A psicanálise é um trabalho de escuta. Parte da ideia de que nem tudo o que nos afeta pode ser resolvido com explicações racionais ou soluções rápidas.
Ela opera pela escuta, por perguntas e pela construção de um espaço onde você possa se ouvir e se transformar no percurso. Às vezes isso exige tempo, às vezes exige coragem, quase sempre exige presença.
O que buscamos não é apenas “se conhecer”, mas deslocar modos de existir que se repetem e fazem sofrer, até que outras versões de si possam surgir.
As sessões são um espaço para falar livremente sobre pensamentos, sentimentos, sonhos, memórias e impasses. Não há roteiro fixo. O percurso se constrói a partir do que cada pessoa traz.
A psicanálise não é aconselhamento, não oferece respostas prontas e não trabalha com metas de desempenho. O foco está na elaboração, no tempo psíquico e na singularidade de cada sujeito.
Antes do início do processo, ofereço uma triagem por videochamada (10–15 minutos), para compreender a demanda, esclarecer dúvidas e avaliar se o trabalho faz sentido para ambas as partes.