A grande lentidão é visível por parte dos delegados da UNESCO, a situação preocupante ocasionada pelo grande número de êxodos não tem nenhuma previa para sua resolução. Além disso, o silêncio se mostra predominante por países que se mostram mais afetados pelo problema em questão, atos como esse são revoltantes e apesar dos diversos pedidos para que essas nações esse expressem as mesmas continuam sem se manifestar. Países continuam ganhando com a perda de outros, mesmo que eles não queiram. Apenas tornando na maioria das vezes as grandes potências apenas maiores e países menores sem a visão de um bom futuro. Como se não bastasse a desorganização, que, por sua vez atrapalha todos na busca por uma resposta se mostra inacabável e um grande obstáculos para as nações.
No entanto, em meio a tudo isso, os delegados ainda têm fé que essa temática possa ser resolvida de forma benéfica a todos como foi reforçado pelo delegado do Japão, em entrevista para o jornal Le Monde,“Eu imagino que seja possível uma resolução benéfica a todos e acho que é possível entrar em consenso entre os interesses das grandes nações que a cada dia que passa ficam mais dependentes de uma mão de obra jovem especializada[...]” diz o representante do Japão quando foi questionado a possibilidade de uma conclusão benéfica a todos. Mesmo com a fé inabalável por parte do delegado, os problemas não estão nem perto de acabar e a necessidade de novas ideias se torna ideal. As respostas se encontram inexistentes e nesse andamento não serão entregues tão cedo.
Por Márcio Multary