Nesta seção, mostro como podem ser reciclados os mais variados objetos e também, indico diversos sites que ensinam sobre o tema de sustentabilidade, bem como, locais de coleta de móveis antigos, eletrodomésticos, celulares, remédios, ECOPONTOS nas principais cidades e mais...
Diversas cidades possuem pontos de recebimento específicos para resíduos eletroeletrônicos e eletrodomésticos. É possível encontrar os pontos de recebimento mais próximos, realizando uma busca por meio do CEP. Saiba como clicando aqui.
Separe os produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos de outros resíduos.
Apague todos os dados pessoais armazenados em aparelhos como computadores e celulares.
Evite violar os produtos, pois, pode conter materiais tóxicos para a saúde humana.
Há também programas de logística reversa, onde os fabricantes e distribuidores são responsáveis pelo retorno e destinação adequada dos produtos após o fim de sua vida útil. Muitas empresas possuem programas de recolhimento de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Você pode saber mais sobre logística reversa mais no final desta sessão onde diz: "Indicações de locais para descarte de eletrodomésticos".
Quais produtos são considerados lixos eletrônicos?
Para facilitar o processo de reciclagem dos eletrônicos, os produtos foram divididos em quatro categorias, de acordo com o seu tamanho. Sendo elas:
Linha Branca:
Refrigeradores e congeladores, fogões, lavadoras de roupa e louça, secadoras, condicionadores de ar;
Linha Marrom:
Monitores e televisores de tubo, plasma, LCD e LED, aparelhos de DVD e VHS, equipamentos de áudio, filmadoras;
Linha Azul:
Batedeiras, liquidificadores, ferros elétricos, furadeiras, secadores de cabelo, espremedores de frutas, aspiradores de pó, cafeteiras;
Linha Verde:
Computadores desktop e laptops, acessórios de informática, tablets e telefones celulares;
Como realizar o processo correto de descarte?
Separar os produtos eletroeletrônicos de outros tipos de resíduos.
Apagar todos os dados contidos nos produtos, como por exemplo fotos, vídeos, contatos, entre outros dados pessoais, dando especial atenção a computadores, notebooks, celulares e outros.
Os produtos devem ser descartados inteiros, limpos e desligados.
Fonte:
Os uniformes feitos de algodão levam meses para se decompor, enquanto fibras sintéticas podem levar até 200 anos. Componentes como tinta ou alguma fibra específica podem contaminar o solo, rios e todo o ecossistema natural. De acordo com um levantamento da Fundação Ellen MacArthur, menos de 1% das roupas produzidas no mundo são recicladas. Por isso, entender a importância do descarte de uniformes e EPIs correto se faz tão necessário. Nesse contexto, os EPIs, que em sua maioria são compostos por plásticos, quando chegam aos oceanos podem ser confundidos com alimentos pelos animais marinhos. Sob essa perspectiva, caso o descarte de uniformes e EPIs seja feito de forma indevida, isso pode gerar uma série de complicações.
Quais são os tipos de EPIs?
De acordo com a norma da ABNT NBR 10004, existem 3 tipos de EPIs:
Resíduos Classe 1 (resíduos perigosos): equipamentos contaminados durante seu uso devido a exposição a riscos químicos, tóxicos ou patógenos que podem oferecer riscos à população e ao meio ambiente.
Resíduos Classe 2A (resíduos não inerentes): apesar de não oferecerem riscos de maneira direta, podem impactar o meio ambiente.
Resíduos Classe 2B (resíduos inertes): não causam contaminação ao ecossistema natural ou à sociedade, mas, mesmo assim, devem ser descartados de forma correta, já que são biodegradáveis.
Assim como o fornecimento dos equipamentos é de responsabilidade das empresas, o descarte correto de epis também é uma obrigatoriedade das mesmas instituições.
Como fazer o descarte de uniformes e EPIs de maneira correta?
A seguir, explicaremos quais são as alternativas e como funciona o descarte e destinação de EPIs e uniformes:
Acionamento do descarte ecológico para coleta. A partir dessa etapa, começa o processo de triagem, separação e tratamento do resíduo.
Em seguida, é feita a descaracterização, principalmente em caso de roupas que tenham a logomarca para que seja feita a separação por cor e rasgagem.
Os tecidos são triturados até que fiquem sem fibras, dando início à fibra mista.
As fibras são enroladas em uma maçaroqueira e esticadas em filatórios em forma de novelos para reuso que podem dar origem a novos produtos e até combustível derivado de resíduos (CDR).
Vale ressaltar que, se a empresa preferir não seguir com a reciclagem de uniformes, existe o processo de coprocessamento. Nesse processo, o material é incinerado de forma adequada, sem prejuízos ao meio ambiente. Outra opção é a doação, seja para outras pessoas ou projetos sociais. Nesse caso, é importante que a descaracterização da marca seja feita para que não ocorra nenhuma complicação.
Fonte:
https://ecoassist.com.br/descarte-e-a-destinacao-de-uniformes-e-epis-entenda-como-funciona/
Para fazer o descarte de lâmpadas, coloque-a em uma embalagem de forma que a lâmpada fique bem protegida e não corra o risco de quebrar.
Caso ela já esteja quebrada, primeiramente retire crianças e animais da área e não toque na lâmpada. Ventile o ambiente abrindo portas e janelas.
Coloque uma máscara que vede bem o nariz e use também luvas de borracha. Pegue a lâmpada e coloque-a em uma caixa que possa ser lacrada e, de preferência, com uma etiqueta indicando o conteúdo.
Limpe a superfície onde estava a lâmpada com papel-toalha umedecido com água para remover resíduos de pó e jogue as folhas usadas no lixo. Tome muito cuidado para não se cortar e, caso isso aconteça, procure uma unidade de saúde.
Hora de levar a lâmpada para um local apropriado de recolhimento. A maneira mais fácil de fazer isso é entregar a lâmpada no mesmo estabelecimento onde você a comprou.
O Brasil tem uma lei, chamada de Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece que fabricantes, distribuidores e comerciantes sejam obrigados a cuidar da logística reversa de seus produtos. Ou seja, são responsáveis pelo produto mesmo após o consumo.
Uma logística reversa de lâmpadas também existe no país, que como o próprio nome indica, é feita para cuidar especificamente dos processos de descarte de lâmpadas.
Diversas empresas ligadas ao setor de produtos de iluminação fundaram a Reciclus, uma entidade sem fins lucrativos para gerir essa logística reversa de lâmpadas.
Esta organização também recolhe lâmpadas para serem devidamente recicladas.
Clique aqui para encontrar o ponto de coleta da Reciclus mais perto de você, há unidades espalhadas por todo o Brasil.
Fonte:
https://www.ype.ind.br/ype-explica/descarte-de-lampadas
https://ambiental.sc/blog/como-fazer-o-descarte-de-lampadas-corretamente/
https://reciclus.org.br/onde-descartar/
Checklist para descarte correto de entulho em pequenas obras:
Quer saber como destinar corretamente os resíduos acumulados em obras de novas construções ou reformas?
Veja o passo a passo:
Contratar empresa licenciada para coleta e transporte de resíduos, garantindo conformidade com a legislação ambiental.
Separar os resíduos na obra, distinguindo materiais recicláveis (como madeira, metais e plásticos) dos não recicláveis.
Utilizar caçambas credenciadas pela prefeitura ou órgão ambiental competente.
Evitar mistura com lixo doméstico, que deve seguir outro fluxo de coleta.
Registrar o transporte dos resíduos, mantendo comprovantes fornecidos pela empresa coletora.
Priorizar a reciclagem e reutilização de materiais quando possível.
Destinar corretamente resíduos perigosos (como tintas, solventes e amianto), seguindo as normas específicas.
Verificar os pontos de entrega voluntária (PEVs) disponibilizados em algumas cidades.
Cumprir as exigências do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), quando aplicável.
Manter a obra organizada, reduzindo riscos de descarte irregular e melhorando a eficiência no manejo dos entulhos.
Classificação dos principais resíduos da construção civil:
Resíduos Classe A:
São os resíduos da construção civil reutilizáveis ou recicláveis como agregados. São exemplos materiais:
De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;
De construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto; De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras.
Resíduos Classe B:
São resíduos da construção civil recicláveis para outras destinações, tais como plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras, embalagens vazias de tintas imobiliárias e gesso.
Resíduos Classe C:
São os resíduos da construção civil para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação.
São exemplos de resíduos da classe C os: sacos de cimento e argamassas, espumas expansivas, fitas de amarração de blocos de concreto, telas de proteção, dentre outros.
Resíduos Classe D:
São resíduos da construção civil perigosos, provenientes do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos ou demais materiais contaminados ou prejudiciais à saúde. Eles costumam ser oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e objetos que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde.
Fonte:
https://digital.concreteshow.com.br/artigos/como-fazer-o-descarte-de-entulho-da-obra-corretamente/
O lixo orgânico é todo resíduo de origem biológica, ou seja, derivado de organismos vivos. Isso inclui restos de alimentos, cascas de frutas e vegetais, folhas, sementes, borra de café, entre outros.
Esses materiais são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos naturalmente por microrganismos, retornando ao meio ambiente sem causar danos. O manejo correto do lixo orgânico traz benefícios ambientais, sociais e econômicos, ajudando a reduzir a contaminação do solo e da água, minimizar a emissão de gases de efeito estufa e promover a economia circular.
A compostagem é um ótima solução para o descarte de resíduos orgânicos.
Fonte:
Descarte-os no cesto de recicláveis ou no cesto específico (cor amarela). Não é preciso separar por tipo de embalagem ou utensílio.
Cuidados especiais para latas e embalagens:
Retire os restos orgânicos ou de produtos, pois as latas devem estar sempre vazias. Qualquer resíduo orgânico deve ser descartado no lixo comum.
Enxague as embalagens com um pouco de água para reduzir o mau cheiro.
Retire das embalagens rótulos de papel e separe acessórios plásticos, se houver.
Como descartar latas de aerossóis?
Geralmente, as latas de aerossol são descartadas no lixo comum. Certifique-se de que a lata esteja realmente vazia, não contendo líquido algum. Desta forma, não haverá problema para as empresas de coleta. Caso contenha ainda algum líquido, pode ocasionar explosões dentro do caminhão da coleta.
Contudo, as latas de aerossóis podem também ser recicladas. Para o descarte correto, certifique-se de que a lata esteja realmente vazia. Nunca descarte para reciclagem aerossóis com líquido dentro. Se a embalagem tiver alguma tampa de plástico, pode retirar e jogar no lixo reciclável de sua casa. Leve as latas vazias (de preferência enxaguadas em água) para serem descartadas nos locais que aceitem o produto. Pesquise pontos de coleta em sua cidade.
Fonte:
https://recykloo.com.br/descarte-e-reciclagem-de-metais/
https://recykloo.com.br/reciclar-metal/descarte-e-reciclagem-de-materiais-ferrosos/
A coleta seletiva promovida gratuitamente pela prefeitura das cidades muitas vezes não inclui a retirada de móveis grandes, como sofás, mesas, cadeiras ou colchões usados. Realizar o descarte de móveis velhos de forma independente é um grande desafio, pois muitos itens são grandes e pesados, e o processo de encontrar um local adequado para o descarte pode ser complicado. Nesse caso, a melhor opção é contar com uma empresa especializada no descarte ecológico.
Onde fazer descarte de móveis?
Para enviar o móvel para um local apropriado, você precisará pesquisar um pouco sobre as opções disponíveis no seu município. As mais comuns são:
A prefeitura da sua cidade: diversos municípios oferecem o serviço de recolhimento gratuito de móveis usados. Informe-se sobre essa possibilidade por meio dos canais oficiais de contato com a prefeitura.
ONGs e grupos de doação: você também pode procurar por uma organização não governamental e sem fins lucrativos para que eles destinem o móvel usado e em bom estado para quem precisa. Ou ainda pode fazer um anúncio nas redes sociais de que está repassando o móvel sem custo algum. É outra forma de praticar a solidariedade!
Instituições privadas: empresas especializadas em fazer o recolhimento de móveis e entulhos também são uma excelente alternativa. Elas retiram o objeto em sua casa e, depois de analisá-lo, escolhem o melhor destino, que pode ser o desmanche, reciclagem, doação, restauração etc.
A empresa fabricante do móvel: a logística reversa é uma solução para que produtos tenham o recolhimento e destino adequado após o consumo.
Fonte:
Em vez de descartá-lo no ralo, no vaso sanitário ou no lixo comum, é possível adotar práticas simples e sustentáveis que evitam a poluição e ainda contribuem com a economia circular. Ao ser reutilizado corretamente, o óleo ajuda a reduzir os danos ao solo e à água e pode ganhar uma nova vida na forma de produtos como sabão caseiro, biodiesel e até velas artesanais.
Segundo a cartilha da Sabão do Bem, iniciativa voltada à educação ambiental em comunidades, 1 litro de óleo usado pode render até 4 quilos de sabão ecológico, o suficiente para substituir dezenas de embalagens de sabão industrial. Além disso, o sabão artesanal pode ser utilizado em diversas funções do dia a dia, como na limpeza de pisos, utensílios domésticos e roupas, contribuindo para a redução de resíduos plásticos e embalagens.
O que não fazer com o óleo de cozinha usado?
Mesmo com a correria do dia a dia, é fundamental evitar o descarte incorreto. Veja alguns comportamentos que prejudicam o meio ambiente e o sistema de saneamento:
Não jogue o óleo no ralo ou vaso sanitário. Isso causa entupimentos e polui rios e mares;
Não descarte o óleo diretamente no lixo. Ele pode vazar e contaminar o solo;
Não misture o óleo com outros líquidos. Isso dificulta o processo de reciclagem.
Adotar práticas simples no dia a dia faz toda a diferença.
Quando cada pessoa faz sua parte, o impacto coletivo se multiplica.
O ideal é levar o óleo aos pontos de coleta para garantir o manejo correto. Os locais para receber óleo estão cada vez mais acessíveis, supermercados, escolas, condomínios e até algumas redes de fast food contam com coletores específicos. A coleta de óleo usado garante que o material chegue a empresas especializadas em reciclagem, que o transformarão em produtos sustentáveis.
Fontes:
https://ambiental.sc/blog/saiba-como-descartar-oleo-de-cozinha-corretamente/
https://eureciclo.com.br/blog/reciclagem-de-oleo-de-cozinha-como-descartar
O descarte de papel parece simples, mas erros comuns podem comprometer a reciclagem.
Identificar e separar corretamente ajuda a evitar desperdício e facilita o trabalho das cooperativas de reciclagem.
Papéis recicláveis:
· Folhas de escritório e cadernos;
. Caixas de papelão e embalagens limpas;
· Jornais, revistas e folhetos.
Papéis não recicláveis:
· Papéis plastificados ou metalizados;
· Papel toalha, papel higiênico e guardanapos usados;
· Etiquetas adesivas e post-its.
O motivo para essas restrições esta na composição do material e caso seja descartado de forma incorreta, pode dificultar ou ate inviabilizar o reaproveitamento das fibras de celulose, as tornando incompatíveis com o processo de reciclagem. Isso ocorre porque esses materiais contem contaminantes ou fibras degradadas, que prejudicam esse processo.
Como fazer o descarte de papéis corretamente:
Além de ser necessário remover materiais extras, e importante garantir que o papel esteja limpo e seco, pois resíduos de alimentos ou líquidos podem comprometer a reciclabilidade do material.
Os acertos que fazem a diferença:
A fim de não inviabilizar a reciclagem, também é preciso armazena-lo corretamente em locais secos para evitar mofo e proliferação de vetores. E para o descarte final, leve a um ponto de coleta ou entregue o material em cooperativas de reciclagem.
1. Separar o papel corretamente: como dito acima, papéis como jornais, revistas, folhas de caderno, caixas de papelão e papéis de escritório são recicláveis. Certifique-se de que estão limpos e secos antes de descartá-los.
2. Dobrar ou cortar papeis grandes: isso facilita o transporte e o processamento do material, além de otimizar o espaço nos pontos de coleta.
3. Apoiar iniciativas locais: muitos municípios contam com cooperativas de reciclagem ou programas de coleta seletiva. Verifique como funciona a coleta em sua região e colabore para o destino correto dos papéis.
Fonte:
Recolha as pilhas dos aparelhos assim que elas deixarem de funcionar. Com o tempo e sem uso, elas podem estourar no compartimento, causando danos ao objeto e oferecendo risco à nossa saúde.
Separe-as do lixo comum e guarde-as envolvidas num material resistente a vazamentos, depois procure um posto de coleta mais próximo de sua casa. Caso não tenha algum, você pode levar em assistências técnicas autorizadas, que elas farão o descarte junto aos fabricantes.
Pontos de descarte de pilhas: como encontrar
A melhor maneira de achar um posto de coleta é pesquisando na internet ou entrando em contato com o SAC do fabricante. Supermercados, atacadistas, lojas de eletroeletrônicos e assistências autorizadas estão entre os locais que fazem o recolhimento das pilhas.
O uso correto das pilhas prolonga a sua vida útil e ajuda a evitar estouros e vazamentos de produtos químicos pesados.
Como cuidar melhor das suas pilhas:
Use sempre o tamanho adequado indicado pelo fabricante dos aparelhos. Forçar o uso com pilhas de outros tamanhos pode acarretar vazamentos e danificar o aparelho.
Mantenha as extremidades das pilhas e dos compartimentos limpos. Você pode fazer isso usando um pano áspero ou uma borracha escolar, por exemplo. A sujeira afeta o rendimento da bateria.
Se sabe que não vai usar um aparelho por muito tempo, remova as pilhas antes e guarde-as em ambiente fresco, sem contato com o sol e longe de altas temperaturas. Pilhas também não devem ser armazenadas em geladeiras ou freezers.
Não tente recarregar pilhas não recarregáveis. Verifique sempre antes no verso da embalagem se ela permite ou não a recarga. Forçar esse processo aumenta o risco de estouro, explosão e vazamento da pilha.
Insira as pilhas com atenção a indicação dos polos negativo (-) e positivo (+). Confira com atenção, por equipamentos que utilizam três pilhas podem funcionar com uma delas incorretamente inserida.
Onde descartar bateria de celular?
Se você está se perguntando o que fazer com bateria de celular inchada ou velha, as opções são as mesmas disponíveis para pilhas e baterias em geral. Muitos fabricantes e lojas de eletrônicos oferecem pontos de coleta específicos para o descarte responsável dessas baterias.
Onde descartar bateria de notebook?
E se a pergunta for sobre o que fazer com bateria de notebook velha? Assim como as baterias de celular, as baterias de notebook também podem ser levadas a um ponto de coleta em lojas de eletrônicos.
Seguindo essas orientações, você estará contribuindo para um meio ambiente mais saudável e seguro!
Saiba onde descartar pilhas e baterias mais abaixo, na sessão: "Indicações de locais para descarte"
Fonte:
Dicas práticas de como fazer o descarte da melhor forma para o planeta.
Coloque o resíduo reciclável em sacos: O ideal é manter os plásticos utilizados em uma sacola. Isso facilita a coleta pelos catadores e evita a contaminação a partir de outros resíduos. É importante que os resíduos estejam em uma única lixeira, podendo, assim, serem recolhidos pela coleta seletiva.
Descartar a sacola de supermercado no cesto de reciclados: As sacolas de supermercado e os sacos usados para embalar frutas e legumes são feitos de PEAD (Polietileno de Alta Densidade), material que é reciclável. Se descartados corretamente, podem voltar à indústria e se transformar em novos produtos, também reciclável.
Limpar embalagens de molho e produtos de limpeza: A limpeza dessas embalagens facilita o trabalho de triagem em cooperativas. Elas podem ser lavadas com água corrente ou até com a água liberada pela máquina de lavar, evitando o desperdício.
Descarte corretamente mesmo os pequenos pedaços de plástico: Mesmo os menores resíduos plásticos podem ser reciclados. Ao serem encaminhados para a reciclagem, eles se juntarão aos demais para se transformar em novos produtos.
Descarte as cestas de plástico mole usadas para embalar frutas: Destinando-as ao cesto de recicláveis, elas também podem voltar para a cadeia produtiva.
Além das dicas apresentadas, reutilizar alguns materiais de plástico descartáveis é muito importante. Por exemplo, se você utilizou um copo plástico para beber água, não precisa descartá-lo e pegar um novo todas as vezes que quiser beber algo durante um mesmo dia. Mantenha seu copo e reutilize. Ao comprar uma garrafa pet d’água ou refrigerante, lave-a ao final do consumo e continue utilizando para armazenar líquidos que você costuma consumir.
O descarte correto e a reciclagem de plástico minimizam o impacto no meio ambiente e reduzem a necessidade de extração de recursos naturais para novas matérias-primas.
As tampinhas também são recicláveis e você tem duas opções: encaminhar para algum projeto social ou descartar no lixo reciclável de casa.
Esvazie totalmente a embalagem, retire os rótulos quando possível e descarte as tampas separadas dos frascos e garrafas.
⚠️ Embalagens plásticas usadas no banheiro também fazem parte da coleta seletiva e não devem ser descartadas no lixo comum. ⚠️
Potes de xampu, condicionador, cremes e produtos de beleza são recicláveis e precisam ser destinados ao lixo reciclável, sempre limpos e sem resíduos de produto.
Papéis limpos, como caixas de medicamentos, bulas e o papelão do rolo de papel higiênico, também devem ir para a reciclagem.
Já papéis sujos, fraldas, absorventes e papel higiênico usado precisam ser descartados no lixo comum.
Escovas de dente, giletes, lâminas e cotonetes até são recicláveis na teoria, mas não têm reciclabilidade na prática. No caso de lâminas e giletes, o descarte deve ser feito no lixo comum, sempre embalados e protegidos, para evitar acidentes com coletores.
Cotonetes de haste plástica também não têm reciclabilidade e devem ser evitados. Sempre que possível, a orientação é optar por alternativas mais sustentáveis disponíveis no mercado.
Já as embalagens de medicamentos, mesmo vazias, não devem ser descartadas no lixo comum nem no reciclável. Elas precisam ser entregues em pontos de coleta específicos, como farmácias, UBS e hospitais, junto com medicamentos vencidos.
Fontes:
https://jorplast.com.br/descarte-correto-do-plastico-voce-sabe-como-fazer/
https://www.reciclasampa.com.br/artigo/dicas-e-informacoes-sobre-a-reciclagem-de-plastico
https://www.reciclasampa.com.br/artigo/nunca-descarte-embalagens-plasticas-do-banheiro-no-lixo-comum
Esse processo requer cuidados específicos, a serem tomados, inclusive, antes do descarte de produtos químicos, líquidos, sólidos e medicamentos.
Há vários exemplos que podem ser dados:
Os líquidos perigosos devem ser descartados em sua embalagem original, ou em galões de plástico rígido e resistente, devendo sua tampa estar totalmente vedada.
No caso de descarte de resíduos químicos, devem ser utilizados recipientes fabricados em material rígido, lacrados e identificados, que precisam ficar armazenados em local seguro até que a empresa especializada em sua correta destinação realize a retirada dos materiais.
Há procedimentos específicos também para cosméticos, vencidos ou não usados. E no caso dos remédios, a Anvisa determina que se siga uma norma específica, a norma ABNT NBR16457:2016.
Saiba como proceder na logística reversa de medicamentos de uso humano vencidos e/ou em desuso clicando aqui.
Fontes:
https://sqquimica.com/como-fazer-o-descarte-de-produtos-quimicos-vencidos/
O primeiro passo é um levantamento que define quantos e quais bens serão reciclados. Essa listagem irá compor um leilão de material inservível. Depois disso, é realizada a análise dos registros de cada um dos bens, para a notificação dos proprietários e autoridades envolvidas (Polícia ou Judiciário) para que retirem os veículos em 90 dias. Ao mesmo tempo, são analisadas as condições do veículo e seus sinais identificadores. Após os prazos legais, os bens são liberados para a empresa arrematante do leilão. Todo o processo é supervisionado por técnicos do Detran.
Uma vez liberado, o veículo passa por uma plataforma de descontaminação, que retira os materiais potencialmente poluidores, como fluidos, catalisador, cilindro de GNV e bateria. Depois disso, os veículos passam por compactação, de maneira a impedir o reaproveitamento de peças, e ainda reduzindo seu volume e os custos com transporte.
Já no pátio da siderúrgica, o material compactado entra na fase de trituração e o restante (plástico, borracha, metal) é separado através de esteiras magnéticas e banhos químicos. A sucata metálica passa, por fim, pelo processo de fundição, voltando para a cadeia produtiva como matéria-prima.
Você pode saber mais sobre a destinação de veículos nesta cartilha de destinação de materiais veiculares publicado pela AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva).
Fonte:
O lixo têxtil pode conter uma variedade de substâncias prejudiciais ao meio ambiente quando descartadas inadequadamente. Algumas das substâncias mais comuns são:
Corantes: Muitos corantes usados na indústria têxtil podem ser tóxicos e poluir a água e o solo.
Plásticos: Muitos tecidos contêm fibras sintéticas, como o poliéster, que são derivadas do petróleo e podem levar centenas de anos para se decompor. Quando descartadas no meio ambiente, essas fibras podem se quebrar em pequenos fragmentos, chamados de microplásticos, que podem atingir as águas e/ou ser ingeridos por animais e entrar na cadeia alimentar.
Produtos químicos: Alguns produtos químicos podem ser usados na produção de roupas e muitos deles podem ser tóxicos e prejudicar o meio ambiente e a saúde humana.
Como fazer o descarte correto?
É importante pensar nas possibilidades. A primeira é: essa roupa/calçado/acessório pode ser consertado? Se a resposta for positiva, o primeiro ponto é levar para arrumar. Certamente o valor do conserto é bem mais em conta do que comprar uma roupa nova”.
Uma outra opção é pensar em trocar roupas com pessoas próximas. “Às vezes, naquele encontro de fim de semana, você pode promover um momento para trocar peças entre as pessoas. É uma chance de trocar o guarda-roupa sendo sustentável e não gastando dinheiro. Também é possível avaliar a possibilidade de doar suas peças para alguma instituição de caridade que esteja precisando ou comercializar num brechó do seu bairro ou cidade."
Se não houver mais chance de uso, roupas em más condições podem ser recicladas, transformando-se em novos produtos ou materiais. Algumas marcas e empresas brasileiras já oferecem programas de reciclagem de roupas, como a Malwee, a Puket (clique e conheça a campanha "Meias do Bem") e a rede varejista C&A. No caso de retalhos e sobras da indústria, o indicado é que elas sejam recolhidas por empresas especializadas, e que façam a reciclagem, no chamado processo de desfibragem.
Conheça mais algumas redes que recolhem roupas:
Coletor Ecoestilo da Lojas Renner.
Movimento ReCiclo. (Promovido pela C&A).
Conheça a Retalhar: Gestão Responsável, Inovadora e Inclusiva de Resíduos Têxteis.
A Loja Reserva também conta com mais parcerias para o descarte correto das roupas.
Conheça a ONG Florescer, que faz a reciclagem de calças jeans.
Artesãos, alfaiates, estilistas e mesmo empresas precisam dar um destino às sobras de tecidos. Uma das opções é o Banco de Tecidos. Funciona assim: quem tem sobras de tecidos pode vender para o banco e ficar com um crédito, que pode ser usado para comprar outros tecidos na plataforma.
A Renovar produz materiais que podem ser usados na produção de colchões, cobertores e enchimentos de almofadas ou de brinquedos, além de novos tecidos. Tudo é feito a partir de resíduos têxteis gerados na fabricação de roupas, tecidos e fios.
Fontes:
https://www.ifsc.edu.br/web/ifsc-verifica/w/como-descartar-roupas-e-tecidos-de-forma-adequada-
O ideal é embrulhá-lo em jornais e, depois disso, guardar em caixas de leite ou de papelão. Com isso, é praticamente impossível que o vidro fique para fora da embalagem e machuque alguém. Depois desse processo, você ainda deve depositar o material no local correto. Se for deixá-lo na rua junto ao restante do lixo reciclável a ser recolhido pela coleta seletiva, é fundamental que o vidro fique a uma certa distância dos outros e, preferencialmente, tenha uma indicação do que se trata. Outra opção é procurar pontos específicos de descarte de vidro. Se a sua cidade contar com um desses próximo à sua vidraçaria, esta se torna a opção mais adequada. Com ela, não existe nenhum tipo de risco.
Também há empresas especializadas na coleta das sobras de vidro. Elas fornecem containers específicos feitos em chapa de aço, levando o material diretamente para usinas de vidro.
⚠️ IMPORTANTE: Enquanto o vidro comum não sofre com este problema, vidros diferenciados como o vidro temperado não são recicláveis. Eles devem ser descartados no lixo comum, seguindo as orientações de segurança.
A importância da reciclagem de vidro:
Diminuição do volume de lixo nos aterros sanitários (aumento da vida útil dos aterros);
Com o reaproveitamento, a cada tonelada de vidro reciclado, gasta-se 70% menos de matéria-prima (recursos naturais) para fabricar mais vidro;
Gerador de renda para milhares de pessoas que atuam principalmente em cooperativas de catadores e recicladores de vidros e outros materiais.
Segundo a Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), a reciclagem do vidro no Brasil movimenta aproximadamente R$ 120 milhões no processo.
Leve seu vidro reciclável bem acondicionado em caixa de papelão ou embrulhado em jornal para minimizar o risco de quebra até o destino final. Leve de preferência enxaguado, sem tampa e sem rótulo para o local de descarte (coleta seletiva ou ecopontos).
NÃO encaminhe vidros quebrados para a coleta seletiva.
Fontes:
https://vidramaq.com.br/blog/descarte-de-vidro-como-fazer-corretamente/
https://recykloo.com.br/descarte-e-reciclagem-de-vidro/
https://cestosdelixoelixeiras.com.br/blog-lixeiras/saiba-como-descartar-corretamente-o-vidro
Cooperativa Crescer (SP)
Grupo Muda (SP)
Cooperativa Viralata (SP)
Recicla Sampa (SP)
Ecourbis (SP)
Valora Recicláveis (SP)
Ecoponto Tucumã (AC)
Manaus Lixo Zero (AM)
Relação de Cooperativas de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis (RS)
Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reaproveitáveis (PR)
Cooperativa De Trabalho Dos Recicladores Da Unidade Do Ogunjá - Cooperativa Bariri (BA)
COOPCICLA - Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem (BA)
Cooperativa CORAL (BA)
COOPERLINK - Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis (BA)
Associação Beneficente de Catadores de Materiais Recicláveis (ES)
Associações de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ES)
Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis do Município de Vitoria (ES)
Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reciclável Meio Ambiente Saudável (GO)
SELETA Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reciclável (GO)
ASCAMAR - Associação de Catadores de Material Reciclável (MA)
ASCAS - Associação dos Catadores de Material Reciclável (MG)
ASMATS - Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável (MS)
COOPEMAR - Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis da Região Oeste de Belo Horizonte (MG)
COOTARAL - Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis das Aguas Lindas (PA)
COOPERLIX - Cooperativa De Catadores De Materiais Recicláveis Amigos Lix (PA)
Associações e Cooperativas De Materiais Recicláveis De Belém (PA)
ASCAREJP - Associação dos Catadores de Recicláveis de João Pessoa (PB)
COOPERCORE - Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis de Cabedelo (PB)
Pro-Recife - Cooperativa de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (PE)
COOCENCIPE - Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Pernambuco (PE)
ACMR Boa Esperança - Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Boa Esperança (PE)
COAAFI - Cooperativa dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu (PR)
COOPER Rio Oeste - Cooperativa de Coleta Seletiva e Reciclagem (RJ)
CooperEcológica (RJ)
Rede Recicla Seridó (RN)
Natal Reciclagem (RN)
PROCEMPA - Empresa Pública de Tecnologia da Informação e Comunicação da Prefeitura de Porto Alegre (RS)
COOPERITAPEMA - Cooperativa de Coletores de Materiais Recicláveis de Itapema (SC)
COOPERFOZ - Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reciclável da Foz do Rio Itajaí (SC)
ACMR - Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (SC)
ASSECREJO - Associação Ecológica de Catadores e Recicladores de Joinville (SC)
CARE - Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju (SE)