MATERIAIS EDUCATIVOS
o salão elke hering
Blumenau é até hoje uma das cidades que melhor representa o estado de Santa Catarina quando trata-se de arte e cultura, a cidade abriga a maior festa alemã fora da europa e conta com uma gama de museus que guardam sua história e todo o seu legado cultural e artístico. Destaca-se neste cenário o MAB(Museu de Arte de Blumenau), um dos principais museus de arte de Santa Catarina. Atualmente, o MAB abre anualmente quatro temporadas de exposições, duas no primeiro semestre e outras duas no segundo semestre de cada ano. No museu já expuseram artistas nacionais e internacionais, que contribuíram significativamente com a cultura e a arte blumenauense. Além de ser a principal instituição cultural de arte de Blumenau o museu abriga um acervo rico de obras de artistas blumenauenses, artistas de outros estados do Brasil e também do exterior. Durante os anos de 1964 à 2014 o MAB sediou o que hoje considera-se um dos maiores eventos de arte de Santa Catarina: O Salão Elke Hering.
No ano de 1993 a Fundação Cultural de Blumenau era presidida pela artista e escultora blumenauense Elke Hering e tinha em sua direção de cultura Lygia Roussenq Neves que junto com outros colaboradores dirigiam a fundação. “Esse grupo propôs-se a fomentar a arte na cidade. No que concerne as Artes Visuais, foi organizado o Festival de Inverno, que deveria acontecer anualmente com exposições de vários artistas de Blumenau e região.” (MADDALOZZO e SILVA, 2008, p.2090-2091). Após a morte de Elke, em 1994, a equipe da Fundação, em homenagem a artista intitulou o que antes seria o festival de Inverno, de Salão Elke Hering. A primeira edição do evento é realizada em novembro de 1994, contando com inscrições de mais de 300 artistas. A segunda edição do salão foi realizada no ano seguinte, de 10 de julho e 06 de agosto de 1995, a partir deste ano o evento tomou o formato de bienal. No ano de 2001 a mostra passou a ser exibida no mês de outubro, mês da oktoberfest, período em que a cidade recebe o maior número de turistas do ano inteiro. “A estratégia mostrou resultados positivos, e as atas da Fundação Cultural o comprovam: o número de visitantes subiu de 1886 no 4º Salão para 2.183 no 5º, alcançando 9.000 no Salão seguinte…”(MADDALOZZO e SILVA, 2008, p.2092). As exposições que percorreram a mostra de arte do Salão Elke Hering eram representadas em diversas linguagens desde as mais clássicas como o desenho, gravura e escultura até linguagens mais contemporâneas como a fotografia, instalação, vídeo-arte. Os noticiários locais trazem em seus informativos a última mostra datada do ano de 2014. Durante a pesquisa não foram encontrados os motivos pelos quais o salão teve o seu término.
A importância do trabalho de Elke Hering para a arte catarinense, em especial para a arte blumenauense, fez com que seu nome fosse escolhido para representar o que hoje é lembrado como um dos mais importantes salões de arte de Santa Catarina, o salão Elke Hering. Sua vida foi marcada por eventos importantes e por imensas contribuições a arte e a cultura, Leomar Peruzzo que estuda a vida e obra de Elke em suas pesquisas traz uma biografia resumida da artista:
"Elke Hering nasceu em 1940, na cidade de Blumenau. Era bisneta de Hermann Hering, um dos pioneiros da indústria têxtil no Vale do Itajaí. Possuía espírito simples e humano. Transitou entre diversas linguagens artísticas e foi escultora, desenhista, gravadora, pintora. É uma referência da arte catarinense e da escultura nacional" (PERUZZO, 2017, p.951).
Durante sua trajetória Elke trabalhou com diversos tipos de materiais em suas obras, dentre eles estão o cimento, ferro, plástico, gesso, alumínio, cristal, a pintura 3D, que mesclava técnicas de pintura e escultura, estilo que marcou parte de sua sua obra. Segundo Peruzzo “Um dos materiais que alcançou maior expressividade na arte de Elke foi o bronze. Para melhor expressar suas criações, a artista selecionava o material adequado ou que expressasse sua atitude vanguardista.“ Como citado anteriormente neste artigo, a artista faleceu no ano de 1994 deixando um legado artístico de grande importância para a arte catarinense, Elke é lembrada até hoje como uma figura marcante da história da arte em Santa Catarina.
O Salão Elke Hering permaneceu no cenário das artes visuais de blumenau durante vinte anos(1994-2014) somando 11 edições. Neste período, contribuíram para a arte local e brasileira inúmeros artistas nacionais e internacionais, propiciando ao público blumenauense apreciar o que de melhor a arte tinha a oferecer a seus espectadores. O Salão, além de se tornar um dos eventos de arte mais importantes de Santa Catarina preocupou-se em lembrar da memória da artista Elke que tanto contribuiu para a expansão e representatividade da arte catarinense no cenário nacional e internacional.
sobre a artista: elke hering
Escritora, pintora, desenhista, referência da arte catarinense - Elke Hering Bell nasceu no ano de 1940 na cidade de Blumenau (SC). Prole de uma das famílias pioneiras da indústria têxtil, o que permitiu mais tarde seu estudos fora do país.
Sua curiosidade, habilidades e motivação para seguir a carreira artística foram desenvolvidas ainda cedo por influência do vitralista e pintor alemão Lorenz Heilmar. O artista visitou a família Hering no período em que estava na cidade trabalhando nos vitrais da Catedral São Paulo Apóstolo. Ao perceber o interesse de Elke pela arte, o artista a convida para ser sua ajudante neste processo. Em 1958 Elke dá início aos estudos na Academia de Belas Artes de Munique, Alemanha. Em 1960 retorna para o Brasil e posteriormente segue à Salvador (BA) - firmando residência no atelier do artista plástico modernista Mario Cravo Junior; foi com ele que Elke aprendeu a fazer esculturas utilizando o ferro, e é neste contexto que a artista ganha evidências com as melhores críticas por suas esculturas no cenário da arte brasileira.
Dando continuidade aos estudos, Elke segue em viagens aperfeiçoando seus conhecimentos, aprimorando suas técnicas e com intuito de se destacar no cenário da escultura brasileira, viu a necessidade de algo que tivesse maior potência, algo marcante para sua obra. Sempre atenta as referências e novidades possíveis para seu processo de criação. Entre plavinil, cimento, bronze, plásticos, cristais e o que lhe permitisse novas experimentações a artista "brincava" entre possibilidades e o concreto, entre a tinta e a obra; sua pintura em 3D.
Na década de 70, Elke e seu marido, o poeta Lindolf Bell, buscando a valorização pela arte catarinense, em parceria com o escritor Péricles Prade abrem a 1ª galeria do estado, Açu-Açu, dando destaque à arte regional. A artista participou de Bienais nacionais e internacionais, mostras individuais e coletivas; foi a precursora do Festival de Inverno que após sua morte foi intitulado como Salão Elke Hering - Mostra Nacional Contemporânea de Artes Visuais. Seu talento, simplicidade, constância, brilho, inteligência e autenticidade marcam sua trajetória artística e pessoal. Com glória deixa o seu legado, que hoje contribui para a valorização e reconhecimento da arte blumenauense.
o museu de arte de blumenau (MAB)
O MAB – Museu de Arte de Blumenau foi inaugurado em 03 de dezembro de 2004, na Rua XV de Novembro, 161 – centro, no prédio histórico construído em 1875, onde funciona a Fundação Cultural de Blumenau. O MAB possui hoje, cinco salas para exposições: Sala Roy Kellermann, Sala Pedro Dantas, Sala Elke Hering, Galeria do Papel e Galeria Municipal de Arte/ Sala Alberto Luz que em 2017 celebrou 40 anos de existência.
O MAB tem traçado, em aliança com artistas blumenauenses e também externos, um conceito e uma tradução da arte contemporânea por meio de exposições e instalações, possibilitando ao público um acesso gratuito aos fazeres artísticos atuais, fortalecendo a conexão cultural. Destaca-se em sua trajetória o convite do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística para que o MAB participasse do 23º. volume do Brasil em Números – ano 2015. Anualmente o IBGE seleciona um museu que forneça as peças artísticas a serem mostradas na capa e no início de cada seção temática da publicação. As obras de arte são reproduzidas também em material promocional, como cartazes, folders, etc, tanto impressos como eletronicamente no site do IBGE. Adicionalmente, na introdução do livro, um texto de abertura e fotografia apresentam o museu escolhido, destacando seu histórico e suas principais características. Ressalta-se que o Museu de Arte de Blumenau foi o primeiro museu fora do complexo das grandes capitais, a ser convidado para participar desse editorial.
O MAB promove ações educativas e visitas mediadas. Com agendamento, grupos podem comparecer em horários especiais, como o período noturno, por exemplo. O Museu é mais que um mero local de exposições, é um local de vivências. O intuito de reconhecer, valorizar, preservar e difundir o patrimônio artístico-cultural em geral, mas especialmente o regional vem sendo uma missão desde sua fundação.
sobre a pesquisa
A pesquisa tem como tema o processo de mediação cultural nos espaços museais de arte. Tem como objetivo geral: desenvolver materiais educativos que alie conteúdo do Museu de Arte de Blumenau (MAB) com vistas a mediação cultural para a Educação Estética. É uma pesquisa vinculada ao Grupo de pesquisa Arte e Estética na Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da FURB. É uma pesquisa documental de abordagem qualitativa. Será utilizada a cartografia num processo de levantamento acerca de conteúdos que podem ser utilizados para o desenvolvimento do recurso e roteiros para o processo de mediação cultural no museu. Definição dos pontos fortes no acervo para que componham exposições visuais e constituam o material educativo. O aporte teórico versa acerca da mediação cultural em espaços museais. Pretende discutir propostas diferenciadas e desenvolver materiais educativos numa perspectiva cartográfica para posteriormente ser aplicado em programas educativos no Museu e em processos que dialoguem com professores e estudantes do Ensino Formal.
materiais educativos
ALINE ASSUMPÇÃO
Artista visual e designer, é bacharel em Comunicação Social, habilitada em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná; Especialista em Publicidade e Propaganda pela Universidade Regional de Blumenau e possui Técnico em Desenho Industrial (Design de Produto e Gráfico), além de diversos curso ligados diretamente a área de artes. Em sua trajetória pelas artes e vivências profissionais, Aline atuou como designer em escritórios de design e arquitetura e como free-lancer entre os anos de 1997 e 1999 na cidade de Curitiba - PR; Atuou como fotógrafa, em setores de criação e repórter em agências e veículos de comunicação entre 1999 e 2003; Contribuiu com a elaboração de editais, montagem e curadoria de exposições na Fundação Cultural de Curitiba, (2002). Participou de inúmeras exposições, entre elas: Exposição de fotografias “Brilhos – Por que sem noite não há estrelas”, Cat’s Club Curitiba, PR (2002); - Exposição Coletiva, Mostra de Cine e Fotodocumentarismo Cinemateca de Curitiba, PR (2002); Exposição Fotográfica ‘Três’, Instituto Blumenauense de Ensino Superior, Blumenau SC, (2007) exposição coletiva no evento multicultural; Exposição SESC de Arte Contemporânea, Blumenau SC, (2009); A artista participou diretamente na concepção visual e cenográfica do espetáculo teatral multimídia da Cia Carona de Teatro, Blumenau SC (2011); na curadoria, assessoria SESC Arte, Chapecó SC, (2014); assessoria e curadoria SESC Arte, Jaraguá do Sul SC (2017); – Entre tantos outros trabalhos, projetos e exposições.
ANA MARIA TRIBUCI
Ana Maria Tribuci nasceu em 09 de setembro de 1958 na cidade de Araçatuba (SP). Sua formação artística permeou as várias linguagens da arte, como a pintura em porcelana, desenho artístico, pintura a óleo, cerâmica e desenvolveu trabalhos com materiais alternativos em suas obras. Seguindo a linha teórica realizou cursos de História da Arte e Arte contemporânea. Em seu currículo profissional, a artista acumula experiências como professora de desenho artístico, Pintura em guache, bico de pena e colagem, pintura em porcelana e ministrou palestras em museus e escolas. Em sua carreira artística participou de várias exposições, entre elas FAAP, São Paulo, SP (1994); 6º e 7º Salão de Artes de Joinville, SC (1994/1995); II Salão Elke Hering, Blumenau, SC (1995); Exposição Painel Sul Brasília, DF (1996).
Observação: o ME desta artista não foi realizado em decorrência da falta de imagens da obra premiada.
ANDREY ZIGNNATTO
Andrey Zignnatto nascido em 18 de fevereiro de 1981, Trabalha entre São Paulo e Jundiaí. Artista autodidata, professor de artes visuais e ativista de projetos sociais. Em idade infanto-juvenil trabalhou como assistente de pedreiro de seu avô, o que serviu como inspiração para suas primeiras produções em arte contemporânea. Diretor do Circuito de Artes Visuais de Jundiaí, (2012); Futuro - Salão Nacional de Artes Visuais - Arte Contemporânea e Novas Tecnologias (2013); e Movimenta - Festival Nacional de Dança Contemporânea (2013-2014). Participou de exposições individuais e coletivas em museus, centros culturais e galerias de arte no Brasil, EUA, Holanda, Emirados Árabes, Colômbia, Inglaterra, Itália, Peru e Argentina. Entre algumas das exposições mais importantes estão: ‘Splendour & Bliss’ Haia Museum, Haia, Holanda (2018); ‘Territórios Forjados’ Sharjah Art Museum (2016); ‘Territórios Forjados’ Sketch Art Gallery – Colômbia (2016); ‘Territórios Forjados’ Paço das Artes SP (2015); ‘Arte e Patrimônio’ Paço Imperial RJ (2015); ‘Deslocamentos’ Blau Projects galeria de arte (2015); ‘Estudos Para Novas Propostas de Interpretação do Espaço Físico’ Funarte SP (2015). Contemplado com 2 prêmios do Ministério da Cultura, sendo 1 pela Funarte e 1 pelo IPHAN (2014 e 2015); 3 prêmios da Secretaria de Estado da Cultura de SP pelo PROAC (2014/15 e 17); 1 prêmio do 18º Festival Cultura Inglesa, e indicado para o prêmio Jameel Art Prize do Victória & Albert Museum da Inglaterra (2017). A 20 anos participa de uma rede internacional de direitos humanos em projetos sociais que apoiam pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social, tendo já realizado oficinas de arte para refugiados da guerra civil da Síria, refugiados da Venezuela, crianças órfãs do Abrigo Nossa Casa, Casa da Fonte, Centro de Referência do Idoso, Centro de Referência da Assistência Social, Centro de Apoio Psicossocial adulto e infantil, moradores da Rua Helvetia [região da Cracolândia SP], prostitutas e ex-prostitutas atendidas pela Associação Magdala, Centro de Detenção Provisória Bandeirantes entre outros.
CHARLES STEUCK
É formado em Artes pela Universidade Regional de Blumenau - FURB. Há 20 anos dedica-se mais à produção autoral fotográfica, e também ensino da fotografia. O artista também realizou outras obras e produções, como o projeto “Ambulante e Desdobrável”, e realizou parcerias com muitos outros coletivos, como o coletivo-evento Escambau e Grupo de Experimentações Nômades Oi-é-Uá=UÁ!!!, neste último, também premiados no Salão dos Novos de Blumenau com a obra “A Doença”. Selecionados para Panoramas Catarinenses e Pretextos de Arte Contemporânea do SESC-SC, também como curadores. Atualmente reside na Ilha de Santa Catarina, Desterro.Teve fotografia escolhida para divulgação da Campanha de Redução de Danos do Ministério da Saúde; realizou três exposições individuais e doze coletivas. Membro da comissão julgadora de alguns concursos fotográficos como o “Verde da Nossa Terra”, promovido anualmente pela FURB e também na Jornada Fotográfica Indaialense.
FLORA ASSUMPÇÃO
Flora Assumpção é artista e professora, graduada (2008), mestre (2014) e doutora (2019) em artes visuais pelo Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP, com bolsas da FAPESP e da CAPES. Cursou doutorado com período de Pesquisadora Visitante na Universitat Autònoma de Barcelona (EINA-UAB). Em sua produção artística pesquisa técnicas e materiais diversos, sendo desenho, gravura, pintura, instalações e intervenções urbanas etc. Trabalha paralelamente a extensão do desenho para o espaço arquitetônico e a escala da miniatura. Atualmente leciona como Professora Adjunta I - Nivel I no CAC-UFPE. Recebeu os prêmios FUNARTE Arte Monumento Brasil (2016); Prêmio SESI-SP Ocupação Artística (2013-14); ArteRef de Arte Contemporânea (2013); 1° Prêmio no 10° Salão Elke Hering, Blumenau - SC (2012); Prêmio Destaque do Júri no 16° Encontro de Artes Plásticas de Atibaia (2007); 1° Prêmio Nascente 12 (2002); Em 2014 foi indicada a Melhor Exposição do Ano pelo Guia Folha de S. Paulo e foi finalista do Prêmio EDP Energias na Arte do Instituto Tomie Ohtake-SP (2010); Possui obras em acervos institucionais no Brasil (Paço Municipal de Guarulhos-SP, Pinacotecas de Atibaia-SP e de Maceió-AL e MAB-SC), China (Bienal de Guanlan), Espanha (Cabildo de La Palma e Espronceda-Barcelona) e Portugal (Bienal Douro). E trabalhos publicados em diversos catálogos de exposições e revistas de arte. Realizou exposições individuais e intervenções urbanas/arquitetônicas no Brasil.
LINDA POLL
Linda Suzana Maciel Poll nasceu no ano de 1951, na cidade Sant’Ana do Livramento, RS. Cursou magistério, graduação em artes plásticas, pós graduação: função social da arte; especialização: desenho artesanal; mestrado: ciências da educação e Doutorado seguindo a mesma linha de pesquisa, porém incompleto. Linda graduou-se também em arquitetura e urbanismo. A artista apresenta em seu currículo, sua trajetória e experiências como professora, pesquisadora, diretora, coordenadora, membro de academias/conselhos e artista visual-performática. Em sua carreira artística participa de várias exposições individuais e coletivas, premiações, salões e competições internacionais, tais como:II Salão de Pelotas, SC (1978); II III IV Salão Alcy Ramalho, Curitiba, PR (1986-1988); Menção honrosa III Salão chapecó, SC (1986); Telesc talentos catarinense, SC (1990); Exposição Banco do Brasil, Joinville, SC (1991); Exposição Fundação Cultural, Criciúma, SC (1996); V Simpósio Internacional de Escultura Valdívia Chile, (1999); MASC, Florianópolis, SC (2000); VII Salão Elke Hering Blumenau, SC (2005); Memórias de moças bem comportadas, AAPLAJ - Joinville, SC (2018).
MARIANA FLORÊNCIO
Mariana Florêncio é fotógrafa, elaborando catálogos e editoriais. Com algumas experimentações com as artes visuais em sua trajetória. Atualmente trabalha com o projeto de música Lado C bailinho de vinil @ladocbailinhodevinil.
MARLENE DA SILVEIRA
Marle da Silveira nasceu em 10 de maio de 1952 na cidade Witmarsum (SC). A artista plástica autodidata, desde de 1978, vem trabalhando com as diversas linguagens das Artes Visuais: pintura, escultura, cerâmica e poesia, mas foi nos últimos anos que Marlene aprimorou suas técnicas em pintura e escultura, levando-a a inúmeros eventos nacionais e internacionais. Entre os eventos que a artista participou podemos destacar a III Muestra Internacional de Mail Art Ciudade de Alcorco, Espanha (1994); II Congresso argentino Del Color, La Plata - Argentina (1994); Exposição de Medelain, França (1995); a exposição no Banco do Brasil, Indaial, SC (1997); Sua poesia publicada no jornal: O Progresso da cidade de Imperatriz, MA (1997); Exposição na sede da Unimed, Blumenau, SC (1998); Selecionada no 6º Salão Elke Hering de arte contemporânea, Blumenau, SC (2001); Exposição no 10 Salão do Mar no Clube Naval, Rio de Janeiro, RJ (2002).
MARTA BERGER
Marta Berger, Nasceu em São Leopoldo RS em 1964.Cursou Artes Plásticas na faculdade de Artes FEEVALE Novo Hamburgo (RS). A artista Iniciou sua carreira artística em São Leopoldo, onde pintou seus primeiros murais. Trabalhou com xilogravura, estamparia e pintura. Em 1992 mudou-se para Florianópolis (SC), onde começa sua pesquisa em escultura e cerâmica. Recebe neste período várias premiações com a série intitulada “Casulos”. Em 2003, faz estágio no Studio Lenzi, onde aprimora a técnica de pintura sobre azulejos. Atualmente a artista se dedica a projetos e execução de murais, esculturas nas técnicas de cerâmica e aço, desenhos e aquarelas. Mantem ateliê em Florianópolis e Curitiba. Suas obras podem ser vistas no Hospital Santa Catarina (av. Paulista, São Paulo, SP), Colégio Marista Santa Maria (Curitiba, PR), Colégio São José (Pouso Alegre MG), Colégio São Luis (São Leopoldo, RS), além de obras públicas nas cidades de Florianópolis, SC, São José, SC, e Curitiba, PR.
SÔLA RIES
Sôla Ries cursou Bacharelado em Desenho e Plástica na UFSM - Universidade Federal de Santa Maria RS; Licenciatura em Artes Visuais na UnB - Universidade de Brasília DF; Especialização em Arteduca: Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas na UnB – Universidade de Brasília DF. Realizou exposições individuais; participou de exposições coletivas e salões de arte em diversas regiões do país; recebeu prêmios em salões de arte, dentre eles, o primeiro prêmio no Salão Nacional Elke Hering, em 2007. Dedica-se também à joalheria autoral desde 2004; e atua como professora de artes visuais na rede pública de Brasília DF desde 2009; Reside em Brasília desde 1999.
TADEU BITTENCOURT
Criador de diversas intervenções urbanas na cidade de Blumenau, como a "Cornucópia" e "Embrião", Tadeu Bittencourt foi um "multiartista". Experimentou em suas criações o contato com diversas linguagens artísticas das Artes Visuais. Criou cenários para espetáculos teatrais e em suas pinturas elaborou propostas que tencionavam o que hoje chamamos de "pintura expandida" na arte contemporânea. Este movimento de ampliar o seu conteúdo para fora das telas constituiu de forma singular sua produção poética. Com uma trajetória marcada por diversos prêmios e reconhecimentos, o artista faleceu no dia 03 de agosto de 2016.
TELOMAR FLORÊNCIO
Telomar Florêncio é um dos nomes mais conhecidos da cena artística de Blumenau (SC). Desenhista, ilustrador, publicitário, é também conhecido por sua fase surrealista, que marcou a o contexto das Artes Visuais em Santa Catarina, como destaca Marcelo Labes em sua coluna para o espaço de Artes do CEDUP (2013). Excêntrico, Telomar não é um artista das vernissages, suas obras ocupam outros lugares e espaços, para além do sistema da arte. Entre as vias públicas, entre o popular e o sistema, Telomar expõe em suas pinceladas seu modo de ver Blumenau. Pelo rio, pelas pessoas, pela natureza e pelo humano refrata seu modo de ver a vida.
equipe de pesquisadores
CARLA CARVALHO
Possui graduação em Licenciatura Plena Em Educação Artística pela Universidade Regional de Blumenau (1998), mestrado em Educação pela Universidade do Vale do Itajaí (2003) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (2008). Atua como professora no Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Regional de Blumenau (FURB) e na graduação em Cursos de Formação de Professores e Design. Líder do Grupo de Pesquisa Arte e Estética na Educação. Atualmente coordena o PROESDE- Licenciatura/FURB. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: arte na educação, artes visuais, mediação cultural, estética na Educação e formação de professores.
JOSÉ INACIO SPERBER
Licenciado em Artes Visuais (2020), Mestre (2023) e Doutorando em Educação, ambos com Bolsa de fomento da CAPES, no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Regional de Blumenau (FURB). É membro do Grupo de Pesquisa Arte e Estética na Educação (GPAEE/ FURB) e dedica-se a pesquisar os seguintes temas: Arte na Educação; Educação Estética; Mediação Cultural; Arte contemporânea; com ênfase na perspectiva dialógica da Linguagem (Bakhtin e o Círculo). Na área de Artes Visuais participa do Coletivo Multicultural de Experimentações e Intervenções Artísticas (COLMEIA) e é representante titular na Cadeira de Artes Visuais, Design e Moda do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) de Blumenau.
SUELLEN ALVES FRANCISCO
Egressa do curso de licenciatura em artes visuais (2018/2019) da Universidade Regional de Blumenau (FURB). Estudante de design gráfico na instituição de ensino Escola Casa. Participa do coletivo corpos dançantes como fotógrafa e integra a comissão de pesquisa e dialogo sobre a importância do coletivo para a sociedade. Atualmente trabalha voluntariamente como designer em um projeto de saúde mental para mulheres.