Neste vídeo (0:00), o Prof. Julio Herrlein explora a complexidade e a diversidade da improvisação musical, destacando que ela não se limita a um único estilo ou época.
Pontos principais abordados:
Natureza lúdica e acessível: A improvisação é uma forma natural e lúdica de se relacionar com a música, acessível a qualquer pessoa, independentemente do nível técnico (0:52).
Diversidade de estilos: O vídeo apresenta exemplos variados, incluindo a música brasileira, o jazz (1:50), a música indiana (2:36), e a música folclórica de diferentes culturas (2:40).
Improvisação na música erudita: Contrariando a crença popular, a improvisação é fundamental no Barroco (ornamentações) e no Classicismo (cadenzas), com exemplos de músicos como Robert Levin (3:43).
Evolução tecnológica: A transição do acústico para o elétrico, mencionada através de artistas como Miles Davis e Jimi Hendrix (4:42).
Estruturas Analíticas: O professor discute o texto de Paul Steinbeck, propondo três ficções para entender a improvisação: como composição em tempo real, como prática social e como veículo de crítica e oposição (7:20).
O estado de "Flow": A experiência psicológica de imersão total e prazer que ocorre durante a improvisação, definida como flow por Csikszentmihalyi (10:00).
O vídeo encerra com perguntas reflexivas para o espectador sobre suas próprias práticas e preferências musicais (11:30).
O vídeo introduz o JJazzLab, um aplicativo gratuito para criação de backing tracks (faixas de acompanhamento) para músicos. Ele é apresentado como um parceiro de ensaio ideal para improvisação, prática ou aprendizado de novos instrumentos (0:05).
Principais funcionalidades destacadas:
Geração rápida: Crie backing tracks em minutos (0:49).
Personalização: Possibilidade de transpor para qualquer tom, silenciar instrumentos específicos, alterar o tempo (velocidade) e adicionar variações à música (1:11).
Plataformas: O software está disponível para Windows, Linux e Mac através do site oficial.
Neste vídeo introdutório, o professor Julio Herrlein explica o conceito de modulações cíclicas e como utilizá-las para praticar improvisação, utilizando backing tracks baseadas no volume 21 do método de Jamey Aebersold, Gettin' It Together (0:00 - 3:01).
Pontos Chave da Aula:
Conceito de Intervalos (3:30): Herrlein destaca a importância de diferenciar três usos dos intervalos: entre notas, entre fundamentais dos acordes e entre centros tonais (tonalidades).
Exemplos no Repertório Brasileiro (9:05):
Segunda menor descendente: Estrada do Sol (Tom Jobim) e Não tem Perdão (Ivan Lins) (9:14 - 13:25).
Segunda maior descendente: Wave (Tom Jobim), Tune Up (Miles Davis), How High The Moon e End of a Love Affair (13:26 - 16:49).
Exemplos no Jazz e Música Instrumental (16:50):
Terça menor descendente: Setembro (Ivan Lins) e Humpty-Dumpty (Chick Corea) (16:50 - 21:48).
Terça menor ascendente: Garota de Ipanema (Tom Jobim) - Parte B (21:49 - 25:05).
Terças maiores descendentes: Giant Steps (John Coltrane) (25:06 - 26:23).
Trítono: Time Remembered (Bill Evans) (26:24 - 27:32).
Conclusão (27:33): O vídeo resume que todas as classes de intervalos aparecem no repertório e incentiva a criação de uma rotina de prática para dominar essas movimentações no instrumento.
Este vídeo, escrito e narrado por Derek Bailey, apresenta a improvisação musical como uma força criativa fundamental, que vai além de estilos específicos ou fronteiras geográficas. A premissa central é que a improvisação é uma atividade musical amplamente praticada, porém pouco reconhecida, servindo como veículo para a evolução contínua e a transmissão cultural da música (0:20-1:07).
Principais tópicos abordados:
Improvisação na Educação: O músico Douglas Ewart demonstra como utiliza métodos de improvisação com crianças em Chicago para fomentar a coesão do grupo, a escuta mútua e a liberdade criativa sem medo de julgamentos (2:02-4:43).
Música Clássica Europeia: O pianista Robert Levin discute a extinção da improvisação na música clássica orquestral moderna, contrastando com a época de Mozart, onde a improvisação era vital. Ele defende a assunção de riscos para dar vida às obras (6:30-14:00).
Nova York e a Cena Experimental: O compositor John Zorn explica sua abordagem de improvisação baseada em blocos de som e regras de jogo, criando uma "pequena sociedade" onde os músicos interagem e se expõem (20:06-27:23).
Improvisação Religiosa: O vídeo explora o canto de salmos em gaélico nas ilhas escocesas de Harris e Lewis, onde a improvisação pessoal e a decoração musical expressam a fé sincera e a conexão com a paisagem local (35:36-40:50).
Tradição Indiana: A música indiana é destacada como um exemplo de evolução ininterrupta por séculos, sustentada pelos músicos improvisadores (Rajan e Sajan Misra), onde o aspecto musical e espiritual são inseparáveis (42:03-45:30).
On The Edge: Improvisation in Music – Episode 2
On The Edge: Improvisation in Music – Episode 4
https://youtu.be/2jDMkXDieNs?list=RD2jDMkXDieNs
Gilles Apap: Renegade Fiddler (também conhecido como Apap Masala - Gilles Apap in India) é um documentário musical de 2003, dirigido por Max Jourdan.
O filme acompanha o aclamado violinista francês Gilles Apap em uma jornada musical que une o violino clássico ocidental com tradições indianas, indo de sua casa na Califórnia até as margens do Ganges na Índia.