Nathália Quintella

Anestesiologia e Medicina da DorCRM 52-91980-2

Dor nem sempre tem cura. Mas sempre tem tratamento.

Seja bem-vindo(a)!

A complexidade no tratamento da dor, especialmente nos casos crônicos, exige uma visão ampla, multifacetada, minuciosa e, sobretudo, humanizada pelo médico que acolhe o paciente acometido. Não basta dar somente o remédio, é preciso também entender a origem da síndrome dolorosa, compreender sua evolução, prever seu prognóstico e elaborar, sempre em acordo com o paciente, o plano terapêutico.

O objetivo da Medicina da Dor é o alívio dos sintomas dolorosos bem como a recuperação da qualidade de vida do paciente. Dor é com o especialista!

Dra Nathália Quintella

Médica Anestesiologista e Clínica da Dor

CRM 52 91980-2

Dor lombar

A dor lombar é uma das maiores causas de visita a consultórios médicos, especialmente quando se trata de clínicas de medicina da dor. A maior parte das pessoas (aproximadamente 85%) terá pelo menos um episódio de dor lombar ao londo de sua vida. Então este é um tema muito relevante!

Abordagens minimamente invasivas são cada vez mais utilizadas, especialmente naqueles casos em que houve controle insuficiente da dor lombar com medicamentos e fisioterapia. Quando bem indicados, estes procedimentos podem permitir maior qualidade de vida ao paciente que sofre com esta condição.


Na foto ao lado, observamos imagem por raio-x da coluna lombar (vértebras lombares) durante bloqueio infiltrativo para analgesia de dor lombar com padrão de dor ciática.


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Analgésicos e dor crônica

O uso de analgésicos deve ser racional e individualizado, de acordo com o tipo de dor do paciente, seu tempo de evolução e a coexistência de comorbidades clínicas (como doenças renais, cardiorrespiratórias, hepáticas, entre outras).

O uso de doses insuficientes ou a superdosagem pode alterar o prognóstico da síndrome dolorosa, podendo em muitos casos dificultar muito o manejo do caso. Converse com seu médico sobre a condução do seu esquema analgésico!

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Dor Crônica: não é para qualquer um!

A definição clássica da IASP (Associação Internacional para o Estudo da Dor), define dor como experiência sensitiva e emocional desagradável, associada ou relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos. Cada pessoa aprende a usar esse termo de acordo das suas experiências prévias.

Com o tempo, cada vez mais pacientes com dor crônica procuram tratamento médico e isto ocorre por maior conscientização sobre hábitos de vida, revolução tecnológica da medicina, o que aumenta a longevidade e chance de a dor crônica surgir. Fatores como os altos níveis de estresse em que vivemos nossas vidas hoje em dia também propiciam à cronificação de fenômenos dolorosos naqueles indivíduos que já têm predisposição.

O que fazer para reduzir a chance de vir a ter dor crônica?

Deve-se esclarecer que não serão todos que, ainda que submetidos a toda forma de lesão, desenvolverão a dor crônica. Lembro-me bem de uma preceptora muito querida que sempre lembrava que “dor crônica não tem que 'quer', tem que ‘pode’".

Porém, a Medicina da Dor aponta fatores de risco presentes em muitos futuros pacientes sofredores de dor crônica. São eles: obesidade, depressão, sedentarismo, ansiedade, diabetes descontrolada, estresse, entre muitos outros. Muitos desses fatores são controláveis através de mudanças de hábitos de vida, como prática de exercício regular, controle de peso, glicemia… então cuide-se!

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Insônia x dor crônica

Transtorno da insônia é definido como dificuldade em iniciar ou manter o sono, ocorrendo por pelo menos três vezes na semana, durante ao menos três meses, com prejuízo diurno do indivíduo acometido.

Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), cerca de 50% dos pacientes com dor crônicas têm queixas relacionados à insônia. E qual a relação entre o sono e a dor?

A medicina atual ainda não tem uma resposta clara e objetiva, o que existem são hipóteses em investigação...mas há muitas evidências na literatura que insônia agrava a condição dolorosa já que é durante o sono que o corpo se regenera dos processos ocorridos durante o dia. Vira um ciclo vicioso: a dor piora o sono, que piora o sono, e assim vai...

Além disso, condições de saúde associadas a padrão de sono ruim, tais como obesidade e depressão também são fatores de riscos conhecidos para cronificação de quadros dolorosos...

Então fica a dica: cuide bem do seu sono!

Dor e Covid

A síndrome pós-covid se refere a sintomas relacionados à infecção do vírus que surgem a partir de 4 semanas da infecção aguda. Além das sequelas respiratórias já conhecidas, pode ocorrer cronificação da dor, principalmente se o quadro foi grave. Entre os tipos de dores mais comuns, estão:

🔹dores musculares

🔹dores nas articulações

🔹dores de cabeça

🔹dores neuropáticas (relacionadas a danos de estruturas nervosas)

A recuperação requer aderência e essencialmente paciência!

Saiba mais:

Herpes-zoster e Dor

O herpes zoster é uma afecção causada pela reativação do vírus varicella zoster, ocorrendo na maioria das vezes em indivíduos maiores de 50 anos ou com imunidade comprometida. As lesões cutâneas clássicas, como as mostradas na foto, podem ser precedidas por sintomas como febre, mal-estar e dor muscular.

Após esta fase inicial, surgem as lesões cutâneas, que costumam ser bastante dolorosas, ter base avermelhada e apresentar bolhas, que evoluem para crostas. Comumente há coceira intensa associada e piora noturna da dor. Após a fase de cicatrização, em alguns pacientes, o quadro doloroso permanece, sendo bastante incapacitante. Caso a dor permaneça além de um mês após a cicatrização das lesões cutâneas iniciais, consideramos o diagnóstico como neuralgia pós-herpética.


O tratamento deste quadro depende da fase em que o paciente se encontra: nas fases mais iniciais, analgésicos e antivirais podem ser o suficientes para o controle sintomático, entretanto comumente analgésicos mais potentes e outras medicações como antidepressivos e anticonvulsivantes podem ser necessários para minimizar o risco de cronificação do quadro doloroso.


Nos casos em que a neuralgia pós-herpética já está em curso, especialmente os de longa data, medidas intervencionistas podem ser uma boa opção terapêutica. Entre elas, estão: bloqueios simpáticos, intercostais ou epidurais, a depender da situação.


Como forma de prevenção, a vacinação rotineira contra o vírus varicela zoster constitui a melhor forma de evitarmos o herpes zoster e suas consequências! Vacine-se!


Saiba mais sobre vacinas para varicella-zoster nos links abaixo:

Dor ciática

Se você chegou a este site, provavelmente você se enquadra em alguma das categorias que descrevo a seguir: você está sentindo esta dor no momento, já sentiu alguma vez no passado ou já ouviu falar. A ciática, ou ciatalgia, é aquela famosa dor que se extende ao longo de trajeto do nervo ciático, ou seja, na parte posterior da coxa e panturrilha, podendo chegar ao pé.

Na maioria das crises agudas de ciática, a dor ocorre somente de um lado; outra característica interessante é que a dor pode ser acompanhada de outras sensações anormais, tais como formigamento, queimação, sensação de choque, perna dormente ou pesada, entre outras.

Podemos apontar várias causas como origem da dor tipo ciática, que abrangem desde patologias da coluna lombar até síndromes envolvendo a musculatura glútea, ao longo do trajeto do nervo, que é o mais longo do corpo. Porém, a maior causa de dor ciática disparada é a hérnia de disco de vértebras lombares.

  • E como tratar essa dor que às vezes restringe o paciente até mesmo de andar ou mesmo ficar de pé, de tão intensa?

Em primeiro lugar, é preciso entender a origem da dor para que se possa falar em prazos e prognósticos…como já mencionei antes, as hérnias de discos são as grandes responsáveis pela dor ciática. Sendo arrisco a dizer que são um dos “carros-chefe”do dia-a-dia da medicina da dor intervencionista e vou me ater a esta patologia como causa de dor ciática…

Em um grande número de pacientes, em período aproximado de 4 a 6 semanas, a crise hérnia de disco se resolve sozinha, mesmo que não seja realizado nenhum tipo de tratamento. Esta é a chamada história natural da doença. O grande “x”da questão é saber em qual paciente isto ocorrerá e se o paciente ficará todo este tempo sentindo dor intensa de uma crise aguda quando há tratamentos cada vez menos invasivos disponíveis, que permitirão o alívio em curto prazo e início de um programa de reabilitação com foco a longo prazo.

Neste ponto, a Medicina Intervencionista da Dor tem papel fundamental e cada vez mais relevante na medicina mais moderna: além dos analgésicos e medidas não-farmacológicas, conforme cada caso, o tratamento também pode envolver a realização de bloqueios infiltrativos, com administração de anestésicos e antiinflamatórios na raiz do problema. Mas este é um assunto para um próximo post! Até lá!


Veja mais em: https://www.youtube.com/watch?v=ZdKKBq-GIyQ

https://blogfisioterapia.com.br/nervo-ciatico/

https://careclub.com.br/blog/


Diabetes e dor

Mesmo sendo uma das doenças mais presentes na humanidade (estima-se que cerca de 380 milhões de seres humanos convivam com o Diabetes Mellitus) a ciência ainda tem dificuldade em compreender totalmente os mecanismos de dor no paciente diabético. As hipóteses mais consolidadas (e em cimas delas se baseiam os tratamentos atuais) se voltam para o estresse oxidativo dos nervos expostos às glicemias altas por tempo prolongado, alterações moleculares nos nervos afetados e lesão isquêmica dos vasos na microcirculação (para resumir muito, porque esse assunto rende um livro dos grandes!).

Na prática clínica do dia-a-dia, o que vemos de mais comum é a polineuropatia periférica, tipicamente nos pés (em bota), que causa uma dor em queimação, agulhamento ou choque. Muitas vezes, chega a acordar o paciente a noite, impactando seu sono. Por vezes, o paciente não chega a se queixar de dor, mas se uma sensação de formigamento nos pés.

O tratamento pode envolver múltiplas abordagens: medicações, bloqueios anestésicos guiados (infiltrações), medidas não-farmacológicas, como fisioterapia, entre outros. Antes de qualquer terapêutica a ser iniciada, existe aquela que é ESSENCIAL à boa evolução do caso: o controle da glicemia! Outras medidas como a interrupção do tabagismo e controle do alcoolismo também são cruciais para melhora do prognóstico. Converse com seu clínico da dor ou endocrinologista sobre os tratamentos possíveis!


Leia mais sobre o tópico diabetes em:


A dor da beleza: o neuroma de Morton

Se você é daquelas mulheres que não resiste a usar um belo salto (como o belíssimo Louboutin ao lado) e depois de algumas horas sente dor nospés, não deixe de ler este post!

O neuroma de Morton é uma das causas mais comuns de dor na porção anterior do pé: é um espessamento dos nervos digitais presentes nesta região e pode ser causado pelo excesso de compressão, já que o salto gera o deslocamento do peso corporal para o arco anterior plantar, ao invés de distribuí-lo ao longo de toda a região plantar. O uso de saltos muito altos por períodos muito prolongados é um exemplo clássico. Por isso usei a imagem para chamar a atenção do leitor: o paciente clássico é a mulher que passa longas horas dos dias em cima de um elegante salto!

O quadro em geral se localiza entre o segundo e terceiro dedo na altura do metatarso (observe a figura), com dor profunda, em queimação, que pode irradiar para os dedos:uma dor neuropática!

E o que dizer sobre as opções de tratamento? Inicialmente, a terapêutica pode ser feita com medicamentos, além de educação sobre uso de sapatos baixos e palmilhas.

Outras terapias podem ser indicadas como o bloqueio do nervo inflamado com anestésico e antiinflamatório, realizado em consultório, sem necessidade de internação hospitalar, com mínimo desconforto para o paciente.

A cirurgia é reservada para casos sem melhora dos tratamentos conservadores.

Converse com seu Clínico da dor ou Médico ortopedista e se informe sobre os tratamentos!

Lei mais nos links abaixo:

-https://guiadofisio.com.br/salto-alto-faz-mal/

-https://exame.com/casual/previna-os-maleficios-causados-pelo-uso-dos-saltos-altos/


Dor nas costas: é da coluna ou dos rins?E agora?


Vamos a um caso hipotético: você vem notando incômodo na região lombar há alguns dias, pesquisou na internet e se deparou com alguns possíveis diagnósticos…será a origem da dor a coluna? Será uma hérnia de disco? Será um problema nos rins?

Em primeiro lugar, nenhum post substitui o exame médico, então sempre lembro que para excluir causas mais graves e evitar que o cenário piore, não postergue em procurar ajuda médica!

Segundo, a presença de alguns sinais ou sintomas pode apontar para a origem da dor…em geral, a dor de origem renal é uma dor bastante intensa, constante, que aparece de forma súbita, especialmente se estiver relacionada a presença de cálculos renais. Já a dor por hérnias de disco ou outras doenças da coluna lombar pode surgir de forma mais lenta, piorando com o passar dos dias. Em geral, o paciente nota alguma melhora com determinada posição (exemplo: deitado de lado), o que não ocorre quando a dor tem origem nos rins.

A presença de outros sintomas que falam a favor de origem renal do problema são náuseas e vômitos, urina de cor alterada, febre e calafrios, especialmente se o paciente já for sabidamente nefropata crônico ou se houver histórico de cálculos renais repetidos.

O diagnóstico do problema será feito através de exame médico minucioso, exames de sangue e exames de imagem (como ressonância magnética, ultrassonografia ou tomografia), de acordo com cada caso em particular.

Não deixe de consultar seu médico de referência para o tratamento adequado!



Dor e articulação sacroilíaca

As articulações sacroilíacas conectam os ossos da bacia e da coluna (sacro). Na imagem acima, estão destacadas em vermelho. Quando acometidas, essa articulações (temos duas, uma de cada lado do quadril) podem ser a origem de dor sentida na região lombar baixa mas também nos glúteos e eventualmente na região inguinal (virilha) e membros inferiores.

Então, os sintomas da sacroileíte (inflamação destas articulações) podem ser similares a quadros degenerativos da coluna lombar e do quadril, dependendo do caso, confundindo o diagnóstico. Por vezes o clínico da dor se depara com um paciente que chega ao consultório com certeza absoluta que sua dor lombar tem origem na coluna lombar e, depois de um exame mais minucioso, se surpreende com a origem do problema sendo as suas articulações sacroilíacas…

São fatores de risco para dor nesta região: traumas passados (como acidentes de carro, com fraturas graves de pelve), certas doenças inflamatórias (como artrite psoriásica e espondilite anquilosante) e até mesmo gravidez (os hormônios levam ao afrouxamento dos ligamentos, para acomodar o bebê). Ou seja: fatores que produzem excesso ou redução acentuados da mobilidade desta articulação são fortes candidatos a produzirem dor!

E o tratamento? Depende da causa! Além disso, caso indicado, é uma articulação que pode ser infiltrada (bloqueio anestésico) em regime de consultório ou centro cirúrgico, a depender de cada situação. Em casos selecionados, opta-se por realizar radiofrequência dos nervos envolvidos na sensibilidade dolorosa desta articulação. Finalmente, em casos de dor intensa persistente apesar de tentativas minimamente invasivas anteriores pode ser considerada a cirurgia de fusão (artrodese) das articulações.


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Artrose do joelho e dor

A osteoartrose (OA) de joelho é uma doença crônica, de caráter degenerativo: ou seja, a tendência natural é que haja piora da dor e da saúde da articulação com o passar dos anos. Trata-se de um processo inflamatório crônico, que acomete mais mulheres e indivíduos maiores de 50 anos de idade. Como fatores de riscos envolvidos podemos citar: obesidade, traumas prévios, atividades físicas de alto impacto por tempo prolongado (como em atletas) e lesões prévias no ligamento cruzado posterior.

Os principais sintomas são rigidez articular, especialmente pela manhã, dor, restrição aos movimentos e crepitações (ruídos articulares durante movimentação, estalos). Com o tempo, observa-se também deformidade articular e inchaços (derrames) cada vez mais frequentes.

A OA de joelho é uma das condições médicas mais prevalentes na terceira idade e impacta significativamente a qualidade de vida nesta faixa etária, visto que em muitos casos leva a mobilidade e funcionalidade reduzida. Mesmo atividades simples como subir pequenos degraus ou caminhar pequenas distâncias passa a ser um martírio para o paciente.

O tratamento é sempre multidisciplinar e envolve também mudanças de hábitos de vida, como a perda de peso. O paciente deve ser educado sobre a importância da atividade física para melhora da OA. Casos leves podem ser manejados com analgésicos simples, antiinflamatórios orais e/ou tópicos, além de medidas não-farmacológicas, como fisioterapia e acupuntura.

Em casos moderados a graves, além da otimização da estratégia analgésica com uso de medicação mais potente, pode-se considerar injeção intra-articular de compostos regenerativos (viscossuplementação) ou tratamento minimamente invasivo da dor através de radiofrequência ou neurólise química. Nos casos em que as medidas acima não foram suficientes para alívio dos sintomas em nível desejável, pode optar-se pela cirurgia de substituição articular (próteses de joelho), conforme o estado de saúde do paciente.


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Dor no Cóccix

O cóccix é a porção final da nossa coluna vertebral e é um resquício evolutivo da cauda dos nossos ancestrais. Enquanto em outros animais como cães ou tigres, ainda está presente, nós seres humanos contamos com uma estrutura vestigial composta de pequenos ossinhos logo abaixo do sacro, conectados pela articulação sacrococcígea. Pode ser composto de 3 a 5 peças, sendo a base de alguns ligamentos e estruturas da pelve.

A coccidínea ou dor no cóccix é uma dor que pode ser bastante debilitante para o paciente, podendo prejudicar bastante suas atividades cotidianas. Em geral, piora quando o paciente se senta por longos períodos, podendo ter componente de irradiação para outras regiões como nádegas.

Como fatores de risco para este quadro, pode se citar: traumas agudos ou repetitivos (como em ciclistas, por exemplo), o formato congênito do cóccix, fraturas, artrose, sobrepeso e mesmo a gravidez, já que durante este período há afrouxamento dos ligamentos pélvicas para preparação para a passagem do bebê no canal de parto.

O tratamento envolve, além do uso de medicações (como analgésicos, antidepressivos, anticonvulsivantes, a depender de cada caso), outras medidas como reeducação postural do paciente e fisioterapia direcionada para a região.

Mesmo assim, em muitos casos todas essas medidas não chegam a ser suficientes para o alívio da dor do paciente ou seu reestabelecimento a um mínimo de funcionalidade. Nestes casos, pode estar indicado tratamento minimamente invasivo (bloqueio de gânglio ímpar ou radiofrequência).

A cirurgia é reservada para casos de não-melhora do quadro, pesando-se risco e benefício, já que se trata de um procedimento de maior complexidade. Converse com seu médico!