar obras como "O Jardim das Delícias", de Bosch, com base nos conhecimentos adquiridos na pós-graduação, pode-se compreender a supervisão clínica como um mediador que organiza a complexidade do cuidado de saúde. Esta visão ajuda a criar analogias úteis para desenvolver estratégias de supervisão e implementar práticas baseadas na evidência.
A utilização da arte na supervisão clínica, reinterpretada com base nos conhecimentos adquiridos na pós-graduação, pode servir como um catalisador para o pensamento crítico e reflexivo. De acordo com Sandberg (2024), o uso de métodos baseados em artes em contextos educacionais melhora a resiliência, a empatia e a competência clínica. No entanto, a pesquisa sublinha a necessidade de mais rigor metodológico para quantificar os benefícios específicos destas abordagens.
Em contexto prático, isto significa que a supervisão clínica pode beneficiar de estratégias baseadas em artes para explorar dilemas éticos, promover a tomada de decisão colaborativa e desenvolver competências emocionais e interpessoais entre supervisores e supervisados. A introdução de metodologias artísticas, fundamentadas na pós-graduação, oferece oportunidades para traduzir o conhecimento teórico em intervenções significativas e inovadoras.
A arte, ao mobilizar imaginação e emoção, organiza o pensamento e enriquece a prática clínica através de sua capacidade de traduzir complexidade em formas compreensíveis. O conhecimento estético, quando integrado na educação e supervisão em enfermagem, transcende a formação técnica, promovendo competências reflexivas e humanistas. Reinterpretar obras de arte com base na supervisão clínica não só melhora a aprendizagem, como também reforça o compromisso da enfermagem com uma prática baseada na evidência e centrada no ser humano.
Augusto, M. C. B. (2020). Contributo da implementação da supervisão clínica em enfermagem para a qualidade dos cuidados [Tese de doutoramento]. Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. https://hdl.handle.net/10216/133881
Pereira, F. (2016). Prática de enfermagem baseada em evidências: Atitudes, barreiras e práticas [Tese de doutoramento]. Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/84324
Rodrigues, M. (2009). Portfolio: Estratégia formativa e de reflexão na formação inicial em educação de infância [Dissertação de Mestrado, Universidade de Lisboa. Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação]. https://repositorio.ulisboa.pt/handle/10451/2113
Sandberg, B. (2024). Effects of arts-based pedagogy on competence development in nursing: A critical systematic review. Nursing Reports, 14(2), 1089–1118. https://doi.org/10.3390/nursrep14020083
Silva, D. N. H., & Magiolino, L. (2024). Educação estética: Princípios e fundamentos a partir das elaborações de L. S. Vigotski. Cadernos Cedes, 44(124), 268–279. https://doi.org/10.1590/CC287818
Os vídeos abaixo e os respetivos mapas mentais, que construí a partir dos anteriores, introduzem o tema e demonstram a pertinência e a atualidade da Supervisão Clínica na disciplina e na profissão de Enfermagem, em pleno século XXI.
SRCentro Ordem dos Enfermeiros. (2024, maio 17).
Webinar: Supervisão Clínica [Gravação de vídeo]. https://www.youtube.com/watch?v=XEMSPvLiW-8
Ordem dos Enfermeiros - Madeira. (2023, janeiro 9). Webinar: A Supervisão Clínica como estratégia para o desenvolvimento profissional [Gravação de vídeo]. https://www.youtube.com/watch?v=GFe7ZIZT088