Hoje(04), na terceira e quarta sessões, o comitê da UNESCO se reuniu para debater sobre a fuga de cérebros e muitos delegados ficaram em silêncio diante as questões tao importantes.
O comitê, que a princípio procurava métodos para combater a fuga de cérebros por diversos momentos acabou sendo tomado por um silêncio avassalador por parte de algumas delegações que, mesmo questionadas, acabaram não se pronunciando. Assim, dificultando o trabalho das demais delegações de encontrar respostas para a problemática em questão. Como se não fosse o bastante, a crise havia chegado deixando todos ao redor do mundo furiosos. Com vários protestos sendo realizados, os delegados por diversas vezes mudaram a temática da crise e continuaram com a agenda, que foi repreendida algumas vezes pela mesa e pela delegação dos Estados Unidos, que se viu na obrigação de ter mais interação no evento, preocupando-se com o andamento do comitê.
Em meio a tudo, a crise chegou ao seu fim para a alegria de todos, porém ainda havia vários problemas a serem discutidos e poucas ideias para solucioná-los. Com uma abundância de debates não moderados as delegações finalmente começaram a demonstrar avanços e saíram do ciclo sem fim em que se encontravam. Contudo, cada vez mais pedidos foram feitos para as demais delegações se pronunciarem e, com isso, o ritmo de melhora estava se esvaindo pouco a pouco. Isso durou até a volta da delegação estadunidense que, indignada, comentou que quase nenhuma nação parecia passar dificuldades e que não poderia ajudar aqueles que não se posicionassem. Após isso, as delegações conseguiram voltar a desenvolver a problemática principal e demonstraram melhores ideias para uma possível conclusão. Mesmo com progresso, algumas nações continuavam a não se manifestarem.
Por Márcio Multary